E agora, Gilmar?

Voto de minerva, o presidente do TSE Gilmar Mendes baseou sua tese no argumento de que, se a diplomação a chapa Dilma-Temer fosse anulada, todos os atos deles também perderiam efeito. Inclusive – enfatizou – a nomeação de alguns colegas da corte.

Já pensou, que confusão? Medidas provisórias, nomeações, decretos, leis sancionadas, licitações, tudo, tudo teria de ser desfeito.

Nem Kafka ousaria delirar tanto!

O que o ministro fez foi criar ainda mais confusão, pois tornou sem efeito os atos de prefeitos e governadores que tiveram suas diplomações anuladas.

E agora, Gilmar?

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