Dezesseis anos depois, só restou ao PT oferecer um criminoso para governar o país

“O combate à corrupção e a defesa da ética no trato da coisa pública serão objetivos centrais e permanentes do meu governo. É preciso enfrentar com determinação e derrotar a verdadeira cultura da impunidade que prevalece em certos setores da vida pública. Não permitiremos que a corrupção, a sonegação e o desperdício continuem privando a população de recursos que são seus e que tanto poderiam ajudar na sua dura luta pela sobrevivência.”

Acima, trecho do discurso de posse de Lula na presidência da República, em janeiro de 2003.

Abaixo, trecho do parecer, formulado no início da semana, da procuradora-geral da República Raquel Dodge sobre o pedido (mais um) feito pela defesa do ex-presidente ao STF para que Lula, que cumpre pena de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro – e responde a seis processos penais pelos mesmos crimes ou correlatos – seja posto em liberdade:

“Luiz Inácio Lula da Silva, valendo-se do seu cargo assim como da sua posição no cenário político nacional, não apenas orquestrou todo o esquema de arrecadação de propinas oriundas da Petrobras por diversos partidos, como também atuou para que seus efeitos se perpetuassem, nomeando e mantendo em cargos de direção da mencionada empresa estatal pessoas comprometidas com atos de corrupção e que efetivamente se corromperam e se omitiram em seu dever de ofício de impedir o resultado criminoso”.

Dezesseis anos e quatro mandatos depois – o último interrompido, para o bem geral da Nação, por causa da absoluta incapacidade gerencial de Dilma Rousseff – só restou ao PT oferecer para governar o país, o país que o PT lançou numa profunda crise política, econômica e ética, um presidiário que traiu os compromissos que o fizeram chegar aonde chegou.

E os demais líderes do partido? Estão presos ou em vias de.

Nunca antes na história deste país um partido ousou tanto. Nunca antes na história deste país um partido se mostra disposto a continuar violando a lei, pois o lançamento da candidatura de Lula, feita hoje em São Paulo, é uma afronta à Justiça. Sua condição de condenado em segunda instância – e por unanimidade – faz dele um ficha-suja. Está, portanto, inelegível, de acordo com a lei que ele próprio sancionou quando presidente.

O PT demonstra, assim, que nada aprendeu com os erros que não admite ter cometido e que está disposto a voltar a cometê-los sem o menor escrúpulo.

Nunca antes na história deste país…

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2 comentários sobre “Dezesseis anos depois, só restou ao PT oferecer um criminoso para governar o país

  1. Carlos 6 de agosto de 2018 22:33

    Chupa coxinha batedor de panelas, travestido de verde-amarelo!!! Engula que dói menos.

  2. José Pedriali 7 de agosto de 2018 10:19

    Obrigado pela demonstração de carinho

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