Mês: novembro 2013



Rede de esgoto de Colorado tem bactéria fominha

As experiências realizadas pela Secretaria de Saneamento de Colorado (a 94 quilômetros de Maringá) com uma bactéria que digere as matérias orgânicas da rede de esgoto obtiveram resultado “acima do esperado”, segundo a química da secretaria, Débora Cristina do Ângelo. O biorremediador consome principalmente as gorduras que causam entupimentos na canalização, melhora os parâmetros do efluente final, elimina odores e reduz o volume de lodo e sobrenadantes, garantindo altas taxas de descontaminação da água que será devolvida à natureza.

De acordo com a química, o secretário Gilmar Alves do Nascimento decidiu investir na aquisição da bactéria como experiência. “Embora esta tecnologia já seja utilizada em outros países, não tínhamos noção dos resultados em nossas condições, já que ela ainda não vem sendo usada na região”, disse Débora. “É um investimento alto, mas o resultado compensa”.

O biorremediador, bastante parecido com serragem, é importado e vendido em barricas de 20 litros. O material é misturado com água e demora cerca de 40 minutos para começar a liberar as bactérias. Em Colorado o produto final foi colocado na rede com o auxílio de um caminhão-pipa.

“Por enquanto as aplicações foram feitas somente na tubulação da área central da cidade, que por ser a mais antiga era onde ocorriam mais entupimentos”, diz Débora do Ângelo. “O serviço de manutenção já não dava conta, mas a aplicação da bactéria resolveu o problema em pouco tempo”.

Além da limpeza da rede, a Secretaria de Saneamento está interessada no resultado final, na estação de tratamento. Segundo o secretário Nascimento, o biorremediador repovoa o esgoto com microrganismos benéficos, que têm capacidade de digerir a matéria orgânica dos despejos, contribuindo pela redução das extrações feitas mecanicamente e ajudando na melhoria da qualidade ambiental.

Comente aqui


Só quatro cidades da região têm esgoto em 100% da área urbana

Com a conclusão dos trabalhos de ampliação de sua rede de esgoto sanitário em mais 3,8 mil metros, o município de Jussara (a 65 quilômetros de Maringá) entrou para o seleto grupo dos municípios que deram adeus às fossas sépticas, que causam a proliferação de insetos e outros vetores, ocasionam a contaminação do lençol freático por coliformes fecais e ainda correm o risco de desabar. Os integrantes deste grupo já alcançaram 100% de esgoto coletado e tratado e no noroeste paranaense, além de Jussara, apenas Lobato, São Jorge do Ivaí e Jaguapitã alcançaram esta marca.

Para o diretor do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), Valter Luiz Bossa, essa marca foi atingida principalmente por o município ter sido beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Esgoto), por meio da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), “mas depende muito do gerenciamento que o município faz dos recursos públicos destinados ao saneamento”.

Para Bossa, chegar a 100% é motivo de orgulho para a cidade e os reflexos poderão ser observados em breve na saúde da população. “Até o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) sobe quando o esgoto chega”.

Com uma população de aproximadamente 7 mil habitantes, toda beneficiada com água tratada – inclusive 45% da área rural -, a preocupação de Jussara agora é com a conclusão do Plano de Saneamento Básico, que define a política do município para a área pelos próximos 30 anos. O governo federal exige que todos os municípios brasileiros entreguem o Plano até 31 de dezembro próximo, mas o Ministério do Meio Ambiente prevê que menos de 25% de todas as cidades consigam cumprir à exigência. “Jussara se juntou a outros municípios do noroeste para a contratação de uma empresa especializada e vamos entregar os projetos prontos nos próximos meses”, diz Bossa. “Não vamos conseguir entregar no prazo cobrado pelo governo, mas estaremos entre os primeiros da região a concluir o plano”.

Comente aqui


História de Raquel é reconhecida e premiada

Ao vencer a etapa estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, na categoria Microempreendedora Individual, no último dia 22, em Curitiba, Raquel Aparecida da Cruz conquistou mais do que um troféu, ela ganhou o reconhecimento por uma história de muita dedicação. Criada por pais adotivos, Raquel da Cruz lembra do tempo em que sua mãe trabalhava em um circo, em Curitiba. Mal sabia ela que dessa experiência nasceria um sonho.

Raquel Cruz fez treinamento no Circo de Soleil

Raquel Cruz fez treinamento no Circo de Soleil   Foto: Metropole

Seus pais, porém, se separaram e ela voltou, com sua mãe, para Campo Mourão. Nesse período, Raquel da Cruz precisou trabalhar e fez um pouco de tudo, foi cortadora de cana, diarista, babá e zeladora. Sua vida começou a mudar quando assumiu o cargo de cozinheira e tinha as manhãs livres. “Aproveitei para retomar um sonho antigo e comecei a fazer cursos de artes plásticas, escultura, dança, teatro, entre outros”, conta.

Quando identificou a oportunidade de atuar como artista, se formalizou na categoria microempreendedora individual. Hoje, atende cerca de 500 crianças de Mandaguari, Mandaguaçu e Campo Mourão, como instrutora de circo. “Fiquei muito emocionada ao receber o Prêmio e, com esse reconhecimento, quero motivar meus alunos, mostrando que é possível vencer na vida”, destaca a empresária. (Graziela Castilho Cavalaro)

1 Comentário


Ex-presidente do PT de Cianorte terá direito de resposta em programa de TV

Maurício Velasco

Maurício Velasco

O ex-presidente do PT de Cianorte, Maurício Velasco, que se desfiliou do partido ao saber que a executiva estadual anulou a eleição que elegeu o novo diretório de Cianorte, ganhou na Justiça alguns minutos de direito de resposta contra uma emissora de televisão de Maringá, que o esculachou na semana passada.

As primeiras informações que chegam são de que o programa terá que admitir que errou e permitir que o ofendido dê sua versão da história.

Nos últimos dias Maurício Velasco tem sido assunto em vários órgãos de imprensa da região, depois que foi descoberto que, apenas de morar em Cianorte há quatro anos, ele é funcionário da prefeitura de Rosário do Sul, no Rio Grande do Sul, e mantém o emprego às custas de atestados médicos. Durante a eleição do diretório, no início do mês, ele protagonizou uma briga e tanto com pessoas que comandavam o PT de Cianorte há anos. Ele inclusive ele teria impedido a participação dos adversários na eleição do diretório e depois pediu a expulsão de todos eles, o que não conseguiu.

Comente aqui


Prefeita diz que vereadores boicotam construção de casas para os pobres

As relações entre a prefeita Ednea Batista, de Paranacity, com a Câmara de Vereadores pioram a cada dia.

A prefeita se elegeu, mas não conseguiu maioria no Legislativo e assim projetos de seu interesse nem sempre são aprovados e projetos que não lhe interessam, feitos pela oposição, sempre são aprovados.

 

Ednea Buchi Batista, prefeita de Paranacity. Foto: Diniz Neto

Ednea Buchi Batista, prefeita de Paranacity. Foto: Diniz Neto

Foi o caso da Lei da Ficha Limpa no serviço público do município. Ednea não queria, mas a Câmara aprovou. Aí ela vetou. Mas a Câmara derrubou o veto.

Mas, o que está complicado sempre pode piorar. E piorou.

No final de semana, com a presença do governador Beto Richa na cidade, a prefeita aproveitou para proferir um discurso irado, culpando os vereadores da oposição por não ser construído um conjunto de casas populares na cidade.

Segundo ela, o município conseguiu R$ 2,5 milhões para a construção de casas, mas os cinco vereadores da oposição não aprovaram um projeto que autoriza a prefeitura a comprar um terreno para a construção de casas.

Para a prefeita, os oposicionistas estão tentando prejudicar a administração dela, mas prejudicam muito mais o povo pobre que precisa de casa para morar.

O o vereador Jés Júnior Carlete (PT) disse que a coisa não é bem assim. O projeto que autorizaria a prefeitura a comprar terreno para a construção de casas de interesse social não chegou a entrar na pauta da Câmara, mas poderá ser aprovado assim que a administração Batista faça “o encaminhamento correto”.

De acordo com Carlete, presidente da Comissão de Justiça e Redação e relator da Comissão de Finanças e Orçamento, “o que aconteceu é que o projeto foi incompleto, faltando documentos, e as comissões enviaram de volta para que a prefeitura fizesse a readequação”.

Segundo o vereador, foi deixado claro no parecer das comissões que se o projeto não estiver correto poderá ocorrer problemas adiante. “A Câmara deve trabalhar em cima da legalidade e assim que a prefeitura encaminhar os documentos necessários o projeto irá a plenário e será votado”.

Comente aqui
 

Volta ao passado no museu secreto de Flausino

O prazer do empresário é passar o tempo entre milhares de objetos fabricados muito antes de ele nascer

Localizada no Parque Industrial IV, de Sarandi, a Flaus Indústria e Comércio de Peças é considerada uma das empresas mais modernas da região, vendendo peças de veículos para todos os Estados brasileiros, algumas produzidas com o que há de mais avançado no mundo em termos de tecnologia. Mas, enquanto a indústria investe em modernização, em um barracão anexo acontece o oposto: ali a busca é pela antiguidade, onde quanto mais antigo o objeto, mais valorizado ele é.

Entre as relíquias de Marcos Flausino, as bicicletas se destacam, principalmente as que foram fabricadas antes de ele nascer

Entre as relíquias de Marcos Flausino, as bicicletas se destacam, principalmente as que foram fabricadas antes de ele nascer

O barracão é uma espécie de museu secreto, que existe para o deleite de seu proprietário, o empresário Marcos Flausino Dias, um homem que busca a modernidade e a antiguidade e acha este antagonismo normal. Ao mesmo tempo em que se realiza com a construção de uma peça perfeita em sua indústria, se delicia ao restaurar um objeto antigo, seja um simples ferro a brasa, de passar roupas, seja um veículo importado fabricado no início do século passado em algum país.

O barracão em que está o acervo tem 900 metros quadrados e foi construído especialmente para guardar os objetos que Marcos Flausino restaura. Alto e com parte do teto transparente, durante o dia não precisa de luz elétrica, o piso é azul para destacar os objetos e do teto pendem cabos especialmente para expor as relíquias garimpadas pelo proprietário.

Flaus 3O empresário que dá duro a semana inteira, fazendo contatos com seus representantes e clientes em vários Estados, nos sábados, ao invés de descansar, se entoca em seu barracão arrumando e fichando coisas ou na oficina, onde comanda a equipe de restauração. Os domingos são da família, mas não é raro ‘visitar’ o barracão, inclusive com os três filhos, que também já desenvolvem o gosto pelas antiguidades.

Logo à entrada do barracão, o raro visitante viverá uma volta no tempo. Cerca de 50 ferros a brasa, que as mulheres usaram para passar roupas até meados do século passado, em diferentes modelos, assim como são variados os tipos de lampiões que iluminaram as noites dos brasileiros, panelas, chaleiras, bules esmaltados, fogões a lenha e os primeiros a gás.

Os objetos estão divididos por área de utilização e todos estão devidamente fichados. O proprietário estuda a história e a época de cada objeto e exige que tudo na sua exposição esteja em condições de funcionar. Assim, qualquer fogão pode ser aceso, qualquer bicicleta pode circular nas ruas, qualquer radiola tem que ter bom som.

“Faço isto por paixão. Há uma satisfação pessoal em garimpar antiguidades, em trocar objetos com outras pessoas que têm a mesma paixão”, diz o empresário, que despertou o interesse por antiguidades ao ‘bater um rolo” em 1992, quando trabalhava de vendedor de auto peças em uma empresa de Maringá. “Um rapaz procurou a loja para comprar um cabo de embreagem para uma Vemaguet, que na época já era uma raridade. Não resisti e acabei trocando meu Fusca no carro dele”.

Depois da Vemaguet, carro da DKV fabricado a partir de 1952, vieram outros carros antigos. Mas, a coleção ganhou força depois que Marcos Flausino deixou de ser empregado para ser patrão. Ele descobriu que podia construir peças iguais às que vendia e, com a cara e a coragem, montou uma pequena empresa, desenhava as peças e mandava para algum torneiro, depois comprou seu próprio torno e hoje pode dar-se ao luxo de ser uma das poucas empresas do ramo no Brasil a contar com tornos a raio laser.

 

Magrelas, carros e carroças

Nos 900 metros quadrados o que mais se vê são bicicletas. Elas flutuam penduradas do teto, estão nas paredes, no chão, em cima de outros objetos; são grandes, pequenas, pequeníssimas, pequeniníssimas, de duas rodas, três, quatro, uma roda pequenininha e outra gigantesca, uma roda roda só, de cores foscas, brilhantes. Algumas usam faróis alimentados por dínamos, outras a luz é conseguida com energia de pilhas, mas tem também as que no lugar de farol carregam lampiões comuns, outras têm a luz com velas e há faróis mantidos a carbureto, aquela pedra que brilha quando é molhada com água.

No salão são mais de 250 bicicletas, todas restauradas e em condições de passear pelas ruas. “A Peugeot é toda original, não foi preciso mexer em nada”, diz orgulhoso. Isto não seria significativo se ela não tivesse sido fabricada em 1900 e já rodava por aí muito antes de existir qualquer uma das cidades da região de Maringá.

“Não consigo explicar o porquê de tantas bicicletas, talvez seja pela facilidade de trocar com outros colecionadores”, diz Flausino. Ele conta que desde pequeno sempre gostou de bicicletas, cresceu sobre elas pelas de Maringá e na mocidade sofreu muito pedalando uma pesada cargueira da Tolardo para fazer entregas de peças. Hoje, só de cargueiras ele tem mais de uma dúzia.

Embora tenha a Peugeot como uma das principais relíquias, Flausino tem outras bicicletas bem mais antigas, entre elas uma Columbia de 1886.

 

Hoje Flausino tanto pode ser visto em uma reluzente Toyota Hilux quanto em uma não menos reluzente Vemaguet, que é seu ‘carro reserva’, como diz. A Vemaguet divide espaço no salão da Flaus com um pé-de-bode, uma jardineira, um caminhão Ford 1935 V8 e mais uma meia dúzia de carros, todos nascidos muito antes de ser fabricado o primeiro carro no Brasil.

Entre os destaques está uma BMW Romi, ou seja, uma Romiseta da BMW, que fica difícil de saber se é um carro ou uma motocicleta com com cabine.

O colecionador espera com ansiedade o dia em que colocará em funcionamento um Candango velho que está restaurando. Candango é o nome brasileiro do Musga, lançado em 1956 pela alemã DKW e que teve grande aceitação para fins militares.

 

Casa completa

As velharias de Marcos Flausino estão separadas por setores. Em um lugar coisas de cozinha, em outro de sala, quarto, carros, motos, bicicletas e máquinas que trabalharam no campo na época dos pioneiros, como trilhadeiras, descaroçadores, carroções, carroças com roda de madeira e com pneus.

A Victrola ' corda', do início do século passado, não depende de energia elétrica para rodar discos de 78 rotações por minuto

A Victrola ‘ corda’, do início do século passado, não depende de energia elétrica para rodar discos de 78 rotações por minuto

Um dos orgulhos do colecionador foi a ‘sala’ que conseguiu montar, onde estão alguns dos primeiros televisores fabricados no mundo, rádios de diferentes marcas e modelos, alguns tão antigos quanto a própria radiofonia, e os aparelhos de som. Aparelhos é modo de dizer, porque alguns deles nem sequer têm como alterar o volume, não precisam de energia elétrica, enfim, nada que lembre o que é conhecido hoje, como é o caso da Victrola, fabricada pela Victor (depois RCA Victor) no início do século passado, ainda tocada à manivela para rodar discos de 78 rotações, feitos em cera de carnaúba. O som límpido enche todo o salão com a voz de Vicente Celestino ou Chico Alves em seus primeiros 78rpm.

 

Lembranças de família

O museu secreto não tem visitação, mas já tem um nome: Flaus Antiguidades. O Flaus é uma homenagem à família Flausino, que chegou a Maringá em meados do século passado. Seu Jorge, avô de Marcos, derrubou muita mata onde a cidade ia crescendo, vendeu dormentes de madeira quando foi implantada a linha férrea. Seu Pedro, filho de Jorge e pai de Marcos, foi motorista da prefeitura de Maringá e mecânico do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Hoje, os instrumentos de trabalho do desbravador Jorge Flausino estão no Flaus Antiguidades, como o traçador de quase 100 anos, machados, cunhas de aço, ‘periquitas’, que eram ganchos de ferro que prendiam toras para rolá-las e colocá-las em caminhões. Além de conservar objetos da família, foi a forma encontrada por Marcos para homenagear seus antepassados, que deram tanto à região, mas nunca foram lembrados pelas autoridades.

4 Comentários


Cortadora de cana terá adicional de insalubridade por exposição à fuligem

O TRT do Paraná resolveu conceder adicional de insalubridade em grau máximo a uma cortadora de cana de Cambé, no norte do Estado, por exposição à fuligem gerada pela queima de cana no período da safra. A decisão alterou sentença de primeiro grau, que havia negado o adicional.

“A prática da queima pré colheita tem enorme impacto na sociedade: afeta não só a saúde dos trabalhadores diretamente envolvidos com a produção da cana de açúcar, mas também toda a comunidade estabelecida em áreas próximas às de plantio”, ponderou a Segunda Turma do Tribunal.

Os desembargadores ressaltaram, ainda, a alta toxidade do hidrocarboneto resultante da queima, e citaram o Decreto 3.048/99 da Previdência Social, que o classifica “como agente patogênico para 45 doenças profissionais, dentre elas neoplasia maligna dos brônquios e pulmão, transtorno mental orgânico ou sintomático não especificado, neurastenia, conjuntivite, parada cardíaca, hipertensão portal, dermatite de contato por irritantes, efeitos tóxicos agudos”.

Fonte: TRT-PR

Sem categoria
Comente aqui


Clarice e Cileninho participam de evento na Alemanha

O ex-prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o “Cileninho”, de Mandaguari, e a esposa Clarice Ignácio vão participar, de 2 a 5 de dezembro, em Berlim, na Alemanha, do 9º Congresso da Organização Mundial da Família (WFO).

O ex-prefeito Cileninho vai como convidado de outros políticos e a ex-primeira dama Clarice participou de todas as edições anteriores do evento

O ex-prefeito Cileninho vai como convidado de outros políticos e a ex-primeira dama Clarice participou de todas as edições anteriores do evento

Na condição de vice-presidente da União Nacional das Associações de Proteção à Maternidade, Infância e Família (Unapmif), Clarice participou das oito edições anteriores, realizadas em várias cidades ao redor do mundo. O casal mandaguariense participará do evento mundial como convidado especial junto com o ex-prefeito de Ubiratã, Fábio Dalécio, e esposa Luciana, atual presidente da Unapmif, e dos prefeitos de Cambé, João Pavinato, e esposa Ana Maria, e do atual de Ubiratã, Haroldo Duarte e Maki.

A Cúpula Mundial da Família +9 é realizada pela Organização Mundial da Família em parceria com a Divisão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Seção de Organizações Não-Governamentais das Nações Unidas, em parceria com o Ministério Federal de Assuntos da Família, Idosos, Mulheres e Juventude da Alemanha e a Cruz Vermelha da Alemanha.

Comente aqui


Momento histórico para O Diário

SAM_0219Os bares, lanchonetes e padarias da Vila Operária que se cuidem, porque a partir desta terça-feira O Diário entra na concorrência oferecendo café espresso, capuccino e diversos tipos de chás.

A máquina foi instalada na recepção do jornal, atendendo a pedidos dos quase 300 funcionários da empresa.

A empresa de locação (Café Shop) nem tinha terminado a instalação da máquina e já se formava uma fila para experimentar a novidade.

Depois de empurrar uns dois ou três e gritar com outros, Sérgio Carniel (de camisa Outubro Rosa) garantiu o primeiro lugar na fila e inaugurou a máquina com o primeiro capuccino.

A razão de tanto esforço foi porque o primeiro cafezinho era de graça.

Sem categoria
1 Comentário