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Caravana de Lula produz até diploma falso. É a PaTifaria em ação

A reedição da Caravana da Cidadania, que levou Lula à presidência da República, desta vez merecendo o título de Caravana da PaTifaria, produziu, entre outras cenas burlescas – entre elas a ausência de público – um diploma falso.

Patifaria porque pretende reconduzir à presidência da República o responsável moral pela crise política e econômica pela qual passamos, condenado por corrupção e réu em outros cinco processos penais por crimes semelhantes e apontado como o chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia na história do Brasil.

Impedido pela Justiça de receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Lula deu um jeito de produzir um falsificação grosseira, atribuída aos alunos da instituição.

O tal “diploma” tem tudo a ver com a indigência moral e intelectual do homenageado e de seus supostos homenageadores: contém dois erros crassos de português. O primeiro, ao separar com vírgula sujeito e verbo logo no início (“A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, concede…), e é assinado pelos “dicentes”, que sequer se deram ao trabalho de submeter o texto a um corretor digital. O plural de alunos se grafa “discentes”.

Qual o motivo da homenagem? Homenagem inédita, aliás, pois não tenho notícia de um título de tal envergadura ser concedida por estudantes – sempre o é pela instituição, eventualmente por recomendação dos discentes.

O “diploma” não explica. Mas trata o homenageado como “maior presidente da República Federativa do Brasil, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, o torneiro mecânico”. KKKKKK!

E de PaTifaria em PaTifaria, la caravana va…

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Hauly, o político que venceu todos os que o derrotaram

Ele perdeu a eleições para prefeito de Londrina quatro vezes consecutivas.

Pela ordem, perdeu para Antonio Belinati (1996), Nedson Micheleti (2000 e 2004) e Homero Barbóquio, digo Barbosa (2008).

Belinati (PP) e Barbóquio, digo Barbosa (PDT) foram cassados e respondem a inúmeros processos por corrupção, tendo sido condenados em alguns. No caso de Barbóquio, digo Barbosa (que insistência do teclado!), condenado em segunda instância. Micheleti (PT), também condenado por improbidade, afastou-se da vida pública(*).

Deputado federal desde 1991 – sétimo mandato – e um dos líderes da Câmara, o tucano Luiz Carlos Hauly, economista por formação, está na ribalta, encarregado de promover seu mais longevo e insistente projeto: a reforma tributária.

Tem percorrido o Brasil de norte a sul colhendo subsídios para seu projeto, cujo esboço começou a elaborar quando secretário de Fazenda do governo Alvaro Dias (1987-1991). Tentou, tentou, e eis que o presidente Michel Temer lhe deu salvo-conduto.

O projeto já está formatado e vai simplificar e racionalizar esse mastodonte chamado sistema tributário brasileiro. O Congresso o receberá terça-feira,

A reforma tributária é uma das prioridades de Temer e de seu ministro Henrique Melrelles, com quem Hauly mantém contato frequente. Nesta sexta-feira, ele apresentou-lhes o projeto – e também ao ministro do Planejamento Dyogo Oliveira. A reforma é uma necessidade urgente do Brasil.

Hauly, que não respondeu sequer a um processo por improbidade em sua vida pública, iniciada em 1973 como vereador em Cambé, da qual foi prefeito, venceu todos os que o derrotaram.

E Londrina foi derrotada por esses que fez vencedores.

(*) A eles deve-se somar um trio que fez o que pôde para sabotar sua carreira: André Vargas, José Janene e Paulo Bernardo, que dispensam apresentação.

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A Venezuela e um ensaio sobre a cegueira ideológica

A Constituinte da Venezuela assumiu sexta-feira todas as funções da Assembleia Nacional, dominada pela oposição ao ditador Nicolás Maduro. Foi um mero ato protocolar, um a mais na configuração ditatorial do chavismo, pois a Assembleia nada mais pôde fazer, desde sua instalação em janeiro do ano passado, do que espernear contra o endurecimento do regime, o atropelo aos direitos humanos, o agravamento da crise econômica que colocou o país em estado de emergência humanitária.

Todas as decisões da Assembleia eram sistematicamente anuladas pelo Tribunal Supremo de (in)Justiça. Todas!

Ao ser derrotado na eleição parlamentar de 2015 (seus aliados fizeram pouco mais de 40% dos votos), Maduro promoveu uma manobra ilegal para substituir os juízes do tribunal com os quais não poderia confiar plenamente. Resultado: todos agora são meros carimbadores de suas decisões.

Uma dessas decisões foi cassar o mandato de alguns parlamentares eleitos para impedir que a oposição tivesse maioria absoluta, o que lhe daria o direito, entre outros, de dissolver o tribunal.

De lá para cá, Maduro, com o aval dos juízes carimbadores, tirou o poder de a Assembleia legislar, impediu a realização de um plebiscito revogatório de seu mandato, adiou as eleições regionais e, em seu golpe final contra a democracia, convocou a Constituinte ao arrepio da Constituição, pois esse direito é exclusivo da Assembleia. A eleição da Constituinte, composta exclusivamente por apoiadores do regime – eram os únicos que podiam se candidatar -, foi uma fraude gigantesca, a ponto de a empresa que forneceu as urnas eletrônicos denunciá-la.

A convocação da Constituinte levou milhares de pessoas às ruas para protestar contra sua ilegalidade. Três quartos dos venezuelanos disseram-se contrários a ela. Maduro intensificou a repressão, marca registrada de seu regime, e quase 130 manifestantes morreram em quatro meses.

O totalitarismo está na origem do chavismo. O coronel Hugo Chávez, que o instituiu, moldou-o ao seu perfil militar, introduziu lentamente o modus operandi esquerdista de domínio do poder e neutralização dos adversários e dourou-o com pan-americanismo de Simón Bolívar. Foi tudo muito bem, tudo muito bom enquanto o petróleo, do qual o país é grande produtor e dependente, estava com os preços nas alturas. A queda dos preços coincidiu com a morte de Chávez e ascensão de Maduro, que, para se manter no poder, aliou-se a oficiais corruptos, reforçou seus vínculos com Cuba e endureceu de vez.

A degradação da economia, consequência da baixa do petróleo e da política de nacionalização de empresas e controle de preços ampliada por Maduro muito além do que permite e estupidez, levou o país a uma crise humanitária sem precedentes. O país outrora próspero mergulhou na pobreza e carece de produtos e alimentos básicos. Os hospitais estão em estado deplorável. Colômbia e Brasil são os principais destinos dos venezuelanos que fogem em busca de comida. Roraima decretou estado de emergência, pois não tem mais como abrigar e alimentar tantos refugiados.

E aí temos o Partido do Trabalhadores e sua “presidenta” Gleisi Hoffmann que acusam o presidente Michel Temer de “golpista” – ele assumiu conforme determina a Constituição – e ao mesmo tempo manifestam “apoio” ao “companheiro” Maduro e à sua Constituinte ilegal e fraudulenta, mas, segundo eles, necessária para “consolidar as conquistas da revolução bolivariana”.

Esse é um caso exemplar de cegueira ideológica, de dualidade movida pela paixão, de irracionalidade – de bestialidade, enfim – que contamina essa agremiação e seus apoiadores.

No ano do centenário da Revolução Russa, movimento que deflagrou uma convulsão política mundial e um dos maiores genocídios da história, é aterrorizante constatar que os facínoras ainda têm discípulos imitando seus crimes. E uma legião de adoradores que o sectarismo cegou.

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Em ato falho inédito, Lula recomenda que não se vote nele…

“Não dá para votar num cidadão sem saber se ele é raposa ou não”, afirmou Lula sábado em Feira de Santana, etapa inicial de sua “Caravana da PaTifaria”, instrumento ilegal (pois antecipa a campanha eleitoral) de seu esforço para voltar à Presidência.

Levado ao pé da letra o que disse, Lula – condenado por corrupção e réu em outros cinco processos por corrupção e crimes correlatos – pediu para que ninguém vote nele.

Como nunca antes na história, a “viva alma mais honesta deste país” falou uma verdade.

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…mas não desiste: quer nos afundar ainda mais na “m”

“O Brasil não nasceu para ser a merda que é”, disse Lula hoje, com sua elegância verbal costumeira, em Feira de Santana, etapa de sua “Caravana da PaTifaria”.

De fato, o Brasil não nasceu para ser a m. que é, mas está na m. que está em grande parte por causa dele que:

– torrou o que podia e não podia na época das vacas gordas, inflando o Estado absurdamente, sem pensar no futuro;

– iniciou em seu primeiro mandato uma mudança na política econômica, a tal “nova matriz”, que sua sucessora Dilma Rousseff escancarou e dizimou o que havia exigido quase duas décadas para se obter: o equilíbrio fiscal, o emprego em taxas razoáveis, o crescimento da economia, o controle da inflação.

– instituiu e comandou o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia na história.

E depois de ter feito o que fez, Lula quer voltar ao poder! Se tiver êxito (tóc-tóc-tóc), vai nos afundar ainda mais no cocô.

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Lula dá início hoje à “Caravana da PaTifaria”

Nunca antes na história deste país um político prometeu tanto – promoção social, reorganização do estado e respeito à ética – e frustrou tanto quanto Luiz Inácio Lula da Silva. Que fez o oposto do que prometia: provocou, por iniciativa própria ou de sua interposta Dilma Rousseff, o maior descalabro administrativo e financeiro; tratou a elite com pão de ló, champanha e caviar e os pobres com pão e mortadela; organizou a mais complexa, sistêmica e voraz organização criminosa – o PT, partidos aliados e corporações empresariais – para assaltar os cofres públicos, beneficiando-se e à sua família – benefício que se estende a alguns “companheiros” – desse butim bilionário.

Em 1989, Lula percorreu o Brasil em sua “Caravana da Cidadania”. Tentava pela primeira vez a Presidência da República. Personificava o futuro, brandia a esperança, refulgia de moralidade. Em 2017 ele retoma as viagens com o mesmo objetivo. Destruiu um país que se reerguia depois dos anos de chumbo da ditadura e não se dá por satisfeito!

O que é e quem é hoje Luís Inácio Lula da Silva? A personificação da mentira, do embuste, da deslealdade, do crime: condenado a nove anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, responde ainda a outros cinco processos por esses e outros crimes. E, mesmo assim, proclama-se a “viva alma mais honesta deste país”!

Vinte e oito anos se passaram. A maior parte dos brasileiros repudia o falsário, alguns ainda – por motivos os mais diversos, entre eles a cegueira ideológica e insuficiência intelectual e moral – o cultuam. Mas a fantasia que ele vestia em 1989 está rota, suas bandeiras esgarçadas. A esperança deu lugar à desilusão, o sonho se fez pesadelo. O gigante converteu-se em anão.

Lula transformou-se em caricatura de si mesmo. O périplo farsesco e grotesco que inicia hoje pelo Nordeste – justo o Nordeste, cuja figura mais emblemátia é o bandido Lampião! – merece o título de “Caravana da PaTifaria”.

Protejam seus corações e mentes, irmãos nordestinos! O mais dissimulado e letal dos cangaceiros estará rondando seus lares. Lampião foi o rei do cangaço. Lula é o rei do cambalacho!

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Roger Pinto Molina, mais um cadáver no armário de traições do PT

Morreu nesta madrugada o ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, vítima de acidente aéreo, asilado no Brasil há quatro anos.

Ele estava internado no Hospital da Base em Brasília, onde residia. O acidente aconteceu no final de semana, em Luziânia. Ele pilotava um monomotor.

Roger Pinto foi o pivô de um dos maiores vexames diplomáticos do Brasil. Perseguido pelo governo do cocaleiro “bolivariano” Evo Morales, a quem acusava de corrupção e outros desmandos, refugiou-se na embaixada brasileira em La Paz, obteve asilo político mas… não pôde viajar porque o cocaleiro, desrespeitando o tratado com o Brasil, não concedeu salvo-conduto.

A Justiça boliviana, tão “independente” quanto a venezuelana em relação ao governo, havia condenado Molina a um ano de cadeia por corrupção, num processo contestado pela oposição e pela imprensa independente daquele país. E respondia a outros, movidos pelo governo de Morales.

Quinze meses depois de aprisionado na delegação brasileira, sem acesso a telefone, internet e confinado num espaço de 20 metros quadrados sem janela por ordem do Itamaraty, Molina foi trazido para o Brasil às escondidas pelo diplomata Eduardo Saboia, secretário-geral da embaixada. Uma fuga cinematográfica!

Furiosa por ter sido contrariada, Dilma exonerou o ministro das Relações Exteriores Antônio Patriota e ordenou que Saboia fosse colocado na “geladeira” do Itamaraty – da qual saiu somente após a pose de Temer na presidência.

A submissão ao governo de Morales desrespeitou a tradição diplomática brasileira e foi o segundo episódio de submissão do governo petista aos interesses do cocaleiro. O primeiro, autêntico crime de lesa-pátria, ocorrido no primeiro mandato de Lula, foi submeter-se ao confisco dos bens da Petrobras ordenado por Morales.

O Brasil não recebeu sequer um centavo de indenização!

Roger Molina é mais um cadáver depositado no amplo armário de traições do PT.

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Sentença que absolve Richa condena Gleisi

(…) “lideranças ativistas então representadas no local, instigando o conflito e a subversão dos limites impostos para cumprimento da ordem, acabaram por iniciar um confronto com a força policial presente”.

Esta é parte da sentença em que a juíza Patrícia Gomes Bergonse, da 5.ª Vara da Fazenda Pública do Paraná, rejeitou a ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público contra o governador Beto Richa por causa da repressão em 29 de abril de 2015 contra manifestantes que tentaram invadir a Assembleia Legislativa. A sentença se estende ao secretário de Segurança Pública e comandante da PM na ocasião e outros três assessores do governador.

O confronto ficou conhecido como a Batalha do Centro Cívico. A esquerda, incitadora do protesto que resultou no confronto e no ferimento superficial de 200 pessoas, prefere chamá-lo de “Massacre de 29 de abril”.

Não apenas não houve massacre, como a sentença equivale ao feitiço que se vira contra o feiticeiro: os responsáveis – APP e outros sindicatos ligados ao PT – são os que convocaram a manifestação, incitando seus participantes a invadir a Assembleia, afrontando assim determinação judicial.

“Após parte dos manifestantes romper os gradis de contenção, não poderia se esperar outra conduta dos policiais que não podiam permitir a ocupação do Legislativo, por mais relevantes que fossem as reivindicações expostas pelos manifestantes”, escreveu a juíza.

Entre os incitadores do confronto estava quem? quem? A senadora Gleisi Hoffmann – hoje “presidenta” do PT -, que esteve no Centro Cívico duas vezes. A primeira, em fevereiro, quando ocorreua invasão da Assembleia, a segunda no dia do confronto. Nas duas ocasiões, atacou com veemência o adversário Beto Richa.

O veredicto, portanto, condena o procedimento dessa radical militante. Em sua página no Facebook, Gleisi postou notícia sobre a decisão da Justiça, acompanhada de um pequeno, porém revelador, comentário: “Onde estamos”?

Para desapontamento da senadora, estamos num país em que a Justiça prevalece sobre os interesses políticos, ao contrário da ditadura assassina de Nicolás Maduro, que ela defende incondicionalmente.

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A Academia se rende ao bandido honoris causa

Diversas universidades do Nordeste vão conceder – como nunca antes na história deste país – o título de doutor honoris causa a um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro e réu em mais cinco processos por esses e outros crimes (obstrução da Justiça, tráfico de influência, entre eles).

As universidades são a Estadual de Alagoas e as federais do Piauí e do Recôncavo (Bahia).

Essas universidades, que deveriam zelar pela ética e respeito à Justiça, engajaram-se no mais sórdido e surrealista projeto político, que é devolver à presidência da República esse condenado, de nome de Luís Inácio Lula da Silva e autoproclamado “a viva alma mais honesta deste país”.

O projeto é sórdido por sua natureza: permitir que o responsável pelo maior descalabro econômico da história recente – pois a crise pela qual vivemos foi gestada em seu segundo mandato e escancarada no governo de sua interposta Dilma Rousseff – e apontado como autor e beneficiário do mais amplo e pernicioso esquema de corrupção de que se tem notícia volte a comandar o país que arruinou e assaltou.

E surrealista, pois ultrapassa todos os limites da razão, lógica e bom senso.

Há muito as universidades tornaram-se apêndices da esquerda, que duzentos anos atrás era a vanguarda do movimento político e hoje é o que há de mais retrógrado, pois essa corrente se revelou despótica, assassina e desastrosa. Deu errado em todas as partes – sem exceção – em que chegou ao poder.

As honrarias a Lula foram articuladas por sua equipe para reforçar seu périplo ao Nordeste em busca de votos, previsto para os próximos dias. A Academia, assim, se rendeu ao mais ladino, pernicioso e dissimulado criminoso da República, cujos atos lhe concederam o título de bandido honoris causa. Que ele compartilha com todos os que lhe são submissos.

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Gleisi e Bernardo: a decadência do “casal mais poderoso da República”

Seis anos atrás – edição 2170 – Istoé publicava reportagem de capa sobre o ministro das Comunicações Paulo Bernardo e sua companheira conjugal Gleisi Hoffmann, recém-guindada ao posto de “ministra-chefa” da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff.

A revista os rotulava como O casal mais poderoso da República e ilustrava sua capa com as fotos de perfil de Gleisi e Bernardo, ambos petistas, tendo o Congresso atrás. O casal vestia preto.

Istoé pincelou o passado de Gleisi, então desconhecida nacionalmente, detalhou as circunstâncias de seu envolvimento com Bernardo (ambos eram casados), do qual resultou um lindo casal de filhos, e enfatizou sua disciplina.

O preto da roupa de Gleisi e Bernardo era pressago – e profético. O “casal mais poderoso da República” desponta agora como o “mais corrupto da República”. A expressão é de minha autoria, e sua veracidade é atestada pela mesma Istoé em sua edição desta semana: a capa traz uma Gleisi solitária e fantasiada de guerrilheira e o título A corrupção da bolivariana do PT (resumo na postagem abaixo). Seu companheiro perdeu as funções públicas e está tão enrolado com a Justiça quanto ela, hoje a política mais esfuziante e rejeitada do país por suas convicções radicais, intolerância, autoritarismo e pedantismo (a passagem dela pela Casa Civil foi desastrosa e sua atuação como senadora é dedicada aos interesses do PT).

A edição desta semana a veste com uma boina vermelha, acessório que a identifica com as posições mais ultrapassadas da esquerda radical personificada por Nicolás Maduro, o ditador que, para se manter no poder, conduziu à miséria o país mais rico da América Latina, nega alimentos e produtos de primeira necessidade ao seu povo, ao qual impede pela força que se manifeste contra sua tirania assassina. Apesar disso, Gleisi é defensora intransigente do “companheiro” Maduro e de sua constituinte ilegal (violou a Constituição), fraudulenta (o resultado foi uma farsa gigantesca) e assassina, pois as forças de segurança do ditador mataram cerca de 170 pessoas que protestaram contra ele em duas séries de manifestações gigantescas (dois anos atrás e agora).

O glamour do casal estampado na capa da Istoé 317 edições atrás foi sepultado por sua conduta criminosa. Bernardo ganhou o ostracismo – após seis dias de prisão -, Gleisi… a presidência do PT!

Nada mais coerente para uma organização criminosa travestida de partido político do que ter uma ré por corrupção em seu comando formal e um condenado por corrupção e réu em outros cinco processos como líder de fato e única opção eleitoral. Seu nome não precisa ser citado.

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