A última da “Crazy” Hoffmann: manter candidatura de Lula mesmo com veto do TSE

A Lei da Ficha Limpa impede a candidatura de condenados em segunda instância.

O PT quer desafiar a lei, forçando a barra para que Lula, condenado pelo TRF4 a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro (além da meia dúzia de processos a que responde), dispute a presidência este ano.

Esta tecla já está gasta de tanto ser acionada, mas o PT, a julgar pelas declarações de sua presidente Gleisi Hoffmann – na iminência de ter o mesmo fim que o líder -, se dispõe a pulverizá-la, repetindo o mantra de que o presidiário Lula é candidato e ponto final.

No mais recentemente “lançamento oficial” da candidatura de Lula, feito sexta-feira à noite na região metropolitana de Belo Horizonte – em que Lula apareceu na forma de um espectro em terceira dimensão -, a ‘crazy’ Gleisi inovou: anunciou que ele poderá disputar a eleição mesmo que o TSE barre sua candidatura!

A Agência Estado registrou: “Nós poderíamos definir inclusive que ele faça a disputa sem o registro”.

Ora, como é possível que Lula dispute a presidência sem o registro, se o registro é indispensável para que seu nome e o número eleitoral surjam na urna eletrônica e para que faça uso da propaganda eleitoral no rádio e tevê?

Se a tese despirocada de Gleisi prevalecer – e não é de se duvidar, tal o grau de alucinação que domina o PT desde que o partido perdeu a perspectiva de retomar o poder com a prisão de Lula -, assistiremos a uma campanha que terá um candidato clandestino, fantasma, derrotado de antemão e caixa 2 no sentido amplo da expressão!

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