Mês: agosto 2014



Corpo de trabalhador encontrado 10 horas depois de silo desabar

Com um forte estalo, um silo cheio de milho desabou e espalhou cerca de 60 mil sacos do grão, matando um homem de 28 anos que trabalhava no local.

O fato aconteceu na empresa Vilela & Vilela, em Uraí, próximo a Cornélio Procópio, na manhã deste sábado. O corpo do rapaz somente foi encontrado à noite pelo Corpo de Bombeiros, cerca de 10 horas depois do acidente.

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Homem ferido com golpes de facão morre no hospital

A equipe do Siate prestou socorro à vítima    Foto: Tuia/Blog Leandro Oliveira

A equipe do Siate prestou socorro à vítima Foto: Tuia/Blog Leandro Oliveira

Morreu no final da tarde deste sábado, no Hospital Universitário de Maringá, Roberto Nunes Brasilino, de 43 anos, que foi vítima de vários golpes de facão durante a madrugada, na casa em que morava, na Rua Jair Frederichi, no Jardim Bela Vista II.

A polícia ainda não tem pista do assassino e nem sabe o que motivou o crime.

O corpo está sendo velado na capela mortuária de Paiçandu e será sepultado às 15 horas.

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Homem chega em hospital com garrafa de 600 ml enfiada no ânus

Um homem de 60 anos teve que passar por uma cirurgia de urgência na Santa Casa de Cornélio Procópio para retirar uma garrafa de 600 ml que estava entalada no ânus.

Ele permaneceu na UTI e já foi liberado.

A equipe do Samu foi chamada à noite e encontrou a vítima com uma garrafa de Coca-Cola de 600 mil quase toda enfiada no ânus.

Segundo o socorrista Valdemir Barbosa Baptista, o homem gemia de dor e os socorristas não conseguiram retirar o grosso objeto. Na Santa Casa, os médicos de plantão também não conseguiram. Só no dia seguinte, por meio de cirurgia, a garrafa foi retirada.

A vítima, cuja identidade foi preservada pelo hospital e pelo Samu, teria dito que estava pelado e caiu sobre a garrafa.

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De Paula processa a ALL por conturbar o trânsito em horário de pico

O prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Júnior (PDT), determinou ontem à sua Procuradoria Jurídica que estude uma forma de acionar na Justiça a empresa América Latina Logística (ALL), concessionária da linha férrea que corta a cidade. Segundo ele, em praticamente todos os dias o trem para no centro da cidade e causa um transtorno enorme para quem mora ou precisa transitar pela zona sul da cidade.

 

Pessoas e veículos ficam impedidos de chegarem ao centro da cidade enquanto o trem estiver bloqueando as ruas  Foto: Sarandi Online

Pessoas e veículos ficam impedidos de chegarem ao centro da cidade enquanto o trem estiver bloqueando as ruas Foto: Sarandi Online

Na quinta-feira e ontem o prefeito foi pessoalmente verificar o problema que há tempos é objeto de reclamações de moradores da zona sul. Composições com cerca de 70 vagões permanecem entre 40 minutos e 1 hora paradas ao lado da Praça da Juventude, geralmente entre as 11h30 e o meio-dia, e quase sempre travam o trânsito de veículos e pedestres nas duas únicas vias que dão acesso ao centro da cidade, as ruas José Munhoz e Atílio Salvalágio.

Por causa de um trem parado, a cidade é prejudicada, as pessoas que precisam circular não podem passar, os ônibus não podem cumprir seus horários e até as crianças que saem da escola não podem chegar às suas casas”, esbravejou o prefeito. Ele disse temer que uma ambulância ou uma viatura da polícia precise chegar urgente em algum ponto e tenha que permanecer esperando o trem sair.

 

Algumas pessoas saltam entre os vagões, correndo o risco de se ferirem    Foto: Sarandi Online

Algumas pessoas saltam entre os vagões, correndo o risco de se ferirem Foto: Sarandi Online

De Paula disse que vai recorrer à Justiça como forma de obrigar a ALL a tomar providências. Afinal, os trens da empresa apenas passam por Sarandi, não contribuem em nada com o município e ainda causam transtornos. “Já cansamos de pedir à empresa para que simplesmente passe pela cidade, sem causar problemas, mas ela continua ignorando que as pessoas que moram aqui precisam das ruas livres, principalmente na hora do almoço”.

O motorista Sancio Fernandes Anselmo, que trabalha em Maringá e vai a Sarandi para almoçar, diz que “entra pelos fundos” da cidade, pela rua Angelo Perini, porque prevê que o trem estará parado e quem entrar na cidade pela BR-376 não conseguirá chegar à zona sul. “Eu trabalho no centro e vou almoçar em casa preocupada, quase sempre certa de que não conseguirei chegar na hora”, disse uma funcionária da prefeitura. “Se o trem não estiver parado, chego em casa em 10 minutos”, disse.

 

Culpa dos vândalos

Por meio de sua assessoria de Imprensa em Curitiba, a América Latina Logística explicou a O Diário que o interesse da empresa é passar pela cidade sem causar problemas, porém os trens param porque na área urbana o tráfego é em baixa velocidade e vândalos aproveitam para subir nos vagões e acionar o dispositivo que desengata os vagões. Isto, segundo a empresa, aciona um dispositivo que faz o trem parar. As rodas ficam travadas e o trem só pode se movimentar depois que o destravamento é feito por um técnico especializado, que precisa deslocar-se de Maringá até o local em que estiver a composição. “Este tipo de incidente ocorre em várias cidades cortadas pela linha férrea, mas em Sarandi há maior constância”, informou a empresa.

Em Cabira, próximo a Jandaia do Sul, o prefeito Maurílio dos Santos (PRB) está sendo pressionado pela Câmara para exigir que a ALL adote algumas medidas de segurança e faça a conservação dos trilhos. Segundo o vereador Ruan Cardinal Rinaldo, o Ruan da Pak (PSC), “a ALL está esquecendo a segurança das pessoas, vemos constantes descarrilamentos de vagões e a cidade acaba vivendo o problema”.

Em Jandaia do Sul aconteceram 6 acidentes envolvendo composições da ALL e caminhões em apenas um mês, todos no mesmo lugar. O prefeito Dejair Valério, o Carneiro da Metafa (PSDB), convocou uma reunião com representantes da empresa nesta semana para discutir a segurança do local, mas ninguém da ALL compareceu.

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Saneamento e fluoretação da água são debatidos em Marialva

A necessidade dos municípios apresentarem projetos para se adequarem ao Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) é o principal tema da 34ª Assembleia Regional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae/PR), que foi aberta ontem na Casa da Cultura de Marialva e prossegue nesta sexta-feira até o final da tarde.

A integração dos municípios brasileiros ao Plansab é uma exigência do governo federal, que deu prazo de cinco anos para que acontecesse a adequação. Os projetos deveriam sido entregues até o dia 31 de dezembro do ano passado, porém, a maioria das cidades só começou a pensar no assunto nos últimos dias do prazo. Das 30 cidades da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), polarizadas por Maringá, apenas 6 concluíram os projetos em tempo.

Ontem, no primeiro dia da assembleia, os representantes dos serviços de água e saneamento nos municípios enfatizavam que um dos principais limitadores para que não se concluísse a elaboração dos planos municipais é a necessidade de equipes técnicas capacitadas.

O Plansab objetiva um planejamento de longo prazo para investimentos em obras de abastecimento de água potável, coleta e tratamento de esgoto, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem de águas pluviais urbanas, além de apresentar um diagnóstico da situação atual, metas de curto, médio e longo prazos para a universalização do saneamento.

Outro tema de destaque na assembleia que acontece em Marialva é a fluoretação da água e o seu impacto na saúde bucal da população. “Os assuntos das palestras foram escolhidos mediante a necessidade dos 55 municípios da região noroeste que têm serviços próprios de saneamento”, disse o presidente da Regional Paraná, Darci Ervino Schitz.  

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Datena invade estúdio para xingar Milton Neves ao vivo

O sonoplasta foi ligeiro e tirou do ar o programa em que os apresentadores José Luiz Datena e Milton Neves, ambos da TV Bandeirantes, brigaram feio na manhã deste domingo. Datena invadiu o programa de Neves para xingá-lo ao vivo.

O apresentador do “Terceiro Tempo” conversava com o comentarista Neto no programa “Domingo Esportivo”, da Rádio Bandeirantes, sobre o ex-jogador José Hidalgo Neto, mais conhecido como Capitão Hidalgo, que atuou pelo Coritiba. Milton Neves contava que o apresentador José Luiz Datena morou em uma pensão do atleta quando trabalhava no Paraná.

“Sabe quem morou na casa do Hidalgo em Curitiba, que estava desempregado na vida? José Luiz Datena. ‘Filou boia’ lá e até hoje ele é grato, porque tem muito ingrato por aí que não olha para trás, mas o Datena agradece o Hidalgo até hoje”.

Milton Neves, na sequência, elogiou Datena e mandou um recado diretamente a ele: “Eu, viu, Datena, também trabalhei no rádio esportivo de lá [do Paraná] e morei em uma pensão que eu vou dizer uma coisa para você… e você morava com o Hidalgo e estava muito bem acomodado. Ao contrário de você, eu passei fome e frio. Grande Datena, deitou e rolou no Paraná antes de virar essa estrela nacional”.

O apresentador do “Brasil Urgente” estava na emissora e invadiu o estúdio com as frases “Meu, que merda é essa que você fala? Que merda é essa? É o caralho!”, bradou. Os palavrões vazaram no ar e programa foi interrompido.

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Piu, uma galinha da roça que virou estrela na televisão

 

A galinha, que já virou mamãe, é o xodó do sítio de Izolina e Sérgio Vertuan    Foto de Leo Castro

A galinha, que já virou mamãe, é o xodó do sítio de Izolina e Sérgio Vertuan Foto de Leo Castro

Piu é uma galinha da roça, caipira mesmo, mas é hoje  a galinha mais famosa de Itambé (a 42 quilômetros de Maringá), cidade que já teve outra galinha brilhando no cinema. Tem gente que viaja 10 quilômetros desde a cidade até o Sítio São Sebastião para vê-la e já teve até quem fosse de outras cidades conhecê-la pessoalmente depois que ela teve a história contada no “Mais Você”, programa de Ana Maria Braga na TV Globo. Na propriedade, onde divide espaço com outras galinhas, alguns bois, peixes e outros bichos, ela é tratada pelo casal Izolina e Sérgio Vertuan como membro da família, come do melhor, come na mão, mora dentro de casa, dorme em cama de verdade e pode dar-se ao luxo de ter certeza de que nunca irá para a panela.

Piu possivelmente não saiba que é uma ave, pois o comportamento até poucos dias atrás era mais parecido com o de um cãozinho. Acompanhava a dona da casa o tempo todo, principalmente quando Izolina ia preparar curau, pamonhas, bolo de milho verde e outras iguarias para vender nas feiras livres de Itambé e Bom Sucesso. “Ela se tornou muito amiga, é uma boa companhia”, diz a mulher.

Era parceira também do Sérgio. “Quando eu ia para a roça plantar ou colher, ela subia na caminhonete e só descia quando a gente chegava lá. Enquanto eu trabalhava, ela ficava ciscando por perto e na hora de voltar corria de novo para o carro”.

Sérgio e Izolina são de famílias pioneiras de Itambé, nasceram em sítios vizinhos e, apesar de participarem de tudo o que acontece na cidade, preferem a vida no sítio, mesmo depois que as duas filhas cresceram, estudaram e foram embora. O Sítio São Sebastião, dividido pelo Córrego Indiana, a dois quilômetros do Rio Ivaí, tem milharal irrigado, hortaliças, criação de peixes e até uma pequena cachoeira, e ficou famoso por promover, todos os anos, uma grande festa no Dia de São João, que coincide com o aniversário de Izolina. A festa recebe uma média de 600 pessoas e todas as iguarias, muitas levadas pelos próprios participantes, são servidas de graça.

Neste São João, há um mês, a atração da festa foi mesmo Piu, uma galinha sem raça definida, que dificilmente se misturava com as outras galinhas do quintal, até que conheceu Tor, o galo índio que canta de dono do terreiro. Agora, Piu continua acompanhando Celso e Izolina, mas tem que dividir a atenção com os 15 pintinhos chocados no último final de semana.

 

Sorte veio do azar

Mas, a história de Piu nem sempre foi tão regalada. Aliás, começou mal e foram os problemas dos primeiros momentos de vida que a transformaram na estrela do São Sebastião.

Mal saiu do ovo, há 10 meses, e Piu sofreu um acidente, quebrou uma das perninhas e não pode acompanhar a mãe e os irmãos, foi deixada para trás e morreria em poucas horas de fome ou comida por algum bicho se não fosse socorrida por Izolina e Sérgio. Levada para dentro de casa, a pintinha recebeu água e comida até sarar a perna, mas aí já tinha virado o bichinho de estimação da casa e foi ficando e a cada dia conquistando mais a atenção de seus donos.

Não temos cachorro, nem gato, as ‘meninas’ já foram para a cidade cuidar de suas vidas, resolvemos adotar a Piu como animal de estimação por ela se mostrar tão e diferente”, diz Izolina. “E não nos arrependemos, pois ela é uma boa companhia, até parece entender o que a gente está falando”.

A galinha sempre teve lugar de honra na casa. Desde que foi adotada, passou a dormir em um quarto, em berço de madeira feito há de 60 anos pelo pai de Izolina e onde dormiram, cada um a seu tempo, os 8 filhos do pioneiro, entre eles Izolina.

A mulher sai, vai visitar os parentes na cidade, e, quando volta, em vez de perguntar se estou bom, pergunta da galinha”, ironiza Sérgio. “Não sei se cuido bem da Piu por gostar dela ou por medo de apanhar da mulher”.

 

A galinha ou eu”

Piu não é a primeira penosa de Itambé a ganhar fama. Uma antecessora, sem nome e possivelmente sem raça definida, e com certeza sem boa alimentação, teve sua vida contada em um filme infantil que ainda hoje faz sucesso.

 

Cena do filme baseado em uma história vivida pela professora Denísia Moresqui

Cena do filme baseado em uma história vivida pela professora Denizia Moresqui

A produção cinematográfica “A galinha ou eu” foi rodada em Itambé, tendo garotos da comunidade como atores. A história foi escrita pela professora Denizia Moresqui e conta uma passagem da vida dela, acontecida próximo ao sítio onde Piu desfruta de fama.

Na história, Denizia, com cinco anos de idade, vivendo na fazenda da família, se desentende com uma galinha e tenta dar-lhe uma surra. A ave, porém, foge, mas acaba caindo em uma privada. A menina fica com medo de contar aos pais e apanhar, por isto faz de conta que não sabe que a galinha está no fundo da privada.

O tempo passou e a menina esqueceu-se da galinha. Só que, muito tempo depois, possivelmente anos, o pai da garota construiu um novo sanitário e na hora de aterrar o antigo eis que encontra a galinha, viva e saudável.

Denizia cresceu, saiu da zona rural, virou professora, secretária municipal e cineasta, mas nunca mais comeu galinha, não por pena, mas por lembrar da alimentação que ajudou sua desafeta a viver tanto tempo em um buraco.

Você pode assistir o filme “A galinha ou eu” clicando aqui

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Morre a cantora Cybele, integrante do Quarteto em Cy

Morreu na manhã desta quinta-feira no Rio de Janeiro a cantora Cybele, uma das fundadoras do Quarteto em Cy, um dos mais importantes grupos vocais femininos da história da MPB. Ela tinha 74 anos e morreu de uma isquemia pulmonar.

 

Sonya, Cynara, Cybele (de óculos) e Cyva

Sonya, Cynara, Cybele (de óculos) e Cyva

Cybele fundou o grupo junto com as irmãs Cynara, Cylene e Cyva em 1960 e, como os nomes de todas começavam com a sílaba Cy, o nome ficou Quarteto em Cy.

 

No início da carreira as irmãs baianas tiveram o apoio de gente como Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, tornaram-se próximas do também baiano Dorival Caymmi gravaram seu primeiro disco em 1964. De lá para cá, foram classificações nos grandes festivais das décadas de 60, 70 e 80, inclusive com uma vitória histórica, quando Cynara e Cybele defenderam a música “Sabiá”, de Tom Jobim e Chico Buarque, que derrotou a favorita “Para não dizer que não falei de flores (caminhando e cantando)”, de Geraldo Vandré.

O Quarteto em Cy, apesar das várias alterações na formação, firmou-se como referência de grupo vocal feminino no Brasil.

Cybele fez a dublagem da Branca de Neve no clássico da Disney “Branca de Neve e os Sete Anões”.

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O Pito pode dormir tranquilo

O prefeito de Inajá, Alcides Elias Fernandes, o Pito (PP), e seu vice, Aldo Hashimoto (PMDB), podem ficar tranquilos, porque dificilmente a Câmara de Vereadores conseguirá cassar o mandato dos dois na sessão especial que acontecerá na noite desta quarta-feira.

Acontece que, para cassar, serão necessários dois terços dos vereadores e isto, matematicamente, é impossível, já que o vereador autor da denúncia, Valdir Antonio da Silva (PRB), fica impedido de votar. Assim, dos quatro que lutam pela cassação do prefeito e vice, ficam apenas três, metade dos seis necessários para completar dois terços.

Alcides, que foi reeleito em 2012, e Aldo foram acusados de suposta prática de compra de votos. O juiz da Comarca de Paranacity decidiu pela cassação dos dois, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná entendeu que as provas apresentadas são frágeis e “não satisfazem a confirmação da captação ilícita de sufrágio”.

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Projetos sociais de Zoroastro valem homenagem da cidade

Zoroastro idealizou a colocou em prática vários projetos de ressocialização de detentos  Foto: Blog Gerson Calado

Zoroastro idealizou a colocou em prática vários projetos de ressocialização de detentos Foto: Blog Gerson Calado

O delegado Zoroastro Nery do Prado Filho, que há 17 anos é o titular da Polícia Civil em Mandaguari, vai ser homenageado pelo município na próxima sexta-feira, quando receberá o título de Cidadão Honorário outorgado pela Câmara Municipal.

Ele é o delegado da região que está há mais tempo na mesma cidade.

O título foi proposto pelos vereadores João Jorge Marques, Aroldo Silvestre dos Santos, Vilma Aparecida Pavani e Jocelino Tavares, que destacaram as melhorias na estrutura física, tecnológica e humana realizadas por Nery na Delegacia. O delegado coordena diversos projetos voltados à ressocialização de detentos e foi um dos fundadores da Casa de Recuperação Espaço Esperança (Cree), criada para promover a recuperação de dependentes químicos.

Zoroastro Nery já era morador de Mandaguari quando foi aprovado em um concurso para delegado. Nascido em Karolé, a 40 quilômetros, mudou-se para Jandaia do Sul ainda menino, foi empregado no comércio e, em 1977, já formado em Direito, foi aprovado no concurso para Delegado de Polícia Civil, e teve seu primeiro trabalho como titular da Delegacia de Mandaguari, onde continua até hoje.

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