Mês: agosto 2017



Ratinho Júnior larga na frente e joga poeira em Cida e Osmar

A disputa pelo governo do Paraná em 2018 terá seu primeiro lance nos próximos dias, quando o secretário de Desenvolvimento Urbano Ratinho Júnior (PSD) deixar o cargo para assumir seu mandato na Assembleia Legislativa.

Até agora o que tivemos foram articulações daqui, especulações dali. A decisão de Ratinho, que será oficializada em encontro com o governador Beto Richa (PSDB) nos próximos dias, será a largada.

Com 36 anos, na vida pública há 15*, Ratinho não é apenas uma promessa: é a personificação da conduta correta, da liderança sem exibicionismo, da objetividade do discurso, da realização sem a pompa que costuma caracterizar a conduta do homem público.

Como titular de uma Pasta com ramificações profundas no interior, projetou-se além de Curitiba e costurou alianças estratégicas com os prefeitos. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano é responsável por intermediar recursos estaduais e federais para obras de infraestrutura e de melhorias nos municípios.

Fora dela, e na condição de líder não apenas de seu partido, mas também do PSC, do qual se desfiliou há pouco, mantendo, no entanto, o controle da bancada, terá grande projeção na Assembleia Legislativa. E liberdade de ação, pois estará desvinculado formalmente do Palácio Iguaçu.

Saindo na frente, Ratinho joga poeira em dois pretendes à condição de candidato oficialista: a vice-governadora Cida Borghetti (PP) e o ex-senador Osmar Dias (PSDB). Oficialista porque, enquanto Beto Richa estiver com a popularidade em baixa, ninguém se atreverá a abraçá-lo em público.

E Richa, com um aliado de peso na disputa, sedimenta sua eleição para o Senado. A popularidade está em baixa, sim, mas com viéis de ascensão por causa da situação financeira do Estado, que constrasta positivamente em relação à da grande maioria.

São duas vagas em jogo – as da petista Gleisi Hoffmann e do peemedebista Roberto Requião.

Gleisi suicidou-se eleitoralmente ao abraçar as causas mais espúrias do PT e de seu líder Lula, condenado por corrupção e réu em mais cinco processos criminais. E ela está encalacrada até o pescoço na Lava Jato: é ré por corrupção, indiciada em outro processo pelo mesmo crime e passível de ser arrolada no processo, também por corrupção, do qual faz parte seu companheiro conjugal Paulo Bernardo.

Requião caminha nessa direção, pois se aliou estrepítosamente ao PT e está ameaçado de expulsão do PMDB. Num Estado em que mais de 80% da população rejeita o PT e Lula, ele abriu sua sepultura.

Ratinho e Beto Richa: duas candidaturas postas. Turbulências os aguardam, mas, por enquanto, nenhuma ameaça no horizonte.

* dois mandatos de deputado federal, dois de estadual (na última eleição fez mais de 300 mil votos) e quase foi prefeito de Curitiba em 2012 (perdeu por pouco no segundo turno para Gustavo Fruet).

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Lula peita Moro. E se borra todo…

O ex-presidente Lula, condenado a nove anos e meio de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro e réu em outros cinco processos criminais, recusou a oferta do juiz Sergio Moro para depor em 13 de setembro por videoconferência.

O juiz alegou que a ida anterior de Lula a Curitiba, sede da 10ª Vara Criminal pela qual é responsável, em maio, causou “despesas necessárias, porém dispensáveis” com a mobilização de policiais para garantir a ordem.

O PT prometia invadir Curitiba com seu “exército vermelho”, e o que assistimos foi a um piquenique de algumas centenas de pelegos sindicais mobilizados a pão, mortadela e diária.

Lula responde nesse caso à denúncia de que teria sido beneficiado pela Odebrecht, que por sua vez o premiava por facilitar negócios na Petrobras, com um apartamento contíguo ao seu em São Bernardo e um terreno destinado ao Instituto Lula, adquirido por R$ 12 milhões em São Paulo. O apartamento está em nome de um parente de José Carlos Bumlai, condenado na Lava Jato e amigo de Lula. O ex-presidente alega que pagava aluguel, mas não apresentou comprovante.

À medida que a data do depoimento se aproximava, o valentão Lula foi amarelando, amarelando e criando todo tipo de obstáculo para se encontrar novamente com o juiz. Alegou, por exemplo, não ter tido acesso à contabilidade paralela da Odebrecht; trocou uma penca de testemunhas – são cerca de 90 -; apontou, mais uma vez, a suspeição do juiz; pediu a transferência do processo para São Paulo, exigiu que fosse filmado por equipe independente e, na última tacada até o momento, pediu – em caráter de “urgência” – para depor (todas as testemunhas já foram ouvidas) um fugitivo da Justiça, suspeito de participar das falcatruas da Odebrecht. O fugitivo é o advogado Rodrigo Tacla Durán, que, por ter dupla cidadania, dispara petardos contra a Lava Jato da Espanha, onde reside.

E hoje o STF aplicou nova derrota a Lula (e foram tantas…): recusou pedido para que seu nome fosse retirado das delações da Odebrecht que estão em poder de Moro. A derrota foi por três votos a zero!

Até amanhã, o que tentarão o ex-presidente condenado e seus advogados chicaneiros?

Seja o que for, prepare-se “viva alma mais honesta deste país”: mostre que é macho, sim senhor, e pare de se borrar nas calças!

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A Caravana da Agonia

Maior tiro no pé é a caravana que Lula organizou para mostrar sua força eleitoral. Está no Nordeste, cumpriu metade do itinerário e… cadê o povo?

Magotes o acompanham nas ruas – com camisetas e bandeiras do PT e de sua filial sindical CUT -, centenas vão aos recintos fechados e confessam, sem temor: ganharam transporte, lanche e uma diária, que oscila de R$ 20 a R$ 30.

Cadê o povo?

Lula esperava a apoteose e encontrou a indiferença, e justamente em sua principal base eleitoral.

Arremedo da Caravana da Cidadania, que sedimentou o caminho de Lula à presidência, esta Caravana da PaTifaria, pois é liderada por um condenado por corrupção e réu em cinco

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A agressão da “Folha” a Moro e o esforço para inocentar os culpados e criminalizar os inocentes

Um fugitivo da Lava Jato anota num livro que está preparando que o juiz Sergio Moro negociou, por meio de um advogado amigo, acordos na Lava Jato sem a participação dos membros da força-tarefa.

A Folha de S.Paulo dá o dito como veredicto e faz o maior estardalhaço com a informação.

Sem o menor pudor!

A versão de Moro e dos membros da força-tarefa consta da matéria, apenas como desmentido e vai no pé da matéria. O jornal mantém no título a informação do fugitivo.

Isso não é jornalismo: é terrorismo, pois implode todas as regras de procedimento, que exigem como ponto de partida a veracidade da informação e a credibilidade da fonte.

A fonte não tem credibilidade nenhuma – é um fugitivo, repito – e a informação ampara-se apenas no que escreveu.

A Folha de S.Paulo não está só: esse procedimento é cada vez mais usual. Por uma manchete, destrói-se a reputação alheia. Afinal, estamos na era da pós-verdade, em que se procura uma “narrativa” que inocente os culpados pela profunda crise política, econômica e ética que atravessamos e criminalize os agentes da Justiça. Como afirmou Lula no final de semana, os “canalhas” da Lava Jato “destruíram o Brasil”.

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A Síndrome de Janot. Cuidado: você pode ter sido contaminado!

A delação do ex-presidente da Transpetro Sergio Machado caiu como uma benção sobre a teoria petista de que Dilma Rousseff, a “presidenta inocenta”, havia sido deposta por um bando de larápios que pretendia bloquear as investigações da Lava Jato.

O ministro Romero Jucá, o ex-presidente José Sarney, o presidente do Senado Renan Calheiros – todos do PMDB – foram acusados de “obstrução da Justiça” pelo procurador-geral Rodrigo Janot. A acusação baseava-se na gravação de conversas telefônicas de Machado com os três, Era nítido que Machado instigara o trio a responder afirmativamente às suas provocações sobre a Lava Jato.

A denúncia distendeu as relações de Janot com o PT, que o acusava de parcialidade, por, até então, ter acusado apenas membros ou aliados do partido no esquema apontado como o maior saque aos cofres públicos da história brasileira.

E os petistas, faca entre os dentes, olhos estatelados, passaram a bradar: “Viram, não é como falávamos? Somos vítimas de uma conspiração dos golpistas corruptos!”.

Em troca da gravação, Machado obteve indulgência plenária de seus pecados (ele nem havia sido denunciado, mas espocavam indícios de suas atividades delituosas no comando da estatal). Teria, no entanto – ó vida dura! – que se trancafiar em sua mansão à beira mar durante um ano…

E aí veio a delação da JBS, que atingiu em cheio o presidente Michel Temer e o presidente do PSDB, senador Aécio Neves. Joesley Batista e seu irmão Wesley, os delatores, receberam imunidade total, que se estende a todos os crimes dos quais são acusados.

O círculo se fechou para Janot; ele cumpria o dever de ser equânime, pois denunciara um ex-presidente, agora um presidente no exercício do poder! E, de lambuja, o político que ameaçara a reeleição de Dilma Rousseff. Aleluia!

Ocorre que as duas delações, frágeis ao extremo, comprometem a idoneidade de Janot. A primeira foi demolida pela Polícia Federal, que inocentou o trio peemedebista e recomendou o cancelamento da delação e dos benefícios concedidos a Machado. A segunda caminha na mesma direção em relação a Temer, induzido a responder o que o interlocutor pretendia ouvir. Quanto a Aécio, bem, ele está extremamente encrencado, pois pediu e recebeu R$ 2 milhões e negociou com Joesley a indicação de uma pessoa da confiança do empresário para o comando da Vale.

Janot personifica um comportamento que se disseminou com o mensalão, o maior escândalo protagonizado até então pelo PT após assumir a presidência da República, que veio à tona em 2005, Alegando que se tratava de mero caixa dois (“recursos não contabilizados”, na expressão imortalizada por Delúbio Soares), o PT apontou o dedo para os demais partidos afirmando que todos procediam como ele. Era mentira: o que houve foi desvio de recursos públicos para comprar o apoio de deputados aliados, mas deu resultado, já que, de fato, o caixa dois era prática corrente.

O PSDB mineiro deu uma contribuição valiosa ao esforço petista de contrainformação: o senador e ex-governador Eduardo Azeredo foi denunciado por desviar recursos públicos para se reeleger (perdeu a eleição), e a imprensa, submissa à pressão do PT, cunhou a expressão “mensalão tucano”. Esse mensalão nunca existiu, já que não se tratou da compra de apoio parlamentar e sim de financiamento ilegal de campanha, como acaba de confirmar o Tribunal de Justiça de Minas, que manteve a condenação de Azeredo.

E depois surgiu o “mensalão do DEM” (corrupção envolvendo o então governador Arruda). E de denúncia em denúncia, cristalizou-se o comportamento da imprensa de transformar em manchete mero indício de corrupção de adversários do PT. “Todos são culpados até prova em contrário” passou a ser o lema dos repórteres na tentativa de encontrar o “ponto de equilíbrio” entre os crimes do PT e os atribuídos a seus adversários.

Não há vestal na política. Ocorre que, embora a corrupção tenha contaminado os políticos de todos os partidos, nenhum a sistematizou a ponto de fazê-la instrumento poderoso para se perpetuar no poder como o PT.

A Síndrome de Janot, inoculada pelo PT, é uma aliada poderosa de sua campanha de desinformação. “Dividir para governar”, um dos ensinamentos de Maquiavel, foi adaptado com êxito pelo PT para “confundir para triunfar”. Portanto, cuidado: você pode ter sido contaminado!

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Caravana de Lula produz até diploma falso. É a PaTifaria em ação

A reedição da Caravana da Cidadania, que levou Lula à presidência da República, desta vez merecendo o título de Caravana da PaTifaria, produziu, entre outras cenas burlescas – entre elas a ausência de público – um diploma falso.

Patifaria porque pretende reconduzir à presidência da República o responsável moral pela crise política e econômica pela qual passamos, condenado por corrupção e réu em outros cinco processos penais por crimes semelhantes e apontado como o chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia na história do Brasil.

Impedido pela Justiça de receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Lula deu um jeito de produzir um falsificação grosseira, atribuída aos alunos da instituição.

O tal “diploma” tem tudo a ver com a indigência moral e intelectual do homenageado e de seus supostos homenageadores: contém dois erros crassos de português. O primeiro, ao separar com vírgula sujeito e verbo logo no início (“A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, concede…), e é assinado pelos “dicentes”, que sequer se deram ao trabalho de submeter o texto a um corretor digital. O plural de alunos se grafa “discentes”.

Qual o motivo da homenagem? Homenagem inédita, aliás, pois não tenho notícia de um título de tal envergadura ser concedida por estudantes – sempre o é pela instituição, eventualmente por recomendação dos discentes.

O “diploma” não explica. Mas trata o homenageado como “maior presidente da República Federativa do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, o torneiro mecânico”. KKKKKK!

E de PaTifaria em PaTifaria, la caravana va…

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Hauly, o político que venceu todos os que o derrotaram

Ele perdeu a eleições para prefeito de Londrina quatro vezes consecutivas.

Pela ordem, perdeu para Antonio Belinati (1996), Nedson Micheleti (2000 e 2004) e Homero Barbóquio, digo Barbosa (2008).

Belinati (PP) e Barbóquio, digo Barbosa (PDT) foram cassados e respondem a inúmeros processos por corrupção, tendo sido condenados em alguns. No caso de Barbóquio, digo Barbosa (que insistência do teclado!), condenado em segunda instância. Micheleti (PT), também condenado por improbidade, afastou-se da vida pública(*).

Deputado federal desde 1991 – sétimo mandato – e um dos líderes da Câmara, o tucano Luiz Carlos Hauly, economista por formação, está na ribalta, encarregado de promover seu mais longevo e insistente projeto: a reforma tributária.

Tem percorrido o Brasil de norte a sul colhendo subsídios para seu projeto, cujo esboço começou a elaborar quando secretário de Fazenda do governo Alvaro Dias (1987-1991). Tentou, tentou, e eis que o presidente Michel Temer lhe deu salvo-conduto.

O projeto já está formatado e vai simplificar e racionalizar esse mastodonte chamado sistema tributário brasileiro. O Congresso o receberá terça-feira,

A reforma tributária é uma das prioridades de Temer e de seu ministro Henrique Melrelles, com quem Hauly mantém contato frequente. Nesta sexta-feira, ele apresentou-lhes o projeto – e também ao ministro do Planejamento Dyogo Oliveira. A reforma é uma necessidade urgente do Brasil.

Hauly, que não respondeu sequer a um processo por improbidade em sua vida pública, iniciada em 1973 como vereador em Cambé, da qual foi prefeito, venceu todos os que o derrotaram.

E Londrina foi derrotada por esses que fez vencedores.

(*) A eles deve-se somar um trio que fez o que pôde para sabotar sua carreira: André Vargas, José Janene e Paulo Bernardo, que dispensam apresentação.

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A Venezuela e um ensaio sobre a cegueira ideológica

A Constituinte da Venezuela assumiu sexta-feira todas as funções da Assembleia Nacional, dominada pela oposição ao ditador Nicolás Maduro. Foi um mero ato protocolar, um a mais na configuração ditatorial do chavismo, pois a Assembleia nada mais pôde fazer, desde sua instalação em janeiro do ano passado, do que espernear contra o endurecimento do regime, o atropelo aos direitos humanos, o agravamento da crise econômica que colocou o país em estado de emergência humanitária.

Todas as decisões da Assembleia eram sistematicamente anuladas pelo Tribunal Supremo de (in)Justiça. Todas!

Ao ser derrotado na eleição parlamentar de 2015 (seus aliados fizeram pouco mais de 40% dos votos), Maduro promoveu uma manobra ilegal para substituir os juízes do tribunal com os quais não poderia confiar plenamente. Resultado: todos agora são meros carimbadores de suas decisões.

Uma dessas decisões foi cassar o mandato de alguns parlamentares eleitos para impedir que a oposição tivesse maioria absoluta, o que lhe daria o direito, entre outros, de dissolver o tribunal.

De lá para cá, Maduro, com o aval dos juízes carimbadores, tirou o poder de a Assembleia legislar, impediu a realização de um plebiscito revogatório de seu mandato, adiou as eleições regionais e, em seu golpe final contra a democracia, convocou a Constituinte ao arrepio da Constituição, pois esse direito é exclusivo da Assembleia. A eleição da Constituinte, composta exclusivamente por apoiadores do regime – eram os únicos que podiam se candidatar -, foi uma fraude gigantesca, a ponto de a empresa que forneceu as urnas eletrônicos denunciá-la.

A convocação da Constituinte levou milhares de pessoas às ruas para protestar contra sua ilegalidade. Três quartos dos venezuelanos disseram-se contrários a ela. Maduro intensificou a repressão, marca registrada de seu regime, e quase 130 manifestantes morreram em quatro meses.

O totalitarismo está na origem do chavismo. O coronel Hugo Chávez, que o instituiu, moldou-o ao seu perfil militar, introduziu lentamente o modus operandi esquerdista de domínio do poder e neutralização dos adversários e dourou-o com pan-americanismo de Simón Bolívar. Foi tudo muito bem, tudo muito bom enquanto o petróleo, do qual o país é grande produtor e dependente, estava com os preços nas alturas. A queda dos preços coincidiu com a morte de Chávez e ascensão de Maduro, que, para se manter no poder, aliou-se a oficiais corruptos, reforçou seus vínculos com Cuba e endureceu de vez.

A degradação da economia, consequência da baixa do petróleo e da política de nacionalização de empresas e controle de preços ampliada por Maduro muito além do que permite e estupidez, levou o país a uma crise humanitária sem precedentes. O país outrora próspero mergulhou na pobreza e carece de produtos e alimentos básicos. Os hospitais estão em estado deplorável. Colômbia e Brasil são os principais destinos dos venezuelanos que fogem em busca de comida. Roraima decretou estado de emergência, pois não tem mais como abrigar e alimentar tantos refugiados.

E aí temos o Partido do Trabalhadores e sua “presidenta” Gleisi Hoffmann que acusam o presidente Michel Temer de “golpista” – ele assumiu conforme determina a Constituição – e ao mesmo tempo manifestam “apoio” ao “companheiro” Maduro e à sua Constituinte ilegal e fraudulenta, mas, segundo eles, necessária para “consolidar as conquistas da revolução bolivariana”.

Esse é um caso exemplar de cegueira ideológica, de dualidade movida pela paixão, de irracionalidade – de bestialidade, enfim – que contamina essa agremiação e seus apoiadores.

No ano do centenário da Revolução Russa, movimento que deflagrou uma convulsão política mundial e um dos maiores genocídios da história, é aterrorizante constatar que os facínoras ainda têm discípulos imitando seus crimes. E uma legião de adoradores que o sectarismo cegou.

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Em ato falho inédito, Lula recomenda que não se vote nele…

“Não dá para votar num cidadão sem saber se ele é raposa ou não”, afirmou Lula sábado em Feira de Santana, etapa inicial de sua “Caravana da PaTifaria”, instrumento ilegal (pois antecipa a campanha eleitoral) de seu esforço para voltar à Presidência.

Levado ao pé da letra o que disse, Lula – condenado por corrupção e réu em outros cinco processos por corrupção e crimes correlatos – pediu para que ninguém vote nele.

Como nunca antes na história, a “viva alma mais honesta deste país” falou uma verdade.

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…mas não desiste: quer nos afundar ainda mais na “m”

“O Brasil não nasceu para ser a merda que é”, disse Lula hoje, com sua elegância verbal costumeira, em Feira de Santana, etapa de sua “Caravana da PaTifaria”.

De fato, o Brasil não nasceu para ser a m. que é, mas está na m. que está em grande parte por causa dele que:

– torrou o que podia e não podia na época das vacas gordas, inflando o Estado absurdamente, sem pensar no futuro;

– iniciou em seu primeiro mandato uma mudança na política econômica, a tal “nova matriz”, que sua sucessora Dilma Rousseff escancarou e dizimou o que havia exigido quase duas décadas para se obter: o equilíbrio fiscal, o emprego em taxas razoáveis, o crescimento da economia, o controle da inflação.

– instituiu e comandou o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia na história.

E depois de ter feito o que fez, Lula quer voltar ao poder! Se tiver êxito (tóc-tóc-tóc), vai nos afundar ainda mais no cocô.

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