Mês: junho 2012



Renato Machado volta à política de Colorado

Renato Cardoso Machado

A eleição em Colorado terá o retorno do ex-prefeito Renato Cardoso Machado, que já governou o município por seis anos.

Renato, que nos últimos anos foi  gerente do Núcleo Regional da Secretaria de Agricultura, coordenador da Região Metropolitana de Maringá e gestor do Pro-Amusep, será o candidato do PMDB na disputa pela prefeitura de Colorado e já conta com apoio de importantes lideranças locais.

Embora tenha ficado fora das eleições em sua cidade, Renato considera que ganhou muita experiência desde que deixou a prefeitura, inclusive ocupando importantes cargos na estrutura do governo do Estado.

1 Comentário


Fox cruza preferencial e mata motoqueiro na Morangueira

Um acidente envolvendo um automóvel e duas motocicletas no cruzamento das ruas Nicarágua e Bogotá, na Vila Morangueira, resultou na morte de um rapaz 18 anos e deixou outro gravemente ferido.

De acordo com levantamento feito pela polícia, Patrick Wesley Pedroso, de 18 anos, pilotava uma moto Yamaha Fazer pela Rua Bogotá, por volta das 18h30 da noite desta sexta-feira, quando um Fox desceu pela Nicarágua, não respeitando a preferencial, e bateu na moto de Patrick e em outra moto, uma Honda CB de 300 cilindradas.

No choque, a CB foi lançada a cerca de 50 metros, ao passo que Patrick foi lançado contra um poste de iluminação e morreu na hora.

O Fox era dirigido por uma mulher de 29 anos.

2 Comentários


Existência de bate-pau e sala de tortura na PEM é investigada pela ALE

Levado para uma cela conhecida como “rodoviária”, um preso da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM) foi algemado, levou chutes nas pernas, socos no estômago, nos rins e nas costas, apanhou com um rádio de comunicação e passou cerca de 5h sob pressão psicológica.

O relato foi ouvido ontem pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Tadeu Veneri (PT), na PEM, narrado pelo próprio detento que afirma ter sido torturado na unidade prisional.

O preso é um personal trainer graduado em Educação Física, de 33 anos, preso há 2 anos na PEM. Ele foi condenado a 12 anos de prisão pelo crime de tráfico de drogas por ter anabolizantes em casa. Nos próximos dias, o parlamentar volta à cidade para ouvir outros dois presos que também teriam sido torturados pelo mesmo agente penitenciário.

Depois de ouvir o relato e conversar com o diretor da PEM, Veneri disse que o caso terá as consequências esperadas. “Vou preparar um relatório para a Secretaria da Justiça (Cidadania dos Direitos Humanos do Paraná), o Ministério Público e a Vara de Execuções Penais; tenho certeza de que os responsáveis por esses atos serão devidamente punidos.”

 

No ano passado um preso denunciou publicamente a existência de torturas na PEM. Clique e veja a entrevista ao repórter Roberto Silva.

 

De acordo com o deputado, o caso do professor já ganhou repercussão e o MP vai fazer uma investigação, a Secretaria da Justiça iniciou uma sindicância e há cobrança por parte de várias entidades de direitos humanos, a exemplo da Seção de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Grupo Tortura Nunca Mais, Secretaria Nacional de Direitos Humanos e organizações internacionais.


Surra por um repelente

O possível ato de tortura teria ocorrido em março e ultrapassou os muros do presídio por iniciativa do próprio agredido, que comunicou o fato a seu advogado, André Luiz Rossi, e à família.

Segundo o detento disse ao advogado, depois das agressões chegou a passar 3 dias com dificuldades para se locomover, mas sentiu que a sessão de pancadas não tinha terminado, pois o agente que o teria agredido passou a ir à sua cela para fazer ameaças e humilhá-lo, jogando seus pertences no chão e lhe dirigindo palavras ofensivas.

O personal foi levado para a “rodoviária” porque durante uma vistoria na cela que divide com outros presos foi encontrado um frasco de repelente de mosquitos.

Segundo disse, o tubo de plástico foi levado por seus familiares a pedido seu, pois a cela está próxima da horta e à noite é invadida por pernilongos.
“Eles (os agentes penitenciários) queriam saber qual carcereiro entregou o repelente, mas meu cliente não sabia, pois todas as semanas ele recebe objetos de higiene pessoal levados pelos familiares e não sabia mais qual carcereiro entregou o quê”, afirmou o advogado.

Além disso, o rapaz não tinha conhecimento de qual tipo de repelente para insetos não podia entrar no presídio – e possivelmente o carcereiro que fez a entrega também não.

Mesmo com a repercussão que ganhou o caso do personal trainer de Maringá preso com anabolizantes, a direção da penitenciária investigou a entrada do repelente de mosquitos na unidade, mas não a possível tortura.
PEM vai ajudar investigação

A direção da Penitenciária Estadual de Maringá informou ontem que o agente apontado como torturador foi afastado do serviço na área em que está preso o denunciante, por determinação da VEP, e que vai contribuir com todas as investigações que forem realizadas na unidade.

O diretor da PEM, Vaine Gomes, que assumiu o cargo há 1 mês, quando a suposta tortura já tinha acontecido, acompanhou o deputado Veneri e deu informações que lhe foram cobradas.

 

 

 

PEM tem bate-pau e sala de tortura

 

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Tadeu Veneri, disse que confirmará em seu relatório que há tortura na Penitenciária Estadual de Maringá, que existe uma sala reservada para as sessões de tortura, separada das celas, totalmente fechada, apelidada de “rodoviária”, que há um agente que é o bate-pau, que parece sentir prazer no sofrimento dos apenados.

Ele vai cobrar punição para o torturador e responsabilização da direção da unidade por ter feito vistas grossas a esses atos e talvez até ser conivente.

Durante uma rebelião de presos em setembro do ano passado na Casa de Custódia de Maringá, uma das exigências dos rebelados era o fim das torturas.”Vem bater agora”, gritavam presos rebelados para um agente penitenciário, inclusive citando o nome dele, mas não houve nenhuma investigação do caso.

Segundo Veneri, atos de tortura em unidades prisionais do Paraná “são mais comuns do que se pensa, são recorrentes e usados não somente como forma de se obter uma informação, mas também como punição”.

O deputado, que percorre o Estado visitando penitenciárias, casas de custódia e cadeiões nas delegacias, diz que a tortura acontece quase que com um consentimento social. “Ao trazermos um processo militarizado e algumas regras do sistema ditatorial para o sistema prisional, trouxemos também uma certa conivência da sociedade com a tortura”.

Para ele, “isso é terrível, porque, a partir do momento em que se concorda que uma pessoa que está com a liberdade privada também deva ser torturada como uma forma a mais de pagar por seus crimes, estamos tirando todas as condições de termos uma mediação do Estado”.

Afirmando que muitas denúncias têm chegado à Comissão de Direitos Humanos “ultimamente”, Veneri explica que as agressões acontecem mais nos cadeiões das delegacias do que nas penitenciárias e mais com os homens do que com as mulheres. “E não são simples tapas ou empurrões. É tortura mesmo, com choque elétrico, afogamento, saco, pedaço de pau.”

Sem categoria
7 Comentários


Castelo Branco se despede de seu ex-vereador

O ex-vereador e pioneiro de Presidente Castelo Branco (a 43 quilômetros de Maringá) Samuel Schelive, de 52 anos, morreu na noite de quarta-feira quando um treminhão carregado com cloreto de potássio passou sobre sua caminhonete F-1000, na BR-376, entre Nova Esperança e Alto Paraná. A vítima, que era agricultor e empresário, percorria o trecho Presidente Castelo Branco-Paranavaí até quatro vezes por dia há mais de 30 anos.

O empresário morreu na hora e a carreta tombou, derramando cloreto de potássio, material que pode transformar-se em ácido clorídrico se entrar em contato com a água e é nocivo à saúde humana, podendo provocar danos também ao meio ambiente.

Schelive era casado e tinha três filhos, nasceu e cresceu em Presidente Castelo Branco, formou-se em Letras pela Faculdade Estadual de Educação, Ciências e Letras de Paranavaí (Fafipa) e militou na política, sendo eleito vereador com 20 anos de idade e chegou a candidatar-se a vice-prefeito.

Em homenagem ao pioneiro, o prefeito Valdomiro Canegundes de Souza (PDT) decretou luto oficial no município e as repartições públicas municipais não tiveram expediente ontem, com exceção da saúde pública.

Em 10 meses Presidente Castelo Branco perdeu três pioneiros que militaram na política. Em agosto do ano passado morreu o ex-vereador Aquiles Faccin, o popular Tilera, que disputou a prefeitura em 2008, em maio morreu Jovelino Martins Fontinhas, que foi vereador, vice-prefeito e chegou a assumir a prefeitura, e agora Samuel Schelive. Todos três morreram em acidentes rodoviários.

1 Comentário


Prefeitura derruba quiosques que ela própria construiu

Quiosques construídos pela prefeitura de Colorado (a 78 quilômetros de Maringá) no centro da cidade, que atrapalharam o visual da igreja matriz, estão fora do alinhamento predial, nunca foram usados pelo comércio e acabaram se transformando em abrigos para consumidores de drogas e desocupados, vão ser derrubados.

A derrubada foi decidida por uma comissão que apurou as irregularidades da construção e já foi autorizada pela Câmara de Vereadores. O estudo foi determinado pelo prefeito Marcos Mello (PR) depois de receber um abaixo-assinado encabeçado pela igreja católica pedindo a retirada da construção. A comissão apurou que parte da obra está sobre o terreno da matriz e parte no passeio público, além disso, a obra que custou R$ 70 mil em 2004 nunca teve qualquer utilidade, pois nenhum dos quiosques até agora serviu para abrigar alguma atividade comercial.

Para os membros de uma comissão da igreja católica, a retirada dos quiosques representa a resposta ao abaixo-assinado. “Além de nunca terem sido utilizados, sempre serviram de ponto de tráfico de drogas e prostituição”, diz o presidente da comissão, Valdomiro Trevisan.

Quiosques de Colorado

Os quiosques nunca foram usados para comércio e acabaram virando abrigo de andarilhos e ponto de encontro de consumidores de drogas

Segundo o prefeito, a demolição ocorrerá em junho e os entulhos serão aproveitados em obras da prefeitura. “Atendo o anseio da comunidade e resolvo esse problema que foi provocado pela administração municipal em outro momento, em outra gestão. Vamos devolver à igreja matriz o visual do salão paroquial que tínhamos antes da construção”.

Como o município está tendo prejuízo com uma obra que não teve qualquer serventia, a atual administração poderá acionar a administração anterior na Justiça para que o dinheiro gasto seja ressarcido aos cofres públicos.

Comente aqui


Pioneira maringaense Cida Reami morre aos 73 anos

Foi sepultada na manhã desta quarta-feira a pioneira maringaense Maria Aparecida Florini Reami, que morreu na manhã de domingo em Americana, no Estado de São Paulo. Ela tinha 73 anos.

Dona Cida e o marido, Hilário Riami, tinham viajado para Americana para visitar parentes e lá sofreu um acidente cardiovascular, permaneceu quase duas semanas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu.

Ela era mãe do padre Nilton Reami, pároco da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no Jardim São Jorge, em Paranavaí, e da empresária Jacira Reami dos Santos, proprietária da empresa Nova Atitude Reciclagem.

A missa de corpo presente, celebrada nesta segunda-feira no Cemitério Municipal de Maringá, contou com a presença do arcebispo de Paranavaí, dom Geremias Steinmetz, do arcebispo emérito de Paranavaí, dom Rubens Augusto, e de mais 14 padres da região que foram levar solidariedade à família enlutada.

Comente aqui


Vice-prefeito afastado de direção de escola

O vice-prefeito de Paranacity, Claudecir Vismara, acaba de ser afastado do cargo de diretor de uma escola do município porque a Secretaria Estadual de Educação considerou que ele estava acumulando cargo.

Em situação idêntica está o vice-prefeito de Paranavaí. Confira no blog do Mário Gusman.

Comente aqui


Nova praça de Sarandi terá cinema, telecentro e pista de skate

Foi assinada pelo prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Júnior, a ordem para o início das obras de uma praça no Parque São Pedro que vai contar com cineteatro, biblioteca, telecentro, salas multiuso, pista de skate, equipamentos de ginástica e jogos de mesa, além de um Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

A Praça do PAC, como já está sendo chamada, será um instrumento que deverá integrar atividades e serviços culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços socioassistenciais, políticas de prevenção à violência e inclusão digital, oferecendo cobertura a todas as faixas etárias. O projeto Praça do PAC faz parte do eixo Comunidade Cidadã, da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

A obra, de 3 mil metros quadrados de área construída, vai custar R$ 2 milhões ao governo federal.

Comente aqui


Depoimentos não ajudam na elucidação do assassinato de Tiago

A Polícia Civil de Sarandi ouviu nesta segunda-feira várias pessoas na tentativa de elucidar o assassinato do jovem Tiago Antonio da Silva Costa, de 19 anos, na madrugada de sábado.

Tiago, que circulava com um primo pelo Jardim Panorama, em uma caminhonete Nissan Frontier, foi alvejado com três tiros, perdeu o controle do veículo e bateu contra um ônibus que estava estacionado em frente à Escola Jardim Panorama.

Os dopoimentos não ajudaram muita coisa. Inclusive o rapaz que estava com Tiago na caminhonete disse que estava dormindo na hora e não conseguiu falar nada que ajudasse na investigação.

Mas, a polícia de Sarandi, que tem fama de esclarecer mais de 70% dos crimes de morte na cidade, trabalha com outras vertentes e pode a qualquer momento chegar aos assassinos. O que já se sabe é que não foi uma tentativa de assalto, como se pensou no início.

Comente aqui


113 casamentos no final do Justiça nos Bairros

Começou às 8 horas deste sábado e prossegue até às 18 horas, na Escola Estadual Olavo Bilac, o programa Justiça nos Bairros, com audiências de conciliação, divórcios, revisões de pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade, exames de DNA e casamento coletivo, que vai oficializar a união de 113 casais.

O Justiça nos Bairros é um programa do Poder Judiciário em parceria com prefeituras e o Serviço Social do Comércio (Sesc), além da participação de outras instituições, como Caixa Econômica Federal, Procon, Copel, Delegacia Regional do Trabalho, médicos, dentistas, enfermeiros, profissionais de fisioterapia e Educação Física. O projeto é destinado a famílias que não conseguem ter acesso à Justiça devido à vulnerabilidade econômica e à necessidade de contratação de advogado.

Todos os atendimentos acontecerão na Escola Olavo Bilac sem necessidade de inscrição. O casamento coletivo começa às 18 horas no salão paroquial da igreja matriz.

Sem categoria
Comente aqui