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Lula? Marina? Bolsonaro? O futuro do Brasil é sombrio

Uma economia que reage em câmera lenta diante de uma crise de proporções ciclópicas; um presidente impopular e assediado por suspeitas de corrupção – o primeiro chefe de Estado brasileiro denunciado durante o mandato, o que o fragiliza ainda mais e o torna refém de um Congresso historicamente desgastado e severamente avariado após as delações da Odebrecht e JBS, que não fizeram distinção entre propina e contribuição eleitoral não contabilizada; um Judiciário lento e controverso. E uma parcela da população saudosa – por desinformação e/ou sectarismo – da bonança irresponsável proporcionada pelo governo Lula, o mais corrupto de que se tem notícia e cujo titular é réu em cinco processos por corrupção, lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça, tráfico de influência (faltou algo?)

Eis o labirinto que explica a liderança do ex-presidente nas pesquisas de intenção de voto, comprovando o ditado de que “o diabo pesca em águas turvas”.

E coloque turbidez nessa água: a segunda colocação é disputada pela esfinge Marina Silva (“decifre-a se for capaz”) e Jair Bolsonaro, militar linha-dura que fala e age como se personificasse um cassetete.

O presente do Brasil é trágico. E seu futuro, se depender de um desses três, será sombrio!

Da Justiça nos vem pelo menos o consolo de que, por causa de seus crimes, o ex-presidente – responsável (i)moral pela crise que vivemos – estará inviabilizado para a disputa. Quanto aos outros dois…

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Maringá, de “cidade canção” a “cidade dogão”

Feliz a cidade que possui pelo menos um prato típico: Morretes tem o seu barreado, Curitiba a carne de onça,Campo Mourão o carneiro no buraco, Cascavel a costela de fogo de chão, Santa Felicidade o frango frito com polenta… Maringá o sanduíche de cachorro quente prensado – “dogão!

A decisão foi tomada ontem, em primeira degustação – digo, discussão – pela Câmara dos Vereadores, que retirou da proposta o complemento “e outros prensados”, recuando assim da ideia de assumir a paternidade desse tipo de sanduíche.

Para o prato típico ser oficializado são necessárias, além da sanção do prefeito, mais duas degustações – engasguei de novo e corrijo: discussões – dos nobres e gulosos edis.

Desde já, no entanto, o último estribilho da popular “Maringá, Maringá”, de Joubert de Carvalho, pode ser adaptado aos novos tempos:

“Maringá, Maringá,
Serve agora o seu dogão
Pra de novo o estomagão
De um caboclo assossegá.”

(E antes que algum maringaense pense que estou com dor de cotovelo por ser londrinense, informo: não há melhor “dogão” do que o de Maringá, que pode ser servido a toda hora e em qualquer ambiente. Londrina ainda não oficializou o seu prato típico porque ainda não encontrou um nome decente que substitua o “arroz de puta”!)

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Alvaro Dias, a imagem que se consolida no horizonte de 2018

O senador pelo Paraná Alvaro Dias foi o terceiro “influenciador digital” mais acessado em relação ao julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE. A pole position ficou com o deputado federal Jair Bolsonaro e a segunda colocação com o prefeito paulistano João Doria. Lula ficou na rabeira (menos da metade de Bolsonaro, por exemplo).

A informação é da Gazeta do Povo e, associada à do Estadão, sobre o predomínio das redes sociais no convencimento do eleitor – 56% atribuem grande importância a esse instrumento e 36% dizem que ele é mais determinante que os tradicionais, segundo o Ibope -. revela o potencial eleitoral de Alvaro nas eleições de 2018.

A presidência da República e a administração municipal são os únicos cargos que ele ainda não ocupou – foi vereador, deputado estadual, federal e governador e diretor de estatal quando sem mandato. Seus movimentos nos últimos meses deixam claro que assumir uma prefeitura está fora de cogitação. Mas a presidência da República, esta sim, é o seu alvo prioritário. E não tem nada a perder, pois seu mandato de senador expira em 31 de dezembro de 2022.

Sua mais recente mudança de partido e ainda não formalizada – do PV para o recém-criado Podemos -, visa dissociá-lo de vez dos partidos tradicionais, todos severamente avariados pela Lava Jato (o PV não está nesta categoria, mas o ranço esquerdista compromete a imagem centrista do senador).

No início ano passado deixou o PSDB, partido sob o qual teve fecunda atuação parlamentar. Foi sua segunda saída do ninho tucano – a primeira no governo FHC, por assinar o pedido de instalação da CPI da Corrupção. Em ambos os casos, a decisão – mesmo que motivada por razões eleitoreiras – consolidou a imagem de político que não se curva aos caciques do partido, qualquer que seja o partido.

A segunda saída do PSDB ocorreu na hora mais do que certa, pois a Lava Jato, e sobretudo a delação dos donos da JBS, fulminaram seu líder Aécio Neves e chamuscaram os “cabeças-brancas” do partido. Restou aos tucanos apenas a experiência e credibilidade de FHC (embora tenha grande rejeição popular), mas o ex-presidente está fora do páreo.

E o páreo presidencial de 2018 dará grande peso, após o descalabro revelado pela Lava Jato & Cia., à conduta ética do candidato. E nesse quesito Alvaro se destaca, já que em sua vida pública – e lá se vão 49 anos desde que se tornou vereador em Londrina – jamais se envolveu em qualquer caso de corrupção (e olha que os petistas mobilizaram sua inescrupulosa máquina de destruição de reputações para descobrir alguma falcatrua, e nada!).

E as possibilidades de Bolsonaro e Doria, que dividem com Alvaro o espectro político do centro e da direita e também têm as mãos limpas? O primeiro construiu uma carreira sólida no Legislativo, unicamente no Legislativo – então, sua falta de experiência administrativa, associada ao radicalismo de suas posições, é adversária de seu projeto.

Doria recém-chegou ao cenário político. É um nome a ser considerado, mas, nesse momento, assemelha-se a Collor de Mello no início de carreira, dando ênfase a ações de grande efeito publicitário. Sabemos o que aconteceu com Collor. Doria não maturou o suficiente para se credenciar à disputa presidencial.

Maturidade, experiência e ficha limpa jogam a favor de Alvaro. Sua imagem – a internet que o diga – começa a se consolidar num horizonte conflagrado por vendavais, raios e tempestades.

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Parem as máquinas: defesa de Lula pede sua condenação!!!

A defesa de Lula revelou a “pedra filosofal” de sua inocência no caso do tríplex do Guarujá ao apresentar ontem as alegações finais ao juiz Sérgio Moro: o imóvel nunca foi e jamais poderia ter sido do ex-presidente já que a OAS, que concluiu o famoso edifício Solaris, incluiu a obra entre os bens dados como garantia de um empréstimo junto à Caixa Econômica Federal.

Os nobres advogados são o compadre e sócio Roberto Teixeira, que acompanha Lula e seus negócios desde sua militância sindical, a afilhada Valeska e seu marido, o espigado e arrogante Cristiano Martins.

Transcorridos meses e meses, indícios e indícios, provas e provas e depoimentos e depoimentos – entre eles o do dono da construtora, Leo Pinheiro, que assegurou o tríplex estava destinado a Lula em contrapartida aos favores que ele fez a empresa – para esses advogados tudo isso não teve a menor relevância.

O que pesou para eles foi a condição – única, irrefutável, terminal – de o imóvel ter sido dado como garantia de um empréstimo.

Acontece que, ao se tornar publica a essência da defesa do ex-presidente, a Caixa informou que a história é outra, que o imóvel de fato foi dado como garantia, mas isso não impedia que fosse comercializado. E que o empréstimo foi pago!

Guardem, portanto, senhoras e senhores corruptos, o nome dos advogados de Lula. Para jamais procurá-los em caso de necessidade, por mais extrema que seja. Pois, ao tentar proclamar a inocência do cliente, eles decretaram sua condenação. O mesmo poderá acontecer com vossas excelências.

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“Veja” mente sobre a Abin. E não pede desculpas

A revista Veja ilustrou a capa da edição da semana passada com uma fotomontagem do presidente Michel Temer em trajes do Exército. Título: “Agora é guerra”. Tema central: a ofensiva do presidente contra seus acusadores Janot e Fachin e a mobilização da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para levantar informações embaraçosas sobre este último.

Foi o maior forfait: a presidente do STF, Cármen Lúcia, divulgou uma nota duríssima e a oposição – Randolfe Rodrigues, o duende, à frente – soltou a franga, ameaçando abrir uma CPI.

Critiquei duramente a revista pelo procedimento, já que se baseou apenas numa fonte – “um auxiliar do presidente” – para divulgar informação de tamanha gravidade. “Furo” (informação exclusiva) ou “barriga” (informação furada), perguntei?

Passa domingo, passa segunda-feira, passa terça… e Veja não dá sequência ao assunto em seu portal, atropelada pelos desmentidos e pelo recuo tanto da presidente do STF como da oposição.

E, chega, finalmente, a hora da onça beber água: a edição desta semana, da qual se esperava, com base na tradição jornalística da Veja, não apenas a confirmação da notícia, mas seu aprofundamento. E o que ela faz? Mostra as reações à “notícia”, dá o fato como consumado, já não atribui mais ao presidente e sim a “assessores do presidente” a suposta mobilização da agência de espionagem e aponta a grade descoberta da Abin: que Fachin teria (teria!) jantado, por intermediação de um executivo da JBS, com o senador Renan Calheiros quando disputava a vaga no STF. E que a JBS teria (teria!) cedido avião para uma de suas viagens.

Ou seja, além de violentar o bom jornalismo e insultar a inteligência do leitor, Veja agride a Abin, pois essa informação é pública e notória: bastava acessar o Google e, vapt-vupt, lá estava a dita cuja!

Confirma-se, assim, a “barriga” e lamenta-se a falta de ética da revista, que deve desculpas ao leitor, à sociedade, ao presidente da República e à Abin.

Veja errou, e errou tão feio quanto no caso do “Boimate”, ocorrido em 1983: a notícia de que um laboratório havia desenvolvido um hambúrguer à base de carne de boi enxertada com tomate que dispensaria o uso do catchup para ser desgustada. Naquela ocasião, a revista reproduziu, como autêntica, informação da New Scientist, que tradicionalmente publica uma matéria fake para comemorar o 1º de abril. Veja não entendeu que era piada. E agora, com a “Abinmate”, não entende a seriedade do seu erro.

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Tarde demais, Narizinho!

Informa a coluna “Radar on-line”, da Veja:

Pouco antes de assumir a presidência do PT, Gleisi Hoffmann confidenciou a colegas que estava arrependida de ter aceitado a empreitada.

Ela descobriu que não terá a autonomia que imaginava. A executiva é quem dá as cartas ali.

Moral da história 1: então ela pensava que agiria como nos regimes comunistas, em que o secretário-geral do Politburo, em nome do “centralismo democrático”, dá as ordens e todos dizem “amém!”, sob pena, em caso de desacato, de irem para os Gulags ou o paredón?

Moral da história 2: Quem mandou meter o Narizinho onde não devia? Agora é tarde demais, baby!

Moral da história 3: Se ainda não ocorreu, Lula e o o PT vão se arrepender – e logo e profundamente – de tê-la feito “presidenta” do partido…

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A truculência petista que pavimenta o caminho do jovem vereador

Um tal “coletivo de sindicatos e associações” (desprazer em conhecê-lo!) exige a cassação do vereador londrinense Filipe Barros (PRB/foto) porque, na última “greve geral” ordenada pela CUT – e que foi um fiasco de norte a sul, leste a oeste -, passou com seu carro diante de um piquete gritando “vagabundos!”. Esse piquete impedia a entrada e saída de ônibus do terminal urbano.

O vereador -25 anos e no primeiro mandato – errou e reconheceu o erro. Pediu desculpas publicamente, mas de nada adiantou: o tal “coletivo” reuniu dezenas de pessoas para esbravejar, da galeria da Câmara, contra o vereador: “fascista!”, “golpista” e outros adjetivos impublicáveis. A agressão que praticaram fez parecer cócegas o destempero do vereador.

E os sindicalistas & congêneres não largam do pé do presidente do Legislativo, Mário Takahashi, para que coloque o assunto em discussão no plenário – da qual esperam, evidentemente, um único veredicto: “Fora!”

Pois é. Barros gritou “vagabundos” para uma turma que impedia a livre movimentação das pessoas e, portanto, violentava a Constituição. Mas, para essa turma, que se crê detentora da verdade e refente do destino alheio, seu procedimento equivale a um crime de lesa-trabalhador…

Bem, o que esperar dessa turma, a mesma – mudaram apenas os membros; eram dezenas e haviam participado do congresso do PT – que agrediu a jornalista Miriam Leitão na última sexta-feira, desde o momento em que ela chegou ao aeroporto de Brasília até quando deixou o Santos Dumont, no Rio, e torturando-a no avião com gritos, gestos ameaçadores e obscenos. Duas horas de violência!

Não se deve esperar – jamais!- coerência dos petistas, exceto num ponto: tudo o que é feito contra eles é pecado, tudo o que praticam é virtude.

E não se deve esperar também – e igualmente jamais! – inteligência em suas ações. Pois a pressão que fazem sobre Barros, numa cidade 127% contrária ao PT, pavimenta seu caminho para voos mais altos na política.

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Jornalista é agredida por petistas e Gleisi (a coveira do PT) culpa a Globo

Entidades jornalísticas e profissionais de imprensa se solidarizaram com a colega Miriam Leitão que revelou ontem ter sido vítima de bullying por mais de duas horas ao viajar de Brasília ao Rio de Janeiro no final de semana.

Seus agressores eram militantes do PT, que haviam participado do congresso do partido em Brasília. Congresso no qual Lula afirmou que “nunca antes o Brasil precisou tanto do PT como agora”.

A indignação nacional forçou o PT a emitir uma nota oficial. Assinada pela senadora Gleisi Hoffmann, que se intitula “presidenta nacional” do partido, a nota aponta o responsável pela agressão dos petistas à jornalista: a Rede Globo!

Destaco dois trechos da nota:

“O Partido dos Trabalhadores lamenta o constrangimento sofrido pela jornalista Miriam Leitão no voo entre Brasília e o Rio de Janeiro no último dia 3 de junho, conforme relatado por ela em sua coluna de hoje. Orientamos nossa militância a não realizar manifestações políticas em locais impróprios e a não agredir qualquer pessoa por suas posições políticas, ideológicas ou por qualquer outro motivo, como confundi-las com as empresas para as quais trabalhem.

(…) Não podemos, entretanto, deixar de ressaltar que a Rede Globo, empresa para a qual trabalha a jornalista Miriam Leitão, é, em grande medida, responsável pelo clima de radicalização e até de ódio por que passa o Brasil, e em nada tem contribuído para amenizar esse clima do qual é partícipe. O PT não fará com a Globo o que a Globo faz com o PT.”

Suprassumo do cinismo e da cara de pau e expressão do universo paralelo em que vivem os petistas – incapazes de reconhecer qualquer erro na conduta do partido e de seus membros –, a nota endossa o que este blogueiro afirmou assim que Gleisi foi ungida por Lula “presidenta” do PT: que sua missão é a de ser coveira do partido, que estrebucha à beira da sepultura.

A nota é a primeira pá de qual que a “presidenta” coloca sobre o féretro do PT.

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E Barbosa Neto leva mais uma: casa vai a leilão por multa eleiltoral

O ex-prefeito de Londrina Homero Barbosa Neto (então no PDT), cassado em 2012 por corrupção, réu em vários processos pelo mesmo motivo, condenado em primeira e segunda instância em alguns, acaba de levar outra bordoada: imóvel residencial avaliado em R$ 800 mil no Jardim Universitário vai a leilão no dia 30 por causa de uma multa eleitoral de R$ 200 mil (os valores são arredondados).

No início do mês, ele teve os bens mais uma vez bloqueados.

A razão da multa, determinada pela 41ª Vara Eleitoral, não é explicada pela Folha de Londrina, que a noticia em sua edição de hoje. Mas em 2012, recém-cassado, Barbosa – também conhecido por Barbóquio – teimou em voltar ao comando do Executivo. Foi um fiasco retumbante.

O ex-prefeito cassado comanda um programa de televisão, no qual faz duro combate à corrupção…

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Abin desmente “Veja” e garante: não espiona Fachin

A postagem “Temer e a Abin: ‘furo’ ou ‘barriga’ da Veja? Aposto na alternativa dois” recebeu o endosso e esclarecimentos da (Associação Nacional de Oficiais de Inteligência (AOFI), que reproduzo:

Prezado José Pedriali,

Conforme mencionado em seu texto publicado hoje (12/06/2017) no Massa News*, a AOFI aproveita para expressar sua concordância com práticas jornalísticas que priorizem a verificação e checagem de dados por mais de uma fonte, de forma a garantir a confiabilidade da matéria. Em especial, no caso em tela.

Cordialmente,

José Martins

Diretor de Comunicação da AOFI

P.S.: Abaixo, nota publicada em nosso site, onde nos pronunciamos de forma mais detida sobre o relato de Veja.

Eis a nota:

Diante do texto da revista Veja, veiculado na internet na noite de 9 de junho, a Aofi vem reafirmar aspectos relevantes ligados à atividade de Inteligência e sobre os profissionais que dela fazem parte.

A ABIN constitui-se em órgão de Estado permanente, apartidário e apolítico. Na condição de órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), tem por missão assegurar que o Executivo Federal tenha acesso a conhecimentos relativos à segurança do Estado e da sociedade.

Em diversas ocasiões, a ABIN e os funcionários públicos de carreira que a compõem são atacados por matérias que não oferecem provas sobre as acusações apresentadas e exploram o intrínseco sigilo da atividade como fator a justificar toda sorte de ilações.

A atividade de inteligência da ABIN é desenvolvida com observância aos direitos e garantias individuais e tem como fundamentos a preservação da soberania nacional, a defesa do Estado Democrático de Direito e a dignidade da pessoa humana.

Os agentes públicos que compõem a ABIN têm plena consciência da necessidade de fomentar as boas práticas e mecanismos de controle da atividade de Inteligência pelo parlamento.

Dentro da sua margem de conhecimento dos fatos, a Aofi considera impróprias as opiniões e inverídicas as notícias sobre suposto “aparelhamento” da ABIN, bem como sobre quaisquer outras ações que se afastem dos parâmetros legais acima referidos.

* Massanews é um dos portais que reproduzem meus comentários. A postagem original é de domingo, em josepedriali.com.br.

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