Mês: janeiro 2014



Vacina, que era de graça, foi vendida por servidores da prefeitura

O MP-PR, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Maringá, propôs ação civil pública de responsabilização, pela prática de ato de improbidade administrativa, contra dois servidores da prefeitura de Paiçandu, município da Região Norte-Central do Paraná. Ambos são acusados de participação num esquema de comércio de vacinas. A ação foi proposta no dia 20 de janeiro pela 20.ª Promotoria de Justiça de Maringá. Segundo a denúncia, doses da vacina da gripe H1N1, que deveriam ser distribuídas gratuitamente à população de risco, foram comercializadas.

A investigação começou com a denúncia de uma servidora, segundo a qual o enfermeiro que chefiava um posto de saúde do município vendeu doses da vacina por R$ 70, cada. Durante as investigações, a Promotoria descobriu que a própria denunciante (concursada como auxiliar de serviços gerais, mas que, à época das irregularidades, exercia a função de agente comunitário) teria participado do esquema, Ela resolveu denunciá-lo porque se desentendeu com o colega de trabalho.

A Promotoria também denunciou um casal de empresários, que seria responsável pela compra de parte das doses enviadas ao Posto de Saúde do Jardim Canadá, em Paiçandu, para atender a população de risco. As doses teriam sido aplicadas nos próprios empresários e em familiares e funcionários de ambos. Além de depoimentos, a denúncia é sustentada em gravações feitas pela denunciante do esquema. No inquérito civil público, também está sendo apurada denúncia de que o enfermeiro emitia atestados médicos falsos.

O promotor Leonardo da Silva Vilhena, responsável pelo procedimento, requer que os envolvidos no esquema sejam punidos com base na Lei de Improbidade Administrativa. Entre outras punições, Lei nº 8.429/92 prevê o ressarcimento integral dos danos e a perda da função pública, quando for o caso.

Informações do Ministério Público do Paraná

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Editor paranaense tem história divulgada em Rondônia

Foto de Ana Célia Santos

Foto de Ana Célia Santos

O jornalista Waldir Costa faz parte da história do jornalismo do Paraná e de Rondônia. Tendo começado a carreira na Circulação da “Folha de Londrina” (já barbudo), ele passou por jornais de Umuarama, Maringá, Toledo e Cascavel, antes de ir para Rondônia para comandar a implantação do “Diário da Amazônia”, o maior jornal do Estado, e depois da “Folha de Rondônia”.

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Travestis de Maringá divulgam tabela de preços

Foto: Ricardo Lopes

Foto: Ricardo Lopes

Em Maringá, quem se decidir por um programa com um travesti não poderá, depois, reclamar que não sabia o quanto custaria a orgia. Os preços estão estampados em letras garrafais no local em que os travestir fazem ponto.

No ponto da Avenida Colombo, na Vila Morangueira, um dos pontos mais visados por aventureiros noturnos, caminhoneiros e até pedestres, os valores de cada exigência do freguês foi pichado na parede de uma empresa. Assim, antes de desapertar o cinto o cliente já saberá o quanto vai pagar, de acordo com suas preferências.

Os travestir adiantam que quem quiser aproveitar os preços do ano passado que se apressem, pois a categoria já está definindo o tamanho do reajuste.

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Profissionais do sexo querem a volta de Ong que representa a categoria

Prostitutas e travestis que ganham a vida nas ruas da área central querem a reconstituição da União Maringaense dos Profissionais do Sexo, lugar no Conselho Municipal da Mulher e apoio da Secretaria Municipal da Mulher, porém, todas as metas esbarram no fato de ninguém se dispor a representar a classe. A Secretaria da Mulher procurou alguém para ocupar a vaga que a categoria tem direito no Conselho, mas ninguém aceitou.

Foto: Agência LGBT Brasil

Foto: Agência LGBT Brasil

Segundo os profissionais, a categoria se desorganizou e por isto deixou de receber apoio oficial, como as palestras sobre doenças sexualmente transmissíveis, cursos profissionalizantes, exames médicos periódicos e até preservativos. Além disso, a União dos Profissionais do Sexo tinha força para negociar com as autoridades, especialmente com a polícia.

A União, uma organização não governamental (ONG) criada em 2004 sob a liderança da profissional do sexo Arinéia Maria Martins Gonçalves, a Néia, caiu na inatividade há quatro anos, depois que sua fundadora e presidente precisou afastar-se da direção para tratamento médico. Outras mulheres a substituíram na liderança, mas pouco tempo depois ninguém mais convocou reuniões nem representou a categoria no Conselho Municipal da Mulher. Com o fechamento do Hotel Paulistano, onde estava a sede da entidade, a União desapareceu de vez.

Houve um tempo em que as mulheres e travestis eram perseguidos pela Polícia Militar, mas houve diálogo e, ao invés de temer, as prostitutas passaram a ver a polícia como aliada, principalmente quando o crack virou moda e usuários tornaram-se ameaça para quem trabalhava à noite nas ruas”, disse ontem uma prostituta que faz ponto durante o dia no cruzamento da Rua Joubert Carvalho com a Travessa Júlio Mesquita Filho, no centro de Maringá. Ela pediu que seu nome não fosse citado.

A Néia deu a cara para bater, ela se expôs de fato, foi falar com delegado, com comandante da PM, com secretários municipais e as conquistas começaram a aparecer”, disse outra mulher, também na esquina da Joubert Carvalho com Júlio Mesquita. “Ela se sacrificou para defender os outros profissionais e este trabalho fez com que a prostituição fosse vista com mais respeito pelas autoridades”.

Logo no início do funcionamento, a ONG chegou a ter 400 associados, ganhou o direito de manter um representante no Conselho Municipal da Mulher e passou a ter apoio das secretarias municipais da Mulher, Saúde e Assistência Social e assim pode oferecer palestras sobre Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, as chamadas DSTs, exames médicos periódicos gratuitamente, cursos profissionalizantes para quem pretendesse um dia deixar a prostituição e orientações sobre segurança e aposentadoria.

 

Procura-se liderança

Em 2013, a Secretaria da Mulher esteve em contato com as prostitutas que fazem ponto no centro para saber da possibilidade de alguém retomar o lugar da categoria no Conselho, mas ninguém aceitou o encargo. “É muita responsabilidade. A pessoa que for representar os profissionais do sexo terá que assumir mesmo a liderança, saber que nas reuniões será olhada com diferença, terá que fazer pedidos que talvez não interessem a mais ninguém”, comentou uma mulher que chegou a assumir algumas responsabilidades quando Néia se afastou para tratamento.

Segundo a gerente da Secretaria da Mulher, Grazielle Thom de Oliveira, a secretaria pretende restabelecer retaguarda aos profissionais do sexo, mas o caso passa por uma análise jurídica para encontrar de que forma será a ajuda, já que a prostituição no Brasil é ilegal.

O Conselho Municipal da Mulher está praticamente desativado, já que os representantes das instituições não governamentais deixaram de participar das reuniões e sem eles as decisões que forem tomadas somente por entidades governamentais não têm validade. Com a posse da nova secretária da Mulher, o Conselho será reestruturado, mas os profissionais do sexo só terão direito a acento se alguém se dignar a representar a categoria.

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Shaolin só se comunica com os olhos, três anos depois do acidente que o deixou sem movimentos

Shaolin ainda não recuperou os movimentos, três anos depois do acidente

Shaolin ainda não recuperou os movimentos, três anos depois do acidente

No último sábado, dia 18, fez três anos que o humorista Shaolin, da TV Record, sofreu um acidente na rodovia BR-230, em Campina Grande, Paraíba, e até hoje ele não recuperou os movimentos e só consegue se comunicar com os olhos, minimamente.

Depois do acidente, Jozenilton Veloso, o Shaolin, permaneceu longo tempo em coma, ficou internado na Paraíba, depois em São Paulo, passou por várias cirurgias e há dois anos e meio continua o tratamento em casa, em Campina Grande.

Há um ano e meio Shaolin foi submetido a testes com um equipamento importado que identifica respostas através dos olhos. Esses testes descartaram a hipótese de que ele estivesse em um estado de coma vigil, em que há reações como piscar os olhos, chorar ou sorrir, mas que são involuntárias.

O caminhoneiro Jobson Clemente, acusado pelo Ministério Público de ter causado o acidente com Shaolin, foi condenado pela 4ª Vara Criminal da cidade de Campina Grande, a pena foi de dois anos de detenção em regime aberto, que foram convertidos em prestação de serviços à comunidade e pagamento de três salários mínimos a entidades a serem determinadas pela justiça.

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…e a cidade cresceu em torno de Juvêncio

“Daqui deste lugar eu vi a cidade crescer em volta de mim. Ali, onde está aquele prédio luxuoso era um terreno baldio, depois veio a cerca de tapume, chegaram os primeiros trabalhadores e algum tempo depois a construção apareceu por cima do tapume, foi crescendo, crescendo até chegar a esse edifício. Ali foi construída a rodoviária e durante décadas foi um entra e sai de pessoas até que ela foi fechada e hoje é um prédio grande e vazio. Logo vai deixar de existir, como tantos outros que já existiram por aqui.”

O pioneiro Juvêncio Aurélio Pereira, que da esquina das ruas Joubert Carvalho e Julio Mesquita viu Maringá se formar como cidade, morreu no início deste mês. Foto divulgada no facebook por Jeremias Puliquezi

O pioneiro Juvêncio Aurélio Pereira, que da esquina das ruas Joubert Carvalho e Julio Mesquita viu Maringá se formar como cidade, morreu no início deste mês. Foto divulgada no facebook por Jeremias Puliquezi

Assim o pioneiro Juvêncio Aurélio Pereira* fala de suas lembranças quando alguém pergunta se faz muito tempo que ele tem seu carrinho de frutas na esquina das ruas Joubert Carvalho e Júlio Mesquita, em frente à antiga rodoviária. “Estou neste lugar  há 46 anos, mas a verdade é que estou nesta rua há 63, com idas e vindas.” Viu Maringá deixar de ser um lugarejo no meio da mata, sempre envolvido numa nuvem vermelha de poeira ou num lamaçal grudento que assustava quem  chegava, para se transformar numa metrópole. E lá está ele, bem no coração da metrópole, vendo pessoas surgirem e desaparecer, empresas serem abertas e logo sendo substituídas por outras, prédios nascerem e tempos depois serem derrubadas dando lugar a outros mais suntuosos.

Juvêncio nasceu em Itaperuna (RJ) e desde cedo se considerou um peão de trecho, um aventureiro em busca de lugares novos em que pudesse fugir da vidinha simples de sua cidade natal. A abertura do norte do Paraná pela Companhia Melhoramentos foi amplamente divulgada e atraiu gente do Brasil inteiro. Ele foi um dos que não resistiram às notícias sobre uma terra roxa em que se plantando tudo dá. Com 20 anos de idade, sozinho, pouco dinheiro e muitos sonhos, ele desceu de um ônibus no Maringá Velho em 1950 para iniciar sua vida de pé vermelho. Na época, na avenida Brasil, que era uma espécie de espinha dorsal da cidade que nascia, encontrava-se troncos de peroba, carros levantavam nuvens de pó e em dias de chuva só andavam se tivessem os pneus envolvidos em grossas correntes. Carro puxando carro era uma cena comum. “A cidade era praticamente ao longo da avenida Brasil, mas os primeiros bairros, como a Vila Operária, Vila 7 e Zona 4 eram mais distantes e dividiam a população em grupos distintos. Os ricos ficavam na Zona 4, o pessoal que trabalhava na construção foi morar na Vila Operária e o resto do povo foi para outros bairros. Eu comprei um terreno na Vila 7, na rua Bragança. Na época a região era quase só mato, mas em pouco tempo foi sendo aberta e as casas, todas de madeira, foram surgindo até virar uma vila de verdade. Hoje a Vila 7 é uma das melhores da cidade.”

Juvêncio, que na época era praticamente um garoto, teve seu primeiro emprego na antiga Cantina Veneziana, na rua Santos Dumont, em frente à praça Napoleão Moreira da Silva, que na época nem tinha esse nome e nem era uma praça, apenas um descampado que aos poucos recebeu palmeiras, árvores e bancos. Com casa e emprego, o novo maringaense foi aos poucos trazendo sua família. “Vieram pai, mãe, irmãos e outros parentes, que fizeram a vida aqui e aqui morreram.” Ele se casou e aqui criou os filhos.

Depois da Cantina Veneziana, Juvêncio foi trabalhar por conta própria. Foi charreteiro, motorista de táxi, chegou a ter três charretes – o que na época era uma frota -, montou uma bem-sucedida quitanda na avenida Colombo  e depois decidiu ser vendedor de frutas próximo à rodoviária, um bom negócio na época. “Hoje o setor de frutas está fraco. Os supermercados fazem ofertas que arrebentam a concorrência, mas isso é assim mesmo. A gente não ganha muito dinheiro, mas isso não faz diferença. Ainda dá para viver bem.”

Hoje com 83 anos, 64 deles respirando o pó vermelho de Maringá, o pioneiro Juvêncio Pereira dá-se por feliz por ter escolhido Maringá para viver, formar e criar família. Não tem grandes planos para o futuro, a não ser continuar vendendo frutas na mesma esquina em que está há 47 anos e onde espera continuar ainda por muitos e muitos anos assistindo a cidade se modificar.

Matéria publicada em O Diário em maio de 2007

*Juvencil Aurélio Pereira, nascido em 28.09 de 1.930, morreu no dia 8 deste mês na casa em que viveu por mais de 60 anos, na Vila 7.

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Ismael luta por “Porta Aberta” na TV

Foto: Agnaldo Vieira

Foto: Agnaldo Vieira

O veterano radialista Antonio Ismael está lutando para voltar à TV com seu programa “Porta Aberta”, que já fez muito sucesso na região de Maringá.

Folclórico e sem roteiro, Ismael já foi líder de audiência entre os programas locais, com destaque para as reportagens policiais.

Depois que deixou a TV, ele retornou ao rádio e ultimamente faz programas em uma emissora de Marialva.

Ismael tentou a política e não foi bem-sucedido. No ano passado ele disputou uma cadeira na Câmara de Marialva, mas obteve apenas 17 votos.

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Primeira locomotiva a chegar em Maringá retorna para o antigo pátio da estação

Em 1954 a a Maria Fumaça chegou ao pátio da estação de Maringá, mesmo lugar para onde voltará 60 anos depois

Em 1954 a a Maria Fumaça chegou ao pátio da estação de Maringá, mesmo lugar para onde voltará 60 anos depois

A locomotiva 608, que segundo a história foi a primeira a chegar à estação ferroviária de Maringá em maio de 1954 e que há 40 anos está estacionada na entrada do Parque do Ingá, poderá voltar ao local em que trabalhou por décadas: a Travessa Jorge Amado, no Eixo Monumental, onde ficava o pátio de manobras da antiga estação.

O anúncio foi feito pelo prefeito Roberto Pupin (PP), que disse que o retorno da Maria Fumaça integra o projeto de revitalização da Travessa Jorge Amado, a ser executado no começo de 2014, com recursos próprios da prefeitura.

A travessa é um espaço vazio entre as avenidas João Paulino Vieira Filho e Prudente de Moraes, ligando o Novo Centro à região do Estádio Willie Davids e passando ao lado do Mercadão Municipal. Mesmo depois da construção do Novo Centro, a área permaneceu como matagal, depois virou uma cracolândia e ultimamente vinha sendo usado como estacionamento não autorizado, até que a prefeitura decidiu isolar o espaço com pilares de concreto.

Como o Parque do Ingá permaneceu longo tempo fechado e depois de reaberto não tem tanta visitação quanto antes, a locomotiva pioneira já não chama a atenção e sua importância histórica cai no esquecimento   Foto: Tamires Malvezi

Como o Parque do Ingá permaneceu longo tempo fechado e depois de reaberto não tem tanta visitação quanto antes, a locomotiva pioneira já não chama a atenção e sua importância histórica cai no esquecimento Foto: Tamires Malvezi

“Temos que fazer um melhor aproveitamento daquele espaço, que está praticamente no centro”, disse Pupin. Segundo ele, o projeto feito pela Secretaria de Planejamento prevê a construção de cobertura de toda a área, com parte em acrílico para a passagem da luz natural, colocação de mesas e floreiras. O espaço poderá ser aproveitado pelas lanchonetes do Mercadão e mesmo por algumas que se instalem sob a cobertura. Também poderão ser instaladas floriculturas e bancas de revistas, no modelo do Calçadão da XV, do centro de Curitiba.

“Aquele é um local histórico, pois por décadas foi a ligação entre o Centro e a Zona 7, quando as pessoas passavam a pé pela área conhecida como Esplanada, no pátio da Ferroviária”, diz o prefeito. Justamente onde está a Travessa Jorge Amado era o final dos trilhos utilizados para a manobra das locomotivas e vagões. Segundo o prefeito, é o local ideal para a permanência da locomotiva que fez parte da história de Maringá, trazendo milhares de famílias pioneiras e levando a produção cafeeira da região para os portos.

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Bebês de jornalista “enchem” berçário de maternidade

FenilleAcostumado a dar notícias sobre Maringá e região, o repórter Carlos Fenille, do programa “Paraná Notícias”, da TV Maringá/Band, virou notícia nesta semana, quando sua mulher, a jovem Aline Fenille, deu à luz os trigêmeos Davi, Lívia e Miguel.

A mãe e os bebês – que praticamente ocuparam todo o berçário de um importante hospital de Maringá – passam bem, já o pai está até agora embevecido com a experiência de ser tri.

Fenille 1A única tristeza de Fenille neste momento é a de não poder ter os filhos nascidos em sua cidade. Morador em Paiçandu, o jornalista teve que trazer a esposa para dar à luz em Maringá porque sua cidade não tem sequer um hospital funcionando, o que é inadmissível para uma cidade de 40 mil habitantes.

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Movimentos de Sérgio Novicki dão esperança à família

O professor Sérgio Novicki, que está em coma na UTI desde o dia 28 de dezembro, quando sofreu um acidente na BR-376 em que morreu sua mãe, Geanete Novicki, e seu sogro, o comerciante maringaense Guaracy Lins Aymoré, o Guará, mexeu levemente uma mão e uma perna nesta semana.

A aparente melhora foi comemorada pela mulher dele, a professora Cláudia Aymoré Novicki, que publicou o fato em sua página no Facebook. Ela entendeu que “Deus está me dando uma vitória a cada dia”.

O garoto Matheus, de 9 anos, filho do casal, ficou internado em Curitiba, onde passou por uma cirurgia, mas já saiu do hospital e está se recuperando na casa de uma tia.

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