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“Folha de S.Paulo” produz a maior “fake news” da eleição

A denúncia é gravíssima: empresários poderosos estão gastando fortunas para impulsionar informações contra o PT no WhatsApp.

A coisa funciona assim: eles contratam uma empresa de marketing digital, que dispara milhões de mensagens para usuários do serviço.

Como as mensagens são contra o PT, deduz-se o óbvio: que o beneficiário é Jair Bolsonaro, que disputa com Luladdad a presidência da República.

Os contratamos para esse tipo de serviço chegam a R$ 12 milhões, individualmente.

Uma das empresas contratantes é a Havan.

A disseminação (impulsionamento) de informações em redes sociais só pode ser feito pelo candidato ou sua coligação. A infração corresponde a crime eleitoral por abuso de poder econômico e caixa dois.

Esta é a síntese da reportagem de ontem da Folha de S.Paulo que deixou ainda mais alucinados os petistas, que viram nesta informação a oportunidade de justificar porque estão apanhando sem dó das pesquisas. Afinal, tadinhos, ai que dó, estão sendo vítimas de uma campanha difamatória, apoiada em fakes news patrocinada por seu adversário!

Com um exemplar do jornal em mãos, correram ao TSE para pedir a inelegibilidade de Bolsonaro e o acusaram de gerenciar uma “fábrica de mentiras”, na expressão de Gleisio Hoffman, presidente do PT – o partido que fez da mentira um método de ação.

O que a Folha fez foi produzir a maior fake news desta eleição: a reportagem não expõe um indício, uma prova, um só testemunho que corrobore sua tese!

Se há contratos para o tal serviço, onde estão?

Onde estão os comprovantes de pagamento?

Quem são os empresários que participam deste esquema criminoso?

Qual o elo desses empresários com a campanha de Bolsonaro, além de sua simpatia por ele?

O único citado, o proprietário da Havan, Luciano Hang, negou categoricamente. E sua negativa tem começo, meio e fim, já que ele seria um bobalhão (o que sua fortuna atesta que não é) se gastasse tanto dinheiro para fazer o que já faz de graça: ele é um grande impulsionador de notícias nas redes sociais através das lives que viralizaram rapidamente.

E as empresas que fariam esse trabalho sujo? Seus donos negaram. É claro que, se estivessem praticando o crime, seus responsáveis o negariam. Mas a Folha não tem como checar se dizem ou não a verdade, pois não dispõe de nada, absolutamente nada para confrontá-los.

No que a Folha se apoiou para divulgar a denúncia? No mais pífio dos preceitos: “A Folha apurou que…” Ora, se apurou, mostre a prova!

A denúncia é (mais) um fiasco total e retumbante do jornalismo, ratificado hoje com a ausência do aprofundamento da acusação. Se a Folha dispusesse de elementos de prova e não os apresentou ontem, os apresentaria hoje. Como não o fez – e não fez por não possuí-los – repercutiu o tema, apontando a gravidade do suposto crime e suas consequências. Ou seja, produziu factoides a partir de uma informação sem fundamento, que trata como dogma e sobre o qual colhe a opinião de “especialistas”.

Com este procedimento, a Folha tumultua o processo eleitoral, pratica o crime do qual acusa Bolsonaro e contribui para minar ainda mais o descrédito da imprensa junto à opinião pública. Descrédito que está na origem da disseminação das fakes news e sua aceitação como fonte de informação confiável por milhões de brasileiros.

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PT institucionalizou a mentira. E está sendo vítima dela

A revelação da Folha de S. Paulo de que empresários estão investindo fortuna para disseminar notícias negativas contra o PT deixou a petralhada mais nervosa do que nunca. Eles viram na informação (que, é bom ressaltar, não se apoia em indícios, tampouco documentos, apenas num relato da repórter) um argumento poderoso para se passar por vítimas de uma campanha de difamação apoiada em “fakes news” a serviço de seu adversário Jair Bolsonaro.

A reportagem não afirma que as informações negativas são produzidas pela equipe ou por apoiadores de Bolsonaro – ressalte-se. Mas de onde poderiam vir?

Por mais que seja repugnante a produção de “fakes news” e sua utilização em larga escala, como têm feito os apoiadores do capitão reformado, o PT é responsável por elas. Pois foi quem, a partir da campanha de 2010, criou uma verdadeira indústria de mentiras – para proclamar as “conquistas” do partido, blindar seu líder Lula e combater sem escrúpulos seus adversários.

Fernando Luladdad acusou Bolsonaro de criar uma “organização criminosa” para disseminar mentiras. A acusação é leviana, pois não não há vínculo material de Bolsoanro com as “fakes news”. E cínica, pois foi justamente isso que o PT promoveu: uma rede gigantesca de blogs e portais financiados com dinheiro público ou de sindicatos amigos (sustentados pelo trabalhador) a serviço do partido. Essa rede, que minguou após a queda de Dilma, continua operante e age como autêntica polícia política, aos moldes da temida Gestapo de Hitler. É a PesTapo!

A PesTapo “fez o diabo” com Marina Silva, José Serra, Eduardo Campos e Aécio Neves, para citar os adversários mais recentes do partido em disputas presidenciais. A polícia política petista, no entanto, entrou nesta eleição raquítica – porque perdeu o financiamento público criminoso – e desorientada: não percebeu que o veículo mais eficaz de propaganda e contrapropaganda deixou de ser o Facebook e Twitter e passou a ser o Whatsapp.

Os apoiadores de Bolsonaro agem da mesma forma que seus adversários petistas, e isto é mau, muito mau, pois os iguala. Para combater o PT não é necessário recorrer a mentiras – basta expor a verdade, e ela é cruel com esse partido, membros e líderes que agem como organização criminosa – como atesta a Lava Jato.

Luladdad e o PT se insurgem agora contra as “fakes news”, das quais são os país biológicos e tão falsos quanto o conteúdo que disseminaram ao longo dos últimos anos. A começar de Luladdad, que incorpora uma candidatura que não é dele, mas de um presidiário que o utiliza para retomar o poder. Presidiário condenado em segunda instância por unanimidade e que proclama ser a “viva alma mais honesta deste país”.

Moral desta história imoral: quem com “fakes news” fere, com “fakes news” será ferido. Mortalmente, no caso do PT.

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Luladdad está morto. Nasce o Bolsoddad

Ao trocar o vermelho pelo verde e amarelo como cores de sua campanha, ao omitir Lula das peças publicitárias e discursos, ao defender a liberação do porte de armas e reforço às forças de segurança, ao renegar as propostas bolivarianas do programa de governo, ao defender a família tradicional como paradigma moral, ao admitir que o PT cometeu erros (embora não indique quais nem peça desculpas por eles), ao defender que “dirigente petista que se corrompa deve ser preso” (repta-se a ressalva contida nos parênteses anteriores), Luladdad anuncia o voto em seu adversário Jair Bolsonaro.

Pois tudo o que ele diz agora contraria o que dizia no primeiro turno.

Tudo o que diz agora coincide com o ideário político de seu adversário.

Se antes seu lema era “Haddad é Lula, Lula é Haddad” – daí a origem do Luladdad -, assistimos, a menos de duas semanas do segundo turno, à maior metamorfose de todos os tempos – Bolsodadd, fase final de um embuste sem precedentes!

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Somente Bolsonaro pode vencer Bolsonaro

Pesquisa Ibope desta segunda-feira referenda o Datafolha de quinta, atribuindo a Bolsonaro (59%) um ponto a mais que o outro instituto e a Luladdad (41%) um a menos dos votos válidos.

Bolsonaro recebeu no primeiro turno 46% dos votos válidos e Luladdad 29%. Uma semana depois, a vantagem do primeiro sobre o segundo oscilou de 17 para 18 pontos. Ou seja, está consolidada.

E o que aconteceu nessa semana? Bolsonaro deu uma leve maneirada em suas propostas, mas pisou na bola ao defender a manutenção das estatais “estratégicas” e não atribuir prioridade à reforma da Previdência. O mercado se abalou, mas sua popularidade não se feriu.

Luladdad, por sua vez, inaugurou a quarta fase da campanha petista. A primeira foi pautada pelo slogan “eleição sem Lula é golpe”. a segunda afrontou o Judiciário ao forçar a candidatura do chefão, impedido pela Lei da Ficha Limpa; a terceira – após a impugnação do presidiário – tentou colar Haddad a ele (“Lula é Haddad, Haddad é Lula”); e a quarta quer apresentar o candidato como dotado de personalidade própria e dissociá-lo do programa bolivariano do partido por meio da adoção do verde e amarelo em lugar do vermelho, entre outras mudanças cosméticas.

Nada adiantou. O eleitor perseguido por essa estratégia – o que rejeita Haddad mas também não quer Bolsonaro – limita-se a esta altura do campeonato a um contingente ínfimo e propenso a votar a contragosto no capitão reformado para impedir a volta do PT ao poder.

Obedecendo à orientação do seu líder encarcerado, o PT desidratou seu candidato, abrandou suas teses, deu-lhe um banho de loja e… de nada adiantou! Pelo contrário (pois Haddad chegou onde chegou graças a Lula e não conseguirá ir adiante sem ele), a distância do petista em relação ao favorito aumentou e – para piorar – sua rejeição também, enquanto a do outro diminuiu.

Faltando doze dias para o segundo turno, conclui-se: o único que pode derrotar Bolsonaro é Bolsonaro. Quanto menos falar, quanto menos se mover, mais se consolidará. E deixará o PT exasperado com a ineficácia de sua estratégia camaleônica, restando-lhe como alternativa intensificar os ataques ao adversário. O que contribuirá para aumentar a vantagem de Bolsonaro.

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Padre que deu comunhão a Haddad cometeu sacrilégio

O padre Jaime Crowe fez da missa dedicada a Nossa Senhora Aparecida não apenas um comício em favor do preposto de Lula na disputa pela presidência da República, Fernando Haddad. Cometeu um sacrilégio! Corrijo: dois sacrilégios!

A missa-comício aconteceu na Paróquia dos Santos Mártires, no Jardim Ângela, em São Paulo, pela qual o padre Jaime é responsável há trinta anos, e teve a presença do candidato-laranja e de sua vice Manuela D´Ávila.

Antigo simpatizante do PT, o padre deu comunhão aos dois – com direito a ampla cobertura da imprensa. E sabia que nenhum deles poderia comungar: Haddad por ser de outro credo, o cristão ortodoxo; Manuela porque “não sou cristã”, como admitiu em entrevista recente. Ambos, portanto, são hereges, pois professam doutrinas contrárias às que a Igreja Católica considera como dogmas.

O que é a comunhão?

É um dos sete, e o mais transcendental, dos sacramentos – instituídos por Cristo e administrados pela Igreja Católica. Os demais são: batismo, crisma, confissão, ordem, unção dos enfermos e matrimônio.

E o que é a Eucaristia? Em resumo: é a união espiritual do católico com o Corpo e o Sangue de Cristo materializados na hóstia, consagrada pelo sacerdote durante a missa. A Eucaristia expressa o “mistério pascal”, que é a paixão, morte, ressurreição e ascensão aos céus do Filho de Deus.

A Eucaristia somente pode ser ministrada a quem estiver isento de pecado. O católico se purga dos pecados por meio da confissão – que pressupõe o arrependimento e a absolvição mediante o cumprimento da pena imposta pelo confessor (que são orações, na maioria dos casos).

A Eucaristia, portanto, não pode ser ministrada a um herege. Que, segundo a Igreja Católica, vive em estado permanente de pecado.

A Wikipédia fornece duas descrições objetivas de sacrilégio:

– pecado grave contra a religião ou contra as coisas sagradas;

– profanação de lugares, objetos e pessoas que apresentam caráter sagrado.

Ao ministrar a Eucaristia a Haddad e Manoela o padre Jaime profanou o mais divino dos sacramentos, pois entregou o Corpo e o Sangue de Cristo a dois pecadores – que também cometeram sacrilégio como ele. A gravidade deste ato é muito maior que o do “bispo” Sergio Von Helder, da Igreja Universal, que há 23 anos chutou, diante das câmeras de tevê, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Uma imagem é uma imagem, nada mais que uma imagem, por mais que os católicos a cultuem como representação da mãe da Cristo.

O padre Jaime pisoteou o Corpo e o Sangue de Cristo. Cometeu pecado mortal para fazer a apologia do representante de um criminoso que pretende, por meio de Haddad, retomar o comando do país, o país que saqueou.

“Desgraçado”, exclama São Bernardo, “o que se afasta de Deus, mas muito mais desgraçado o padre que se aproxima do altar com a consciência manchada”.

Em tempo: Diocese de Campo Limpo, à qual está subordinado o padre Jaime Crowe, informou que ele agiu “sem prévia comunicação e à revelia do Sr. Bispo, e foi devidamente advertido segundo as normas do Direito Canônico”.

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Os quatro pecados capitais de Haddad

Na semana que sucedeu a eleição que o conduziu ao segundo turno da disputa presidencial, o candidato petista Luladdad deu uma reviravolta em sua imagem e campanha – mudou as cores, omitiu Lula, desidratou as propostas de governo de cunho bolivariano, adotou um estilo light, etc.

Mas cometeu quatro erros fatais.

A eles:

– Condenou a Igreja Universal, que deu apoio incondicional aos governos Lula e Dilma, por ter aderido à candidatura de Bolsonaro;

– participou, ao lado da vice Manoela D’Ávila, de uma missa, na qual ambos comungaram. Por não serem católicos, cometeram sacrilégio (assim como o padre, simpatizante do PT);

– ao omitir Lula (ao estilo de “Lula não é Haddad, Haddad não é Lula”), dissocia-se do mentor e coordenador da campanha na tentativa de ganhar personalidade própria, mas isso é impossível, pois não a possui.

– O tom moderado da fala, o penteado e terno alinhados o fizeram parecido Geraldo Alckmin, que levou uma surra nas urnas por não defender com clareza suas posições – e por atacar Bolsonaro.

Em poucos dias, Haddad ofendeu católicos e evangélicos, distanciou-se do eleitor de Lula e tornou-se caricatura do tucano.

Formalizou sua derrota.

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Exclusivo: o ministério do governo Luladdad

O ex-governador da Bahia e senador eleito Jaques Wagner, recém incorporado à campanha presidencial petista, promete divulgar os primeiros nomes do futuro governo Luladdad para, segundo ele, “acalmar o mercado”.

Este blog se antecipa, pois teve acesso ao ministério concebido por Lula e entregue a Haddad na visita que este lhe fez segunda-feira, primeiro ato da campanha petista do segundo turno.

COMPOSIÇÃO DO GOVERNO ‘O POVO FELILZ DE NOVO’ LULA DA SILVA

“Todo poder emana da prisão”.

Sob este lema, eu, Fernando Haddad Lula da Silva, comprometo-me diante de Luís Inácio Lula da Silva, dos companheiros petsitas e dos brasileiros democratas a, ao assumir a presidência da República em 1º de janeiro de 2019, nomear os seguintes integrantes do governo “o povo feliz de novo” Lula da Silva, repassando em seguida a faixa presidencial a quem a merece – Luiz Inácio Lula da Silva – na cela que ocupa injustamente na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba:

Presidente: Luiz Inácio Lula da Silva*

Primeira-dama plenipotenciária: Gleisi Hoffmann Lula da Silva

Secretário-geral da presidência: Fernando Haddad Lula da Silva

Ministérios:

Casa Civil: José Dirceu Lula da Silva

Relações Exteriores: Roberto Requião Lula da Silva

Educação: Dilma Rousseff Lula da Silva

Cultura: José de Abreu Lula da Silva

Saúde: terceirizado para a OPAS, entidade ligada ao governo cubano e responsável pela contratação dos médicos daquele país

Secretaria-geral da Proctologia: Márcia Tíburi Lula da Silva

Regulamentação da Imprensa, Verdade e Controle de Opinião: Franklin Martins Lula da Silva

Secretário-geral para mídia digital e impressa: Luiz Nassif Lula da Silva

Secretário-geral para mídia televisiva e radiofônica: Paulo Henrique Amorim Lula da Silva

Fazenda: Delúbio Soares Lula da Silva

Planejamento: Ciro Gomes Lula da Silva

Banco Central: João Vaccari Neto Lula da Silva*

Agricultura e Reforma Agrária: João Stédile Lula da Silva

Habitação e Reforma Urbana: Guilherme Boulos Lula da Silva

Justiça: Rogério Favretto Lula da Silva

Procurador-geral da República: Eugênio Aragão Lula da Silva

Advocacia-geral da União: Paulo Pimenta Lula da Silva

Controlador-geral do Judiciário: Whadi Damus Lula da Silva

Infraestrutura, Obras e Desenvolvimento: Valdemar Costa Neto Lula da Silva

Portos, Aeroportos e Concessões Rodoviárias: André Vargas Bocão Lula da Silva*

Pureza Sexual: Jean Willy Lula da Silva

Igualdade Racial: Benedita da Silva Lula da Silva

Empoderamento Feminino: Manuela Stálin D’Ávila Lula da Silva

Insustentabilidade Sustentável, Vice-Versa e Congêneres: Marina Silva Lula da Silva

Família e Liberdade Feminina: Lurian Lula da Silva

Esportes: Luiz Claudio Lula da Silva

Parques, Reservas Naturais e Zoos: Fabio Lula da Silva

Maternidade: Marisa da Silva (in memoriam)

Culto e Religiões: Frei Betto Lula da Silva

Fome Zero e Renda Mínima: Eduardo Suplicy

Combate às Drogas: Lindbergh Faria Lula da Silva

Previdência Social e dos Direitos dos Aposentados: Paulo Bernardo da Silva Lula da Silva

Assuntos do Nordeste: José Sarney Lula da Silva

Esquecimento (responsável por apagar os registros das informações contrárias à narrativa oficial): José Genoino Lula da Silva

Supremo Tribunal do Povo (em substituição ao STF. Formado por representantes de sindicatos e ONGs indicados pelo presidente da República). Presidente vitalício: Ricardo Lewandowski Lula da Silva

Assembleia Nacional Popular (em substituição ao Congresso, composto por representantes de sindicatos, OVGS e partidos políticos indicados pelo presidente da República). Presidente: Vanessa Graziotin Lula da Silva

Milícias Populares Soberanas (em substituição ao Ministério da Defesa, que dissolverá as Forças Armadas e recrutará militantes do MST, sindicalistas e black blocs para compor as Milícias Populares Soberanas Presidente Lula da Silva). Comandante: Gilberto Carvalho Lula da Silva

Cela presidencial da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba,

8 de outubro de 2019

Fernando Haddad Lula da Silva

* Os nomes acompanhados de asterisco cumprirão expediente nos respectivos locais de detenção até que sejam indultados, o que será uma prioridade do governo Lula da Silva.

(O blog se explica: é claro que a lista é fake, mas fiel à história e essência do programa de governo do PT.)

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Luladad quer a “verdade”. Rárárá

Num rompante de macho – agora travestido de paladino da “democracia”, justo ele que pertence a um partido que idolatra os ditadores, desde que de esquerda -, Fernando Luladdad interpelou seu adversário para que debatam cara a cara, olho no ano, antes da realização do segundo turno da elelição presidencial.

Sua manifestação aconteceu depois de a equipe de Bolsonaro informar que, por recomendação médica – ele se submeteu a uma avaliação hoje no Albert Einstein –, somente participará dos debates após o dia 18. Pouco mais de uma semana, portanto, do confronto decisivo.

“Queremos saber a verdade” sobre o que pensa o ex-capitão, esbravejou o petista. Ele, logo ele, que participa da maior farsa eleitoral de todos os tempos, na condição de instrumento e um presidiário para obter a liberdade e retomar o comando do país.

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Cala a boca, Bolsonaro!

A declaração de Jair Bolsonaro contra a privatização da Eletrobras e a reforma da Previdência causou estupor no mercado por contrariar frontalmente a tese do economista Paulo Guedes, que deverá ser ministro da Fazenda em caso de vitória do ex-capitão.

As ações da estatal caíram mais de 14%. A Bolsa de Valores de SP recuou 2,79% e o dólar voltou ao patamar de R$ 3,75.

Bolsonaro continua recluso em sua casa, no Rio de Janeiro, e somente estará liberado para os debates a partir do dia 18, segundo recomendação da equipe médica que o analisou hoje.

Com folgada vantagem sobre Luladdad no primeiro turno,e surfando na onda antipetista que se avoluma, Bolsonaro mostrou hoje que seu principal adversário é ele próprio.

Para manter-se viável até o segundo turno, a receita é adotar o “silêncio obsequioso” e estender o salvo conduto para debate até 28 de outubro.

Em outras palavras, cala a boca, Bolsonaro!

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Boca Aberta e Tiririca: dois palhaços na Câmara dos Deputados

São Paulo reelegeu o palhaço Tiririca deputado federal.

O Paraná elegeu ser seu companheiro na Câmara Emerson Petriv, o Boca Aberta, o mais histriônico, inútil e agressivo dos vereadores da história de Londrina – e o mais votado em todo o Paraná dois anos atrás.

Ele não fala. Apenas grita e gesticula nervosamente.

Boca Aberta foi tão bom, mas tão bom de serviço que teve o mandato cassado antes de completar o primeiro ano de exercício da função.

E como é que pôde se candidatar se teria de cumprir oito anos de gancho por causa da cassação?

Bem, esse é um enigma que somente o TRE tem condições de responder.

O fato é que o metido a valentão fez 80 mil votos. E ainda elegeu seu filho deputado estadual…

Boca Aberta se insere, assim, no rol de excrecências emanadas das urnas. Como
a rinoceronte Cacareco, vereadora mais votada nas eleições de São Paulo em 1959, e o macaco Tião, que fez 300 mil votos na disputa pela Prefeitura do Rio em 1988.

Esses dois bichinhos deveriam ter sido eleitos. Fariam mais pela comunidade do que os dois palhaços que vão nos representar na Câmara.

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