Posse de Bolsonaro é o atestado de óbito do PT

A posse de Jair Bolsonaro na presidência da República representa um novo ciclo político (esperançoso e temeroso ao mesmo tempo), calcado na morte do partido mais corrupto da história: o Partido dos Trabalhadores e seu líder (ambos formam um só elemento criminoso), Lula da Silva.

O PT foi defenestrado do poder – que exerceu com arrogância, sem escrúpulos e só limitado quando houve forte reação das instituições ou popular – com o impeachment de Dilma Rousseff, em abril de 2016. Treze anos, quatro meses e vinte dias de descalabros de toda ordem disfarçados por um programa de assistência social copiado do antecessor e ampliado para fins meramente eleitorais.

Dilma destruiu o legado de Lula – estabilidade econômica e inflacionária e um nível de desemprego aceitável, legado por sua vez de Fernando Henrique Cardoso – impondo uma reviravolta estatizante na condução da economia. Sua maior herança foi a recessão mais profunda e prolongada da história.

A corrupção ampla, geral e irrestrita foi a marca mais pronunciada do lulopetismo. Nunca antes na história deste país se roubou tanto e de forma tão organizada – e justamente por um partido que prometia fazer da ética um apanágio da vida pública.

O partido esboroou com a Lava Jato. Seu líder máximo está preso, assim como outros intermediários, e mesmo assim o partido afrontou a legislação eleitoral tentando impor a candidatura de Lula (impedida pela Lei da Ficha Limpa) à presidência da República. A resposta da população se deu nas urnas, com a derrota do interposto Fernando Haddad.

Sobraram para o PT os estados do Nordeste, ironicamente os mais prejudicados com a crise econômica gestada pelo petismo! – e a maior bancada da Câmara dos Deputados. Esses estados têm participação pouco expressiva no PIB nacional e à bancada petista, que decidiu boicotar a posse de Bolsonaro no Congresso, restará esbravejar contra o novo presidente. E boicotar tudo, absolutamente tudo, o que ele vier a propor.

O resultados das urnas foi a sentença de morte do PT, cujo atestado de óbito foi oficializado hoje com a posse de Bolsonaro. O papel agora do partido é o do defunto que se rebela com a morte e tenta adiar ao máximo o enterro.

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4 comentários sobre “Posse de Bolsonaro é o atestado de óbito do PT

  1. Carlos 3 de janeiro de 2019 11:15

    Vai nessa, “Bolsomínio”…

  2. Javan 3 de janeiro de 2019 19:57

    Ué. Mas qual partido que fez mais deputados na câmara federal? Qual despustou o segundo turno e teve 57 milhões de votos? Qual teve seu candidato ( o que liderava todas as pesquisas) e é hoje um preso político?Vc tá brincando em falar que o PT morreu, ou e abestado mesmo?

  3. Marcos Aurélio 13 de janeiro de 2019 1:01

    Esse Pedriali é um fanfarrão!
    Pergunta a ele sobre o Beto Richa.
    Era só elogios! “Austeridade, competência, honestidade”.
    Que moral esse cidadão tem para falar?
    Deveria enfiar o rabinho entre as pernas e ficar quietinho.
    Ele falando e um burrinho cagando, é a mesma coisa!

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