Tese de Fachin sepulta a Justiça brasileira

O ministro Roberto Barroso, relator do caso Lula no TSE, refutou a “liminar” do Comitê de Diretos Humanos da ONU que impunha a candidatura de Lula à presidência da república, apesar de todos os pesares por demais conhecidos.

Alegou o ministro que as decisões deste comitê são meras “considerações”, sem “efeito vinculante” e, para piorar, não são reconhecidas pela legislação brasileira.

Decidiu, portanto, o óbvio: que a Lei da Ficha Limpa deve se impor a Lula,o Inelegível, competindo ao PT substituí-lo na cabeça de chapa no máximo em dez dias. Até lá, nada de o presidiário aparecer na propaganda eleitoral.

E aí veio Edson Fachin, concordando com inelegibilidade de Lula, mas admitindo que o Brasil tem de se submeter à decisão do comitê da ONU, tomada por dois de seus 18 membros, sem ouvir o governo brasileiro e remetendo a análise do mérito (a prisão de Lula) para o ano que vem, quando já teremos um presidente da República empossado.

Se a tese de Fachin (prendam este homem!) prevalecer – faltam cinco ministros para votar – sepultemos a legislação brasileira, adotemos o que a ONU e seus comitês de aspones decidirem e fechemos o Judiciário brasileiro – demitindo seus juízes, ministros, assessores, etc. e tal. A começar de Fachin.

Fachin Fachin:
Sua tese é chinfrim.
É o fim!

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