Gleisi, a servil, se superou. Que façanha!

Demonstrações de servilismo a Lula. Dilma e à cúpula do PT (a maioria está condenada ou presa por corrupção) são abundantes no currículo de Gleisi Hoffmann, senadora e “presidenta” do partido.

Mas ontem ela se superou – que façanha! -, enxugando o o suor do rosto de seu líder máximo Lula.

Isso aconteceu durante o discurso que o chefão fez para xingar o juiz Sergio Moro, fazer-se de vítima do Judiciário, mentir a cântaros e reafirmar sua postulação à presidência da República.

Há seis anos escrevi Gleisi: a vitória do servilismo. Registro hoje a submissão incondicional de um ser vil, submisso incondicionalmente a um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro e réu em outros quatro processos (por enquanto).

O gesto de Gleisi remete ao da bíblica Verônica, lembra o jornalista curitibano José Antonio Fiori, que enxugou o rosto de Cristo, vilipendiado pelos esbirros de um sistema que o condenou injustamente. Verônica enxugou o rosto de Deus. Gleisi, o do homem apontado como o chefe da maior organização criminosa da história do Brasil e que traiu milhões e milhões que confiaram em sua promessa de impor a ética no trato da coisa pública – e fez exatamente o contrário.

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