Mês: março 2018



Curitiba promoveu o maior protesto contra Lula. Desprezou-o

Lula escolheu a capital do Paraná para encerrar sua campanha eleitoral pelo Sul disfarçada de “caravana”. E o seu local mais icônico, as escadarias da Reitoria da UFPR que se debruçam sobre a Praça Santos Andrade. O mais simbólico, pomposo e amplo espaço livre de Curitiba.

E este espaço estava vazio. Nem seus opositores estiveram lá – neste caso, não por livre e espontânea vontade, mas por ação da PM que bloqueou a passagem deles. E quem eram eles? Um grupelho de bolsonaristas, nada mais, dispostos a jogar ovos no o ex-presidente (que, convenhamos, os merece).

Era para ser a apoteose, e resultou num convescote de companheiros e companheiras, que mal preenchiam o espaço entre as escadarias da universidade e a praça.

O que havia lá: mil, duas mil pessoas? Que fossem três mil, sendo generoso com os petistas: um fiasco retumbante diante do homem que se faz passar pela “viva alma mais honesta deste país”, rótulo com o qual pretende reconquistar a presidência da República. Rótulo que tenta, sem conseguir, esconder o condenado por lavagem de dinheiro e corrupção e à espera de novas condenações que se fazia passar de vítima, mártir, coitadinho – e, para isso, fez lotar o palco de crianças e segurou uma delas no colo, numa versão canastrona do “Lulinha paz e amor”.

A Caravana do Criminoso Condenado (obrigado pela definição, Leonardo Henrique dos Santos) começou escorraçada pela população de Bagé, seguiu sendo admoestada pelos gaúchos, foi “ovacionada” – bombardeada com ovos – pelos catarinenses, continuou sob protestos e bloqueios de rodovias dos paranaenses e recebeu três tiros mais que suspeitos no território dominado pelos sem-terra entre Laranjeiras do Sul e Quedas do Iguaçu.

Lula, o mártir, esperava em Curitiba uma multidão para recepciona-lo, consolá-lo, animá-lo a continuar sua cruzada delirante de retomar a presidência. Foi recebido com desprezo, a mais letal manifestação de repúdio e vingança.

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Lula se despede do Sul em comício esvaziado

Fotos do jornalista José Antonio Fiori, feitas enquanto degustava algumas cervejas num “boteco de chinês”, revela o fracasso que foi o comício de encerramento da CCC – Caravana do Criminoso Condenado Lula da Silva – pelo Sul do país.

A Praça Santos Andrade estava vazia ontem à noite. Somente nas proximidades da escadaria da UFPr havia concentração – talvez pouco maior que o número de pelegos e aliados que lotaram o palanque. Entre eles, o senador Roberto Requião.

A ausiência de público (o que vemos aí são membros dos “movimentos sociais” alinhados e financiados pelo PT) demonstra – de forma ainda mais eloquente que os ovos, pedras e tiros (há dúvida sobre a autoria) atirados contra a caravana – que o ex-presidente, condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, é persona non grata no Sul.

Game over, jararaca!

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Ameaças e “atentados”: o padrão petista se repete

O ministro Edson Fachin, relator no STF do habeas corpus pedido por Lula, denunciou estar recebendo ameaças de morte – ele e a família.

Ele rejeitou o recurso do ex-presidente, condenado a 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção.

As ameaças vieram a público ontem.

Pouco depois, sabe-se que dois ônibus do cortejo fúnebre de Lula, batizado de “caravana” foram atingidos por tiros.

Isso teria ocorrido na região de Laranjeiras do Sul, Sudoeste do Paraná, penúltima etapa do périplo de Lula para consolidar sua candidatura impossível à presidência da República (pois está barrado pela Lei da Ficha Limpa), jurar sua inocência e detratar – e ameaçar – Ministério Público, Polícia Federal, Judiciário. Todos, enfim, responsáveis pelos “n” processos penais a que responde.

Voltemos no tempo.

Em 2005, auge do julgamento do mensalão, o relator, ministro Joaquim Barbosa, foi assediado e agredido nas ruas e ameaçado de morte – inúmeras vezes. Sua tese, de que o PT havia comprado o apoio de parlamentares com dinheiro público, prevaleceu no tribunal, levando para a cadeia a cúpula do partido. As ameaças se intensificaram, a ponto de ele antecipar em dez anos sua aposentadoria.

Um dos que o ameaçavam de morte foi identificado: Sérvolo de Oliveira e Silva, secretário de Organização do PT do Rio Grande do Norte.

Terminais da Prefeitura de Guarulhos, controlada pelo PT, também foram usados para intimidar o ministro.

Julho de 2015. Faltando um mês para a votação do impeachment de Dilma pelo Senado, e com o PT soterrado pela voragem da Lava Jato, que se movimentava certeiramente em direção a Lula, a sede do Instituto Lula sofreu um “atentado”.

Uma bomba caseira foi atirada de um carro em movimento e causou um pequeno furo na porta da garagem.

Que auê o PT aprontou! “Somos vítimas de uma campanha fascista e golpista!”, esgoelaram-se os companheiros, que promoveram “atos de repúdio” ao “terrorismo” em diversas partes do país.

A PF entrou em cena, mas não conseguiu identificar os autores do “atentado”.

De volta ao presente.

As duas circunstâncias são similares e, com ou sem a participação de petistas, contribuem para a tática desgastada do partido e seus líderes de se fazerem de vítimas.

Os métodos, as vítimas, os fins são as mesmas!

(Chama a atenção que o ônibus mais alvejado (dois dos três tiros) foi justamente o que servia aos jornalistas. Poderia haver maior visibilidade do que eseta? Emais: as armas utilizadas são de baixo calibre. Mal conseguiram furar a fuselagem; não era mesmo para ferir ninguém…)

Escorraçado ou impedido de entrar em várias cidades do Sul, atingido por ovos e pedras – e xingamentos mil –, e por fim por um “tiroteio, o cortejo fúnebre de Lula chega ao fim hoje em Curitiba, com um comício na Praça Santos Andrade.

Fim melancólico. Tragicômico até.

Fim de algo que não deveria ter acontecido, pois a “caravana” é um acinte à Justiça, à verdade e à consciência dos cidadãos de bem. E mais uma etapa da ameaça de o criminoso mor da República e seu bando retomarem o poder, que corromperam como nunca antes na história deste país.

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Criminosos com escolta policial. É o cúmulo! Mas é o que o PT exige

Uma quadrilha especializada em roubar bancos – seu líder e vários de seus membros condenados à prisão, mas em liberdade enquanto aguardam recurso – promove um tour preparatório para o mais ousado lance de sua existência: assaltar o Banco Central.

Reconhecidos, é natural que essa quadrilha sofresse ataques dos cidadãos.

Essa quadrilha ousaria pedir escolta policial e responsabilizar os governos estaduais e federais?

Jamais!

Guardadas as devidas proporções, é o que o PT e seu líder Lula – acusados de promover o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia – estão fazendo: um périplo preparatório para retomar o poder (e com isso as chaves dos cofres públicos). É – na apropriada definição do jornalista Leonardo Henrique dos Santos – a Caravana do Criminoso Condenado (CCC).

E a CCC exige escolta policial do governo que acusam de “golpista”! Eles, logo eles, que defendem o fim da Polícia Militar!

A reação da população a essa ousadia foi bloquear estradas, apedrejar a comitiva de salteadores, atirar ovos e – acusam os criminosos – promover um “atentado” à bala contra dois veículos.

E o que têm a ver os governos estaduais e federais com isso?

O tour é uma iniciativa da organização criminosa e de seu líder condenado à prisão (está livre por causa dos recursos), então que se lasquem!.

A polícia não foi feita para proteger bandidos. E sim cidadãos de bem!

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Em primeira mão: a denúncia internacional de Gleisi contra a guerra dos ovos

Gleisi Hoffman cumpriu a promessa de fazer uma “denúncia internacional” contra a enxurrada de ovos que tem acompanhado a caravana de Lula pelo Sul do país.

Este blog conseguiu com exclusividade o teor da denúncia que está a ser encaminhada ao secretário-geral da ONU, que reproduz abaixo:

Exmo. Senhore Antônio Guterres
Presidente-geral da ONU
Nova Iorque – Estados Unidos (abaixo o capitalismo! Fora ianques!) – América do Norte

A presente missiva constitui numa denúncia internacional contra a mais recente modalidade de perseguição que nosso líder Lula e nosso partido PT, paradigmas de honestidade, justiça social e desempenho administrativo – como nunca antes na história do mundo! -, estão sofrendo após o golpe de 2016 que depôs nossa presidenta Dilma Rousseff, primeira e realizadora mulher (a mulher sapiens) a ocupar a presidência da República Federativa do Brasil.

Fomos depostos do poder porque a elite não suportava mais que os pobres viajassem de avião, comessem presunto e não mortadela, tivessem casa e carros próprios, financiados em longo prazo para se ajustar ao orçamento deles. E que seus filhos estudassem em universidades.

Uma campanha de calúnica foi montada contra a reputação de nossa presidenta e nosso presidente, campanha que teve o apoio incondicional da mídia golpista, e que atingiu seu orgasmo múltiplo com a caçada judicial que movem contra Lula. Condenaram ele, veja só! por causa de um apartamento que não é dele e agora se preparam para condenar ele de novo por causa de outro apartamento que também não é dele e de um terreno que nunca, jamais, never foi dele. E ele responde a nem sei mais quantos processos – tudo calúnicas, tudo invenção dos golpistas!

E isso para impedir que Lula e o PT voltem à presidência da República para trabalhar pelos pobres, que tiveram seus direitos confiscados pelo governo golpista de Michel Temer. Já antevendo que isso poderia acontecer – que voltássemos ao poder para o bem dos pobres – criaram em 2011 a Lei da Ficha Limpa. Veja só como são organizados!

Não bastassem essas calúnicas e a caçada judiciosa contra nosso presidente, reconhecido por ser “a viva alma mais honesta deste país”, agora investem contra nós com ovos, senhor presidente. Com ovos!

Ovos de todos os tipos, cores, granulação, densidade. Ovos adequados a matar a fome dos pobres. E eles atiram em nós, que não precisamos de ovos porque temos garantida nossa alimentação (preferimos picanha) durante as viagens que os golpistas estão cerceando com essa nova modalidade de perseguição.

E essa nova modalidade de ataque embute outro crime: a difamação. Sim, porque a mensagem da chuva de ovos que especialmente tem me acompanhado é cacarejantemente clara (e gema também): sou uma galinha! Já basta a alcunha de “amante”, me dada pela Odebrecht. agora me rotulam de galinha! Isso não posso admitir! Não posso! Lei Maria da Penha neles!

Assim sendo, senhore presidente-geral da ONU, requeremos urgente tomada de posição desta entidade no sentido de coibir a venda de ovos para os golpistas. Ao mesmo tempo, que sejam enviados – com urgência! – os capacetes azuis para “dar um corretivo” nos “canalhas”, assim bem os classificou nosso presidente, que os atiram em nós. E, em seguida, que deponham os golpistas e nos reintroduzam na presidência. Para o bem da democracia! Para o bem da Justiça! Para o bem dos pobres e oprimidos!.

PT, saudações.

Gleisi Hoffmann
Presidenta nacional do PT

(Com ou sem ovos, a luta continua, companheiro)

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Quem com ovo fere, com ovo será ferido

Julho de 2017: a deputada estadual do Paraná Maria Victoria (PP) e convidados são recebidos com chuva de ovos, pedradas e xingamentos ao deixar a igreja em que acabara de casar, no centro de Curitiba. Os agressores eram petistas. Veículos da comitiva foram apedrejados, assim como o salão de festas, localizado ali perto.

O PT silenciou.

Agosto de 2017: o prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) é recebido com uma chuvas de ovos em Salvador, onde receberia o título de cidadão honorário. Os ovos atingiram também o prefeito anfitrião, ACM Neto (DEM). A ovada foi promovida pela CUT, braço sindical do PT.

O PT silenciou.

Março de 2018: Lula recebe uma chuva de ovos enquanto discursava em São Miguel do Oeste, Santa Catarina, ontem à noite. Chama o agressor de “canalha” e “fascista” e exorta a PM a “dar um corretivo” nele. E Gleisi Hoffmann classifica de “terroristas” os que jogaram pedras nos ônibus da comitiva. E ameaça: o governo de SC será responsabilizado judicialmente pelo “atentado”.

Moral da história: quem com ovo e pedra fere, com ovo e pedra será ferido!

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Lula livre. O país começa a pegar fogo

O ministro do STF Marco Aurélio Mello, afirmou, em 24 de janeiro, que a eventual prisão de Lula “incendiaria o país”.

Errou feio em seu vaticínio a voz cavernosa do Supremo: o que estamos assistindo com o trôpego e tumultuado caminhar do cortejo fúnebre comandado por Lula no Sul é que sua liberdade está incendiando o país. E o explodirá se for consagrada pelo STF per meio da concessão de um habeas corpus.

Bloqueios nas estradas, que o obrigaram a usar rotas alternativas ou mesmo desistir de seu destino, como em Passo Fundo, xingamento e enfrentamento entre opositores e defensores (estes quase todos do MST, armados com facões, enxadas, paus, etc.), culminando ontem em Chapecó com a ação mais violenta desde o início do cortejo fúnebre disfarçado de caravana eleitoral (para a qual o TSE fecha os olhos). Na cidade do oeste catarinense, Lula também teve de recorrer a um caminho alternativo, seu palanque recebeu uma chuva de pedras quando ele discursava (uma atingiu o rosto de um deputado petista), apoiadores e opositores foram às vias de fato. E o hotel em que se hospedou passou a noite cercado pela polícia e pelo “exército de Stédile”, pois os adversários o sitiaram.

Cresce a indignação por se manter livre após condenação em segunda instância, e Lula intensifica seu discurso belicoso. Chamou os agricultores do Rio Grande do Sul – e do país por extensão – de “caloteiros”, aumentando ainda mais a revolta. Então, passou a classifica-los de “fascistas” porque bloquearam estradas – método contumaz do MST e MTST, milícias paramilitares a serviço do PT – e protestam contra sua presença (direito inalienável de qualquer cidadão, desde que por meios pacíficos).

Lula afronta a Justiça, acusando-a de promover uma “caçada judicial” contra ele para evitar que retome a presidência. Lula confronta a opinião pública, que em maioria deseja o quanto antes sua prisão, pois está convencida de seus crimes. A repugnante sessão de quinta-feira passada do STF prenuncia que está dando certo a pressão que Lula exerceu, por meio de petistas estrelados, sobre os ministros da corte, para que sua prisão – inevitável após condenação em segunda instância por unanimidade – seja retardada até pelo menos as eleições de outubro.

Nada pode mudar sua impugnação eleitoral por causa da Lei da Ficha Limpa (Nada? Não se pode garantir, pois vivemos o apogeu da insegurança jurídica). Mas com o salvo conduto que, ao que tudo indica, o STF deverá conceder-lhe (“quo vadis”, Supremo?), Lula fará desta eleição uma cruzada contra o Estado de Direito, tornando-a a mais horrenda, violenta, imprevisível e desastrosa da história republicana. Incendiar o país seria sua vingança pela impossibilidade de retomar o poder. Assim como Nero fez com Roma, contemplando as chamas enquanto soava sua lira, Lula insuflará as chamas com a lira de suas mentiras, acusações e ameaças.

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Que vexame foi esse?

De todas as excrecências produzidas pelo STF nos últimos tempos – e são muitas! -, a decisão-não-decisão tomada ontem sobre o pedido de habeas corpus preventivo de Lula é a que mais emporcalha a história da mais alta corte do país.

Que vexame foi esse, meu Deus?

Os ministros consumiram três horas – num blábláblá desconexo, data vênia daqui, data vênia dali, súmula tal, artigo tal – para, à revelia de jurisprudência do próprio Supremo (Súmula 691), aceitar analisar o pedido do condenado a 12 anos de prisão e lavagem de dinheiro, na iminência de ter a ordem de detenção expedida.

E aí, mais data vênia daqui, data vênia dali, gastaram mais uma hora para decidir adiar a análise do mérito para o dia 4 de abril porque um dos ministros, Marco Aurélio, precisava tomar um voo e não teria tempo para emitir seu voto. E, nesse ínterim, o advogado da “viva alma mais inocente deste país” (modesto ele: por que não do mundo?), José Roberto Batochio, arma a arapuca, e seis ministros entram nela de cabeça: ordenam que a execução da ordem de prisão de Lula, esperada para segunda-feira que vem, seja suspensa até a deliberação dos doutos, impolutos ministros sobre o pedido do HC.

Talvez seja a primeira vez na história do STF que um pedido verbal de suspensão de execução de pena tenha sido acatado com tanta presteza (e justificado com os argumentos mais esdrúxulos), ao tempo em que centenas de pedidos da mesma natureza e protocolados – como o do ex-ministro Antonio Palocci – dormitam nos escaninhos de suas excelências.

A decisão-não-decisão do Supremo revela que a pressão de petistas estrelados – ex-ministros e congressistas – surtiu efeito. Os nomeados por Lula e Dilma demonstraram sua gratidão e alguns não nomeados, sua servidão à chicana, desde conduzida por um “paciente” poderoso e advogado habilidoso.

Cármen Lúcia, que havia advertido que o Supremo não se curvaria às pressões sob pena de “apequenar-se”, profetizou parte do que viria acontecer: não apenas a mais alta corte apequenou-se diante do homem apontado como o líder e beneficiário da maior organização criminosa de todos os tempos e aos seus seguidores fanáticos. O STF apequenou a Justiça. E apequenando a Justiça, apequenou o Brasil.

E tratou sua população como palhaça.

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26 de março. Lula será preso ou se transformará em sacoleiro?

O TRF4 confirmou segunda-feira, 26, a partir das 13h30, o julgamento dos embargos de declaração interpostos pela defesa de Lula contra sua condenação a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

O Ministério Público recomenda a rejeição dos embargos e acusa a defesa do ex-presidente de agir com “má-fé processual”, pois se manifestou várias vezes após protocolá-los.

Se os embargos forem rejeitados por unanimidade, tal qual a condenação de Lula (a lógica assim recomenda esperar), ele poderá ser preso imediatamente por ordem do juiz Sergio Moro, que o sentenciou em primeira instância. O juiz será informado eletronicamente assim que a decisão do TRF4 for tomada.

Lula estará nesse dia em Foz do Iguaçu, escala de seu cortejo fúnebre batizado de “caravana” – que é a exposição pública de seu cadáver político, pois ele, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, está inviabilizado eleitoralmente nos próximos oito anos (pelo menos).

O roteiro da “caravana da morte”, iniciada segunda-feira, bordeja a fronteira com o Uruguai, Paraguai e, no dia D – Dia da Ordenação da Prisão de Lula – estará ao lado do Paraguai.

Lula resistirá à tentação de fazer compras em Ciudad del Leste – é só atravessar a ponte sobre o rio Paraná – assim que sua prisão for ordenada?

Para quem acumula uma sucessão continuada de derrotas na Justiça, é temerário demais aceitar ir para o xilindró na esperança de que o STF mude o entendimento sobre prisão após condenação em segunda instância. Ou que sua irada equipe de defesa consiga um habeas corpus.

Melhor virar sacoleiro e alegar a condição de “refugiado político” do que amargar a solidão, o silêncio, as privações, o anonimato de uma cela…

(Brincadeira à parte, Ciudad del Leste fica a poucos quilômetros de Minga Guazú, servida por um aeroporto imponente. Depois das compras, por que não um jatinho qualquer levá-lo a La Paz, Montevidéu…)

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Gaúchos mostram que são machos e escorraçam Lula de Bagé

Nem as foices, enxadas, facões, paus do “Exército de Stédile” – assim Lula chama os terroristas do MST – desencorajaram os manifestantes contrários ao ex-presidente a impedir – sob a vigilância de um enorme pixuleco suspenso por um guindaste – sua entrada pelo acesso principal da Unipampa, de Bagé, onde o condenado a mais de 12 anos de prisão faria seu primeiro discurso desta nova etapa de sua “caravana”.

Lula teve de recorrer a um acesso lateral, protegido pelo “Exército de Stédile” – estavam perplexos com a resistência. O tal “exército” é também conhecido por “Batalhão da Mortadela”, pois comparece aos atos de Lula motivado pela viagem grátis, pagamento de diárias e lanches, destacando-se os inevitáveis sanduíches do embutido.

Ao sair, Lula se disse “triste” e queixou-se dos “fascistas de direita” que o fizeram desviar do trajeto, autorizando que, por adotarem o bloqueio de ruas e rodovias como método de ação, o MST e seu irmão gêmeo urbano, o MTST, mereçam o rótulo de “fascistas de esquerda”.

Assim, escorraçado pela população de Bagé, Lula deu início ao seu cortejo fúnebre, a última movimentação eleitoral antes de ser preso (se o STF não mudar seu entendimento, é claro).

E ainda há quem faça troças sobre a virilidade dos gaúchos…

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