Mês: novembro 2012



Funcionários da Copel voltam ao trabalho após acordo com a empresa

Os funcionários da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) aceitaram a proposta apresentada pela empresa e retomaram as atividades normais por volta das 14 horas desta quinta-feira. Eles pretendiam fazer uma paralisação de 48 horas nesta quinta e sexta-feira para forçar uma negociação salarial com a empresa.

Na manhã de hoje os funcionários realizaram uma assembleia na frente do prédio da Copel em Maringá, quando o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Elétrica de Maringá (Steem), Claudeir Fernandes, comunicou o resultado da rodada de negociação acontecida na quarta-feira à noite em Curitiba, quando a Copel aceitou dar um aumento real de 1% acima da inflação, abono de dois salários nominais por ano e fazer mudanças nas cláusulas de acordo coletivo. A negociação foi mediada pelo Ministério Público do Trabalho.

“As conquistas ainda estão longe do que pretendíamos, mas são reais e as entidades que representam os empregados entraram em acordo com a empresa”, disse Fernandes.

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Empresa da região fecha acordo com a Hyundai

O Grupo Romagnole, que há 50 anos atua no segmento de produtos para distribuição de energia e instalações elétricas, firmou uma parceria comercial com a divisão de materiais elétricos da multinacional Hyundai e está comercializando os produtos dessa marca para todo Brasil.
Os negócios entre os dois grupos empresariais são voltados às soluções para acionamento e proteção em baixa e média tensão. Essas linhas de produtos incluem disjuntores classes 17,5 e 36 kV, disjuntores motores, reles de proteção, contatores e inversores de frequência.
Os produtos estão sendo comercializados para todo o país pela Onix Distribuidora, empresa que faz parte do Grupo Romagnole, e visam atender atacadistas, distribuidores de materiais elétricos, montadores de painéis e fabricantes de máquinas.
De acordo com a equipe técnica e comercial da Onix, os produtos Hyundai possuem duas características que vem ao encontro das necessidades do mercado brasileiro: alta qualidade e preço competitivo.
Com a parceria entre os dois grupos abre-se um novo canal de vendas que ampliará o acesso do mercado brasileiro a esta linha de produtos cuja tecnologia, em princípio, foi criada pela Hyundai para atender as necessidades de suas outras divisões de negócios como construção naval, geradores eólicos, plataformas de petróleo, maquinas para construção pesada e motores, entre outros. “São materiais com eficiência comprovada internacionalmente e que chegam agora ao Brasil para fazer a diferença”, afirma a diretoria comercial da Onix.
André Canini
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Ali Nagib Abdallah aceita convite para assumir a Secretaria de Saúde de Nova Esperança

O prefeito eleito de Nova Esperança, Gérson Zanusso (PSD), convidou o médico Ali Nagib Abdallah para assumir a Secretaria Municipal de Saúde a partir de janeiro e o convite foi aceito.

Antes Zanusso adiantou ao seu futuro secretário que o convite era acima de tudo um desafio, que pela frente só vinha “pedreira”, pois, segundo ele, a saúde pública de Nova Esperança encontra-se em uma situação caótica, com o Hospital Municipal desfalcado de médicos e outros profissionais, além de medicamentos.

De acordo com o prefeito eleito, a saúde será prioridade em seus primeiros dias de administração, mas elaborou um plano para atender também os demais setores.

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Joelmir Beting respira com ajuda de aparelhos

Joelmir Beting

Joelmir Beting divide a bancada de apresentadores da Band com Ricardo Boechat e faz os comentários sobre economia

O jornalista Joelmir Beting sofreu um Acidente Cárdio Vascular (AVC) domingo e está internado em estado grave no Hospital Albert Einstein.

Segundo o hospital, ele está sedado e respira com ajuda de aparelhos.

Beting está internado no hospital desde o dia 22 de outubro. Ele sofre de uma doença autoimune nos rins.

O jornalista já trabalhou nos jornais Folhas de São PauloO Estado de São Paulo, na TV Globo, entre outros. Na Band, ele é comentarista de economia.

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Lambretinha, o rei do riso do circo sem lona

Altamiro Tavares, o Lambretinha

Lambretinha foi o palhaço mais importante dos circos que percorriam a região de Maringá nos anos 60

Poucas das muitas pessoas que encontram e até têm relativa amizade com o comerciante Altamiro Tavares, antigo morador da Zona 4, sabem que aquele mesmo senhor que fala muito, gesticula demais, mas não conta piadas e nem faz gracinhas, foi no passado um dos mais conhecidos e engaçados palhaços da região.

Lambretinha

O palhaço invade a plateia

Embora adormecido, o palhaço continua em algum canto de sua alma, pois às vezes fecha os olhos e sua cabeça volta no tempo: vê crianças, muitas, sorrindo, gritando, tufos de algodão doce na mão, pirulitos, pipoca, e alto-falante de corneta anuncia: – Atenção, criançada! O Grande Circo Flechas Humanas apresenta o palhaço Lambretinha!

Sapatos duas vezes maiores que os pés, calça vermelha, camisa de bolinha, chapéu, bola no nariz e a cara pintada, Altamiro agora é Lambretinha. Abre a cortina, ajeita o suspensório e invade o picadeiro. A criançada entra em transe.

Circo Flexas Humanas

A ximbica percorria as ruas com o cast para anunciar a chegada do circo

Altamiro ainda era o Mirinho, de 10 anos, quando viu um circo pela primeira vez e quando menos esperava estava morando nele. Seu pai, Antonio Tavares, fazia mágica de boteco e empregou-se no Circo do Timbica, em 1948, e levou a mulher e os seis filhos. Cada um dos Tavares tratou de aprender alguma arte e, assim, a família teve malabaristas, equilibristas, trapezistas e cantores.

Quando os filhos “estavam formados como artistas”, Tavares resolveu criar seu próprio circo em Maringá. O Grande Circo Flechas Humanas nunca teve lona, mas tornou-se o mais conhecido da região apresentando touradas, lutas livres, teatro e shows musicais. Mas não tinha palhaço. Um a um os irmãos pintavam a cara, mas desistiam depois da primeira vaia.

Tavares Circo Flexas Humanas

O mágico Tavares com uma das filhas como partner

Altamiro, que era trapezista, pintou a cara pela primeira vez em Ângulo, que era uma pequena comunidade rural, e também recebeu uma sonora vaia, mas não desistiu. Foi para o Rio de Janeiro e conheceu Carequinha, Arrelia, Piolin e quando voltou a Maringá já era o Lambretinha, que fez nome e por muitos anos fez a criançada da região sorrir.


Lágrimas no picadeiro

“Circo não dava dinheiro. Era só para a sobrevivência, mas ainda consegui alguns bens e hoje, 35 anos depois que o Flechas Humanas deixou de existir, ainda vivo do que ganhei no picadeiro”, diz, lembrando que o circo só lhe trouxe alegrias, tanto quanto a que dava às crianças que lotavam cada espetáculo. Mas houve também momentos de tristeza, como no dia em que fazia seu show e ouviu alguém dizer nos bastidores que sua irmã acabava de morrer em um hospital de Maringá. “Foi o dia que o palhaço chorou no picadeiro”.

1973

foi o ano em que vários dos pequenos circos acabaram, entre eles o Grande Circo Flechas Humanas, criado pelo mágico Antonio Tavares. 

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Ex-moradores de São João do Caiuá se reúnem para matar as saudades dos velhos tempos

elo quatro ano consecutivo, ex-moradores de São João do Caiuá (a 94 quilômetros de Maringá) se reunirão neste domingo (25) para relembrar os velhos tempos, rever a cidade e os antigos amigos. No próximo final de semana será a vez de Floraí (a 50 quilômetros de Maringá) reunir seus antigos moradores, que hoje vivem em outras cidades e mesmo outros Estados.

Sílvia Letícia

A jornalista Sílvia Letícia, do programa “Pinga Fogo na TV”, é uma das organizadoras do encontro em São João do Caiuá, cidade em que cresceu e fez muitos amigos

São João do Caiuá e Floraí são dois dos municípios da região que mais perderam moradores com o final da cafeicultura, na década de 70. São João chegou a ter 26 mil habitantes e hoje sua população não chega a 6 mil.

“Muitas famílias foram para outros Estados, mas por mais tempo que passe as pessoas não perdem suas raízes, sempre vão lembrar dos amigos que ficaram ou dos que foram para outros lugares e nunca mais se viram”, diz a jornalista Silvia Letícia, repórter do programa “Pinga Fogo na TV”, que ainda menina trocou São João do Caiuá por Maringá. “Uma parte da gente parece que fica no lugar em que nascemos, crescemos e fomos felizes e é importante termos uma oportunidade para matar a saudade”.

Da mesma opinião é o também jornalista Edson Marassi, filho do primeiro sapateiro de São João do Caiuá, que foi para Curitiba, fez carreira de apresentador de noticiários na RPC TV e hoje é dono de rádio e de um canal de televisão em Cianorte e advogado.

Os encontros de amigos começaram quatro anos atrás por força da internet. Um comerciante que mora em Curitiba contatou uma pessoa que mora em São Paulo que também se dizia caiuaense. Outros navegantes da internet se envolveram nas conversas e acabou sendo marcada uma data para todos se encontrarem na cidade natal. A reunião foi um sucesso e foi marcada uma nova para o ano seguinte, mas a divulgação do encontro pela Internet despertou o interesse de outros caiuaenses e assim a cada encontro dobra o número de participantes. Neste ano são esperados cerca de 70 ex-moradores, mas muita gente da cidade, principalmente de famílias pioneiras, comparece para rever antigos amigos.

Floraí vai reunir seus ex-moradores pela primeira vez no dia 1º de dezembro, mas o objetivo é realizar o encontro todos os anos. “Eu e minha esposa fomos a Maringá encontrar amigos que não víamos há mais de 30 anos e hoje moram em Maringá e Curitiba, mas relembrar coisas antigas foi tão gostoso que resolvemos reunir aqui em Floraí pessoas que viveram aqui nas décadas de 70 e 80, período que chamamos de Anos Dourados”, diz o servidor público Walter Laércio Bento.

Floraí criou uma comunidade no Facebook que já conta com mais de 400 participantes, espalhados por todo o Brasil, e São João do Caiuá criou um blog exclusivo sobre sua festa de ex-moradores, onde podem ser encontradas fotografias, contatos e impressões de pessoas que viveram na cidade.

Programação de São João do Caiuá

-8 horas -“Chegadeira” na chácara de Edson Marassi, na entrada da cidade;

-9 horas – Apresentação dos amigos e início do bate-papo;

-12 horas – Participação especial do Padre Sílvio;

-13h30 – Almoço por adesão;

-15 horas – Passeio pela cidade;

-16 horas – Visita à Prainha Municipal;

-18 horas – “Saideira”.

 

Programação de Floraí

17h30 – Recepção aos visitantes na entrada da cidade

18h – Carreata pelo centro da cidade

18h30 – Parada na Praça João Marques para fotos

21h – Jantar dançante no Clube Recreativo Floraiense

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Escolinha de futebol é denunciada por violação dos direitos de garotos

Diretores de uma escolinha de futebol que funciona em São João do Ivaí estão sendo acusados de violar os direitos de crianças e adolescentes e poderão ser condenados a ter que indenizar os garotos por danos materiais e morais.

A Promotoria de Justiça da ajuizou ação civil pública contra a Associação de Esportes de Desenvolvimento Comunitário do Vale do Ivaí e os dois coordenadores da entidade esportiva. A Promotoria sustenta que a escolinha de futebol funcionava de maneira irregular.

A ação, assinada pelo promotor de Justiça Hugo Evo Magro Corrêa Urbano, foi encaminhada esta semana à Justiça da Comarca e aponta maus tratos aos frequentadores da escolinha, que eram atraídos com a promessa de serem admitidos, após períodos de treinamento, em grandes times de futebol do Brasil e do exterior.

Para inserir os jovens atletas no mercado de trabalho, os dois responsáveis pela referida associação cobravam pagamento de valores variados de alguns pais dos meninos, que eram selecionados para as categorias sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17. A escolinha foi instalada no imóvel do Centro Social Santa Terezinha, cedido em comodato pelo município por um prazo de cinco anos, conforme contrato celebrado com os coordenadores da Associação.

Em março deste ano, a Promotoria recebeu informações do Departamento de Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em Brasília (DF), sobre maus tratos a crianças e adolescentes. A situação foi verificada pela então promotora de Justiça da Comarca, Melissa Andréa Anselmo, durante vistoria realizada no mês de abril. Segundo a Promotoria, os jovens atletas ficavam alojados em situação precária, dormindo no chão e sem condições adequadas de alimentação e higiene. Além de móveis quebrados, havia apenas uma geladeira funcionando na cozinha do Centro e o freezer estava desligado. As roupas de cama e banho eram levadas pelos próprios jovens e não fornecidas pela entidade. Outra irregularidade elencada na ação inicial é a falta de infra-estrutura do local para efetivamente formar atletas. “(…) não havia academia, quadra de areia, piscina e muito menos acompanhamento técnico, conforme previsto em banner publicitário encontrado no local”, aponta o promotor de Justiça.

Tanto o Conselho Tutelar do Município quanto a Vigilância Sanitária já haviam verificado irregularidades no centro de treinamento. O Conselho informou ao MP-PR que nem todos os adolescentes possuíam autorização dos pais para ficarem alojados no local. E a Vigilância Sanitária constatou acúmulo de lixo na área externa do imóvel, ausência de lixeiras e até vidros quebrados no quartos, entre outros problemas.

Na ação, o MP-PR requer o pagamento dos danos materiais pagos a título de matrícula ou inscrição, despesas com alimentação e transporte das crianças e adolescentes. Esses valores só serão apurados em liquidação de sentença. Os danos morais coletivos devem ser fixados pela Justiça, mas em valor não inferior a R$ 50 mil para cada requerido, conforme consta da ação.

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Ex-moradores de Floraí têm encontro marcado com o saudosismo e a diversão

Floraí vai reunir seus ex-moradores pela primeira vez no dia 1º de dezembro, mas o objetivo é realizar o encontro todos os anos. “Eu e minha esposa fomos a Maringá encontrar amigos que não víamos há mais de 30 anos e hoje moram em Maringá e Curitiba, mas relembrar coisas antigas foi tão gostoso que resolvemos reunir aqui em Floraí pessoas que viveram aqui nas décadas de 70 e 80, período que chamamos de Anos Dourados”, diz o servidor público Walter Laércio Bento.

Floraí criou uma comunidade no Facebook que já conta com mais de 400 participantes, espalhados por todo o Brasil, e São João do Caiuá criou um blog exclusivo sobre sua festa de ex-moradores, onde podem ser encontradas fotografias, contatos e impressões de pessoas que viveram na cidade.

 

Programação

17h30 – Recepção aos visitantes na entrada da cidade

18h – Carreata pelo centro da cidade

18h30 – Parada na Praça João Marques para fotos

21h – Jantar dançante no Clube Recreativo Floraiense

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