Fachin vai relatar recurso de Lula ao STF. Já sabemos o que dirá…

E não é que o autor do voto mais esdrúxulo, sem pé nem cabeça, doidão mesmo da história recente do Judiciário brasileiro, o ministro Edson Fachin – aquele que atribuiu ao Comitê de Direitos Humanos da ONU prevalência sobre o ordenamento e instituições jurídicas do Brasil, autorizando a candidatura de Lula apesar da Lei da Ficha Limpa – é quem relatará o recurso do presidiário no STF para disputar a presidência da República?

Se Deus é brasileiro, como muitos acreditam, então o diabo é petista, pois não poderia haver coincidência maior. A causa afrontosa do corrupto não poderia ter caído em melhores mãos, mãos sujas após aquele voto que contrariou todos os demais seis ministros do TSE na sessão histórica que barrou a ameaça do presidiário. Vot oque contrariou a legislação brasileira e afrontou a autonomia do Judiciário, concedendo poder soberano a um comitê subsidiário da ONU, meramente administrativo e que apenas “recomendou” a candidatura do corrupto sem sequer analisar o mérito do julgamento que o condenou a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

E qual a tese a que Lula se agarra para pedir ao STF que abra as porteiras para ele e a mandada de petistas alucinados com a perspectiva de retomar o comando do país que dilapidaram? A determinação daquele comitê…

Portanto, Fachin vai relatar sobre o que já decidiu.

Resta esperar que os demais membros do STF, mesmo o trio LGT – Lewandowski, Gilmar e Toffoli – insuspeitíssimo por não resistir à tentação de libertar bandidos, especialmente os petistas, não se deixe contagiar pela estupidez de Fachin.

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O incêndio que ameaça o Brasil

O incêndio do Museu Nacional consumiu o passado do Brasil.

Duzentos anos de história foram transformados em cinza.

Restaram apenas as paredes do palácio que um dia abrigou a família imperial.

A tragédia comove-nos e ao mundo.

O PT abalou as estruturas política, econômica e ética do país, promoveu o maior saque aos cofres públicos de que se tem notícia e promete fazer o mesmo, pois sua pauta é a que nos arrasou, se vencer as eleições de outubro.

Chegou à presidência, da qual foi deposto na esteira do desastre que promoveu, prometendo uma implacável cruzada ética. Quer voltar, à revelia da lei, por meio de um presidiário condenado em segunda instância por corrupção.

O projeto do PT, se vitorioso, consumirá o futuro do Brasil.

E 40% dos eleitores estão dispostos, por ignorância ou má fé, a contribuir para lançar-nos às chamas.

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O PT perdeu, mas ganhou. E o TSE produz uma aberração

Por seis votos contra o inacreditável de Fachin, que concedeu poderes absolutos a um comitê da ONU sobre o ordenamento jurídico brasileiro, o TSE deixou fora da campanha o presidiário Lula da Silva.

Eram favas cantadas que o presidiário seria barrado no baila por afrontar a Lei da Ficha Limpa. Até o PT – ou principalmente o PT – contava com essa sentença óbvia.

Mas a decisão final, tomada em sessão secreta após oito horas de deliberação sobre o tema, é mais uma das tantas coisas esdrúxulas que podem brotar da cabeça – ou outra parte do organismo – de nossos magistrados: o presidiário ficou impedido de fazer atos de campanha, mas não de ocupar 25% do tempo da propaganda de Fernando Haddad – tempo que foi mantido integralmente ao PT mesmo que a substituição da cabeça de chapa não tenha sido ainda efetivada.

Os ministros caíram na lorota de que o tempo de propaganda eleitoral é do partido e não do candidato. Sim e não ao mesmo tempo, pois, ao registrar Lula como candidato em desrespeito à Lei da Ficha Limpa, o PT correu o risco de ter a candidatura embargada e, assim, ter a propaganda vedada até a homologação da candidatura de Haddad como candidato à presidência.

Desconte-se que os ministros estavam exaustos (Barroso, o relator, varou a madrugada preparando seu voto, que foi brilhante e didático), mas isso não os absolve do erro desta decisão, pois concederam indulgência a um partido que agiu de má-fé em prejuízo dos demais.

Guardadas as devidas proporções, esta decisão é comparável à manutenção dos direitos políticos de Dilma Rousseff após a cassação de seu mandato pelo Congresso, o que viola frontalmente a Constituição. E quem estava no comando desta patacoada? O então presidente do STF Ricardo Lewandowski…

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Fachin, Lewandowski e Toffoli: os “agentes adormecidos” do PT no Supremo

Ricardo Lewandowski foi decisivo no julgamento do mensalão para atenuar a pena dos criminosos, comandados por José Dirceu, que usaram dinheiro público para comprar apoio de parlamentares. No julgamento de Dilma Rousseff pelo Senado, que resultou em sua cassação, avalizou, à revelia da Constituição, a preservação dos direitos políticos dela – que concorre a uma vaga no Senado por Minas Gerais.

Ele chegou ao STF devido à amizade com a família de Lula.

José Antônio Dias Toffoli, membro do time contrário à possibilidade de prisão após condenação em segunda instância, foi decisivo para a libertação provisória de José Dirceu, condenado a 30 anos de prisão por corrupção, etc.

Alegou que não questionava a prisão após condenação em segunda instância mas que havia “plausibilidade” na queixa de Dirceu de que sua pena fora calculada erroneamente.

Ele chegou ao STF por sua proximidade com o PT. Foi assessor de Dirceu.

Edson Fachin, cabo eleitoral de Dilma, chegou ao STF prometendo autonomia em relação à sua militância política, tomou decisões duras no julgamento de recursos de réus da Lava Jato, incluindo Lula e… votou hoje pela manutenção da candidatura do presidiário com base em parecer de um comitê da ONU.

Os três comprovam o “agente adormecido” – aquele que se infiltra na sociedade, ganha sua confiança e a trai quando recebe a ordem de seus contratantes -, muito utilizado nos serviços de espionagem e copiado pelo terrorismo internacional, foi implantado no Supremo pelo PT.

E Toffoli vai assumior a presidência do STF no dia 13…

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Fachin apunhala Alvaro Dias pelas costas

Defensor do MST e cabo eleitoral de Dilma Rousseff, Edson Fachin chegou ao STF com um empurrãozinho decisivo de um adversário insuspeito do PT: o senador Alvaro Dias, que endossou seu conhecimento e independência jurídica.

Alvaro Dias é um dos mais ferrenhos opositores do PT.

O aval de Alvaro custou-lhe a perda de milhares de eleitores em potencial em seu estado, o Paraná, e críticas contundentes de simpatizantes Brasil afora.

Os primeiros movimentos de Fachin, sobretudo sua postura firme na relatoria da Lava Jato, demoliram a impressão de que o ministro agiria – assim como Toffoli e Lewandowski – como cavalos de Troia a serviço do PT no Supremo.

Seu voto esdrúxulo, extravagante e injurioso ao ordenamento legal brasileiro proferido hoje à noite em defesa da candidatura de Lula – no qual referendou a determinação do Comitê de Diretos Humanos da ONU para que o presidiário, condenado em segunda instância, participasse do jogo – jogou por terra sua imagem de legislador infenso às suas preferências políticas.

E equivaleu a uma punhalada nos costas de Alvaro Dias. Para dar a Lula, condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, a chance de afrontar a Justiça e tentar voltar ao comando do país que dilapidou, Fachin deu um golpe doloroso na candidatura de um homem íntegro – há 50 anos na vida pública e sem ter respondido a um só processo – pois o que fez hoje será cobrado do seu avalista.

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Tese de Fachin sepulta a Justiça brasileira

O ministro Roberto Barroso, relator do caso Lula no TSE, refutou a “liminar” do Comitê de Diretos Humanos da ONU que impunha a candidatura de Lula à presidência da república, apesar de todos os pesares por demais conhecidos.

Alegou o ministro que as decisões deste comitê são meras “considerações”, sem “efeito vinculante” e, para piorar, não são reconhecidas pela legislação brasileira.

Decidiu, portanto, o óbvio: que a Lei da Ficha Limpa deve se impor a Lula,o Inelegível, competindo ao PT substituí-lo na cabeça de chapa no máximo em dez dias. Até lá, nada de o presidiário aparecer na propaganda eleitoral.

E aí veio Edson Fachin, concordando com inelegibilidade de Lula, mas admitindo que o Brasil tem de se submeter à decisão do comitê da ONU, tomada por dois de seus 18 membros, sem ouvir o governo brasileiro e remetendo a análise do mérito (a prisão de Lula) para o ano que vem, quando já teremos um presidente da República empossado.

Se a tese de Fachin (prendam este homem!) prevalecer – faltam cinco ministros para votar – sepultemos a legislação brasileira, adotemos o que a ONU e seus comitês de aspones decidirem e fechemos o Judiciário brasileiro – demitindo seus juízes, ministros, assessores, etc. e tal. A começar de Fachin.

Fachin Fachin:
Sua tese é chinfrim.
É o fim!

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Lula, Barrabás e Hitler: o que eles têm em comum?

Os petistas estão eufóricos com as pesquisas de intenção de voto, que apontam o crescimento da candidatura inviável do presidiário Lula, primeiro colocado na corrida pelo Palácio do Planalto, após o pedido de registro no TSE.

Afirmam que isso mostra que o povo rejeita a “Justiça de mentira” que o condenou e que a impugnação de sua candidatura, líquida e certa por esbarrar na Lei da Ficha Limpa, violará a “soberania popular”. Citam o parágrafo único. do artigo 1º da Constituição: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”

Nada mais falacioso do que esse argumento, já que o enunciado do artigo 1º da Carta Magma estabelece: “A República Federativa do Brasil (…) constitui-se em Estado Democrático de Direito”. A esse Estado de Direito obedecem a condenação a que foi submetido e a Lei da Ficha Limpa. Ironicamente, a lei que o inviabiliza eleitoralmente, elaborada pelo Congresso por iniciativa popular, foi sancionada integralmente pelo então presidente Lula, em 2010.

Não fosse o ordenamento jurídico em vigor, correríamos o risco de viver situação semelhante à da Palestina no ano 33 do calendário gregoriano, quando os judeus decidiram, por meio de um referendo, libertar o ladrão Barrabás e condenar à morte Cristo, vítima de uma campanha difamatória injusta movida pelos fariseus.

A “soberania popular” também produziu, entre outros desastres, monstros como Adolf Hitler, cultuado e obedecido cegamente – graças à fabulosa máquina de propaganda comandada por Josef Goebbels – até destruir meio mundo, e principalmente a Alemanha. Até hoje há quem o considere o maior líder do século passado e que o Holocausto é invenção dos seus adversários.

Lula, assim como Hitler e Barrabás, têm em comum a manipulação da opinião pública, que o apresenta como vítima de uma conspiração que quer impedir o seu retorno à presidência para “fazer o Brasil feliz de novo”. E uma opinião pública disposta, por ignorância ou má fé, a se curvar à mentira.

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Dilma, Gleisi; Bolsonaro e Joice: o ponto de convergência da esquerda e da direita

A esquerda brasileira produziu duas aberraçõess: as petistas Dilma Rousseff, a mais desastrosa chefe de Estado de que se tem notícia, e Gleisi Hoffmann, que leva o fanatismo político às últimas consequências.

Dilma iniciou-se na política durante o regime militar como terrorista urbana. Participou de vários grupelhos que combatiam a ditadura de direita para implantar uma de esquerda e que levam no lombo uma pilha de cadáveres. É impaciente, mandona, ignorante em quase tudo. Pródiga em falar besteiras – seu repertório é digno de uma enciclopédia. Quase arruinou o país, foi cassada, correu o mundo com dinheiro público para denunciar o “golpe” e, apesar dele, candidata-se a uma vaga no Senado.

Gleisi subiu na vida depois que se juntou a Paulo Bernardo, então um promissor deputado federal pelo PT (hoje mais um encalacrado em denúncias de corrupção, assim como ela). É arrogante, intolerante. Submete-se apenas ao seu deus Lula e à sua religião, o petismo. Submissão, aliás, que explica sua ascendência no partido. O radicalismo inviabilizou a reeleição para o Senado. Disputa uma cadeira na Câmara dos Deputados.

A direita brasileira, alimentada pelo radicalismo e pelo desastre produzido pelo PT, está nos revelando igualmente duas aberrações: Jair Bolsonaro e Joyce Hasselmann, ambos do PSL.

Capitão reformado do Exército e defensor da tortura, age como se jamais tivesse deixado o quartel e os sete mandatos que acumula como deputado federal comprovam sua incrível capacidade de não aprender. Suas realizações como deputado são pífias – exceto nas confusões e polêmicas que provoca – e os debates de que tem participado na campanha eleitoral atestam sua inaptidão para o governo. Não sabe nada, absolutamente nada além de prometer descer o cacete em bandido e delegar à sua equipe os assuntos de governo.

Joice Hasselmann projetou-se nacionalmente ao ser âncora de um programa da TVeja (da qual foi demitida por excesso de ego). Chegou lá depois de passar por rádios e tevês do Paraná e manter um blog em que abusava do plágio – foram mais de duzentos, segundo o Sindicato dos Jornalistas. Encontrou na oposição ao PT uma valiosa alavanca de promoção pessoal e radicalizou.

É loira (?) como Gleisi (?), radical como ela, ambiciosa como ela. Semelhante á petista até no nome e sobrenome, silábica e foneticamente. Podem, assim, ser tratadas como Gleisi Hasselmann e Joyce Hoffmann.

Joice não precisou por enquanto, pelo que se sabe, corrigir o nariz. Disputa uma vaga de deputada federal pelo PSL, partido de Bolsonaro.

A semelhança de procedimentos, temperamento e comportamento (e atributos físicos no caso das loiras) reforça o princípio de que direita e esquerda estão em extremos opostos mas quase se tocam – tese do general Golbery do Couto e Silva, mentor do processo de abertura do regime militar.

Abertura que, trinta e três anos depois que João Batista Figueiredo deixou o Palácio do Planalto pelos fundos, resultou nesse cenário dantesco e pressago, um país em que as principais forças políticas conspiram contra ele: a esquerda o arrasou, a direita personificada por Bolsonaro surge como uma ameaça à sua recuperação.

E a culpa não é dos milicos. É dos civis. É nossa, os eleitores.

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Qual será o factoide que Lula e o PT criarão hoje?

Fiel discípulo de Goebbels, o PT faz da mentira um método permanente de ação. “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”, pregava o mestre da falcatrua. Depois de ter sido derrotado política e moralmente e confinado ao bunker da desonra – e ao seu líder a uma cela da Polícia Federal -, o PT sublima a mentira para dar a seus seguidores e opositores a falsa ideia de que ainda poderá voltar ao poder.

Criou o mito de que a deposição da desastrada e desastrosa Dilma Rousseff foi um “golpe”. Criou o mito de que Lula foi condenado com base num processo ilegítimo com a finalidade de enxotá-lo da vida pública e, assim, barrar aos pobres e oprimidos a possibilidade de “voltar a ser feliz”. Dessa mentira adveio outra, a do Lula “prisioneiro político”. E a mais gritante de todas: Lula candidato à presidência apesar de presidiário, apesar de impedido legalmente.

Essas são as linhas mestras da campanha publicitária mentirosa à qual o PT e seu líder presidiário se agarram para camuflar seus crimes (“uma mentira repetida mil vezes…”), e dela derivam quase todo dia factoides – fake news na terminologia atual – para manter esses mitos e manter o país em suspenso permanente.

A ação do PT é simbolicamente ainda mais danosa que a de Hitler e a cúpula nazista
quando encurralados no bunker de Berlim. Aos nazistas, esfacelados nas frentes de batalha e incapacitados de reagir, não restava alternativa senão aguardar o desfecho da tragédia que provocaram. Lula e o PT usam o bunker da desonra para municiar com mentiras em série seus batalhões alucinados pela perda do poder com a finalidade de impedir a reconstrução do país que destruíram.

Na semana passada, fomos bombardeados por factoides em série. Cito os principais: o registro da candidatura impossível de um presidiário, a ameaça de pedir a nulidade do julgamento de seu registro pelo TSE, a “determinação” de um comitêzinho da ONU para que o governo “garantisse” os “direitos eleitorais” do criminoso!

É de se perguntar, pois: quais os factoides que Lula e o PT criarão esta semana para manter os mitos e a cortina de fumaça que impede que parte da opinião pública caia na real sobre seus crimes e a ameaça que representam para o país?

Poderiam começar com uma mensagem psicografada de Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU morto no final de semana, “determinando” uma intervenção dos capacetes azuis no Brasil caso a candidatura do presidiário seja barrada pelo TSE. Ou uma carta do Dalai Lama prevendo abalos sísmicos, chuva de meteoros, incêndios incontroláveis? Um texto perdido de Nostradamus sobre o Messias (que não é o Jair), retratado pelo número 13 (12 anos e um mês de prisão) que as forças do mal trancafiariam para impedir a ressurreição de um povo sofrido?

Ideias pífias essas. Minha criatividade é infinitamente inferior à capacidade de manipulação lulopetista.

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Lula não foi ao debate, mas esteve bem representado

Por insistência do PT, a Rede TV instalou um púlpito como o nome do presidiário Lula da Silva, impedido de participar do debate entre os presidenciáveis pelo fato de ser um… presidiário.

O púlpito ridículo foi retirado por pressão dos demais candidatos, mas o ex-presidente, que cumpre pena de 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, esteve representado por dois pretendentes ao cargo: Guilherme Boulos (PSOL) e Marina Silva (Rede).

O primeiro é a reencarnação de Lula na fisionomia, porte físico, gestual, oratória e linha doutrinária. É o Lula de 30 anos atrás, quando o promissor líder sindical se candidatou ao Planalto pela primeira vez. Sinalizava uma mudança radical na condução da política – sem barganhas e com profundo respeito à ética e ao patrimônio públicos – e o que entregou foi a mais profunda e prolongada crise política, o aparelhamento do estado, o achincalhamento das instituições e o maior roubo organizado aos cofres públicos de que se tem notícia.

Marinha nhenhenhém da Silva, gestada em útero petista e educada no pensamento petista e que conduziu sua carreira política na seara petista, descambou para a defesa platônica da ecologia, mas, nas duas vezes em que foi confrontada com a corrupção petista e a prisão de seu líder voltou suas baterias contra os tucanos. Os tucanos não são santos, mas, 15 anos depois de terem deixado o governo, não encontraram nada que os equipassem ao petistas em matéria de malfeitos.

Boulos é o Lula que seus crimes sepultaram, Marina a combinação do ideário petista com essências florais. Na missa negra de que participou pouco antes de se entregar à polícia, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, Lula profetizou que se transformaria numa “ideia”. Pois a ideia materializou-se num duende (Marina) e num terrorista urbano (Boulos). Péssima ideia!

O evangelista Lucas (6:44) tinha razão: “Conhece-se a árvore pelos seus frutos”.

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