Gleisi, a Amante, comprova: o PT nada aprendeu

Em mais um de seus discursos pirotécnicos, a “presidenta” do PT e candidata a “detenta” por ser ré da Lava Jato, Gleisi Narizinho Hoffmann arrotou: eventual condenação de Lula será “um ato político” que visa a impedir sua volta à presidência, ato que “não reconheceremos”; se consumado, “recorreremos aos órgãos internacionais” para revertê-lo. Leia aqui

Assim, Gleisi, a Amante (este é seu codnome no submundo do crime organizado do colarinho branco) mostra que, depois de tudo – mensalão, Lava Jato, Zelotes, etc. e tal – seu partido, que sistematizou a corrupção como nunca antes na história deste país, não aprendeu nada. Age como se fosse uma vestal, insurgindo-se contra os fatos e a Justiça, tratando os seus bandidos como “guerreiros do povo brasileiro” e tentando impor seu projeto de poder a ferro e fogo.

Lula responde, por enquanto, a cinco processos por corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, obstrução da Justiça (esqueci algo?) e está na iminência de receber a sentença do juiz Sérgio Moro num deles. O de tráfico de influência concluiu a fase de instrução. Há mais uma denúncia contra ele (sítio de Atibaia) e investigações adiantadas sobre as “palestras”, forma que, suspeitam os investigadores, utilizou para disfarçar o recebimento de propina.

Recorrer a órgãos internacionais, que balela é essa? Outra demonstração de que a Amante e e o PT são incapazes de aprender. Pois recorreram à imprensa e governos internacionais para impedir a deposição de Dilma e apelaram à OEA e ONU para evitar o julgamento de Lula, apresentando-o como vítima de uma “caçada judicial” com fins políticos, e o que obtiveram? O silêncio. Pois essas organizações (e governos) não têm competência para interferir nos poderes judiciário e legislativo alheio.

Gleisi Hoffmann, a Amante e coveira do PT, está cumprindo fielmente sua tarefa: a cada manifestação, joga mais uma pá de cal no corpo insepulto de seu partido.

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