Autor: José Pedriali



Surge um ladrão ainda maior que Lula: o que o roubou!

A presidente do PT e porta-voz do presidiário mais famoso do país, Gleisi Lula Hoffmann, informou hoje que roubaram passaportes, talonário de cheques e roupas do seu chefe, preso há dez dias por corrupção e lavagem de dinheiro.

Esses objetos, segundo ela, estavam num carro estacionado próximo à sede do partido, no centro da capital paranaense.

A denúncia, formalizada à polícia, incita em primeiro lugar a curiosidade: por que esses pertences estariam num carro e não em posse dos advogados – autorizados a visitar o ex-presidente diariamente – ou de alguém de sua família ou de confiança? Ou mesmo guardados na sede do partido? Ou ainda na sala especial que Lula ocupa na Polícia Federal?

A outra questão que o roubo suscita é: finalmente surge um ladrão maior que Lula, apontado como o idealizador, chefe e beneficiário do maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia: o cara que o roubou!

Que se aplique a esse ousado, desventurado e despudorado HERÓI DO POVO BRASILEIRO, todo o rigor da lei: cem anos de perdão!

Sem categoria
Comente aqui


Lula isolado? Que o transfiram para um presídio comum

Mordi a língua, pelo que me penitencio: profetizei que os senadores – petistas na maioria – autorizados a “vistoriar” hoje as condições de carceragem do Lula fariam o maior barraco durante a após a visita.

Pois – pasmem os senhores! –, enquanto confinados nas dependências da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, eles se comportaram como gente decente.

Um dia para a história: 17 de abril, o Dia da Decência dos Petralhas!

O barraco, no entanto, ainda é uma ameaça e poderá se materializar no relatório que pretendem divulgar na semana que vem.

Um dos senadores deu a deixa: o “isolamento” de Lula – ele está só numa sala especial, separada das demais presos, sem grades, com banheiro exclusivo e televisão – é condizente com sua condição de “preso político”, e isso é uma agressão aos direitos humanos!

Se esse é o problema, a solução é fácil: basta que oficiem à juíza da Vara de Execuções Penais para que Lula seja transferido para um dos presídios da vizinha Piraquara e ser tratado como “prisioneiro comum”: dividindo uma cela de 4 x 3 metros, banheiro aberto, um buraco no chão como patente, com uns vinte negões latrocidas.

Sem categoria
Comente aqui


Que barraco os “Barraqueiros do Congresso” planejam armar hoje na PF?

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, autorizou a “vistoria”, por um grupo senadores petistas e aliados, da sala em que se encontra o ex-presidente Lula na Superintendência da Polícia Federal.

A “vistoria” é resultado de um autêntico golpe parlamentar (como o PT classifica a deposição de Dilma Rousseff, executada rigorosamente de acordo com a lei): a proposta foi apresentada quando havia somente petistas e aliados na Comissão de Direitos Humanos do Senado. A apresentação da proposta e sua “votação” durou menos de três minutos.

Integram essa comissão Vanessa Grazziotin (PCdoB-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Ângela Portela (PDT-RR), Fatima Bezerra (PT-RN), Telmário Mota (PDT-RR), Paulo Paim (PT-RS), Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT-AC) e Paulo Rocha (PT-PA).

Como os senadores pediram para verificar as condições da cela do presidiário petista, deduz-se, com base em determinação do juiz Sergio Moro, que eles não se encontrarão com ele. Lula tem direito a visita diária de seus advogados – exceto finais de semana e feriados – e encontro semanal com seus parentes. Nove governadores e três senadores tentaram se encontrar com ele no presídio na semana passada, mas a juíza disse não. “Sem privilégios”, determinou Moro.

Lula está confinado numa cela de 15 metros quadrados, sem grades e com banheiro – uma autêntica suíte pós-presidencial, com direito a televisão e aparelhos de ginástica na sala contígua.

A juíza estranhou o pedido do senadores, já que nem os advogados do presidiário mais notório do país reclamaram das condições de seu confinamento, mesmo assim o acolheu. Afinal, suas excelências, que jamais se preocuparam com o estado dos centenas de milhares de presos país afora confinados em espaços mínimos e insalubres, têm todo o direito de zelar pelo conforto e bem-estar do seu líder político e espiritual, o “pai de todos os pobres”.

Mas eles se submeterão às regras da PF, que prevê revista e entrega de celulares e outros objetos que possam registrar a visita? Vão se curvar docilmente à impossibilidade de se encontrarem com Lula?

Os antecedentes dessa turma – “Os Barraqueiros do Congresso”, protagonistas do maior show de baixarias durante o julgamento de Dilma – levam a crer que não!

Eles vão é aprontar o maior barraco da sede da PF para reforçar a versão mentirosa que querem passar à história de que Lula é um “prisioneiro político” impedido até de receber seus zelosos aliados políticos. Que está numa “solitária”, despojado dos luxos que fizeram parte de sua vida nos últimos 40 anos, sem sua “cachacinha”, sem visita íntima…

Anotem aí: eles vão bagunçar o coreto!

Mas, convenhamos, esta visita será didática: vários dos integrantes desta turma, a começar de Gleisi e Lindbergh, terão a oportunidade de conhecer suas futuras moradias…

Sem categoria
Comente aqui


Lula preso. O Brasil está de volta ao futuro

Sete de abril de 2018, 18h42: Lula deixou o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, para se entregar à Polícia Federal e, quatro horas depois, chegou a Curitiba para iniciar o cumprimento da pena de 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. É o primeiro ex-presidente condenado por tais crimes. Éo primeirol ex-presidente a ir para a prisão por vias legais.

Sete de abril de 2018, 18h42: o Brasil estava de volta ao futuro que, desde sua fundação, em 1981, o PT de Lula sonegou, tentando, ainda na sua infância, implodir o processo de reconstrução nacional – político, econômico e social – proporcionado pelo desmoronamento do regime militar.

O PT votou contra Tancredo Neves em 1985 no Colégio Eleitoral; sabotou o quanto pôde a Constituinte, insurgiu-se contra o Plano Real, fez o diabo para impedir as reformas estruturais do governo FHC e, uma vez no poder e após usufruir quase oito anos da bonança advinda deste plano, da explosão dos preços das commodities e da vitalidade da economia internacional, dilapidou os recursos públicos. E o fez por meio da expansão irracional dos gastos públicos, agigantamento do estado, concessão de subsídios e empréstimos subsidiados aos grandes grupos econômicos (as “elites” que diziam combater) e corrupção generalizada e sistematizada.

Desde sua fundação, o PT convulsou a harmonia social com a divisão entre “nós” e “eles” – que são todos quanto se opõem ou opuseram ao seu modus operandi e projeto de poder ilimitado -, processo que chegou ao auge quando Lula conquistou a presidência da República e ramificou-se nos sindicatos, escolas, universidades, todos aparelhados pelo partido.

O PT foi deposto do poder por causa do desastre administrativo de Dilma Rousseff num processo pautado pela Constituição, mas classificado de “golpista” pelo partido – o mesmo partido que tomou a linha de frente pelo impeachment de Fernando Collor, consumado pelo mesmo método aplicado a Dilma. Collor, o adversário do passado – assim como Maluf, Barbalho, Sarney, que o partido classificava de retrógrados e corruptos – tornaram-se “amigos desde criancinha” do PT e sócios do butim que aplicou à Nação.

Nunca um homem de origem tão humilde chegou tão longe, prometeu tanto, encantou tantos e traiu tanto e tantos. Lula, o líder mais popular e populista desde Getúlio, não deixou como seu antecessor – a CLT, entre outras realizações – um legado perene. O que deixou? Um programa assistencialista copiado de FHC que Dilma comprometeu severamente com sua administração desastrosa, da qual resultou um déficit recorde nas contas públicas e a mais profunda e prolongada recessão do período republicano. E as estatais espoliadas pela corrupção que comandou.

Lula chegou ao poder prometendo uma cruzada ética e promoveu um gigantesco, organizado e sem precedente saque aos cofres públicos. Manteve e ampliou as relações espúrias do Executivo com os demais poderes – corrompendo o Legislativo e aparelhando o Judiciário. Fez do Estado um apêndice do partido. Transformou a política externa em balcão de negócios para o partido e seus líderes, comprometendo severamente a imagem do país, que, de gigante, reduziu-se a um “anão diplomático”, segundo a chancelaria israelense. E criou, para enfrentar a imprensa livre, o mais amplo programa de disseminação de notícias falsas, calúnias e ameaças a seus adversários por meio da internet e de publicações amigas. Todos regiamente pagos com recursos públicos.

Lula está confinado numa cela da PF de Curitiba há nove duas. Seu silêncio reboa de norte a sul, leste a oeste como a Sinfonia da Esperança: há sete dias o Brasil recuperou a liberdade, deu as costas ao passado e passou a caminhar rumo ao futuro.

Sem categoria
Comente aqui


E mais essa (falsidade) do PT: vaquinha para que Lula “não morra de fome e sede”

Quando a gente pensa que o PT atingiu o fundo do poço da desonra, desonestidade e fanatismo, eis que sua turma acha um jeito de aprofundá-lo ainda mais. E enchafundar-se prazerosamente ainda mais na lama.

Em reação ao bloqueio dos bens do presidiário Lula da silva, o instituto que leva seu nome e do presidente de tal instituto, Paulo Okamotto – que agiu como verdadeira lavandeira de recursos ilícitos, o partido anuncia que fará uma vaquinha para financiar “comida e água” para ele (Leia na Folha de S.Paulo)

A senha foi dada por Okamotto, que afirmou que o bloqueio dos bens não permitirá a Lula pagar “água, luz e condomínio” do prédio em que residia e não terá como custear suas necessidades básicas.

Em primeiro lugar, as necessidades básicas do presidiário por corrupção e lavagem de dinheiro são agora de responsabilidade da União – portanto, dos contribuintes. E assim será enquanto ele estiver preso na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba. A pena é de 12 anos e um mês.

O bloqueio dos bens foi determinado pela Justiça Federal de São Paulo para garantir que o presidiário pague a multa que lhe foi imposta pelo crime de corrupção e lavagem de dinheiro relativo ao tríplex do Guarujá. Não é a primeira vez que isso acontece: no ano passado, o juiz Sergio Moro, que o condenou, ordenou o bloqueio de R$ 10 milhões de Lula.

Ora, advertido pela defesa do criminoso, Moro liberou em dezembro passado pouco mais de R$ 63 mil de uma conta em que Lula recebia a aposentadoria como metalúrgico. Desbloqueado o saldo, desbloqueada a conta, portanto. Então, não há como afirmar que ele esteja absolutamente sem recursos para prover as despesas de seu apartamento.

Assim, o que o PT está propondo é uma fraude, mais uma artimanha para enganar os incautos e meter a mão no dinheiro alheio…

Sem categoria
1 Comentário


PT recorre à afronta e crimes em série pela libertação de Lula

Rasurar ou rasgar uma cédula de dinheiro é crime contra o patrimônio da União, previsto no artigo 163 do Código Penal e para o qual a pena é de seis meses a três anos de prisão. E multa.

Pouca gente sabe disso.

Mas os petistas, que se proclamam os paladinos da Justiça e da defesa do patrimônio público (kkkk), deveriam saber de cor e salteado até o parágrafo e inciso deste artigo (único e III, respectivamente).

Acampamento de petistas em frente à PF (Facebook)
E não é que, tomados de uma crise repentina de amnésia, estão se organizando para escrever “Lula livre” em todas as cédulas de dinheiro que lhes cair nas mãos (se fosse antes do petrolão, nem dá para imaginar quantas dezenas de milhões seriam…)

Cada cédula com esta inscrição, e… de seis meses a três anos de prisão aos militantes e/ou dirigentes petistas. Faltará cadeia para tanta gente!

“Lula livre” nas cédulas de dinheiro: mais uma afronta à lei engendrada pelos petistas, que, no entanto, encontra a atenuante no grau de imbecilidade a que se reduziram ainda mais após a prisão do guru Lula. A cada “Lula livre”, um petista na cadeia: esta é digna do José Simão!

E não é só isto. E neste caso não é só um projeto, mas uma ação que estão colocando em prática: ligar incessantemente para a Superintendência da Polícia Federal de Curitiba para perguntar se estão tratando bem o prisioneiro mais notório do país (talvez do mundo neste momento). A ação pode ser enquatrada no artigo 329 do Código Penal, que trata da obstrução à Justiça. Pena: de um a três anos de prisão e multa (cada telefonema…)

Os agentes, por enquanto, estão lidando numa boa com a afronta. Uma das respostas foi mais do que merecida: “Lula está melhor aqui do que aí fora com vocês”. Referia-se ao acompamento mambembe montado no entorno da delegacia.

E eis que nove governadores* decidiram visitar Lula na cadeia. Enforcaram o trabalho e foram a Curitiba (a viagem foi paga por quem?). Deram com a cara (de pau) na porta, pois o encontro afrontoso foi negado pela juíza Carolina Lebbos, em observância ao determinado por Sergio Moro: nada de “privilégios” para Lula.

O regime de prisão a que Lula (e qualquer preso) está submetido não prevê beija-mãos (ou pés) de aliados políticos. Nem a arrogante [email protected] do PT está autorizada a se encontrar com seu deus para sorver o néctar de sua santidade e sabedoria.

Lula pode receber os advogados nos dias úteis e familiares uma vez por semana. Ele é prisioneiro, não objeto de veneração.

* São eles: Tião Viana (Acre), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará), Fernando Pimentel (Minas Gerais), Wellington Dias (Piauí), Flávio Dino (Maranhão), Renan Filho (Alagoas), Jackson Barreto (Sergipe) e Paulo Câmara (Pernambuco).

Sem categoria
Comente aqui


O PT se acorrentou ao presidiário

O PT “transferiu” sua sede para Curitiba, decidiu a cúpula do partido no dia seguinte à prisão de Lula.

E é lá que permanecerá, adverte a [email protected] Gleisi Lula Hoffmann, até a libertação do guru da seita, que seus seguidores consideram “prisioneiro político”,

Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. E logo virão outras condenações. Então, devemos considerar que a sede do PT está definitivamente instalada do lado de fora da carceragem da Polícia Federal, onde um grupelho montou acampamento e os líderes do partido fazem suas “plenárias” – sempre, é claro, na presença dos repórteres que dizem odiar (em relação aos quais passaram a recorrer às vias de fato sempre que seus interesses são contrariados).

Nem era preciso tomar esta decisão e materializá-la no acampamento e na presença dos líderes petistas na capital da Lava Jato. Porque há muito o PT acorrentou-se aos destinos de Lula: fez o que fez, apelando para pressões, ameaças, agressões para impedir que o líder fosse preso. E, uma vez consumada esta tragédia para o PT, não lhe resta alternativa que não aprisionar-se com o mais notório presidiário brasileiro.

Lula impediu que novos líderes se formassem à sua sombra por temer que o defenestrassem; Lula fez do partido mero instrumento de seu projeto de poder ilimitado, usando-o para corromper e corromper-se e, uma vez flagrado no crime continuado, para subjugar a Justiça; Lula está preso e levou o PT com ele para a cela de 15 metros quadrados em que está confinado.

Os petistas se renderam prazerosamente a esta dependência suicida. O futuro do PT está condicionado ao futuro de Lula. E Lula, que traiu seu passado alvissareiro, não tem futuro a não ser atrás das grades.

Sem categoria
3 Comentários


STF mantém o país em suspense (e sob a contínua ameaça do criminoso)

O país perdeu a confiança no STF com o julgamento do mensalão, quando dois ministros – Tóffoli e Lewandowski; o primeiro ex-advogado do PT, o segundo amigo de Lula – atuaram como defensores dos réus. A nova composição, ocorrida ainda durante o julgamento – entraram Barroso e Fux – conseguiu, com a participação destacada de Celso de Mello – duas façanhas, a primeira inédita, a outra surrealista: admitir os embargos infringentes e a revisão da pena de crime de formação de quadrilha, como se fosse possível tanta gente, dividida em três estamentos organizados – político, financeiro e publicitário – e voltada para o mesmo fim, que era corromper congressistas com dinheiro público, agir sem uma coordenação geral.

E, desde então, tivemos uma sucessão de decisões estapafúrdias, a mais notória delas a manutenção dos direitos políticos a Dilma Rousseff, cassada em processo conduzido pelo presidente do Supremo, o mesmo Lewandowski; lavagem de roupa suja em público entre os ministros; interferência nos outros poderes, aplicação da lei retroativamente; concessão de benefícios a magistrados (o famigerado auxílio-moradia, entre outros); libertação de criminosos de colarinho branco de alto quilate – e neste quesito Gilmar Mendes é o campeão -, culminando com a mudança de entendimento sobre a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

O entendimento que vigorava até 2009, autorizando-a, foi alterado para beneficiar os condenados do mensalão, excrecência que, um ano e meio atrás, foi devidamente corrigida para… entrar novamente em pauta em benefício de uma penca de bandidos condenados na Lava Jato (e também por crimes hediondos, latrocínio, etc.) e do mais célebre corrupto e corruptor da história brasileira, Lula da Silva.

O patrono da alforria, com base em Ação de Constitucionalidade movida por um dos mais bem pagos criminalistas, o tal Kakay – que usou o partido Patriotas como laranja –, é o ministro Marco Aurélio. Na sessão em que se negou o habeas corpus a Lula, ele foi ostensivo na defesa da liberdade ao ex-presidente e na condenação da prisão após segunda instância. E grosseiro em relação a Cármen Lúcia e Rosa Weber, divergentes de sua opinião.

Lula está preso desde a noite de sábado. Sua prisão contrariou a profecia de Marco Aurélio de que “convulsionaria o país”, pois o que temos desde então é um ambiente de alívio generalizado. Exceto os petistas, perplexos como cachorros extraviados na mudança, que somente conseguiram conceber como reação um mambembe acampamento de “resistência” em frente à Superintendência da PF de Curitiba onde Lula está preso, o país viveu um domingo descontraído, leve e solto. Alvissareiro.

Pero no mucho: a defesa de Lula entrará amanhã com recurso contra a decisão de Fachin, que no sábado negou liminar contra o mandato de prisão ao ex-presidente. A defesa quer levar o recurso à Segunda Turma, responsável pelos processos da Lava Jato, na qual Fachin é o único que defende a prisão após segunda instância. Mendes – que mudou de opinião sobre a prisão na semana passada –, Tóffoli, Lewandowski e Celso de Mello a integram. Não bastasse isso, o entendimento sobre a prisão em segunda instância deverá ser submetido novamente à prova na sessão de quarta-feira, quando Marco Aurélio pretende “levar em mesa” o assunto.

A esperança de que o entendimento atual seja mantido reside em Rosa Weber. Contrária à prisão nessas circunstâncias, no entanto, na sessão em que o habeas corpus de Lula foi rejeitado, ela – donatária de um dos votos em contrário por coerência à jurisprudência – repreendeu os colegas pela contínua mudança de entendimento sobre este e outros temas, afirmando que isto gera insegurança jurídica e, em última instância, a descrença na Justiça.

Pito mais do que merecido!

A atual composição do STF – oito dos 11 ministros foram nomeados por Lula e Dilma – mantém em suspense não apenas o destino de um condenado famoso e funesto, mas o destino do País, que, sabotado, implodido, dividido e saqueado por Lula e o PT, anseia por um Judiciário que faça prevalecer a Justiça e não o interesse dos criminosos.

Sem categoria
1 Comentário


O mito Lula está morto. Seu assassino é Lula

O político mais popular (e populista) desde Getúlio Vargas, que chegou ao topo do poder em 2002 prometendo uma cruzada ética, reelegeu-se, elegeu e reelegeu Dilma Rousseff, o mais estapafúrdio chefe de Estado, está preso.

Está preso por corrupção e lavagem de dinheiro. E responde (por enquanto) a outros seis processos penais pelos mesmos crimes, tráfico de influência, obstrução da Justiça, etc.

E é apontado, com fartura de provas, como o idealizador e chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia, especializada em saquear os cofres públicos.

Lula não chegou ao poder na condição de vestal, mas assim se apresentava, figurino que emoldurava seu perfil de pobre retirante nordestino, líder metalúrgico e do maior partido de esquerda do país, o PT. Sua chegada ao Palácio do Planalto fora precedida de uma série de ações pecaminosas em relação ao patrimônio público, que ele compartilhava com o partido – o caso de Santo André, que resultou na morte de Celso Daniel, é o mais emblemático -, mas então raros eram o que viam o lobo faminto por poder e riqueza em formação sob a veste de cordeiro da pulcritude.

Lula traiu não apenas os princípios que defendia publicamente. Lula traiu dezenas de milhões que acreditaram em sua sinceridade e na disposição de “mudar tudo o que está aí”, conduzindo (ou reconduzindo) o país ao encontro da moralidade e ética públicas. Teve tudo para construir uma das biografias mais edificantes da história brasileira – um país reorganizado pelos dois antecessores, cenário externo favorável à expansão da economia, o carisma, a boa vontade da opinião pública, a poderosa máquina de propaganda do PT, etc.. E a jogou na lata do lixo ao se vergar ao populismo mais relés, submeter as ações de seu governo e da sucessora ao projeto de poder vitalício e ilimitado e se possível hereditário, à corrupção. Corrupção que sistematizou e disseminou na máquina pública, que loteou para os companheiros, de forma e voracidade inéditas. Talvez no mundo.

Lula cindiu a sociedade ao pregar o “nós” contra “eles” e liderar uma continuada e implacável campanha de mentiras e ameaças aos opositores políticos, Ministério Público, Polícia Federal, as três instâncias do Judiciário. Contra todos os que se opunham ao seu projeto de poder. Nesse processo, o PT agiu – e com desenvoltura – à semelhança da lúgubre Gestapo, a polícia política de Hitler.

A decadência do PT, ferido de morte com sua prisão, começou não com o impeachment de Dilma, a Desastrosa – começou quando Lula e o partido lambuzaram-se com a corrupção. Todos os líderes do partido foram ou estão presos por corrupção!

Lula corrompeu (o Mensalão foi a ponta do iceberg) e se deixou corromper. Mentiu para se manter no poder, eleger e reeleger a sucessora. Mentiu e continua mentindo após ser desnudado pela Justiça, que age em relação a ele fiel ao ordenamento legal. Sua mentira consiste em proclamar-se a “viva alma mais honesta deste país” e se dizer vítima de uma “caçada judicial” que visa a impedir que retome a presidência para o bem dos “pobres”.

A mentira ultrapassou as fronteiras do Brasil, e é expressa nas dezenas de jornais que se apegaram à sua versão. Para ele, no entanto, é pouco: ele quer que essa mentira contamine a história e que ela o absolva.

Por mais que se debata, por mais que falseie a verdade, sua sentença está lavrada. Lula, o mito, está morto. O assassino é ele próprio.

Sem categoria
Comente aqui


Onde está a multidão disposta a se sacrificar por Lula?

“Vai ter que morrer gente”, ameaçou Gleisi Hoffmann ao se referir à eventualidade da prisão de Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

A ameaça da [email protected] do PT pressupunha a resistência armada do partido e seus aliados. Pressupunha uma guerra civil. Uma multidão de defensores do ex-presidente disposta a morrer para mantê-lo em liberdade.

A ameaça da líder petista não foi a única: seus companheiros de partido e aliados do MST, CUT e congênere a replicaram.

Esgotados os recursos – e foram tantos! -, a ordem de prisão de Lula foi expedida quinta-feira e… onde foi parar a multidão que se esperava para defender o líder de todos os pobres, injustiçados e perseguidos deste país e do mundo?

Lula isolou-se na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde iniciou sua carreira esperançosa e que se revelou a maior fraude da história política brasileira. Recusou-se a aceitar o “oferecimento” de se apresentar à PF de Curitiba para iniciar o cumprimento da pena de prisão. E está lá até este momento, negociando a “rendição”. Impondo condições para permitir que a ordem de prisão seja cumprida!

Escuda-se nos partidários que lotam a sede do sindicato e que, num primeiro momento, cercaram o prédio.

Não foi retirado à força para não dar a ele e ao PT as imagens que tanto anseiam – de violência – que justifiquem o novo papel que pretende encarnar, o de “prisioneiro político”. Sábia decisão da PF.

Mas a multidão, a multidão, onde está a multidão de indignados disposta a se sacrificar por ele?

Ela só existe no mundo irreal criado por Lula e seu séquito. Não fossem o bloqueio de algumas rodovias pelos milicianos do MST, manifestações raquíticas aqui e ali de seus partidários (em Londrina, que gestou Paulo Bernardo, André Vargas, Gleisi Hoffmann, Gilberto Carvalho – e os sócios de todos eles, José Janene e Alberto Youssef -, foi um vexame retumbante. E o seria ainda maior não fosse o engajamento de militantes LGBT, talvez predominantes).

E o cerco ao sindicato, é claro, mas ele foi desfazendo aos poucos, aos poucos. Em seu auge, teve o que teve de gente porque os petistas mantiveram o hábito de transportar, alimentar e remunerar manifestantes!

Ou seja: tiveram de pagar para demonstrar uma força que não possuem!

Estes três parágrafos da Folha de S.Paulo – insuspeita na defesa do PT – resumem a farsa:

“A multidão que se formou em frente ao sindicato ao longo do dia mal conseguiu reunir gente suficiente para preencher o quarteirão em frente e na lateral do prédio. Com a decisão de Lula de permanecer no local para negociar as condições de sua apresentação às autoridades, não houve confronto.

Organizações que assumiram a linha de frente da defesa de Lula, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), tiveram presença tímida. Liderado pelo presidenciável Guilherme Boulos (PSOL), o grupo participou da vigília em São Bernardo do Campo com uma barraca na calçada do sindicato e duas dezenas de militantes.

A Apeoesp, o poderoso sindicato que representa os professores da rede pública no Estado de São Paulo, recrutou adolescentes pobres na periferia de São Paulo para engrossar sua representação no ato em defesa de Lula. Um homem que fazia parte do grupo e não quis se identificar disse à Folha que recebeu a promessa de um pagamento de R$ 30 para estar ali.”

Lula não foi abandonado por seus seguidores no momento em que mais precisava deles. Lula se deixou iludir pelas ilusões que tentou incutir – entre elas sua honestidade. Está só. O destino que traçou com seus atos o aguarda: a prisão.

Sem categoria
1 Comentário