PT recorre à afronta e crimes em série pela libertação de Lula

Rasurar ou rasgar uma cédula de dinheiro é crime contra o patrimônio da União, previsto no artigo 163 do Código Penal e para o qual a pena é de seis meses a três anos de prisão. E multa.

Pouca gente sabe disso.

Mas os petistas, que se proclamam os paladinos da Justiça e da defesa do patrimônio público (kkkk), deveriam saber de cor e salteado até o parágrafo e inciso deste artigo (único e III, respectivamente).

Acampamento de petistas em frente à PF (Facebook)
E não é que, tomados de uma crise repentina de amnésia, estão se organizando para escrever “Lula livre” em todas as cédulas de dinheiro que lhes cair nas mãos (se fosse antes do petrolão, nem dá para imaginar quantas dezenas de milhões seriam…)

Cada cédula com esta inscrição, e… de seis meses a três anos de prisão aos militantes e/ou dirigentes petistas. Faltará cadeia para tanta gente!

“Lula livre” nas cédulas de dinheiro: mais uma afronta à lei engendrada pelos petistas, que, no entanto, encontra a atenuante no grau de imbecilidade a que se reduziram ainda mais após a prisão do guru Lula. A cada “Lula livre”, um petista na cadeia: esta é digna do José Simão!

E não é só isto. E neste caso não é só um projeto, mas uma ação que estão colocando em prática: ligar incessantemente para a Superintendência da Polícia Federal de Curitiba para perguntar se estão tratando bem o prisioneiro mais notório do país (talvez do mundo neste momento). A ação pode ser enquatrada no artigo 329 do Código Penal, que trata da obstrução à Justiça. Pena: de um a três anos de prisão e multa (cada telefonema…)

Os agentes, por enquanto, estão lidando numa boa com a afronta. Uma das respostas foi mais do que merecida: “Lula está melhor aqui do que aí fora com vocês”. Referia-se ao acompamento mambembe montado no entorno da delegacia.

E eis que nove governadores* decidiram visitar Lula na cadeia. Enforcaram o trabalho e foram a Curitiba (a viagem foi paga por quem?). Deram com a cara (de pau) na porta, pois o encontro afrontoso foi negado pela juíza Carolina Lebbos, em observância ao determinado por Sergio Moro: nada de “privilégios” para Lula.

O regime de prisão a que Lula (e qualquer preso) está submetido não prevê beija-mãos (ou pés) de aliados políticos. Nem a arrogante [email protected] do PT está autorizada a se encontrar com seu deus para sorver o néctar de sua santidade e sabedoria.

Lula pode receber os advogados nos dias úteis e familiares uma vez por semana. Ele é prisioneiro, não objeto de veneração.

* São eles: Tião Viana (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Fernando Pimentel (Minas Gerais), Wellington Dias (Piauí), Flávio Dino (Maranhão), Renan Filho (Alagoas), Jackson Barreto (Sergipe) e Paulo Câmara (Pernambuco).

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