Mês: janeiro 2011



Piora o estado do humorista Shaolin

Shaolin, humorista da TV Record

Shaolin piora, segundo informe do hospital

Segundo informações divulgadas pela assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas de São Paulo, onde o humorista Shaolin permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), o quadro de saúde do humorista é grave e inalterado.

Há seis dias, a sedação de Shaolin foi suspensa e ele continua em coma, não respondendo a comandos verbais.

Na última quinta-feira, Francisco Jozenilton Veloso foi submetido à traqueostomia e limpeza cirúrgica no membro superior esquerdo, tendo sido colocado um substituto temporário (espaçador) para a falha óssea.

Acidente
Francisco Jozenilton Veloso, o Shaolin, ficou gravemente ferido em um acidente na BR-230, na região de Mutirão, em Campina Grande (PB), no dia 19 de janeiro. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o comediante dirigia no sentido São José da Mata quando um caminhão, que vinha na faixa oposta, invadiu a contramão e bateu contra o veículo do artista.

Em depoimento à Polícia Rodoviária Federal da Paraíba, o motorista do caminhão que se envolveu no acidente com o humorista disse que foi o artista quem provocou a batida.

O comediante da Rede Record deu entrada no pronto-socorro do Hospital das Clínicas na mesma madrugada, após ter passado por cirurgias para conter o traumatismo craniano e uma fratura exposta no membro superior esquerdo.

Do R7

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Inquietações de Vladão

Pelo menos em Paiçandu a eleição que se aproxima pode ser a mais esquisita.

 

Que ninguém duvide que o atual prefeito, Vladão Silva, tenha que enfrentar sua atual vice, Maria Rita. Os dois juntaram forças na última eleição, mas pelo jeito essa força já se dividiu em mil pedaços.

 

Vladão tem o direito de disputar a reeleição e MR não esconde o desejo de ser prefeita. Aliás, ela já foi candidata uma vez.

 

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Quem também poderá disputar a cadeira de Vladão é o ex-prefeito Moacyr da Silva. Ele teve o mandato cassado, mas manteve os direitos políticos e boa parte da preferência do eleitorado.

 

Vladão foi um dos arquitetos da cassação de Doutor Moacyr e agora poderá tirar duas dúvidas: se sua administração pode ser compara com a de Moacyr e se o eleitorado votou foi nele ou na Maria Rita.

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Outro nome que estará na disputa é o do vereador Anísio Monteschio, aquele que se refere ao prefeito como a pessoa mais despreparada do mundo.

Anizinho tem problemas a resolver na Justiça, e já faz tempo, mas vem conseguindo dobrar suas votações a cada eleição, a ponto de ele achar que está na hora de governar a cidade em que nasceu.

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Prefeito não consegue se eleger presidente e critica a Amunpar

O caldo entornou na reunião da Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná, a Amunpar.

O prefeito de Paranavaí, Rogério Lorenzetti, foi o primeiro a criticar a atuação da entidade e outros seguiram seus passos.

Ele era candidato à presidência da entidade de prefeitos, mas retirou seu nome da disputa quando contou os votos e viu que seria derrotado. O prefeito José Maria Pereira Fernandes, de Santa Cruz do Monte Castelo foi eleito presidente por aclamação.

Lorenzetti voltou a lamentar que Paranavaí não consigue eleger um presidente da Amunpar desde 1981, portanto, há 30 anos. O último foi Benedito Pinto Dias. E olhem que a cidade é o polo da região.

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Tereza Baldo, a carpinteira que virou compositora

Tereza Baldo, pioneira de Maringá

A religiosa Tereza Baldo é autora de hinos de municípios do Paraná e São Paulo

Da mesma forma que não planejou ser técnica em informática quando o computador ainda era novidade, Tereza Baldo também não pensava em virar compositora e poetisa. No entanto, essas acabaram sendo as principais profissões da vida dela, não sem antes ter exercido atividades pouco comuns para uma mulher. Ela já foi ajudante de carpintaria, fabricante de carroças e charretes, trabalhou na colheita de algodão, na separação de grãos de café, na extração de toras e em escritório.

Engana-se quem pensa que, depois de enfrentar uma vida de atividades tão variadas, Tereza se acomodaria ao chegar aos 60 anos. Ela vive hoje uma correria muito mais prazerosa, por dar um pouco de si para tornar melhor a vida de outros. Tereza ora ocupa cargos na associação de moradores, ora integra algum dos diversos conselhos da cidade, tendo tempo para dedicar-se também à Pastoral da Criança e outras atividades sociais da Paróquia São José, em torno da qual cresceu a Vila Operária.

Tereza tinha menos de 10 anos quando o pai, o carpinteiro Guerino Baldo, amigo de infância do pintor Cândido Portinari, trocou a região noroeste de São Paulo por Maringá, na época uma cidade que estava nascendo no norte do Paraná. O ano era 1954. “Quando chegamos, a cidade ainda estava em formação. Mas ainda me lembro bem daqueles primeiros dias, quando as casas eram de madeira, todas tinham na porta um rapador de sapatos, para tirar o barro roxo nos dias de chuva, e os caminhões tinham correntes nos pneus, para não encalhar”, lembra ela, destacando que, na época, Maringá não tinha sequer um palmo de asfalto.

A cidade que estava nascendo não oferecia muitas alternativas profissionais para as mulheres, além de cuidar da casa. Mas Tereza, desde mocinha, foi ajudar o pai na oficina de carpintaria. Naquele tempo, essas oficinas tinham funções muito variadas. Desde muito jovem, ela aprendeu a trabalhar com carrocerias de caminhões e a fabricar carroças e charretes, veículos de muita utilidade na Maringá dos primeiros anos. “Os caminhões eram poucos e as carroças faziam quase todo o serviço de cargas dentro da cidade. As charretes eram como se fossem automóveis. Em vários locais da cidade, existiam pontos de carroça e de charrete, como hoje temos os pontos de táxi.”

Quando apareceram os primeiros computadores, ela tornou-se perita na área e, com a ajuda de amigos e de livros, tornou-se programadora em cobol, uma das primeiras linguagens lógicas de programação. Por muito tempo trabalhou na Cetil, uma empresa fornecedora de tecnologia da informação e soluções para gestão pública, que foi uma das pioneiras do ramo no Brasil e tinha uma de suas principais representações em Maringá.

Olhando a cidade crescer da Vila Operária, onde mora desde que chegou, Tereza criou um elo com o bairro. Agora que tem mais tempo, pode dedicar-se a atividades para as quais mostrou talento desde a infância: fazer versos e compor melodias. Ela, que em 2002 havia criado a bandeira do bairro a pedido da associação de moradores, compôs o hino da Vila Operária em comemoração aos 60 anos do bairro.

O resultado foi muito elogiado. Logo começaram a aparecer convites para compor outros hinos. Assim, Tereza tornou-se autora dos hinos do jubileu de ouro da Paróquia São José, do Jardim Alvorada, de Sarandi e de Valparaíso, no Estado de São Paulo, município onde nasceu e que, recentemente, lhe outorgou o título de cidadã honorária.

A compositora não se limitou a criar hinos: já fez três músicas em homenagem a Maringá e 17 para a Pastoral da Criança. Agora vai ter também composições gravadas por cantores e duplas sertanejas. Tereza diz que gosta de compor hinos porque é uma forma de reforçar o espírito de cidadania nas pessoas. “Os moradores gostam de sua cidade, de sua vila, mas quando têm um hino ou uma música enaltecendo o lugar, o apego torna-se maior.”

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Cartunista Lukas enfrenta mais uma cirurgia

O cartunista Lukas, do jornal O Diário, que há um ano luta contra um câncer na garganta, está voltando para o hospital depois de um mês em casa e deverá passar por mais uma cirurgia.

Em seu blog Casa do Noca, o cartunista publicou a seguinte mensagem a seus leitores:

“Hoje faz três meses que fiz a traqueostomia. Não como e não bebo desde aquele dia. Tenho utilizado sete tipos de remédios, através da sonda, diariamente, e estou fazendo fisioterapia pulmonar três vezes por semana a fim de expandir o órgão, afetado depois da cirurgia, quando foi retirado um pedaço do mesmo devido à pneumonia contraída no hospital.

A coisa não parou por aí…
Formou-se uma fístula na garganta e vou passar por uma cirurgia no dia 2 de fevereiro, às 14 horas. Vai ser necessário a retirada de pele do tórax para fazer um enxerto. A cirurgia deve demorar duas horas e a anestesia é geral. Dr. Joaquim, o mesmo que fez a tráqueo, será o cirurgião. Boto a maior fé no cara.

Depois do fechamento da fístula devo ficar mais uns 20 dias sem me alimentar. Após isso, segundo o médico, já vai dar pra me alimentar e ingerir liquidos. Não vejo a hora de tomar uma limonada bem gelada ou uma garapa trincando.

Tomara que não haja complicações como aconteceu na última cirurgia. Era pra ficar 10 dias internado e acabei ficando 49. Só eu é que sei o sofrimento que foi. Deus me livre de passar por isso novamente.”

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Consultor de Maringá pode combater a dengue em Rio Branco

O superintendente de Endemias da 15ª Regional de Saúde, Raimundo de Carvalho Franco, poderá viajar para o Acre para trabalhar na coordenação de ações de combate à dengue na capital, Rio Branco, a capital mais ameaçada de uma epidemia no Brasil.

 

O caso de Rio Branco foi o tema de reportagem especial no “Jornal Nacional”, da TV Globo, quando a equipe do “JN no Ar” mostrou que em mais da metade da área urbana não há água encanada e as famílias reservam água da chuva em caixas, baldes e outros recipientes, geralmente sem tampa. Essa água permanece muito tempo armazenada e torna-se potencial criadouro do mosquito aedes aegypti.

 

Raimundo, que mora em Maringá, pertence a uma equipe especial de consultores do Ministério da Saúde que é sempre convocada para desenvolver ações onde haja risco de epidemias. Ele já participou de trabalhos em todo o Brasil e agora deverá ser convocado, juntamente com outros consultores do Ministério, para evitar um tragédia no Acre.

 

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Cientistas pedem defesa contra ataques de extraterrestres

Um artigo da revista da Royal Society, Philosofical Transactions , defende que o mundo devia preparar-se para eventuais ataques extraterrestres e que, inclusivamente, a Organização das Nações Unidas, ONU, devia criar uma agência especial que se dedicasse à preparação de um sistema de defesa contra seres de outros planetas.

Este apelo surpreendeu a comunidade científica, uma vez que admite como certa a existência de extraterrestres.

O artigo diz que os cientistas querem “conselho de peritos sérios e responsáveis” a tratar do processo.

Esta é uma mudança de mentalidade em relação à existência de vida extraterrestre, admitida agora por membros da comunidade científica.

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Após seis pares de gêmeos, mulher é considerada amaldiçoada

Gladys foi considerada amaldiçoada ao dar à luz seis pares de gêmeos

Gladys foi considerada amaldiçoada ao dar à luz seis pares de gêmeos

A queniana Gladys Bulinya é considerada uma mulher amaldiçoada em seu país por ter dado à luz seis pares de gêmeos.

Além da dificuldade para lidar com tantas crianças, sua família não quer mais contatos com ela e até seu marido a deixou após o nascimento do sexto par de gêmeos, temendo que ela estivesse amaldiçoada.

Bulinya, de 35 anos, vive sozinha com 10 de seus 12 filhos em uma casa de sapé de um cômodo a poucos quilômetros do lago Victoria. Ela ficou grávida da primeira vez quando ainda era estudante secundarista, mas seu namorado era jovem demais para casar. Sua família, então, ordenou que ela deixasse os bebês no hospital para doação. Para o povo Bukusu, ao qual sua família pertence, acredita que gêmeos trazem azar, a não ser que um deles morra ao nascer.

Por sorte, diz Bulinya, quando o pai de seu namorado soube que os gêmeos haviam sido abandonados, ele os tomou e vem cuidando de ambos desde então. Ele é de um grupo étnico diferente, os Kalenjin.

Mas seus problemas não acabaram aí. Cinco anos depois ela se apaixonou e se casou com um professor de escola primária. Aí começaram a nascer mais gêmeos e ela acabou expulsa de casa pelos pais do marido. Hoje a mulher tem que fazer pequenos trabalhos para alimentar os filhos que ainda vivem com ela.

 

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Jornal popular no topo da circulação no Brasil

Os jornais populares, que já reinaram na circulação de jornais no Brasil, ainda conta com um representante de grande força, embora não seja conhecido em todo o País. O Super Notícias, criado há oito anos em Belo Horizonte, é o jornal de maior circulação do Brasil, superando, inclusive, empresas tradicionais do ramo, como Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo.

A confirmação foi divulgada pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação), usando como base as tiragens do ano de 2010.

1º Super Notícia: 295.701

2º Folha de S. Paulo: 294.498

3º O Globo: 262.435

4º Extra: 238.236

5º O Estado de S. Paulo: 236.369

6º Zero Hora: 184.663

7º Meia Hora: 157.654

8º Correio do Povo: 157.409

10º Lance: 94.683

Entre os dez títulos líderes, a maior alta foi de O Estado de S. Paulo, que avançou 11%, chegando a 236 mil exemplares por edição.
As maiores quedas foram do Lance, que encolheu 24%, ficando próximo de 95 mil, e do carioca Meia Hora, que viu sua circulação diminuir 15%,

A principal novidade é a perda de liderança da Folha de S. Paulo, que era o jornal de maior circulação no país desde 1986.
O Super Notícia é um jornal de estilo popular de Belo Horizonte.

O mercado teve leve alta de 1,5% na circulação total,

 

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Como Maria Rita estragou as férias de Vladão?

O que terá feito o prefeito de Paiçandu, Vladão da Silva, cancelar sua viagem de férias, mesmo depois de passar meses reclamando do cansaço?

 

Ele saiu de férias, colocou no seu lugar a vice-prefeita Maria Rita, mas antes que ela esquentasse o lugar Vladão estava de volta e reassumiu com uma rapidez que assustou até seus assessores mais chegados.

 

O fato não passou despercebido nem para o mais desligados dos paiçanduenses. Alguma coisa causou tanta pressa em Vladão, muita gente já sabe o que foi, mas ninguém quer ser o fofoqueiro que tornou público que foi algum ato da prefeita em exercício que apressou a volta do prefeito titular.

 

Na verdade, Vladão recebeu telefonemas de assessores, vereadores e de aliados políticos informando que se Maria Rita ficasse mais alguns dias na cadeira de prefeito ela tornaria ingovernáveis os dois anos que sobram do atual mandato.

 

O que Maria Rita fez? Fez muito, mas ninguém sabe direito qual de seus atos mais irritou o prefeito. Mas, ele vai dizer. Prometeu e sua irritação é tão grande que ele certamente vai cumprir.

 

Até porque se não disser, não faz diferença: muita gente ouviu seus resmungos e não prometeu guardar segredo.

 

E a vice-prefeita? Por que não diz nada?

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