Mês: agosto 2012



Grupo liderado por ex-prefeito desiste de ter candidato à prefeitura

Agora está definido que o grupo do ex-prefeito Humberto Feltrin não terá candidato à prefeitura de Marialva nestas eleições.

Com isto, os candidatos a vereador estão liberados para se unir a qualquer candidato a prefeito ou realizarem suas campanhas de forma independente.

Feltrin, que já teve dois mandatos como prefeito, era o candidato, mas teve problemas com a Justiça Eleitoral, foi indeferido na Comarca e no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e acabou desistindo de recorrer ao TSE, em Brasília.

Não que tivesse certeza de que sua candidatura seria novamente indeferida, mas para evitar desgaste. Afinal, ele será a bola da vez nas eleições daqui a quatro anos.

O grupo pensou em vários nomes para substituí-lo, mas ninguém aceitou ir para o sacrifício.

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Cianorte perde Marcão Catalani

Marcos Antonio Catalani

Marcos Catalani trabalhando e se divertindo com sua bateria na noite de Cianorte

Foi sepultado nesta terça-feira em Cianorte Marcos Antonio Catalani, o Marcão, um mix de poeta, músico, compositor, jornalista e outras cositas mas. Ele morreu segunda-feira aos 66 anos.

Marcão foi repórter do jornal “Tribuna de Cianorte”, colaborou em outros órgãos de imprensa e fez de tudo na vida.

Por um bom tempo ele tocou na noite cianortense, dominando a bateria ou atabaque e fazendo também vocais. Entre suas composições mais conhecidas está “O rock da cadeira”, que nasceu de uma brincadeira com as palavras e acabou fazendo muita gente dançar.

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Feltrin desiste da disputa e grupo procura outro candidato

O ex-prefeito de Marialva Humberto Feltrin (DEM), visto por muitos como favorito nas eleições deste ano, não vai mais disputar o pleito e desde ontem recolheu o trem de pouso.

Feltrin teve problemas com a Justiça Eleitoral devido ao fato de ter tido contas de sua administração rejeitadas pelo Tribunal de Contas. Sua candidatura foi impugnada e indeferida na Comarca, ele recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas a sentença foi confirmada.

O candidato poderia recorrer ainda ao Tribunal Superior Eleitoral, mas preferiu evitar o desgaste.

Não disputando em condições duvidosas, Feltrin pode tranquilamente aguardar mais quatro anos e ser a bola da vez nas próximas eleições.

O grupo político formado em tandidato nesta eleinão se conforma em ficar sem candidato nesta eleição, até porque os candidatos à vereança ficam sem ter com quem caminhar na campanha. Pensou-se em vários nomes para substituir Feltrin, mas ninguém quer ir para o sacrifício. O único que ainda não disse “não”, mas que também não disse “sim” é o vereador Neto.

Outro candidato a prefeito, Celso Martini (PP), também depende de setença do TRE para se dizer candidato de fato. Martini, que já foi prefeito de Marialva, teve a candidatura impugnada na Comarca e recorreu ao TRE. A decisão deve sair hoje.

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Mais dois candidatos da região são indeferidos no TRE

O candidato a prefeito pelo PP de Maringá, Roberto Pupin, não está sozinho no infortúnio de ver sua candidatura indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Outros dois candidatos a prefeito da região, que tiveram candidaturas indeferidas em suas comarcas e recorreram ao TRE, também foram indeferidos também na Corte estadual e agora ou desistem ou recorrem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.

O primeiro foi Miguel Ângelo Pettenazzi (PP), ex-prefeito de Uniflor, que foi indeferido na Comarca de Nova Esperança e agora novamente no TRE.

Com problemas na Justiça há vários anos devido a uma suposta sonegação de impostos, o candidato – que é considerado o homem mais rico da cidade – teria passado seus bens para nomes de outras pessoas e, ao apresentar a declaração de bens à Justiça Eleitoral, declarou não possuir bens.

Era o que faltava para que seus adversários o denunciassem por falsidade ideológica.

Mas, o ex-prefeito ainda não desistiu da disputa, especialmente porque vê chances de vencer a eleição. Seus advogados já providenciaram um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O outro candidato que continua com problema é Humberto Feltrin (DEM), ex-prefeito de Marialva que tenta voltar ao cargo.

Ele também já está com recurso pronto para o TSE.

A região tem vários outros candidatos aguardando sentença do TRE.

O Tribunal tem até o dia 23 para dar sentença em todos os pretensos candidatos, que ainda são mais de 500. Assim, nesta terça-feira podem sair os resultados dos recursos de Celso Martini, do PP de Marialva, Pedrão, de Santa Inês, Zanusso, de Nova Esperança…

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Religiosa será cidadã honorária do Paraná

IrmãBenigna

Há 21 anos a Associação Rainha da Paz, dirigido pela Irmã Benigna, já ajudou centenas de crianças pobres de Cianorte

Nesta sexta-feira (10), o importante trabalho prestado à frente da Associação Assistencial e Promocional Rainha da Paz, pela irmã Ermida Nezari, que a população de Cianorte aprendeu a amar como Irmã Benigna, será reconhecido por todo o Estado. O título de Cidadã Honorária do Paraná será entregue à religiosa às 20 horas, no Salão Social da entidade.

O projeto de lei nº 466/11, do deputado Jonas Guimarães (PMDB), que concede o título à irmã Benigna, foi aprovado pelos deputados paranaenses no dia 31 de outubro de 2011.

A freira nasceu em Erechim, no Rio Grande do Sul, filha de pais religiosos e humildes que sempre procuraram dar bons exemplos aos dez filhos. Desde menina demonstrou vocação para ajudar ao próximo. Ela diz que em seu coração havia um desejo imenso de ser irmã religiosa.

Irmã Benigna chegou a Cianorte em 1991 para trabalhar no Recanto dos Velhinhos. Logo percebeu que havia na região muitos meninos e meninas que precisavam de orientação e, com o apoio da comunidade, conseguiu fundar a Associação Assistencial e Promocional Rainha da Paz.

A entidade tem como finalidade principal o atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco, na faixa etária de 7 a 17 anos e 11 meses. Nesse espaço eles podem praticar atividades esportivas, lúdicas e artísticas, com cunho educativo.

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Deferida a candidatura de Bega para o quarto mandato seguido, em duas cidades

Em sentença publicada nesta quarta-feira, dia 8, a juíza da Comarca de Astorga, Kelly Sponholz, considerou legal a candidatura de Arquimedes Ziroldo (PTB).

Bega, como é conhecido, foi impugnado por duas coligações adversárias, que alegaram na Justiça Eleitoral que ele está disputando o quarto mandato consecutivo, quando a legislação brasileira permite apenas dois mandatos seguidos no Executivo.

Bega foi três vezes prefeito da vizinha cidade de Pitangueiras, duas delas seguidas. Antes de terminar o último mandato, transferiu o domicílio eleitoral para Astorga, disputou a prefeitura e venceu.

A juíza entendeu que, a partir de 2012, nenhum prefeito pode ser candidato ao cargo em outro município, na gestão imediatamente posterior, mas sendo o caso de reeleição ao mesmo município, não há impedimento, pois o mandato de 2008 foi considerado legal e válido, equivalendo a um primeiro mandato em Astorga.

Conforme sentença: “Caso idêntico, foi julgado no município de Bambuí/MG, onde a justiça eleitoral, deferiu o registro do candidato a reeleição Lelis Jorge Silva, entendendo que o mandato anterior, de 2008, (que conforme decisão do STF, é válido) se tratou de um primeiro mandato e de consequência, permitida a reeleição.”

“Por conseqüência, foi DEFERIDO o pedido de registro de candidatura da chapa, composta por Arquimedes Ziroldo e Antonio Carlos Lopes, para os cargos de prefeito e vice-prefeito do município de Astorga, efetuados pela Coligação “Astorga, o trabalho continua”.

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O homem que copiava vai para a cadeia

A Polícia Civil de Campina da Lagoa prendeu na tarde de ontem, por volta das 15 horas, o dono de um cartório em Altamira do Paraná, um funcionário e dois menores por falsificação de dinheiro. O proprietário do estabelecimento seria o chefe do grupo, segundo informou a polícia.

Veja detalhes no site do jornal Tribuna do Interior, de Campo Mourão. AQUI

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O coração da cachaça de cabeça da Santa Juliana

Em uma fazenda na divisa de Sarandi com Maringá, um pioneiro produz uma das melhores cachaças artesanais do Brasil… só por hobby

 

Emiliano Cunha_Foto: João Cláudio Fragozo

Emiliano mandou fabricar o alambique em cobre em Minas Gerais

Agricultor e industrial, o economista Antonio Emiliano Leal da Cunha, de 64 anos, se orgulha de ter uma propriedade rural que atende todos os cuidados necessários na preservação do meio ambiente, mas seu grande prazer é ver o olhar dos visitantes ao provarem de sua cachaça artesanal, fazerem o líquido rolar de um lado a outro da boca e engolir devagarinho. Depois de alguns segundos em silêncio, o degustador fará um biquinho e soltará um estalo com a língua. Só depois desse ritual é que expressa o que achou da cachaça.

Esse é um prazer que custa caro para Emiliano. Seu alambique, fabricado no coração das melhores cachaças do Brasil, em Minas Gerais, foi comprado há 12 anos e até hoje ele não recuperou o dinheiro investido, já que a produção é demorada e pequena e as vendas são ainda menores. Para completar, as vendas são por valores bem abaixo do que se paga pelas mineiras de Salinas.

Fazer cachaça artesanalmente é um prazer, é um gosto de família”, diz o empresário. Gosto de família porque foi seu pai, o pioneiro José Cunha, que chegou onde hoje é Maringá em 1942, abriu uma fazenda onde hoje é o Guaiapó e instalou a primeira cerâmica de Maringá, a Marajó, que forneceu material para as primeiras construções da cidade, que teve o primeiro alambique da região. Apaixonado pelos engenheiros, ele montou o alambique e certamente foi o responsável pelos primeiros porres na época do desbravamento da região.

Entre o desejo de Emiliano ter seu próprio alambique e o início da produção foram anos. Primeiro ele teve que reaprender as minúcias, visitou mais de 30 alambiques no Brasil, foi a outros países para entender os detalhes de uma boa adega. Só depois encomendou a fabricação das cubas, torres e outros equipamentos, tudo em puro cobre.

Mas, engana-se quem pensa que o início da produção tenha relação com o início da comercialização. Só para a preparação do fermento, o chamado ‘pé-de-cuba’, são necessários 40 dias. Ele é feito na própria fazenda com garapa de cana-de-açúcar cultivada sem qualquer agrotóxico, milho e farelo de arroz e precisa descansar em uma temperatura entre 16 e 18 graus. Depois, a moagem da cana, fermentação da garapa e destilação consomem mais uns três dias, mas tudo isto é pouco tempo, já que depois de pronta a cachaça vai para tonéis especiais para descansarem pelos cincos anos seguintes.

 

O segredo do ponto certo

Para tudo tem um ponto certo, não dá para seguir uma receita única”, diz Emiliano, que se envolve pessoalmente na fabricação de cada gota de sua cachaça artesanal. Ele e o funcionário Brás – que faz também outras atividades na fazenda – se encarregam da produção desde o corte da cana até a comercialização. “Tem que ter a cana certa, a temperatura ideal, o tempo de fermentação, mas esses fenômenos não dependem de nós e podem mudar de um dia para outro”.

Segundo o fabricante, não basta cumprir um passo-a-passo de uma receita. É o olho do fabricante e a experimentação que vão garantir se esse ou aquele lote têm o ponto desejado.

 

Emiliano na adega escura_Foto: João Cláudio Fragozo

Na adega de pedra, subterrânea e escuro, a cachaça vai descansar por cinco anos para ganhar coloração, cheiro e sabor diferenciado

Para Emiliano Cunha, o segredo de uma boa cachaça não se resume à fabricação. “Para chegar ao ponto necessário para agradar aos paladares mais exigentes, boa parte do segredo está também na estocagem”. Tanto quanto gastou na construção do alambique, o fabricante investiu na construção de uma adega subterrânea, onde estão tonéis gigantescos feitos em amburana, bálsamo, jequitibá rosa e castanha, com capacidades variando entre 5 mil e 10 mil litros cada um. Essas madeiras nobres vão dar sabor e coloração especial ao líquido durante uma estocagem que vai levar anos. “Nesses tonéis, que ficam totalmente no escuro, a cachaça repousa entre 5 e 10 anos e só então vai para engarrafamento”. Mesmo depois de engarrafada, a cachaça continua em ambiente de pouca luminosidade.

Boa parte da cachaça estocada na adega da Fazenda Santa Juliana é dos tempos em que foi iniciada a fabricação.

 

 

Emiliano e a cachaça da Fazenda Santa Juliana Foto: João Cláudio Fragozo

Emiliano diz que o objetivo não é produzir e vender grande quantidade, mas fazer uma das melhores cachaças do Brasil

Luxo sustentado

O luxo de fabricar um produto que não lhe dá retorno financeiro na realidade é sustentado por outras atividades da Fazenda Santa Juliana. Emiliano fabrica também rapadura, compotas de diferentes frutas, queijo, requeijão e suco de uva, mas na propriedade existem também 14 tanques com tilápias e um abatedouro, trabalhando somente para restaurantes e por encomenda. Sua tilápia é própria para sashimi.

Na fazenda tem ainda gado e cerca de 35 alqueires são destinados a culturas rotativas, principalmente soja e milho.

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Furacão dança e Jorginho paga a conta

Depois de perder por 1 a 0 para o São Caetano, na tarde deste sábado, em Paranaguá, o Atlético Paranaense anunciou a demissão do técnico Jorginho. Ele permaneceu apenas 8 partidos à frente do rubro-negro, obteve quatro vitórias e esta foi a segunda vez que perdeu em casa.

É possível que a diretoria tenha optado pela decisão extrema para acalmar a torcida. Neste sábado em Paranaguá, torcedores rubro-negros tremeram as arquibancadas com retumbantes vaias e os gritos de “terceira Divisão!”.

Com mais esta derrota ficou ainda mais longe a esperança de alcançar o G4 da Segundona. Com 20 pontos conquistados, o time paranaense está na 11ª colocação, 9 pontos distante do último colocado dentro do G4.

O jogo deste sábado foi considerado muito morno, sem nenhum dos times mostrando qualquer estratégia interessante. Aos 24 minutos do segundo tempo, Geovane marcou para o São Caetano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de perder por 1 a 0 para o São Caetano, na tarde deste sábado, em Paranaguá, o Atlético Paranaense anunciou a demissão do técnico Jorginho. Ele permaneceu apenas 8 partidos à frente do rubro-negro, obteve quatro vitórias e esta foi a segunda vez que perdeu em casa.

É possível que a diretoria tenha optado pela decisão extrema para acalmar a torcida. Neste sábado em Paranaguá, torcedores rubro-negros tremeram as arquibancadas com retumbantes vaias e os gritos de “terceira Divisão!”.

Com mais esta derrota ficou ainda mais longe a esperança de alcançar o G4 da Segundona. Com 20 pontos conquistados, o time paranaense está na 11ª colocação, 9 pontos distante do último colocado dentro do G4.

O jogo deste sábado foi considerado muito morno, sem nenhum dos times mostrando qualquer estratégia interessante. Aos 24 minutos do segundo tempo, Geovane marcou para o São Caetano.

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Todos os prefeituráveis de Marialva estão impugnados

 Os três candidatos à prefeitura de Marialva, Deca, Feltrin e Celso Martini, mais o candidato a vice de Martini, Onésimo Bassan, tocaram uma guerra de impugnações logo após as convenções municipais e hoje todos eles estão impugnados.

Estar impugnado não é o mesmo que estar indeferido e assim todos os candidatos podem continuar normalmente suas campanhas. Mesmo depois que houver uma sentença e suas candidaturas foram indeferidas, eles poderão recorrer ao TRE e darem continuidade à campanha.

A juíza da cidade, doutora Mylene Fogagnoli, deve iniciar hoje ou amanhã o julgamento dos pedidos de indeferimento de candidaturas.

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