Mês: julho 2014



Mulher tem agulha no corpo esquecida durante cirurgia

Uma série de radiografias feita em maio em um centro de diagnóstico por imagem de Maringá mostrou que a dona de casa Edina de Oliveira Serafim, de 64 anos, está com um corpo estranho, feito de metal, possivelmente uma agulha ou um grampo cirúrgico, alojado no flanco esquerdo do corpo, próximo à cintura pélvica e à coluna vertebral.

Edina suspeita que o corpo estranho pode ser a causa para suas dores na coluna    Foto: Douglas Marçal

Edina suspeita que o corpo estranho pode ser a causa para suas dores na coluna     Foto: Douglas Marçal

A mulher acredita que esta possa ser a causa das fortes dores na coluna, que a deixaram praticamente inutilizada nos últimos anos. Hoje Edina passa todo o tempo na cama e somente se levanta para atender necessidades fisiológicas e raramente ir até a sala ou o quintal.

Edina não faz ideia do tempo que está carregando o pequeno objeto metálico de aproximadamente 1,5 centímetro, dobrado no meio em um ângulo de aproximadamente 120 graus. “Passei por quatro cirurgias em minha vida, a primeira foi uma cesariana há 35 anos”, diz ela, enfatizando que o objeto pode ter sido esquecido durante uma dessas operações. Ela diz não saber se o corpo estranho tem alguma relação com suas dores de coluna, já que desde a juventude tem hérnia de disco de bicodepapagaio, “mas depois da primeira cirurgia minhas dores foram piorando cada vez mais”.

Segundo ela, foram inúmeras consultas com especialistas em coluna, vários tipos de tratamentos e medicamentos, mas a situação continuou piorando ano a ano. “Tive que parar de trabalhar há 5 anos porque não conseguia nem ficar em pé”.

O radiologista Luiz Kanegusuku analisou as chapas de Raio-X e atestou que o corpo estranho próximo à coluna de Edina é realmente um objeto metálico, mas não arriscou dizer que tipo de objeto é e nem se tem relação com as dores que a mulher sofre.

Não posso culpar ninguém por isto e nem sei quando aconteceu”, diz Edina, que pediu a seus familiares que agendassem uma consulta com um especialista para avaliar se há necessidade de retirar o objeto. 

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Michel Teló e gastronomia animam a noite em Cianorte

TeloO cantor Michel Teló, sucesso com músicas como “Humilde residência”, “Pai e mãe”  e “Ai, se eu te pego”, será a atração da festa do aniversário de 61 anos de Cianorte na noite deste domingo, no Centro de Eventos Carlos Mori.

Até sábado passarão pelo palco do centro de eventos artistas como o cantor gospel André Valadão e duplas como Léo & Giba, João Marcos & Mateus, Lucas e Ruan e outros.

Até sábado a festa terá parque de diversões, barracas de lanches e artesanato e o já tradicional Festival Gastronômico, que serve pratos típicos de vários países e Estados brasileiros

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Comissão da Câmara investiga vereador

Uma comissão criada na Câmara Municipal de Cianorte (a 82 quilômetros de Maringá) está analisando se o vereador Natal Artieri Fagnani (PPS) cometeu improbidade administrativa ao integrar a diretoria de duas entidades filantrópicas que recebem repasses financeiros da prefeitura. Se for entendido que houve irregularidade, será criada uma comissão processante e o vereador poderá ter o mandato cassado.

natal-reisFagnani é segundo tesoureiro da entidade Cianorte Apoiando a Recuperação de Vidas (Ciarev) e vice-presidente da Associação Assistencial Promocional Xamego da Vitória. Segundo o presidente da Câmara, Adailson da Costa, o Dadá (PROS), há uma lei que veda a participação de agentes públicos em entidades, mesmo que não sejam remunerados. “As duas entidades recebem verba do município e, mesmo os cargos não sendo remunerados, os diretores se beneficiam da aplicação do recurso”.

Natal se defende afirmando que a atuação dele nas entidades “é meramente figurativa” e que nunca se beneficiou politicamente disto. “Não tenho porquê sair dos cargos se não estou errado. Só vou considerar uma renúncia nas diretorias caso a comissão da Câmara entenda que é necessário”.

Fagnani é um dos três vereadores de Cianorte que fazem oposição à atual administração municipal.

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Objetos ‘modernos’ já desapareceram e novidades estão com dias contados

Em um mundo em que a tecnologia avança cada vez com maior rapidez, alguns objetos que até há pouco admirávamos como o limite da evolução, da praticidade e até da elegância, caem em desuso, tornam-se desnecessários, antiquados e exemplo de mau gosto e às vezes vão em definitivo para o mundo do esquecimento.

Renam Mateus, Juliana, Renan Belini, Pamela e Rodrigo diante de objetos desconhecidos para a geração deles

Renam Mateus, Juliana, Renan Belini, Pamela e Rodrigo diante de objetos desconhecidos para a geração deles         Foto: Douglas Marçal

Desta forma, garotos e garotas já quase adultos se espantam quando o pai tira do armário a velha máquina de escrever da família. “Ela imprime enquanto a gente digita”, pensarão. Mais estranho ainda podem achar o velho mimeógrafo que insiste em permanecer sobre um armário na secretaria da escola. Certamente será difícil para eles entender que seus pais carregavam no bolso ou bolsa fichas parecidas com moedas para quando precisassem telefonar para casa, que para tirar fotografia precisava de um filme, que tinha que ser revelado em estabelecimentos especializados, depois passado para o papel e só dias depois poderia ser visto o que foi clicado.

“Na rapidez do mundo cada vez mais tecnológico, aquilo que antes demorava anos para ser superado, agora pode cair em desuso em alguns dias”, diz o empresário do ramo de tecnologia Sérgio Yamada. Segundo ele, quando algo muito avançado é lançado no mercado, já está superado, porque a própria indústria que o criou já tem algo mais avançado para lançar dentro de um ano ou em menos tempo. Renan Belini, Juliana Biassi, Pamela Reis, Rodrigo Braz e Renan Mateus são estudantes do 9° ano do Colégio Santa Maria Goretti, na Zona 7, e nesta semana aceitaram o convite de O Diário para manusear 11 objetos que eram sucesso quando eles nasceram. São coisas bem comuns na maioria das casas, muitos delas ainda em uso, mas que, na maioria, não foram reconhecidas pelos estudantes. O encontro aconteceu na biblioteca da escola e tanto professores que acompanharam a cena quanto funcionários da biblioteca – todos mais velhos do que os estudantes – se abismaram ao perceber a rapidez que as modernidades caminham para o esquecimento. Assim como o CD matou impiedosamente o LP e as fitas cassete, pagou com a mesma moeda com o aparecimento do MP3. Em um cartão de memória SD do tamanho da unha do dedo indicador, com 16 GB, cabe o equivalente a 360 CDs de 50 MG cada um, o que significa que caberia também 360 LPs. “Isto era para escutar música enquanto caminhava?”, indagou Pamela ao conhecer um discman. “Como é que carregava? A gente colocava numa sacola, amarrava na cintura?”, perguntou outro curioso. “E quando acabava o CD?”. Realmente, é complicado tentar convencer que o trambolho era a última palavra para se ouvir música a quem tem 5 mil músicas e ainda alguns filmes no mesmo telefone celular, que ainda serve para fotografar, filmar, mandar e receber mensagens e até para telefonar. Cada um dos cinco garotos, com idades entre 13 e 15 anos, reconheceu um ou outro objeto, mas não sabia para o que servia. “Já vi um desses na casa da minha avó”, disse Renan Mateus apontando para o escovão. “Era usado como escorador de porta”. Lá em casa tem um desses”, disse Juliana com um disquete na mão. Ela já tinha visto o objeto, mas não sabia para o que servia. “É como um pen drive, onde a gente grava textos, fotografias, filmes?”. Bem, é quase isto, o diferente é o que cabe em ou e em outro. Segundo o gerente de Tecnologias de O Diário, Aldo Bueno Moreira, um pen drive comum, de 16 GB, ou um cartão SD de apenas 1 centímetro, por exemplo, cabe o que encheria 5.688 disquetes como o que Juliana tinha na mão. Renan Belini e Rodrigo se encantaram com dois brinquedos feitos de madeira, bem rudimentares. Até tentaram brincar, mas não sabiam como. Para a sorte deles, o pião e o bilboquê são centenários, talvez milenares, foram usados por seus pais, avós, bisavós, bisavós dos bisavós, caem algum tempo em esquecimento mas sempre voltam a fazer sucesso, às vezes com aparência modernizada, mas voltam. Para os mais jovens, pião agora chama BeyBlade e continua agradando.

Superados no lançamento

As mudanças acontecem o tempo inteiro, mas nem sempre são visíveis aos olhos do leigo”, diz o tecnólogo de Redes de Computadores Hermano José Brandão Rocha Filho, professor do Curso de Tecnologia da Informação da Faculdade Maringá. “Os consoles de games, por exemplo, estão em constante mudança. Até ontem eram os chamados vídeogames, agora a tendência é cada vez mais a virtualização, trabalhando com a realidade virtual. O que é um jogo moderníssimo hoje, já está superado, pois a própria empresa já tem algo muitas vezes superior em teste”.

O surgimento dos smartphones foi um divisor de águas no mundo da tecnologia”, diz Sérgio Yamada. Segundo ele, tudo que está no smartphone já existia, a genialidade foi colocar tudo em um aparelho só, pequeno, fácil de operar e barato. “As pessoas passaram a ter mais informações e isto muda os comportamentos, os conceitos”.

Com os dias contados

Um levantamento feito nos Estados Unidos mostrou que pelo menos 25 objetos de grande usabilidade no final do Século XX já se listas telefonicastornaram obsoletos. É o caso dos Cd’s, substituídos pelos pen drives e cartões SD (por enquanto), seguem-se as câmaras de filmar, substituídas por telemóveis, ipad’s, etc.. Os cassetes de vídeo, que provocaram o surgimento de quase duas centenas de locadoras em Maringá, começaram a virar coisa do passado com o surgimento do DVD e, agora, ir até uma loja de vídeo se tornou desnecessário, perda de tempo. A Netflix e o Video-On-Demand, entre outros, estão no topo da pirâmide quando se fala em filmes online na Internet.

Stack of DVD MoviesMas, da mesma forma que as modernidades aposentaram seus antecessores, deverão seguir rapidamente para o esquecimento. Os tecnólogos listam vários objetos que em breve não terão razão para continuarem a ser produzidos. Na lista constam os aparelhos de fax, mapas de papel, listas telefônicas, orelhões, GPS, CD, DVD, Blu-Ray, mouse e, por mais incrível que possa parecer, os botões, que deixam de fazer sentido diante da revolução apresentada pela tecnologia “touch-screen”.

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garrafa-antiga-leiteMuito antes de ser encontrado nos supermercados em caixas longa vida ou saquinhos, o leite chegava às casas em garrafas de vidro. Esta, em especial, é do Leite Maringá, primeiro leite pasteurizado vendido na cidade.

  etiquetadoraImprime em uma fita adesiva palavras e frases. Era encontrada nas empresas, escolas e até nas casas e tinha grande utilidade na organização de armários e pastas com documentos. Estudantes também colavam as etiquetas nas bolsas e cadernos de cada matéria.

Fita de video

A fita magnética VHS se popularizou nos anos 80 e, junto com o aparelho de vídeo cassete, possibilitou que filmes de cinema fossem assistidos nas casas. Com a popularização das câmeras, foi útil para documentar eventos do dia a dia e festas de famílias.

 

Fita K7Constituída basicamente de dois carreteis e uma fita magnética em uma caixa plástica, as K7 revolucionaram a forma de ouvir música nos anos 60 e 70, inclusive dentro de veículos. Com a popularização dos gravadores portáteis, evoluiu até os walkman. Muita gente ainda ouve música em fitas, mas os gravadores, estes sim, já viraram coisa de museu.

 

discmanFoi o primeiro leitor de CD portátil, substituindo o walkman, usado tanto em viagens quanto em caminhadas. Apesar de ser caro, pesado e o grande consumo de pilhas, fez sucesso, mas rapidamente teve que ceder espaço para os aparelhos de MP3, que armazenam músicas em chips.

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O disquete nasceu praticamente junto com o PC e por algum tempo foi tão popular quanto ele e foi a principal mídia para distribuição de dados, softwares, jogos e tudo relacionado ao mundo da informática. A capacidade era de 1.44 MB e hoje não suportaria sequer uma fotografia.

2007RINGA-04I06Nos tempos em que assoalho era de tábua corrida, cozinha, banheiro e varanda tinham piso de cimento com vermelhão, o escovão era essencial para manter tudo brilhando. Como eram de ferro maciço, o uso do escovão era útil para manter as pessoas em boa forma física.   2007RINGA-04I05

Mais conhecidos como “binoclinho”, o monóculo foi uma forma de fotografia muito popular, tanto nas casas quanto nos pontos turísticos e eventos. Era uma caixinha de plástico com uma lente e um slide (foto transparente) no fundo. A qualidade do slide dava muito realismo à foto.

carimboMuito usados até hoje, nas empresas, os carimbos já foram populares também entre pessoas que gostavam de personalizar seus objetos. Muitos estudantes tinham carimbos de seus nomes em letras rebuscadas e viviam carimbando materiais escolares, objetos pessoais e também paredes, mesas…   2007RINGA-04I04

Talvez um dos brinquedos mais antigos do mundo ainda existentes, o pião fez a alegria de muitas gerações, especialmente quando os quintais e ruas ainda não eram calçados. Pode-se jogar pião tanto em grupos, de forma competitiva, quanto sozinho.

 

2007RINGA-04I01Em madeira, plástico, latas e até em pedaços de garrafas, é de uma época em as crianças viviam mais ao ar livre. Empresas faziam o brinquedo para dar de brinde e escolas o adotavam como instrumento que ajudava a desenvolver as habilidades manuais das crianças.

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O cinema perde James Garner, aos 86 anos

Garner fez grande sucesso na série "Maverick"

Garner fez grande sucesso na série “Maverick”

O mundo do cinema perdeu na manhã deste domingo o ator James Garner, de 86 anos, sucesso nas telas nos anos 70 com o bangue-bangue humorístico “Uma cidade contra o xerife” e pelo seu estilo engenhoso e discreto, especialmente nas séries de televisão “Maverick” e “The Rockford Files”.

Garner foi encontrado morto em sua casa em Brentwood, na Califórnia, neste domingo, 20. A morte foi de causas naturais. Ele já tinha sofrido um derrame em 2008.

Um dos trabalhos marcantes na carreira de James Garner foi a interpretação do médico Bob Smith no filme “O valor da vida”, que conta a história da fundação dos Alcoólicos Anônimos (AA).

Em 1985, ele foi nomeado ao Oscar com o filme “O Romance de Murphy”. Garner continuou atuando até seus 70 anos.

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Felipão e Parreira são demitidos do comando da seleção

Os técnicos que deram os dois últimos títulos mundiais à seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira, não estão mais no comando da seleção. No fim da noite deste domingo, dois dias depois da derrota por 3 a 0 para a Holanda, pela decisão do terceiro lugar da Copa do Mundo, a CBF aceitou o pedido de demissão e surpreendeu o técnico, que não esperava que a demissão seria aceita tão cedo.

O anúncio oficial deverá ser feito nesta segunda-feira.

Com Felipão e Parreira saíram também todos os componentes da comissão técnica da seleção. O treinador, campeão do mundo em 2002, ficou em posição muito frágil por causa da goleada por 7 a 1 sofrida na partida contra a Alemanha, pela semifinal do Mundial.

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Um prêmio à disciplina, organização e eficiência

Gol

A Alemanha acaba de ganhar seu quarto título mundial ao derrotar a Argentina na prorrogação por 1 a 0, na decisão da Copa do Brasil 2014. O atacante Gotze, que saiu do banco de reserva, decidiu a partida ao receber da esquerda, matar no peito com categoria e chutar sem chance de defesa para o goleiro Romero.

O time de Lionel Messi não se entregou e mesmo nos últimos minutos da prorrogação conseguiu levar perigo ao gol de Manuel Neuer. A torcida argentina empurrou seu time até o último momento.

Com a conquista, a Alemanha passa a ser a segunda equipe tetra campeã, junto com a Itália, atrás somente do Brasil, que tem cinco títulos.

Fifa Messi

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Equilíbrio e cuidados no primeiro tempo da decisão

Higuaín chegou a marcar um gol para a Argentina, mas como ele e outro atacante estavam impedidos o gol foi anulado. Já a Alemanha conseguiu colocar uma bola na trave, mas, de resto, a decisão da Copa do Mundo teve um primeiro tempo equilibrado nesta tarde no Maracanã.

Apesar de buscarem o ataque, as duas seleções finalistas agem com extremo cuidado para se proteger dos ataques adversários.

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Série de crimes desafia a polícia de Maringá

Matéria de Roberto Silva, publicada
em O Diário em 16.06.2014

Descobrir os responsáveis pelos assassinatos de oito mulheres é o grande mistério a ser desvendado em Maringá
Primeira morte ocorreu em 2005. A mais recente na quarta-feira passada. Investigadores procuram elo entre elas

Criada em junho de 2012, a Delegacia de Homicídios de Maringá (DH) está diante do maior desafio, desde então: esclarecer uma série de oito crimes ocorridos em um intervalo de nove anos, em vários pontos da cidade. Apesar de as autoridades evitarem confirmar a ligação entre os casos, alguns detalhes reforçam a suspeita de que determinadas mortes podem ter sido provocadas por uma mesma pessoa: as vítimas eram todas mulheres, atuavam como garotas de programa e tiveram os corpos – espancados, esganados ou esfaqueados – desovados de forma semelhante: a maioria na zona rural.

A suspeita de crimes em série surgiu na tarde desta quarta-feira, após a localização do corpo da adolescente Laís Caroline Rodrigues da Silva, 15 anos, que residia em Mandaguaçu. Em adiantado estado de decomposição, a vítima estava com o maxilar inferior deslocado e apresentava cortes no pescoço e virilha. O corpo foi desovado em meio a uma plantação de milho, localizada nas imediações da Estrada Guaiapó, zona norte de Maringá. A exemplo de outras vítimas, a adolescente foi deixada nua, de barriga para cima, pernas dobradas e braços abertos. O corpo foi reconhecido, no dia seguinte, por uma avó e pela irmã da vítima, de 16 anos. Em depoimento à Polícia Civil, a adolescente confirmou que Laís fazia programas amorosos e desapareceu, após sair do ponto, na Avenida Brasil, Centro da cidade, para comer um lanche.

Responsável pelas investigações, o delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Paulo Cezar da Silva, diz que é prematuro afirmar que a morte de Laís está relacionada com outros crimes do gênero. Segundo ele, como a DH ainda não estava instalada na época em que a série de homicídios teve início (2005), os inquéritos ainda tramitam nos distritos da área, onde os corpos foram encontrados. “Precisamos reunir os inquéritos para levantar a situação de cada caso e analisar se realmente existem semelhanças entre eles”, destaca. Ele ressalta que algumas vítimas eram garotas de programa e, por isso, também será necessário um levantamento nas áreas, onde elas atuavam. “Será que essas áreas são controladas por alguém?”, questiona.

A reportagem apurou que a investigação da morte de Laís foi prejudicada pelo estado precário do sistema de câmera de vigilância instalado, pela Prefeitura, em alguns pontos da cidade. A vítima desapareceu, na noite do dia 31 passado, em um ponto localizado a menos de 50 metros de uma câmera. Ao checar os arquivos, em busca de pistas, os investigadores descobriram que algumas câmeras estão desligadas e as poucas disponíveis registram imagens de baixa qualidade. Sem opção, a polícia recorre a empresas que têm câmeras voltadas para a avenida. Apesar dos esforços, até a tarde desta sexta-feira nenhuma pista havia sido encontrada.

Ainda de acordo com o delegado, caso surjam indícios confirmando a ação de um assassino em série, a polícia poderá recorrer à ajuda de um psiquiatra forense. Com o auxílio do profissional, a polícia tentará definir o perfil do criminoso e descobrir como ele escolhe as vítimas e por que mata. “Unir a psiquiatria forense com o trabalho da polícia é importante para solucionar crimes praticados por psicopatas e evitar que outras pessoas sejam mortas”, frisa Paulo Cezar.

ANÁLISE
“Precisamos reunir os inquéritos para estudar cada caso e analisar se existem semelhanças entre eles.”
PAULO CEZAR DA SILVA
Delegado de Polícia Civil

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Um mês após morte de Washington, morre o parceiro Assis

Em plena Copa do Mundo no Brasil, o futebol brasileiro fica enlutado com a morte do atacante Assis, que formou uma dupla de sucesso com o também atacante Washington, que morreu há menos de um mês e meio.

A dupla Assis e Washington fez sucesso no Atlético Paranaense e no Fluminense

A dupla Assis e Washington fez sucesso no Atlético Paranaense e no Fluminense

Assis e Washington fizeram sucesso no Atlético Paranaense e depois no Fluminense, do Rio de Janeiro, sendo responsáveis por três títulos no Campeonato Carioca, dois deles sobre o Flamengo.

A dupla ganhou o apelido de “Casal 20”, em alusão a um casal de aventureiros de um famoso seriado da televisão na época.

Assis tinha 61 anos e morreu na manhã deste domingo em Curitiba, vítima de insuficiência renal.

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