Municípios procuram meios para aumentar a receita

Os prefeitos das cidades que fazem parte da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) vão discutir medidas que possam alavancar a arrecadação municipal no Seminário sobre Gestão Tributária Municipal que acontece no próximo dia 29, no Hotel Dan Inn em Curitiba.

O evento é gratuito e contará com palestrantes especializados que trabalham diariamente em torno do tema. As palestras abrangem tópicos como a construção de alternativas para as receitas, o Simples Nacional e o SEFISC, as 10 medidas para incrementar a arrecadação a partir da divida ativa, bem como, o ITR e as possibilidades deste tributo nos Municípios.

O objetivo é auxiliar secretários de fazenda e gestores municipais da área de tributação e fiscalização, a construir caminhos e conhecimento para desenvolver iniciativas capazes de ampliar as receitas municipais.

A receita é o oxigênio da administração municipal e os gestores precisam estar preparados para os desafios e conhecer as tendências atuais na área tributária, afirma o consultor Eudes Sippel, um dos palestrantes do seminário.

As inscrições gratuitas vão até o dia 27 de março e podem ser realizadas pelo site www.gtmweb.com.br. Maiores informações pelo 51.3237-2290.

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Fiscalização encontra irregularidades em mais três açougues

Fiscais da Vigilância em Saúde e do Procon encontraram irregularidades nos setores de açougue de um supermercado da Avenida Pedro Taques, no Jardim Alvorada, e de outro da Avenida Alziro Zarur, na Vila Vardelina, inspecionados ontem, que vão desde produtos vencidos, produtos sem selo de origem, desconformidade no armazenamento e na temperatura de câmaras frias e balcões frigoríficos, além da venda de carne previamente moída, que segundo a legislação deve ser moída apenas no ato da compra.

A fiscalização conjunta esteve também em um açougue da Avenida Mandacaru, onde também encontrou irregularidades.

Segundo o chefe de Fiscalização do Procon, Sérgio Castanheira, as equipes do Procon e da Vigilância vão fazer hoje o relatório das constatações das inspeções de ontem e quarta-feira, quando serão definidas os termos das autuações aos cinco estabelecimentos vistoriados até agora.

As inspeções em conjunto serão retomadas na próxima terça-feira.

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Equipes ‘caçam’ gente para vacinar até nos botecos

A pé, de carro e até em carro dos próprios funcionários, equipes da Secretaria Municipal de Saúde e das Unidades Básicas de Saúde de Maringá estão percorrendo ruas, improvisando postos em escolas, órgãos públicos, na frente de supermercados, shoppings centers ou qualquer outro local que tenha aglomeração na tentativa de vacinar o maior número possível de pessoas contra dengue. A cidade tem até o final do mês para imunizar 93 mil pessoas com idades entre 15 e 27 anos e do dia 3 até ontem menos de 27 mil haviam sido vacinadas, ou seja, apenas 29% da meta em 20 dias, restando 71% para serem feitos em oito dias.

Estamos trabalhando o dia inteiro e até a noite, além dos finais de semana, intensificamos a divulgação, mas mesmo assim está difícil atingirmos o número pretendido de imunizações”, explicou a diretora da Sala de Vacina da Secretaria de Saúde, Edlene Loureiro Aceti Goes.

Como o povo não vai à vacinação, a vacina vai ao povo. Nesta quinta-feira as equipes percorreram as avenidas Brasil e Pedro Taques e os jovens eram abordados na rua. A noite, os postos itinerantes funcionaram no Auditório Dona Guilhermina, Unicesumar, atendeu um grupo de jovens da Igreja Deus é Amor e estiveram também na Praça Vitor Rodrigues Martins, no final da Avenida Mandacaru, onde atendeu jovens da Igreja Bola de Neve. Também nesta noite equipes de vacinadores estiveram em locais estratégicos, como bares, restaurantes, sorveterias, lanchonetes, entre outros estabelecimentos localizados nas avenidas Tiradentes, São Paulo, Rio Branco, Humaitá e Curitiba.

Esta campanha contra a dengue é uma estratégia exclusiva e pioneira do Estado do Paraná, que comprou as doses para atender aos municípios com mais ocorrências da doença”, diz Edlene Goes. “As 30 cidades mais afetadas, entre elas Maringá e outras oito da região, estão vacinando os jovens entre 15 e 27 anos, enquanto Paranaguá e Assaí, mais afetadas ainda, estão tendo um trabalho diferenciado, vacinando pessoas de 9 a 44 anos”.

A primeira etapa da campanha, em agosto e setembro do ano passado, deveria vacinar 93 mil pessoas em Maringá, mas apenas 34 mil compareceram aos postos de vacinação. Assim, nesta segunda etapa a cidade está tentando vacinar, com a segunda dose, as 34 mil pessoas vacinadas na primeira etapa, mais as 59 mil que não foram vacinadas antes.

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Prefeitos com Osmar, Smart City e rodeio hoje em Colorado

O prefeito de Colorado, Marcos Melo (PR), recepciona hoje à tarde os demais prefeitos das 30 cidades que integram a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) para uma reunião itinerante da entidade.

A reunião será aberta e contará com a presença de deputados que têm mando político na região, empresas que têm produtos a oferecer às prefeituras, técnicos de órgãos do governo estadual e do ex-senador Osmar Dias, possível candidato ao governo do Estado.

Também o Consórcio Santa Luzia/ASC, que trabalha na elaboração de projetos de cidades inteligentes, vai apresentar suas ideias para os municípios da região de Maringá.

Ao final, os prefeitos que participarão do encontro são convidados por Marcos Melo para visitarem também a Festa do Peão de Boiadeiro, que começou sexta-feira passada e prossegue até domingo. O rodeio de Colorado já é considerado um dos melhores do Brasil.

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Cafés especiais não conhecem crise

Enquanto a produção brasileira de café aumenta de 1% a 2% ao ano, o segmento dos cafés gourmet cresceu entre 20% e 30% nos últimos cinco anos

Foto: Culturamix

O jovem empresário Michael Tamura deixou sua agência de publicidade pouco tempo depois de formar-se em Publicidade e Propaganda para dedicar-se à produção, preparação e venda de cafés gourmet; o empresário José Sandeski Neto, dono da Antenas Aquário e da Perfileve, dedica boa parte de seu tempo a cuidar de um pequeno cafezal em seu Recanto das Águias, onde acompanha pessoalmente os tratos culturais, colheita, torra, embalagem e até a venda do café que leva seu nome.

Não é pelo dinheiro que dá, é pelo prazer de se fazer o que gosta da melhor maneira, diz Sandeski, que há alguns meses vende pessoalmente o Café Sandeski, em grãos ou moído em saquinhos de 250 gramas ou em latas. Com isto ele volta às suas origens rurais e faz questão de destacar na embalagem que trata-se de um produto artesanal. Para ele, café de qualidade deve ser cuidado como um belo jardim.

O empresário Eder Hudson Veltrini, proprietário da Café Shop, uma loja especializada em cafés especiais, diz que apesar de se falar tanto em uma crise na economia nacional, o setor de café vai muito bem. Lá ele tem cafés que chegam a custar R$ 25 uma xícara. “Percebemos que há cada vez mais gente se dedicando à produção de cafés especiais, pois constantemente estão sendo oferecidas novas marcas e para todas elas há compradores”, diz.

Entre as novas marcas está o Café Tamura, produzido por uma família de japoneses que chegou a Maringá quando ainda não existia a cidade, derrubou matas e plantou um dos primeiros cafezais do norte do Paraná. Depois das geadas que dizimaram a cafeicultura paranaense em 1975, a família comprou terras em Minas Gerais e hoje destina 400 alqueires ao café. Mas, a empres continua em Maringá.

Michael Tamura presenteia o editor Frank Silva com seu já conceituado Café Tamura Gourmet

O jovem Michael Tamura, publicitário que foi presidente do Conselho de Jovens Empresários da Associação Comercial, se apaixonou por café há pouco tempo, mas de forma a mudar sua vida. Deixou de se dedicar à agência de publicidade e foi fazer cursos de degustador e de classificador de café, aprendeu a separar o café especial do café comum e, com sua experiência de publicitário, criou embalagens e formas de apresentar o produto. Hoje é o divulgador e vendedor do Café Tamura, vendido em lojas especializadas e por uma rede de supermercados de Maringá.

O Paraná sempre foi grande produtor de café, o maior do Brasil, mas nunca se preocupou com qualidade”, diz o economista Paulo Sérgio Franzini, da Secretaria da Agricultura, coordenador do Concurso Café Qualidade Paraná e coordenador da Câmara Setorial do Café. “Depois das geadas, a produção paranaense tornou-se inexpressiva no contexto nacional e desde o ano 2000 alguns produtores entenderam que poderão ter um produto diferenciado e com bons preços se se dedicarem a buscar qualidade”.

Sérgio Franzini, da Secretaria da Agricultura, diz que há cada vez mais produtores buscando qualidade de seus café

Com sua experiência de mais de 30 anos dedicados à área do café, Franzini diz que há cada vez mais proprietários rurais se dedicando à produção de cafés especiais. “Enquanto a cafeicultura cresce entre 1% e 2% ao ano, o segmento de cafés especiais cresce entre 20% e 30%”, diz. Estes cafés considerados gourmets chegam a custar três, quatro até cinco vezes mais do que os cafés considerados comuns e tanto vendem bem no mercado interno quanto têm facilidade para exportação.

Mandaguari, onde estão mil dos 1,7 mil hectares de café do Paraná, colhe café comum, café tipo exportação, o chamado café de qualidade, e café especial. “Não há plantio de café especial”, explica Franzini. Segundo ele, é o produtor, por meio dos tratos, adubações corretas, colheitas na hora e da maneira correta que garante a qualidade do grão, ajudado, é claro, pelo clima. O que garante que o café será especial está também na forma de colher – só os grãos que estão em ponto de cereja -, depois a forma de secagem, à sombra e de maneira adequada, depois a torra correta. Além disto, é preciso que sejam grãos perfeitos, de peneira acima de 16 e que seja arábica. Para ser considerado especial, o café tem que alcançar nota de 8.0 acima, com base na escala da Associação Americana de Cafés Especiais e da Associação Brasileira de Café Especiais.

97%
é a porcentagem de brasileiros adultos que, de alguma forma consomem carfé, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic)
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Morre a jornalista Gláucia Nielsen, ex-O Diário

Gláucia Nielsen morou em Maringá em 2010, quando integrou a equipe de O Diário

Poucos dias depois de a imprensa maringaense perder o cinegrafista Manoel Ribeiro Vilela, da Rede Massa, Osvaldo Reis, que nos deixou vários livros sobre a história de Maringá, e apresentador Luiz Fabretti, da TV Maringá/Band, e o jornalista e radialista Edson Lima, perdemos agora a jornalista Gláucia Nielsen, que fez parte da equipe de O Diário.

Ela foi encontrada morta no último sábado. Ultimamente Gláucia morava em Nova Petrópolis, na região de Gramado, na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul, e trabalhava para a publicação Gramados News.

A jornalista, que deixou muitos amigos em Maringá, tinha 42 anos e era mãe de dois filhos pré-adolescentes.

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Acadêmicos realizam trote solidário no Lar dos Velhinhos de Maringá

12 cursos estão envolvidos na ação, onde irão trabalhar desde questões administrativas até o bem-estar dos residentes

Uma grandiosa ação social está sendo organizada por estudantes e professores da educação a distância (EAD) da Unicesumar para o Lar dos Velhinhos de Maringá. O projeto conta com o apoio de 12 cursos de graduação de diversas áreas do conhecimento. O primeiro encontro está programado para o próximo sábado (18), a partir das 8h. Entre as ações, estão: oficina sobre o direito do idoso, roda de histórias, alongamento e dança, customização de roupas, repaginada do jardim e almoço especial.

A ação faz parte de um projeto de ensino e extensão, cujo principal objetivo é divulgar o Estatuto do Idoso, pouco conhecido pela sociedade. Segundo a professora Maria Cristina Brito Cunha, coordenadora do curso de Serviço Social EAD e idealizadora do projeto, o Brasil passa por um processo de envelhecimento populacional, e questões como essa devem ser mais discutidas e levadas a conhecimento público.

Para se ter uma ideia, segundo estudo realizado pela Secretaria Nacional de Promoção de Defesa dos Direitos Humanos, o número de idosos aumentou significativamente nos últimos 20 anos, estimando-se que uma em cada nove pessoas no mundo tem 60 anos ou mais. Nesta perspectiva, em 2050, haverá mais idosos do que crianças menores de 15 anos. “O Brasil precisa estar consciente do que isso representa. É papel de cidadania tratar este tema como uma grande questão social e desafio para o século 21”, afirma a coordenadora.

Na perspectiva acadêmica, o projeto visa relacionar o conhecimento teórico com a prática. Maria Cristina, explica que as ações foram planejadas de acordo com as necessidades da instituição atendida, onde cada curso poderá expressar suas competências, promovendo assim uma doação de saberes. A ação estende-se até o dia 22 de abril.

Atividades programadas:

Dia 18 de março (sábado)

AÇÃO CURSO
Oficina de cidadania: direito dos idosos Serviço Social
Ações de comunicação do evangelho Teologia
Alongamento e dança Educação Física
Roda de histórias Letras e Pedagogia
Customização de roupas Design de Moda
Repaginada no jardim Design de Interiores
Almoço Gastronomia

 

De 20/03 a 22/04

AÇÃO CURSO
Controle de estoque Logística
Identidade visual da instituição Marketing
Desenvolvimento de sistema para controle de estoque Engenharia de Software
Mini curso para uso da internet e smartphone Análise e Desenvolvimento de Sistema
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Cusparada, empurrões e vaias na patriota

Uma mulher que está fazendo história em Maringá por atos extremados de direita, teve que correr e se abrigar dentro de uma agência bancária, de onde só conseguiu sair levada por equipe da Polícia Militar.

O fato, mais hilário do que trágico, se deu no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com Rua Deputado Néo Alves Martins, no momento em que os manifestantes contra as reformas na Previdência e do Trabalho seguiam para a agência do INSS. A mulher, que diz pertencer ao movimento denominado Patriotas, chegou com um megafone e começou a gritar palavras de ordem contra os manifestantes, dizendo que eles estavam sendo conduzidos pela “esquerda inimiga da democracia”, que “a esquerda” tinha pago ônibus para levar os manifestantes e estaria distribuindo duas mil senhas para almoço.

Ela foi vaiada, cuspida, xingada, empurrada por uma multidão e, assustada, correu para o interior da agência da Caixa Econômica Federal, que já estava aberta para atender pessoas que procuravam sacar de contas inativas do Fundo de Garantia. Centenas de pessoas se juntaram na frente da agência e por cerca de 40 minutos o acesso ao banco foi barrado pelos seguranças, que pediram a ajuda da PM para retirar a Patriota de lá. Ela foi colocada na viatura da PM sob uma sonora vaia.

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TSE cassa o registro de prefeito eleito e Moreira Sales fará nova eleição

O município de Moreira Sales, entre Campo Mourão e Goioerê, deverá realizar nova eleição para a prefeitura, já que o candidato vencedor do pleito de outubro do ano passado, Hugo Berti (PDS), teve o registro cassado pela Justiça Eleitoral. Ele impetrou quatro recursos desde a campanha eleitoral, mas foi condenado em todas as instâncias judiciais. O último recurso foi negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite desta terça-feira.

Hugo Berti já governou o município de 2001 a 2008, período em que teria acontecido a suposta improbidade que resultou na cassação do registro Foto: GoioNews

Além de condenado por improbidade fiscal na Lei da Ficha Limpa, Berti vai ter que arcar com todas as despesas eleitorais para a realização da nova eleição na cidade e ainda fica impossibilitado de disputar qualquer cargo público por no mínimo oito anos.

Hugo Berti, que já foi prefeito em dois mandatos consecutivos, de 2001 e 2008, foi condenado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito de terceiros ao pagar aluguel para uma empresa que se instalou no município e ceder um transformador de energia.

Moreira Sales, município de 12,7 mil habitantes, vem sendo governado desde 1º de janeiro pelo vereador Tiago Albano (PSB), que havia sido eleito presidente da Câmara, mas acabou assumindo a prefeitura.

O TSE ainda não definiu a data da nova eleição, que deverá acontecer ainda no primeiro semestre deste ano.

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Morre na UTI bebê que nasceu após a morte da mãe em acidente

A menina que nasceu na madrugada de domingo no Hospital Metropolitano de Sarandi de parto cesária depois que a mãe dela morreu em um acidente envolvendo uma moto e um carro em Paiçandu, morreu nesta terça-feira.

Ela estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Metropolitano, entubada desde a hora do nascimento. Segundo o diretor Clínico do hospital, médico Antonio Nogueira Neto, no acidente que matou a mãe ocorreu o descolamento da placenta e, apesar de a operação ter sido feita imediatamente, as condições do bebê já estavam comprometidas.

A menina era filha de Letícia Pavoni, de 20 anos, que morreu quando a moto em que estava, pilotada pelo marido, Robson Eduardo da Silva, 34 anos, bateu contra um Monza em um cruzamento do Jardim Canadá, em Paiçandu.

A jovem, que estava grávida de sete meses, morreu na hora, mas os médicos decidiram salvar o bebê em um parto que envolveu médicos e enfermeiros do Hospital Metropolitano.

Robson Eduardo continua internado na UTI da Santa Casa e seu estado é considerado grave.

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