O grampo fatal do qual Lula se safou


Estas fotos foram feitas em algum lugar do passado, um passado recente que nos atormenta e nos perseguirá por muitos, muitos anos, tamanho o desastre político, econômico e moral pelo qual é responsável: Lula, recém encerrado seus dois mandatos na presidência da República, desembarca do jatinho do empresário Eike Batista, que recebeu bilhões em empréstimos subsidiados do BNDES e, apesar de tanta generosidade, acabou falido.

Após o desembarque, e numa proximidade física acabrunhante, ambos conversam: expressões faciais retesadas, o braço esquerdo detendo o interlocutor, apontam Lula como o dominante da conversa.

O que os aproximava tanto, o que conversavam, quais interesses em comum possuíam?

Jamais saberemos!

Pena para o país, pena para Eike, enrolado até o último fio de cabelo transplantado que possuía antes de ser preso (hoje em liberdade condicional), que poderia, a exemplo de Joesley Batista, outro cliente preferen$ial do BNDES graças à sua proximidade do poder, obter indulgência plenária de seus crimes em troca de delatar seu beneficiário-mor.

E cumprimentos a Lula, que escapou de um grampo que poderia ser fatal à “viva alma mais honesta deste país”.

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