Mês: maio 2018



Coloque o narizinho de molho, dona Gleisi

A condenação do deputado federal Nelson Meurer (PP) por corrupção e lavagem de dinheiro, pela 2ª Turma do STF, aconselha a presidente nacional do PT e senadora nas horas vagas Gleisi Hoffmann a colocar de molho seu bem forjado narizinho arrebitado: ela será a próxima a ser julgada, e o precedente de ontem não permite outra conclusão que não fim semelhante para o seu caso.

A não ser que… o “trio porteira livre”, formado por Lewandowski, Toffoli e Gilmar, faça mais um malabarismo jurídico, o que tem caracterizado a conduta deles, para livrar a companheira.

A 2ª Turma inocentou Meurer das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro quanto à doação eleitoral, anotada na prestação de contas à Justiça eleitoral – uma excrecência, já que legaliza o pagamento “contabilizado” de propina. No caso de Gleisi, no entanto, essa tese não poderá ser aplicada.

Por quê? Porque ela está sendo processada, junto com o companheiro conjugal Paulo Bernardo, pela acusação de ter recebido R$ 1 milhão desviado da Petrobras pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, que usou o doleiro Alberto Yussef para fazer a bufunfa chegar a Gleisi – dinheiro destinado à sua campanha de 2010. Ambos confirmam a operação, feita em várias parcelas, e o mesmo faz o entregador – que inclusive detalhou quando, como e a quem entregou a grana preta.

(Paulo Bernardo é acusado de ter sido o autor do pedido da propina.)

O crime de corrupção e lavagem de dinheiro (que não foi declarado à Justiça Eleitoral) está, portanto, mais do que caracterizado.

A conclusão é: aproveite, dona Gleisi, seus últimos momentos de liberdade fazendo o que mais sabe: esgoelando-se em defesa do presidiário Lula, líder da maior organização criminosa de que se tem notícia. Organização que está sob o comando dela.

E deixe o narizinho de molho!

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STF legalilza propina disfarçada de doação eleitoral declarada

A 2ª Turma do STF produziu ontem mais uma pérola do já vasto relicário de decisões esdrúxulas que tem caracterizado a atual composição da Corte: considerou que a propina (benefício financeiro com contrapartida do político beneficiado) em forma de doação eleitoral declarada na prestação de contas não pode ser considerada corrupção passiva nem lavagem de dinheiro.

Essa excrecência contribuiu não apenas para diminuir a pena atribuída ao deputado federal Nelson Meurer (PP), condenado a nove anos de prisão – é o primeiro parlamentar punido na Lava Jato -, como indulta os demais políticos que respondem a acusação semelhante.

E ensina o caminho das pedras aos corruptos: registre a propina como doação eleitoral e considere-se um homem de bem. Para todo o sempre, amém.

Os autores de mais esta aberração jurídica são os de sempre: Lewandowski. Mendes e Toffoli – os meninos da porteira da liberdade para os corruptos!

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Cida mostra musculatura eleitoral

A governadora Cida Borghetti (PP) surge com 8,4% das intenções de voto (estimulado) em pesquisa divulgada hoje pela Radar Inteligência.

É um salto e tanto para quem, quando vice-governadora, se mantinha estacionado na faixa dos dois, três pontos nas pesquisas anteriores, tendo tido seu pico de preferência três dias depois de assumir as rédeas do Palácio Iguaçu, em 6 de abril: 5%, segundo o Ibope Inteligência.

Cida ocupa a chefia do governo do Paraná em substituição ao tucano Beto Richa, que se desincompatibilizou para disputar uma vaga no Senado.

A exposição de Cida a partir de sua posse – e lá se vão um mês e três semanas, aproximadamente – revela que ela tem musculatura para ameaçar no primeiro turno o segundo colocado na disputa, o ex-senador Osmar Dias (PDT), a quem o Radar atribui 27,4%. É praticamente a mesma pontuação que vem obtendo desde o ano passado e por vários institutos de pesquisa.

O líder, Ratinho Júnior (PSD), continua tranquilo por enquanto, tendo, nesta rodada de pesquisa, superado com folga Osmar além da margem de erro (2,9 pontos para mais ou para menos): 35,2%.

Cida tende a crescer – e ainda há a propaganda eleitoral pela frente – quanto maior for sua exposição (salvo algum acidente de percurso). Enquanto isso, Osmar, estagnado, tem pouco a oferecer para aumentar seu escore e muito a perder durante a campanha eleitoral, quando sua imagem será associada – inevitavelmente – ao PT, que apoiou do início ao fim do seu ciclo desastroso.

O veterano já deve estar com a barba de molho.

Informações sobre a pesquisa:
O Radar Inteligência ouviu 1.200 eleitores. A margem de erro é 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95,5%, e o registro do Tribunal Regional Eleitoral é PR-00078/2018. A contratante é a própria Radar Inteligência – Eireli ME.

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Ratinho Júnior abre 8 pontos sobre Osmar Dias

O deputado estadual Ratinho Júnior (PSD) tem oito pontos de vantagem sobre o ex-senador Osmar Dias (PDT) na disputa pelo Palácio Iguaçu, informa o Instituto Radar Pesquisa, em levantamento divulgado há pouco. A governadora Cida Borghetti (PP), candidata à reeleição, aparece em terceiro lugar, com 8,4% das intenções de voto. Projeção para o segundo turno prevê vitória de Ratinho (foto) sobre Osmar

Esta é a segunda pesquisa de intenção de voto desde a posse de Cida, em 6 de abril. A primeira, divulgada três dias depois pelo Ibope Inteligência, atribuía 5% para a governadora..

Primeiro Turno
Ratinho Júnior (PSD) 35,2%
Osmar Dias (PDT) 27,4%
Cida Borghetti (PP) 8,4%
Dr Rosinha (PT) 3,2%
Brancos/nulos 16,3%
Não sabe/não opinou 9,5%

Segundo turno
Ratinho Júnior 41,7%
Osmar Dias 33,2%

O Radar Inteligência ouviu 1.200 eleitores. A margem de erro é 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95,5%, e o registro do Tribunal Regional Eleitoral

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O Brasil precisa de um general. Não de um capitãozinho truculento

O Brasil enfrenta uma crise prolongada e profunda, deflagrada pelos ineptos e corruptos governos do PT, seus aliados e cúmplices. Crise econômica, política e ética – esta escancarada pela Lava Jato, que nos imergiu nos porões fétidos da corrupção sistêmica e generalizada como nunca antes na história.

A menos de cinco meses da eleição para presidente da República, o cenário que as pesquisas de intenção de voto delineiam é pressago. A primeira posição na preferência do eleitor é ocupada pelo homem que comandou o mais voraz esquema de corrupção da história, Lula. A segunda por Jair Bolsonaro, capitão do Exército que trocou a farda pelo terno de deputado mas jamais se despojou do coturno, da baioneta, do fuzil, instrumentos que simbolizam e resumem seu pensamento e modo de ser.

Lula está fora do páreo por causa da Lei da Ficha Limpa. Por mais que esperneie, o ex-presidente presidiário não terá como homologar sua candidatura e, se o fizer – o Brasil é o país dos absurdos! – não há a menor chance de ser diplomado (a não ser que…).

O adversário número um do país está, portanto, neutralizado. O segundo é Bolsonaro. Ele conquistou a direita, os saudosistas do regime militar e boa parte dos indignados com a corrupção e com a violência, e esse público, que o trata como “mito” e “messias”. É o eleitorado da bala!

Os desafios à próxima administração – e das seguintes, por muito tempo – exigem sabedoria, experiência, estratégia, equilíbrio e firmeza combinada com capacidade de conciliação. Essas características jamais foram demonstradas por Bolsonaro. Ele é o que é: tosco, rastaquera, pueril, intolerante, inconsequente. Etc.

As características exigidas do próximo presidente da República são as que se espera de um general – ou do seu equivalente civil, o estadista. Não há nenhum general – da reserva, evidentemente, e que respeite do estado de direito e as regras do jogo democrático – que se disponha a abraçar a missão hercúlea, embora o Exército conte com quadros excelentes. Augusto Heleno e Hamilton Mourão, por exemplo, para citar apenas os mais notórios.

Resta-nos, portanto, esperar pelo estadista. Ele surgirá ou se revelará em tempo?

Eis a questão. A delicada, premente, temerária – e indispensável – questão…

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Farsa eleitoral desnuda a solidão de Maduro

Centros eleitorais vazios, ruas também – exceto os magotes de opositores da ditadura de Nicolás Maduro protestando contra a fraude eleitoral. E assim se consumou o 20 de maio de 2018 dedicado a reeleger o ditador por meio de uma eleição antecipadamente fraudulenta – e rejeitada pela comunidade internacional -, pois convocada por uma “constituinte popular” eleita de forma fraudulenta e composta por esbirros do regime para anular a Assembleia Nacional – esta sim eleita democraticamente e dominada pela oposição.

O fracasso foi retumbante, apesar da pressão costumeira do regime para levar o povo às urnas e arrancar votos para o tirano. O Tribunal Eleitoral – outra farsa chavista, pois serve só para “legalizar” as ilegalidades do regime – atribuiu 5,8 milhões de votos a Maduro, pouco mais que os 4,7 milhões de servidores públicos obrigados a votar sob pena de perder o emprego. E os “colectivos”, grupos armados a serviço do ditador, voltaram a espalhar o terror nos bairros pobres – cada vez mais numerosos e cada vez mais pobres -, distribuindo, sob a mira de revólver e fuzis, panfletos em que se anunciava que quem não apresentasse o comprovante de voto em Maduro perderia os benefícios sociais – cesta básica, tarifa de água e luz subsidiada, etc.

Henri Falcón, chavista arrependido e principal oponente de Maduro nas urnas – a oposição organizada retirou-se do processo, por saber que mesmo que vencesse (como aconteceu com a Assembleia Nacional), não levaria – fez 1,8 milhão de votos, segundo o tribunal da fraude eleitoral.

O resultado da “eleição” foi recebido com um panelaço em todo o país.

Surgindo com 10 imagens na cédula eleitoral (os rivais, apenas uma), Maduro deu o tom da farsa e da loucura a que chegou o regime, disposto a matar lentamente uma nação por desnutrição, falta de medicamentos e, acima de tudo, de esperança: ao chegar ao centro de votação, na periferia de Caracas, fez-se filmar e fotografar saudando o povo. Só que não havia povo.

A abstenção de ontem – 46% segundo o regime, 70% de acordo com a oposição – escancarou a farsa eleitoral, pois sequer os supostos apoiadores e mesmo os dependentes do regime a convalidaram. Era o que pretendia a oposição. O domingo, 20 de maio de 2018, revelou, assim, a solidão do tirano que, pensando em fortalecer-se por meio de uma fraude grotesca, desnudou a imensidão de sua fraqueza.

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O calcanhar de aquiles das operações Publicano e Quadro Negro

No início de 2015, o auditor da Receita Estadual do Paraná Luiz Antônio de Souza foi flagrado num motel de Londrina em companhia de uma menina de 15 anos e com R$ 20 mil em espécie. Tinha início da Operação Publicano, que desbaratou um esquema de propina naquele órgão.

Souza era um dos fiscais corruptos, crime ao qual se somava a exploração sexual de menores e estupro de vulneráveis. Cerca de 20 casos, aproximadamente.

Para escapar da condenação certa, fez um acordo de delação, na qual o principal acusado é o governador Beto Richa. Segundo Souza, Richa usara os fiscais corruptos para financiar parte de sua campanha de reeleição.

Nada se comprovou até o momento sobre o envolvimento do governador. Mas Souza – o acusador solitário – está, após cumprir alguns meses de prisão e ter parte da fortuna confiscada, em liberdade no litoral do Paraná, vigiado por uma tornozeleira. Foi perdoado inclusive (ou principalmente) dos crimes sexuais!

O ambiente político no Paraná foi sacudido nos últimos dias pela divulgação do depoimento à Justiça do empresário Eduardo Lopes de Souza, dono da Construtora Valor, que naquele mesmo 2015 foi flagrado desviando dinheiro de escolas que deveria reformar ou construir. Recebera R$ 20 milhões e, graças ao conluio de servidores da Secretaria de Educação, falseara os laudos e embolsara parte dos recursos.

Pego com a boca na botija – é o principal réu da Operação Quadro Negro -, fez o mesmo que o outro Souza, o de Londrina: meteu o governador no rolo, alegando que a maior parte do dinheiro desviado fora aplicado em sua campanha pela reeleição. Ganhou, com isso, liberdade provisória e autorização para mudar de estado, onde é obrigado a usar tornozeleira.

O esquema, segundo ele, fora chefiado por Maurício Fanini, diretor da Secretaria, que se apresentava como interlocutor de Richa. A propina, segundo ele, beneficiou, além de Richa, a então vice e hoje governadora Cida Borghetti, o presidente da Assembleia Valdir Rossoni, o líder do governo naquela Casa e hoje presidente Ademar Traiano, o presidente do Tribunal de Contas Durval Amaral e seu filho Tiago, que disputava – e obteve – uma vaga de deputado. E mais gente: Pepe e Marcello, irmão e filho de Richa, pré-candidatos, respectivamente, à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. E mais: o irmão de Cida, Juliano, e o marido dela, o deputado federal Ricardo Barros, subornados para manter uma servidora no gabinete da Vice-Governadoria.

Numa tacada só, portanto, o delator jogou excremento na cúpula dos poderes Executivo e Legislativo do Paraná.

A revelação do depoimento do dono da Valor não trouxe nada novo além do que vazara de sua delação, mas, às vésperas do início da campanha eleitoral, causou forte estampido. Chumbo? Nenhum. Pois o delator não apresentou provas e tampouco indícios da participação dos acusados no crime que cometeu: atribuiu a Fanini (preso em Brasília) as informações relativas a Richa e familiares, a relacionada a Cida e marido ao irmão dela (a servidora que teria sido mantida à custa de propina é concursada, o que compromete severamente a versão do empresário) e a si próprio as que envolvem Rossoni e Traiano. Sobre pai e filho Amaral, idem, com a agravante de humilhá-los – ricos que são –, atribuindo-lhes uma propina de meros R$ 50 mil!

A acusação fica ainda mais frágil diante da confusão sobre o total e o destino dos desvios. Diz o delator que R$ 12 milhões foram para a campanha do governador, R$ 1 milhão para Rossoni & Traiano e demais e apenas – que desprendimento! – R$ 1 milhão à sua empresa. E de onde vieram os recursos para os carrões e imóvel de luxo, confiscados pela Justiça, que adquiriu no período em que executou as obras contratadas do governo: um apartamento em Camboriú avaliado em R$ 5 milhões e nove veículos top de linha, estimados em R$ 6 milhões?

A conta não fecha.

As operações Publicano e Quadro Negro tiveram o mérito de desbaratar a máfia da Receita e conter o desvio de dinheiro público destinado a escolas. Bravo! Mas não conseguiram, entre outros percalços, evitar a manipulação política que os principais envolvidos fizeram, com a participação entusiasmada da imprensa, para obter vantagens penais.

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Que país (de analfabetos políticos) é este?

Um mês e uma semana após a prisão do ex-presidente Lula, pesquisa CNT/MDA mostra que ele continua liderando com o dobro das intenções de voto do segundo colocado, Jair Bolsonaro, que tem um pouco mais que o dobro que Marina Silva. Ciro Gomes ocupa a quarta colocação, com cerca de dois terços dos votos atribuídos a Marina.

Os números da pesquisa de hoje são praticamente os mesmos que os da anterior, feita em março.

A pesquisa obriga a perguntar: que país é este em que um presidiário – inviabilizado eleitoralmente por causa da Lei da Ficha Limpa -, ocupa a dianteira da corrida rumo à presidência da República, a vice-liderança é mantida por um militar aposentado que raciocina com os pés e mãos, um enigma em constante evolução fica com o terceiro lugar e o quarto com um coronel nordestino que usa a soberba e as palavras como chibata?

Que país é este?

Um país de analfabetos políticos empedennidos, que se recusam a aprender com os fatos e se dispõem a mantê-lo fora dos trilhos. Com esse eleitorado e seus candidatos preferenciais, o Brasil do futuro fica cada vez mais no passado.


A pesquisa CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 Unidades Federativas das cinco regiões do País. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais. O levantamento foi feito entre os dias 9 e de 12 de maio e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-09430/2018. O nível de confiança é de 95%.

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Bolsonazis & petralhas, os adoradores de ídolos de barro

Exponha um pixuleco.

A revolta dos petralhas será imediata

Vão partir para cima de você.

Eles não admitem que Lula, apesar de todas as provas, seja associado à corrupção – que prometia erradicar da vida pública e fez dela um método de governo como nunca antes na história deste país.

Relacione Bolsonaro à tortura, que ele defende.

A revolta de seus seguidores – cada vez mais bolsonazis – será instantânea.

Vão partir para cima de você.

Eles não admitem que seu líder, apesar de todas as provas – e elas são as palavras e atos do próprio – seja associado à truculência, síntese de seu pensamento e propostas.

Por que esses extremos do espectro político brasileiro – os petralhas se contorcendo por terem perdido o poder e a esperança de reavê-lo, os bolsonazis excitados com a perspectiva de conquistá-lo – agem da mesma forma em relação a seus líderes e aos que os criticam?

Porque esses líderes personificam seus ideais e refletem sua índole.

Bolsonazis & petralhas: unidos na adoração de ídolos de barro.

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Guia prático para a escolha do seu candidato a presidente

O tempo passa, e alguns nomes se consolidam como prováveis candidatos à presidência da República.

Para ajudar meus leitores a escolher – ou apegar-se ainda mais ao escolhildo, ou rejeitar todos -, apresento abaixo os lemas de campanha que os candidatos em potencial poderiam utilizar para resumir seu pensamento e trajetória. Com fidelidade.

Incluo Lula, apesar de ele estar inviabilizado pela condenação em segunda instância. Como o que proponho é uma ficção, uma a mais não fará diferença.

Alckmin
Devagar, devagar, devagar. E no muro

Alvaro
Dias melhores prometo que virão

Amoêdo
Novo e em busca de um enredo

Bolsonaro
Prendo e arrebento. E estupro, se merecer.

Barbosa
(enquanto se mantinha a expectativa de sua candidatura:)
Sim, não, talvez, por que sim? por que não? Seja o que for, não vote em branco!

(após o anúncio de sua desistência:)
Fui sem jamais ter sido

Boulos
Ocupar, bloquear, incendiar

Lula
O honesto mais corrupto da história deste país

Manoela
Bonitinha, mas revolucionária. Viva Fidel!

Marina
Sustentabilidade e transversalidade das relações Intercognitivas e perenes para fins sociais, de produtividade, comunicabilidade e dialéticos no sentido da cristalização da política como instrumento de autoascensão individual e coletiva, recuperação histórica e consolidação da realidade na perspectiva da construção sólida e harmoniosa do futuro como antítese do pretérito.

Temer
Eleição sem Temer é golpe!

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