Bom dia, presidiário Lula

Acabou! Acabou! Acabou!

Acabou a esperança de sair do xilindró.

O poste que vossa excelência escolheu para reconduzir ao poder a organização criminosa sob seu comando não acendeu desta vez.

Quem brilhou foi o “soldadinho de araque” do Bolsonaro, sem estrutura partidária, sem dinheiro, sem ideias – mas com milhões de brasileiros decididos a usá-lo com instrumento para se livrar da tirania, do embuste, da corrupção, do desastre petista.

Curta sua cela de prisão nos próximos anos, ciente de que a pena atual – 12 anos e um mês – será incorporada à dos demais processos a que responde.

Feliz ocaso no xilindró!

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Lula está morto. Viva o Brasil!

O Brasil impôs uma derrota acachapante ao maior corrupto da história deste país, que, da prisão, tentou voltar ao poder por meio de um interposto e sua organização criminosa travestida de partido político.

Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil!

O presidente que muitos dos que votaram nele não desejavam, mas não tiveram escolha, pois era a opção a Lula e ao PT.

Bolsonaro personificou o desejo de mudança do brasileiro e a profunda aversão que Lula e o PT incutiram na maioria da população. Aversão que é consequência da corrupção, do desmando administrativo, da arrogância, da mentira, da truculência contra os adversários, tratados como inimigos. E do legado moral, político e econômico catastrófico.

A primeira grande derrota de Lula e sua organização criminosa foi a deposição de Dilma Rousseff, um desastre em contínua evolução. Criminosamente, rotularam a derrota – feita segundo o rito jurídico – de “golpe”.

A derrota hoje é mais dolorosa que a primeira. Não apenas impediu o êxito da conspiração: foi imposta pelas urnas. É irrevogável. Inquestionável. E tira em médio prazo qualquer perspectiva de o PT voltar ao comando do país. “Lula está preso, babaca”, na iminência de outras condenações, e o partido não possui quem possa substitui-lo na inteligência, carisma e vilania.

O que restará ao partido senão, por meio de sua poderosa bancada na Câmara dos Deputados, dedicar-se única coisa que demonstrou saber: obstruir, ameaçar, destruir.

A eleição de Bolsonaro encerra um dos ciclos políticos mais perversos. É a vitória da esperança, por mais temerária que seja, sobre o crime institucionalizado. Sobre a mentira, a vilania, o relativismo moral, a utilização inescrupulosa do estado para perpetuar-se no poder.

A esperança é temerária, pois depositada em quem jamais demonstrou espírito de estadista e sim de pugilista . Mas temos instituições sólidas, que o eleito promete respeitar – o que não ocorre com o partido perdedor, que tentou o quanto pôde, e inclui em sua proposta de governo, submetê-las a seus propósitos criminosos E, acima de tudo, temos uma população que despertou do torpor a que foi induzida pela massiva máquina de propaganda do lulopetismo.

O criminoso Lula está morto. Viva o Brasil!

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Adeus, queridos: é hoje!

Lula e o PT terão hoje a mais temida e dolorosa das derrotas: nas urnas.

O partido foi deposto da presidência da República há dois anos, mas o lulopetismo continuou incrustrado no poder por meio de Michel Temer, ao qual se associou para saquear o país.

A eleição de hoje marca o fim de um governo pernicioso, caracterizado pela: corrupção institucionalizada, desmando administrativo, ocupação de empresas e órgãos públicos por correligionários sequiosos por desfrutarem do banquete maldito, incentivo à violência social, divisão de classes, campanhas de difamação e ameaças contra os adversários e instituições – a Justiça em primeiro lugar. E um desastre econômico sem precedentes.

Lula e o PT protagonizaram a história da desonra!

A tentativa de voltar ao poder apresentando-se como paladinos da democracia – quando são defensores e sócios de ditadores repugnantes e pregam abertamente o controle da mídia, do Legislativo e do Judiciário – foi o epílogo de um embuste que se apresentou com várias roupagens. A “metamorfose ambulante”, como definiu Lula.

Adeus, queridos.

Que não voltem jamais!

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Suprema humilhação de Lula: perder para o “soldadinho de araque”

Se fosse o Alckmin, quatro vezes governador de São Paulo e apoiado pela maior coligação de partidos da campanha capitaneada pelo PSDB, rival histórico do PT.

Se fosse o Meirelles, presidente do Banco Central, ministro da Fazenda e chefão mundial do Bank of Boston.

Se fosse, por que não?, o valentão Ciro, deputado federal, governador do Ceará, ministro de vários governos e com respeitada base eleitoral no Nordeste.

Se fosse um dos três haveria consolo. Mas, suprema humilhação!, é para o Bolsonaro, “soldadinho de araque” (assim o chamou Haddad), é que o general da malandragem e inteligência mais brilhante e ladina da política Lula da Silva será derrotado no próximo domingo!

Faltam cinco dias: tchau, querido!

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Lula se inspira em Haddad para formular ataques a Bolsonaro

Instruído pelo poderoso chefão petista, agora por meio de intermediários já que foi proibido de visita-lo na prisão, Luladdad passou a atacar com mais veemência seu adversário Jair Bolsonaro.

No sábado, chamou-o de “soldadinho de araque”; no domingo, o acusou de comandar “uma milícia”.

Acho que Lula deve ter se inspirado no seu pupilo e em si próprio para bolar essas frases. Luladdad é um candidato de araque, já que o verdadeiro postulante à presidência é seu chefe, que, por sinal, é quem comanda a mais nefasta milícia de assaltantes de cofres públicos de que se tem notícia. E que dispõe de um braço armado, MST, o “exército de Stédile” que suspendeu temporariamente a invasão de propriedades rurais para fazer a segurança de Lulladad.(Veja postagem abaixo)

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Nada como um novo escândalo para esquecer um velho escândalo

Micou a “fake news” da Folha de S.Paulo sobre crime de caixa dois da campanha de Bolsonaro via impulsionamento de notícias contra o PT nas redes sociais financiado por empresários.

Passados quatro dias, o jornalão não conseguiu apresentar sequer um indício do crime denunciado. Pior: no sábado, mostrou uma proposta de trabalho de uma das agências de marketing digital feita ao PSDB, que a rejeitou.

O que os tucanos têm a ver com isso?

A mesma coisa que jabuticaba com borogodó!

A “fake” serviu apenas para reforçar o buscado álibi petista de atribuir a derrota no domingo que vem a uma “usina de mentiras” que, segundo Gleisi Hoffmann, estaria a serviço de Bolsonaro (olha só quem acusa: a presidente do partido que institucionalizou a mentira como nunca antes na história deste país!). E para dar munição para o partido tumultuar ainda mais a eleição, recorrendo ao TSE com “fake” em punho para pedir a impugnação da candidatura de Bolsonaro.

A “fake news” da Folha foi para o vinagre… e então se achou no fundo do baú um vídeo em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro faz o comentário infeliz: “Para fechar o STF, basta um soldado e um cabo”. Retirada do contexto, a afirmação soa como uma ameaça ao órgão supremo do Judiciário.

Repiquem os sinos, soem as trombetas, parem as máquinas: nada melhor do que um novo escândalo para esquecer um velho (e infrutífero) escândalo. A petezada foi pra cima e a Folha, para não perder o pique, fez do tema manchete desta segunda-feira. Ouviu mundos e fundos sobre a “a ameaça às instituições”. Ganhou o dia. Talvez a semana!

Mas quem é Eduardo Bolsonaro senão o filho do candidato?

O que importa é a opinião de Jair Bolsonaro sobre o Supremo. Onde está em seu programa de governo qualquer menção a “fechamento” do STF ou mesmo controle do Judiciário?
Em parte alguma.

Se há um candidato que prevê o “controle social” do Judiciário, assim como da mídia e do Legislativo, é Fernando Luladdad!

Portanto, o risco institucional é a candidatura do petista, cujo aliado Whadih Damous, deputado federal pelo Rio, defendeu em maio: “È preciso fechar o STF” (Confira). E quem faz campanha de afronta e desmoralização do Judiciário é o PT, que o acusa de “judicializar a política” para prejudicar o PT, promover uma “caçada judicial” contra Lula para impedi-lo de voltar à presidência e “fazer o Brasil feliz de novo”, afrontou a Lei da Ficha Limpa ao forçar a barra de sua candidatura inviável, faz ameaças de morte do juiz Sergio Moro, ameaças que levaram um ministro do STF, Joaquim Barbosa, a se aposentar precocemente?

A resposta está contida na pergunta.

Mas não se engane, caro leitor: teremos ao longo da semana outros “escândalos”, pois foi o que ordenou o chefão Lula do comitê eleitoral central petista – sua cela na prisão. É a única forma, segundo ele, de vencer Bolsonaro.

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“Folha de S.Paulo” produz a maior “fake news” da eleição

A denúncia é gravíssima: empresários poderosos estão gastando fortunas para impulsionar informações contra o PT no WhatsApp.

A coisa funciona assim: eles contratam uma empresa de marketing digital, que dispara milhões de mensagens para usuários do serviço.

Como as mensagens são contra o PT, deduz-se o óbvio: que o beneficiário é Jair Bolsonaro, que disputa com Luladdad a presidência da República.

Os contratamos para esse tipo de serviço chegam a R$ 12 milhões, individualmente.

Uma das empresas contratantes é a Havan.

A disseminação (impulsionamento) de informações em redes sociais só pode ser feito pelo candidato ou sua coligação. A infração corresponde a crime eleitoral por abuso de poder econômico e caixa dois.

Esta é a síntese da reportagem de ontem da Folha de S.Paulo que deixou ainda mais alucinados os petistas, que viram nesta informação a oportunidade de justificar porque estão apanhando sem dó das pesquisas. Afinal, tadinhos, ai que dó, estão sendo vítimas de uma campanha difamatória, apoiada em fakes news patrocinada por seu adversário!

Com um exemplar do jornal em mãos, correram ao TSE para pedir a inelegibilidade de Bolsonaro e o acusaram de gerenciar uma “fábrica de mentiras”, na expressão de Gleisio Hoffman, presidente do PT – o partido que fez da mentira um método de ação.

O que a Folha fez foi produzir a maior fake news desta eleição: a reportagem não expõe um indício, uma prova, um só testemunho que corrobore sua tese!

Se há contratos para o tal serviço, onde estão?

Onde estão os comprovantes de pagamento?

Quem são os empresários que participam deste esquema criminoso?

Qual o elo desses empresários com a campanha de Bolsonaro, além de sua simpatia por ele?

O único citado, o proprietário da Havan, Luciano Hang, negou categoricamente. E sua negativa tem começo, meio e fim, já que ele seria um bobalhão (o que sua fortuna atesta que não é) se gastasse tanto dinheiro para fazer o que já faz de graça: ele é um grande impulsionador de notícias nas redes sociais através das lives que viralizaram rapidamente.

E as empresas que fariam esse trabalho sujo? Seus donos negaram. É claro que, se estivessem praticando o crime, seus responsáveis o negariam. Mas a Folha não tem como checar se dizem ou não a verdade, pois não dispõe de nada, absolutamente nada para confrontá-los.

No que a Folha se apoiou para divulgar a denúncia? No mais pífio dos preceitos: “A Folha apurou que…” Ora, se apurou, mostre a prova!

A denúncia é (mais) um fiasco total e retumbante do jornalismo, ratificado hoje com a ausência do aprofundamento da acusação. Se a Folha dispusesse de elementos de prova e não os apresentou ontem, os apresentaria hoje. Como não o fez – e não fez por não possuí-los – repercutiu o tema, apontando a gravidade do suposto crime e suas consequências. Ou seja, produziu factoides a partir de uma informação sem fundamento, que trata como dogma e sobre o qual colhe a opinião de “especialistas”.

Com este procedimento, a Folha tumultua o processo eleitoral, pratica o crime do qual acusa Bolsonaro e contribui para minar ainda mais o descrédito da imprensa junto à opinião pública. Descrédito que está na origem da disseminação das fakes news e sua aceitação como fonte de informação confiável por milhões de brasileiros.

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PT institucionalizou a mentira. E está sendo vítima dela

A revelação da Folha de S. Paulo de que empresários estão investindo fortuna para disseminar notícias negativas contra o PT deixou a petralhada mais nervosa do que nunca. Eles viram na informação (que, é bom ressaltar, não se apoia em indícios, tampouco documentos, apenas num relato da repórter) um argumento poderoso para se passar por vítimas de uma campanha de difamação apoiada em “fakes news” a serviço de seu adversário Jair Bolsonaro.

A reportagem não afirma que as informações negativas são produzidas pela equipe ou por apoiadores de Bolsonaro – ressalte-se. Mas de onde poderiam vir?

Por mais que seja repugnante a produção de “fakes news” e sua utilização em larga escala, como têm feito os apoiadores do capitão reformado, o PT é responsável por elas. Pois foi quem, a partir da campanha de 2010, criou uma verdadeira indústria de mentiras – para proclamar as “conquistas” do partido, blindar seu líder Lula e combater sem escrúpulos seus adversários.

Fernando Luladdad acusou Bolsonaro de criar uma “organização criminosa” para disseminar mentiras. A acusação é leviana, pois não não há vínculo material de Bolsoanro com as “fakes news”. E cínica, pois foi justamente isso que o PT promoveu: uma rede gigantesca de blogs e portais financiados com dinheiro público ou de sindicatos amigos (sustentados pelo trabalhador) a serviço do partido. Essa rede, que minguou após a queda de Dilma, continua operante e age como autêntica polícia política, aos moldes da temida Gestapo de Hitler. É a PesTapo!

A PesTapo “fez o diabo” com Marina Silva, José Serra, Eduardo Campos e Aécio Neves, para citar os adversários mais recentes do partido em disputas presidenciais. A polícia política petista, no entanto, entrou nesta eleição raquítica – porque perdeu o financiamento público criminoso – e desorientada: não percebeu que o veículo mais eficaz de propaganda e contrapropaganda deixou de ser o Facebook e Twitter e passou a ser o Whatsapp.

Os apoiadores de Bolsonaro agem da mesma forma que seus adversários petistas, e isto é mau, muito mau, pois os iguala. Para combater o PT não é necessário recorrer a mentiras – basta expor a verdade, e ela é cruel com esse partido, membros e líderes que agem como organização criminosa – como atesta a Lava Jato.

Luladdad e o PT se insurgem agora contra as “fakes news”, das quais são os país biológicos e tão falsos quanto o conteúdo que disseminaram ao longo dos últimos anos. A começar de Luladdad, que incorpora uma candidatura que não é dele, mas de um presidiário que o utiliza para retomar o poder. Presidiário condenado em segunda instância por unanimidade e que proclama ser a “viva alma mais honesta deste país”.

Moral desta história imoral: quem com “fakes news” fere, com “fakes news” será ferido. Mortalmente, no caso do PT.

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Luladdad está morto. Nasce o Bolsoddad

Ao trocar o vermelho pelo verde e amarelo como cores de sua campanha, ao omitir Lula das peças publicitárias e discursos, ao defender a liberação do porte de armas e reforço às forças de segurança, ao renegar as propostas bolivarianas do programa de governo, ao defender a família tradicional como paradigma moral, ao admitir que o PT cometeu erros (embora não indique quais nem peça desculpas por eles), ao defender que “dirigente petista que se corrompa deve ser preso” (repta-se a ressalva contida nos parênteses anteriores), Luladdad anuncia o voto em seu adversário Jair Bolsonaro.

Pois tudo o que ele diz agora contraria o que dizia no primeiro turno.

Tudo o que diz agora coincide com o ideário político de seu adversário.

Se antes seu lema era “Haddad é Lula, Lula é Haddad” – daí a origem do Luladdad -, assistimos, a menos de duas semanas do segundo turno, à maior metamorfose de todos os tempos – Bolsodadd, fase final de um embuste sem precedentes!

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Somente Bolsonaro pode vencer Bolsonaro

Pesquisa Ibope desta segunda-feira referenda o Datafolha de quinta, atribuindo a Bolsonaro (59%) um ponto a mais que o outro instituto e a Luladdad (41%) um a menos dos votos válidos.

Bolsonaro recebeu no primeiro turno 46% dos votos válidos e Luladdad 29%. Uma semana depois, a vantagem do primeiro sobre o segundo oscilou de 17 para 18 pontos. Ou seja, está consolidada.

E o que aconteceu nessa semana? Bolsonaro deu uma leve maneirada em suas propostas, mas pisou na bola ao defender a manutenção das estatais “estratégicas” e não atribuir prioridade à reforma da Previdência. O mercado se abalou, mas sua popularidade não se feriu.

Luladdad, por sua vez, inaugurou a quarta fase da campanha petista. A primeira foi pautada pelo slogan “eleição sem Lula é golpe”. a segunda afrontou o Judiciário ao forçar a candidatura do chefão, impedido pela Lei da Ficha Limpa; a terceira – após a impugnação do presidiário – tentou colar Haddad a ele (“Lula é Haddad, Haddad é Lula”); e a quarta quer apresentar o candidato como dotado de personalidade própria e dissociá-lo do programa bolivariano do partido por meio da adoção do verde e amarelo em lugar do vermelho, entre outras mudanças cosméticas.

Nada adiantou. O eleitor perseguido por essa estratégia – o que rejeita Haddad mas também não quer Bolsonaro – limita-se a esta altura do campeonato a um contingente ínfimo e propenso a votar a contragosto no capitão reformado para impedir a volta do PT ao poder.

Obedecendo à orientação do seu líder encarcerado, o PT desidratou seu candidato, abrandou suas teses, deu-lhe um banho de loja e… de nada adiantou! Pelo contrário (pois Haddad chegou onde chegou graças a Lula e não conseguirá ir adiante sem ele), a distância do petista em relação ao favorito aumentou e – para piorar – sua rejeição também, enquanto a do outro diminuiu.

Faltando doze dias para o segundo turno, conclui-se: o único que pode derrotar Bolsonaro é Bolsonaro. Quanto menos falar, quanto menos se mover, mais se consolidará. E deixará o PT exasperado com a ineficácia de sua estratégia camaleônica, restando-lhe como alternativa intensificar os ataques ao adversário. O que contribuirá para aumentar a vantagem de Bolsonaro.

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