Até Alvaro abandona Osmar. Ó dor!

O ex-senador Osmar Dias (PDT) rejeitou o único partido que se dispunha a apoiá-lo na disputa pelo Palácio Iguaçu, o MDB do raivoso, chavista, petista e lulista Roberto Requião. Preferiu dar razão ao princípio de que “antes só do que mal acompanhado” e experimentou o sabor amargo do fel ao ser preterido pelo PSB, que julgava boa companhia, e – ó dor! – pelo irmão Alvaro Dias, pré-candidato do Podemos à presidência da República.

Alvaro fechou a aliança com o PSC, que lhe indicou o economista Paulo Rabello de Castro como vice, partido controlado pelo deputado estadual Ratinho Junior (PSD), líder na corrida pelo Iguaçu. O irmão mais velho (Alvaro) não pode ser acusado de ter traído o mais novo, pois o primeiro nunca lhe prometeu, sequer acenou apoio nesta disputa, e o segundo vive a criticá-lo.

Se as coisas não estavam fáceis para Osmar, agora estão péssimas: terá tempo ínfimo na propaganda eleitoral e recursos idem. Idem também para a chapa para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Senado, então, nem falar!

Resumindo: a candidatura dele ao governo do Paraná está inviabilizada. Só lhe resta, se quiser mesmo um cargo eletivo, pedir arrego a quem se dispuser a conduzi-lo à Câmara ou Senado. E, mesmo assim, a caminhada será árdua.

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