Mês: novembro 2014



Agrinho entrega prêmios a estudantes paranaenses

Começa às 8 horas, na Expotrade Pinhais, a 19ª cerimônia de entrega de prêmios do Programa Agrinho 2014, que vai premiar também estudantes da região de Maringá que tiveram trabalhos classificados. São entregues aos 311 vencedores, que vão receber notebooks como prêmio, assim como os professores. Os professores que coordenaram as cinco melhores experiências ganharão carros zero quilômetro.

O Agrinho é realizado pela Federação da Agricultura do Paraná (Faep), junto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Neste ano o tema proposto foi “As coisas que ligam o campo e a cidade e nosso papel para melhorar o mundo” com a proposta de estimular o desenvolvimento de trabalhos em diversas áreas nas escolas do Estado.

Ao longo do ano, mais de um milhão de crianças e adolescentes e cerca de 80 mil professores se envolvem nas ações que estimulam a produção de desenhos, redações e projetos pedagógicos. O Sistema Faep/Senar fornece capacitação e material pedagógico aos professores e materiais aos alunos, de acordo com a série.

Em sala de aula, os professores trabalharam temas como Saúde, Educação Sexual, Ética, Pluralidade Cultural, Cidadania e Meio Ambiente. Uma das ferramentas utilizadas pelos professores para o desenvolvimento dos projetos pedagógicos são pesquisas e atividades práticas feitas pelos alunos que estimulam a participação da família e da comunidade.

Para definir os premiados, os trabalhos foram avaliados por uma banca de profissionais que reuniu representantes dos parceiros, professores das Universidades: Federal do Paraná (UFPR), Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná e profissionais do Sistema Faep/Senar.

Para o presidente da Faep, Ágide Meneguette, “a premiação do Concurso Agrinho é o ápice de um trabalho intenso e responsável, do qual participam não apenas os técnicos e funcionários que o formulam e administram, mas principalmente diretores, professores e alunos de nosso ensino básico, aos quais rendo minhas homenagens e agradecimentos”. Segundo Meneguette, “todos os anos esta cerimônia de repete, sempre com a mesma alegria, com a mesma empolgação e, sobretudo, com o reconhecimento do esforço desses professores e de seus alunos”.

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Júlio não fica sem calopsita

Foto: Douglas Marçal

Foto: Douglas Marçal

O garoto Júlio César, um portador de necessidades especiais de 24 anos, ficou sem sua calopsita, amiga de vários anos, que na semana passada fugiu de casa, mas quando acordou no dia seguinte já tinha outra calopsita no lugar da que fugiu. Aliás, duas, que em breve serão mais, já que junto veio um ninho com vários ovos chocos.

O caso aconteceu na Rua Nilo Cairo, no Jardim Alvorada, onde Júlio César, filho único do casal Mara e Gilmar Aparecido Barros, convivia com calopsita há vários anos. A ave, que vivia em uma gaiola, sempre era solta e tratada como brinquedo pelo garoto, que é portador de autismo e outros problemas mentais. Na terça-feira, a ave voou até a árvore em frente a casa, o pai de Júlio e vizinhos tentaram trazê-la de volta, mas ela bateu asas e desapareceu.

“Ele era muito apegado à calopsita e certamente ia sentir muita falta da amiga”, disse o pai, que assim que o comércio abriu ontem comprou uma gaiola com um casal. E a fêmea já está chocando.

 

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