Fachin, Lewandowski e Toffoli: os “agentes adormecidos” do PT no Supremo

Ricardo Lewandowski foi decisivo no julgamento do mensalão para atenuar a pena dos criminosos, comandados por José Dirceu, que usaram dinheiro público para comprar apoio de parlamentares. No julgamento de Dilma Rousseff pelo Senado, que resultou em sua cassação, avalizou, à revelia da Constituição, a preservação dos direitos políticos dela – que concorre a uma vaga no Senado por Minas Gerais.

Ele chegou ao STF devido à amizade com a família de Lula.

José Antônio Dias Toffoli, membro do time contrário à possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, foi decisivo para a libertação provisória de José Dirceu, condenado a 30 anos de prisão por corrupção, etc.

Alegou que não questionava a prisão após condenação em segunda instância mas que havia “plausibilidade” na queixa de Dirceu de que sua pena fora calculada erroneamente.

Ele chegou ao STF por sua proximidade com o PT. Foi assessor de Dirceu.

Edson Fachin, cabo eleitoral de Dilma, chegou ao STF prometendo autonomia em relação à sua militância política, tomou decisões duras no julgamento de recursos de réus da Lava Jato, incluindo Lula e… votou hoje pela manutenção da candidatura do presidiário com base em parecer de um comitê da ONU.

Os três comprovam o “agente adormecido” – aquele que se infiltra na sociedade, ganha sua confiança e a trai quando recebe a ordem de seus contratantes -, muito utilizado nos serviços de espionagem e copiado pelo terrorismo internacional, foi implantado no Supremo pelo PT.

E Toffoli vai assumior a presidência do STF no dia 13…

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