Mês: setembro 2018



Ainda há tempo para evitar o desastrre

A pesquisa Datafolha divulgada sexta-feira confirmou a projeção do Ibope do início da semana: Jair Bolsonaro, que lidera a corrida para a presidência, está estagnado enquanto seu principal rival, Luladdad, continua em ritmo de crescimento. E o pior de tudo, para os bolsonaristas: se o Ibope ainda dava alguma esperança ao ex-capitão numa improvável disputa com Marina Silva – a candidata que encolhe a cada rodada de pesquisa -, empatando com ela e perdendo para os demais, o Datafolha foi categórico: ele perderia para todos os rivais.

(E se o ritmo de crescimento de Luladdad for mantido, ele ultrapassará o ex-capitão ainda no primeiro turno. Segundo pesquisa CNT/MDA divulgada hoje, Haddad e Bolsonaro estão tecnicamente empatados.)

Resumindo, o Datafolha chancelou a tese de que “votar em Bolsonaro é eleger Luladdad” – entidade místico-política concebida e orquestrada numa cela de prisão por um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, ansioso para se vingar de seus algozes – que são a Justiça, as instituições democráticas, a imprensa livre, os cidadãos de bem.

Ainda há tempo, portanto, para mudar os destinos do país. Para isso há dois caminhos:

– os que acreditam que Bolsonaro é o antídoto ao PT o trocam por um andidato viável (o conselho não vale para seus seguidores fanáticos, os bolsonazis, tão obcecados pelo “mito” quanto os petistas pelo presidiário Lula da Silva);

– os que dispõem a votar em Ciro, Alckmin, Alvaro, Marina, Meirelles e Amoedo (cabo Dalciolo, por que não!) se unem em torno e Bolsonaro para bloquear já no primeiro turno a trama diabólica comandada pelo presidiário.

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O “coiso” não é Bolsonaro. O “coiso” é Luladdad

Jair Bolsonaro recebeu o apelido de o “coiso” por causa de suas ideias radicais e seu comportamento agressivo.

“Coiso” é um dos muitos nomes do Inominável. (Vade retro satana!)

Bolsonaro personifica um dos períodos mais negros da história do país, que foi o regime militar – ou ditadura militar, conforme o freguês.

Essa imagem conquistou milhões de simpatizantes, exaustos com a pouca vergonha dos políticos, que o colocam neste momento com o líder da corrida eleitoral.

A vantagem é frágil e ameaçada pela perspectiva de sua derrota em segundo turno para qualquer adversário. Como o principal adversário é Luladdad, a candidatura de Bolsonaro é de extrema valia para o projeto petista de voltar ao poder.

Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas ontem contra o candidato, que também lidera o quesito rejeição. A reação de seus simpatizantes foi pífia: foram esmagados numericamente pelos adversários.

Apesar da merecida rejeição, Bolsonaro não é “o coiso”.

O verdadeiro “coiso” desta eleição é Luladdad: entidade místico-eleitoral concebida e orquestrada pelo presidiário Lula, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-presidente, apontado pela Lava Jato como o chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia e responsável moral pelo descalabro administrativo e econômico imposto ao país por sua enteada Dilma Rousseff, faz da campanha eleitoral um instrumento para escarnecer da Justiça, da democracia, das leis, das instituições, da imprensa livre, do cidadão de bem. E, sobretudo, para recuperar o poder e se vingar de seus algozes utilizando-se do interposto Fernando Haddad.

O programa de governo de Luladdad prevê a transformação paulatina do Brasil numa Venezuela – processo interrompido pelo impeachment de Dilma e pela Lava Jato. O programa de governo de Bolsonaro é superficial e confuso, mas não está em pauta, nem nas entrelinhas, a imposição de uma ditadura cívico-militar.

Lula, traidor mais infame do que Joaquim Silvério dos Reis, pois traiu os que acreditaram em sua promessa de moralizar o país, e foram dezenas de milhões, é a inteligência mais diabólica da história política brasileira. Ele não concebe barreiras para seu desejo de recuperar o poder e exercê-lo de forma absoluta, apoiada por uma máquina partidária poderosíssima e tão criminosa (e mentirosa e ameaçadora e voraz) quanto ele. Lula, seu preposto Haddad e o PT formam a Diabólica Trindade: uma só pessoa, um só método, um só objetivo.

Diante desta entidade, o Satânico Dr. Jair é uma caricatura do Mal, que a Diabólica Trindade usa para atingir seu objetivo, parodiando a Serpente que recorreu a uma maçã para cooptar Adão e Eva. O resto da história é conhecido.

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Por falta de título de eleitor, Barbóquio cassa sua própria candidatura

O prefeito cassado de Londrina Homero Barbosa Neto, o Barbóquio, afrontou a Justiça ao alistar-se como candidato a deputado federal apesar de ter sido cassado em 2012 (teria que esperar pelo menos oito anos) e condenado em segunda instância por corrupção – esbarrando, portanto, na Lei da Ficha Limpa.

Ele conseguiu uma liminar suspendendo provisoriamente a cassação, na esperança de que, quando o mérito vier a ser julgado, ele já seja presidente da República (ué, se podem votar no Luladdad, por que não nele?)

Seu registro é questionado pelo Ministério Público Eleitoral, mas eis que o próprio Barbóquio antecipou a cassação do mandato que almeja, antes de obtê-lo nas urnas, por ter descumprido o prazo para alistamento eleitoral.

Decisão do juiz Rodrigo Afonso Bressan, da 146º Zona Eleitoral de Londrina, proferida dia 24, impede que ele vote, mas delega ao TRE a decisão sobre sua elegibilidade.

Ocorre que (tomo emprestado o texto seguinte de um portal de assuntos jurídicos) são “condições de elegibilidade, na forma da lei: a nacionalidade brasileira; o pleno exercício dos direitos políticos; o alistamento eleitoral; o domicílio eleitoral na circunscrição em que pretende concorrer; a filiação partidária, idade mínima para o cargo pretendido, entre outros requisitos. É proibido o registro de candidatura avulsa, ainda que o cidadão tenha filiação partidária.”

Ou seja, se Barbóquio não possui o alistamento eleitoral, e assim não pode votar, não pode igualmente ser votado.

Game over!

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Cabo Daciolo, não esmoreça na fé!

Nova rodada do Ibope divulgada ONTEM (que mantém praticamente os mesmos números de segunda-feira) inclui o cabo Daciolo entre os postulantes à presidência da República que não pontuam.

A pesquisa contraria frontalmente a promessa dele – homem de profunda fé! – de vencer no primeiro turno.

Sendo assim, irmão Daciolo: Fé, muita fé nesta hora de provação. Não esmoreça jamais. Os comunistas da Ursal, os satânicos dos Iluminati devem ser vencidos, extirpados da face pecadora da Terra. Se Jó foi testado durante 30 anos, por que o Senhor não o testaria por mais alguns dias em seu caminho de provação rumo à Glória e à vitória sobre os ímpios?

Aleluia!

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Por que Bolsonaro empolga e Alvaro Dias não

O ex-capitão Jair Bolsonaro galvanizou a rejeição de grande parte do eleitorado ao PT e ao pau mandado do presidiário Lula, Fernando Haddad.

É o que explica a liderança nas pesquisas.

O que ele fez por merecer tamanha honra?

Seu retrospecto não é favorável a esta imagem.

Quando é que ele se tornou antipetista?

Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, há dois anos.

Até então, o comportamento tipo “eu prendo e arrebento” se sobrepunha ao seu alinhamento quase automático aos projetos enviados ao Congresso por Lula e Dilma.

Em compensação, Alvaro Dias, o mais assumido, constante e perspicaz opositor do lulopetismo patina na zona de rebaixamento.(2% no Ibope de hoje). Ao antipetismo militante, soma experiência administrativa como governador do Paraná e a ficha limpa: está há cinquenta anos na política e nunca foi processado por corrupção.

Como explicar essa dicotomia?

Enquanto Alvaro faz oposição metódica, contundente porém civilizada, Bolsonaro explora com maestria a indignação provocada pela arrogância, desmandos, propostas totalitárias, incitação ao ódio de classes e corrupção praticados pelo PT nos13 anos e quatro meses em que esteve no poder.

Lula, seu pau mandado Haddad – o PT, enfim – colhem agora a truculência que semearam.

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Datafolha pode definir resultado da eleição

A pesquisa Ibope divulgada segunda-feira, mostrando a estagnação de Bolsonaro na intenção de voto, o aumento de sua rejeição e sua fragilidade no segundo turno – perde para todos os cinco primeiro colocados, menos para Marina Silva -, acendeu a esperança dos tucanos de que o voto antipetista seja canalizado para Geraldo Alckmin, inflou o entusiasmo dos petistas – que querem o ex-capitão como adversário – e bagunçou a cabeça dos bolsonaristas. Estes, que vinham comemorando a vitória já no primeiro turno, foram apresentados à realidade, amarga realidade: o mais combativo opositor do PT – é assim que Bolsonaro se apresenta – é o mais frágil de seus adversários em eventual confronto no segundo turno. Ou seja, se ele e Haddad, preposto do presidiário Lula da Silva para retomar o comando do país, se enfrentarem num confronto direto, teremos novamente o PT e seu bando na presidência da República. Bolsonaro seria assim – ó ironia do destino –, o passaporte para o novo assalto aos cofres do país.

O panorama é desolador para os que não admitem a volta da organização criminosa comandada de uma cela da Polícia Federal. Mas a pesquisa Ibope precisa ser confrontada com outros levantamentos, e teremos nos próximos dias a prova dos nove, o levantamento do Datafolha. Na rodada anterior, o Datafolha, que aplica outra metodologia, foi mais econômica em relação a Haddad e generosa com Ciro Gomes, que despontou como opção de terceira via (ele, logo ele, a ambiguidade e truculência ambulantes!). Essa opção foi engolida pelo novo Ibope, que mostrou que, apesar da estagnação na avaliação positiva, Bolsonaro passou a captar a preferência do eleitor antipetista.

Se os números que o Datafolha vier a apresentar confirmarem a tendência captada pelo Ibope, a pesquisa equivalerá a uma convocação. E o eleitor terá pouco mais de uma semana para decidir se aposta no cavalo paraguaio de nome Bolsonaro, entregando assim a coroa da vitória ao odiado PT, ou pega carona com o alazão de origem árabe de trote lento, mas seguro experiente, de nome Alckmin. Todas as pesquisas o apontam como favorito no segundo turno. O problema será chegar lá.

A pesquisa Datafolha poderá, portanto, definir o resultado da eleição.

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Bolsonaristas anteveem derrota e culpam urnas eletrônicas

Tal qual fazem os petistas em relação a qualquer disparate de seu guru presidiário, os bolsonaristas repercutem sofregamente, nas redes sociais, a desconfiança manifestada pelo “mito” em seu leito hospitalar sobre a honestidade das urnas.

O procedimento se intensificou após o Ibope apontar que o ex-capitão perderia num eventual segundo turno para todos os rivais (exceto Marina Sumida da Silva, com quem empataria, se ela chegasse lá – mas isso não vai acontecer).

Ora, se não confiam nas urnas, por que continuam no processo eleitoral em vez de provocar o general Mourão para que lidere um golpe de Estado?

A campanha bolsonarista passa uma mensagem clara e que contraria o ufanismo da vitória em primeiro turno: é preciso desde já encontrar uma urna expiatória para justificar a derrota no segundo.

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Fernanda Richa precisava ter sido presa?

A ex-primeira-dama e ex-secretária da Família e Desenvolvimento Social do Paraná Fernanda Richa foi presa, humilhada, execrada pela suspeita de esconder, por meio de transações imobiliárias, propina advinda da fraude no processo de aluguel de máquinas para o programa Patrulha após a prisão ter sido transformada de temporária em preventiva, pelo ministro do STF Gilmar Mendes.

A acusação contra a “organização criminosa”, segundo o MP, baseia-se nas delações de Nelson Leal, ex-diretor do DER, e do estelionatário Tony Garcia. Garcia, que foi amigo de Richa, foi quem acusou Fernanda de lavagem de dinheiro.

Fernanda esteve entre as 14 pessoas presas no dia 11 e soltas quatro dias depois, após a prisão ter sido transformada de temporária em preventiva, pelo ministro Gilmar Mendes.

O que havia contra ela? A troca de dois terrenos em condomínio de luxo por um terreno em outro condomínio de luxo, este avaliado pelo dobro do preço. Como não houve registro de pagamento da diferença – bingo! -, lá foi ela para o xilindró como lavadora de propina.

Fernanda é milionária. Herdou a fortuna do pai, Thomas Edson Andrade Vieira, que dirigia o Bamerindus, banco fundado pelo patriarca da família Avelino Vieira. Edson morreu em acidente de avião, em 1981. O banco viria a falir sob a administração do tio de Fernanda José Eduardo, mas a fortuna herdada do pai estava garantida.

O MP denunciou hoje Richa e mais 12 – entre eles seu irmão Pepe, o ex-chefe de Gabinete Deonilson Roldo e o ex-chefe de Cerimonial Ezequias Moreira. Fernanda e o contador da família. Dirceu Pupo, que também foi preso, não foram citados.

E nem tinha como. Afinal, não havia vínculo algum da trama da qual Richa e seus grupo são acusados com a transação imobiliária conduzida pelo contador. Se houve irregularidade no negócio, atire a primeira pedra quem nunca declarou valor menor em transação imobiliária!

Então, a pergunta que se impõe: havia a necessidade de prender Fernanda (e o contador), prisão da qual advieram sua humilhação e execração pública, baseando-se apenas numa possibilidade levantada por um delator?

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Datafolha pode definir resultado da eleição

A pesquisa Ibope divulgada ontem, mostrando a estagnação de Bolsonaro na intenção de voto, o aumento de sua rejeição e sua fragilidade no segundo turno – perde para todos os cinco primeiro colocados, menos para Marina Silva -, acendeu a esperança dos tucanos de que o voto antipetista seja canalizado para Geraldo Alckmin, inflou o entusiasmo dos petistas – que querem o ex-capitão como adversário – e bagunçou a cabeça dos bolsonaristas. Estes, que vinham comemorando a vitória já no primeiro turno, foram apresentados à realidade, amarga realidade: o mais combativo opositor do PT – é assim que Bolsonaro se apresenta – é o mais frágil de seus adversários em eventual confronto no segundo turno. Ou seja, se ele e Haddad, preposto do presidiário Lula da Silva para retomar o comando do país, se enfrentarem num confronto direto, teremos novamente o PT e seu bando na presidência da República. Bolsonaro seria assim – ó ironia do destino –, o passaporte para o novo assalto aos cofres do país.

O panorama é desolador para os que não admitem a volta da organização criminosa comandada de uma cela da Polícia Federal. Mas a pesquisa Ibope precisa ser confrontada com outros levantamentos, e teremos nos próximos dias a prova dos nove, o levantamento do Datafolha. Na rodada anterior, o Datafolha, que aplica outra metodologia, foi mais econômica em relação a Haddad e generosa com Ciro Gomes, que despontou como opção de terceira via (ele, logo ele, a ambiguidade e truculência ambulantes!). Essa opção foi engolida pelo novo Ibope, que mostrou que, apesar da estagnação na avaliação positiva, Bolsonaro passou a captar a preferência do eleitor antipetista.

Se os números que o Datafolha vier a apresentar confirmarem a tendência captada pelo Ibope, a pesquisa equivalerá a uma convocação. E o eleitor terá pouco mais de uma semana para decidir se aposta no cavalo paraguaio de nome Bolsonaro, entregando assim a coroa da vitória ao odiado PT, ou pega carona com o alazão de origem árabe de trote lento, mas seguro experiente, de nome Alckmin. Todas as pesquisas o apontam como favorito no segundo turno. O problema será chegar lá.

A pesquisa Datafolha poderá, portanto, definir o resultado da eleição.

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Nishimori quer prioridade para o trigo nacional nas compras do governo

Está na fila para ser votado pelo plenário da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados projeto de lei de Luiz Nishimori (PR-PR) que estabelece a preferência do trigo de procedência nacional nas compras governamentais.

O projeto 1370/15, que altera a lei que regulamenta a comercialização e industrialização de trigo no país (8.096/90), foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e por seu relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, Jerônimo Goergen (PP-RS).

Nishimori, que representa o estado que mais produz trigo no país, justifica sua proposta afirmando que a “histórica a dependência brasileira de importação de trigo para o abastecimento interno tem inúmeras causas, entre elas a completa exposição dos produtores brasileiros à concorrência desleal”. Os produtores de outros países, segundo ele, “recebem na maioria das vezes subsídios volumosos para a produção e exportação de sua produção”, prática que não acontece no Brasil por causa das “dificuldades fiscais por que atravessa o país”.

O Brasil importa aproximadamente 60% do trigo que consome, o que equivale a quase 7 milhões de toneladas, estima o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os grãos vêm principalmente dos Estados Unidos e da Argentina.

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