Mês: maio 2015



Poeta maringaense Erly Ricci morre aos 59 anos

Erly nasceu  cresceu na Vivenda Antonieta, uma das primeiras casas de luxo construídas em Maringá

Erly nasceu cresceu na Vivenda Antonieta, uma das primeiras casas de luxo construídas em Maringá

Morreu na tarde desta terça-feira, na cidade de Pato Branco, o maringaense Erly Welton Ricci, de 59 anos.

Segundo familiares, ele morreu de causas naturais, enquanto dormia.

Nascido em Maringá e neto do pioneiro Milton Campos, um dos primeiros corretores da Companhia Melhoramentos, Erly desde a juventude participou de diversos movimentos culturais, com atuação no teatro e na música, nas artes plásticas e, principalmente, na poesia.

Formou-se em Letras pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Depois mudou-se para Antonina, onde foi secretário municipal de Comunicação.

Jornalista, com atuação principalmente na área de fotografia, trabalhou para jornais paranaenses, entre eles a Folha de Londrina, mas nunca abandonou o movimento cultural de Curitiba e Antonina.

Poeta desde a infância, Erly atuou também na pintura, compôs músicas com diferentes parceiros e destacou-se na produção de clips de cantores de Curitiba. Também é autor de vários vídeos-poemas que podem ser encontrados no Youtube.

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Morre Ernesto de Paiva, um dos primeiros moradores de Maringá

A idade avançada limitou os movimentos de Ernesto de Paiva nos últimos anos      Foto do arquivo de Walter Pereira

A idade avançada limitou os movimentos de Ernesto de Paiva nos últimos anos Foto do arquivo de Walter Pereira

Maringá perdeu nesta sexta-feira o pioneiro Ernesto de Paiva, um de seus primeiros moradores. Ele tinha 92 anos e morreu de problemas decorrentes da idade avançada.

Morador em um belo sobrado da Zona 2 e proprietário de uma dúzia de fazendas, Paiva garantiu lugar na história de Maringá. Na primeira capela da cidade, a Santa Cruz, no Maringá Velho, tem tábuas que ele carregou, pregos que ele bateu; em frente ainda existe a casa de tábuas que ele construiu com as próprias mãos, a 16ª de Maringá; no centro da cidade ainda há prédios que ele construiu.

Mas ele é mais lembrado por ter trazido o primeiro automóvel da cidade, por ter criado a primeira padaria e por ter sido o corretor da Companhia Melhoramentos do Norte do Paraná que vendeu boa parte das propriedades rurais entre Mandaguari e Umuarama.

Mas, foi um bolo que mudou sua vida.

Paiva chegou à currutela aberta no meio da mata em 1944 e logo chamou a atenção. Ele tinha 21 anos e chegou dirigindo um Chevrolet Fleetline, que ficou parado em frente ao hotel do Periotto por falta de ruas para rodar.

Ele veio para visitar o pai, Oscar de Paiva, que tinha vindo quatro anos antes para abrir uma fazenda na Estrada Guaiapó para um plantador de café de São Paulo.
“Maringá tinha o hotel do Periotto, o comércio do Arlindo Planas, a pensão do Zé Maringá e as casinhas das primeiras famílias espalhadas numa área que equivale a quatro quarteirões”, me contou ele certa vez na varanda de seu sobrado, na Zona 2.

Quando já se preparava para voltar para São Paulo, ficou sabendo que a filha do dono do hotel ia casar e, como desde menino trabalhava em padaria, ofereceu-se para fazer uns docinhos.

Acabou fazendo o bolo da noiva e os poucos moradores da currutela e os muitos moradores das fazendas não o deixaram ir embora. Ofereceram-lhe condições para montar uma padaria. Assim nasceu a Arco-Íris, a primeira padaria de Maringá.

“Nos primeiros dias, desmanchava um saco de farinha. Pouco tempo depois já eram 10 sacos por dia”, citou, frisando que o aumento na produção foi resultado do crescimento rápido da cidade. Era gente que chegava para trabalhar nas fazendas da região ou para ficar na cidade.

Paiva ganhou muito dinheiro, participou de tudo no início da história e viu a mata indo abaixo para o nascimento de uma cidade, que se espalhou Avenida Brasil afora.

Quem tinha mais dinheiro ia morar nas zonas 5, 4 e 2; os trabalhadores foram para a Zona 3 (Operária) e Zona 7 e o comércio se instalou ao longo das avenidas Brasil, Duque de Caxias e Getúlio Vargas, que ainda não tinham esses nomes.

Foto antiga, da época em que o jovem Ernesto trocou a vida de padeiro pela de fazendeiro        Arquivo Walter Pereira

Foto antiga, da época em que o jovem Ernesto trocou a vida de padeiro pela de fazendeiro Arquivo Walter Pereira

E ele também desceu a avenida. Vendeu o prédio de sua padaria a uma família de japoneses que montou a Relojoaria Omega e foi para o Maringá Novo, onde construiu a Arco-Íris no centro, na esquina da Brasil com Rua General Câmara, hoje Basílio Saltchuk.

Foi como o único padeiro da cidade por muitos anos que Paiva conheceu todo mundo que chegava. Dando dicas para um e para outro sobre as melhores terras, acabou convidado pelo dono da Melhoramentos, Alfredo Werner Nyffeler, para ser corretor da companhia.

Foi a desistência de continuar com a padaria que o transformou em fazendeiro. Ele negociou a Arco-Íris com o pioneiro Hilário Alves, dono do Hotel Indaiá e da esquina em que estava a padaria, recebendo em troca uma área de 30 alqueires onde hoje é Mandaguaçu.

“Eu não queria terra, não sabia mexer com aquilo, mas fui aconselhado a topar o negócio. Já tinha café plantado e o Hilário achava que ia dar 3 mil sacas. Deu o dobro e aí me apaixonei por terra”, disse, citando que logo comprou outra área maior em Mandaguaçu e depois uma fazenda em Terra Boa, cujo cafezal por muitos anos foi usado pela Melhoramentos como referência para quem chegava para adquirir terras.

Ernesto de Paiva viveu mais de 70 anos em Maringá, viu tudo acontecer e sempre dise que não vivia do passado, mas lembrava com saudades daqueles tempos em que tudo era difícil, mas o espírito de aventura e a esperança compensavam.

“Não tinha telefone, nem energia elétrica, água só de poço caipira, as estradas eram poucas e se chovesse ninguém passava, mas havia muita vontade de trabalho, todos que chegavam eram jovens, tinham muita energia, sonhos, projetos de vida. E a cidade recebeu a todos de braços abertos. Aqueles que sonharam sério tiveram sucesso”.

O corpo de Ernesto de Paiva está sendo velado na Capela do Prever do Cemitério Parque. O sepultamento está marcado para as 9h30.

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Peixe engole Zebra em partida extremamente chata

Quem foi à Vila Belmiro na noite desta quarta-feira para assistir à segunda partida entre o Santos Futebol Clube e o Maringá pela Copa do Brasil sofreu com um jogo morno, sem graça, mas perigoso para os dois lados, pois quem vencesse, por qualquer resultado, passaria para a terceira fase da competição e o perdedor estaria eliminado.

Ricardo Oliveira (sempre ele) salvou a partida de ser pior do que foi até os 46 minutos    Foto: Lancenet

Ricardo Oliveira (sempre ele) salvou a partida de ser pior do que foi até os 46 minutos Foto: Lancenet

Mesmo numa partida sem graça, o peso da camisa colocou o Santos com vantagem, principalmente por estar jogando em casa e com mais titulares do que no jogo de Maringá.

O time da Baixada teve mais atitude e, aos 11 minutos da primeira etapa, David Braz arrancou um dos poucos suspiros do torcedor ao acertar a bola na trave após um cruzamento. Depois, nova jogada interessante só próximo dos 30 minutos da segunda etapa, quando Ricardo Oliveira tentou deixar Lucas Lima na cara do gol, parando em Ednaldo.

Só aos 46 minutos do segundo tempo, Ricardo Oliveira, que fazia uma partida apagada, recebeu um passe de Cicinho e, na cara do gol, colocou no fundo das redes. Depois disso, o torcedor, aliviado, começou a deixar o estádio, mesmo antes do apito final.

Com o resultado lógico, o Santos parte para a terceira fase da Copa do Brasil e o Maringá volta para casa para esperar pela próxima competição, possivelmente só no ano que vem.

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IBC de Marialva agora é, de fato, patrimônio do município

O prefeito Edgar Silvestre-Deca, acompanhado do chefe de gabinete, José Roberto Vares, esteve em Curitiba, onde, na manhã dessa terça-feira (12), assinou o contrato de doação ao município do Complexo Armazenador do extinto IBC Instituto Brasileiro do Café (IBC). O documento foi assinado pelo superintendente do Patrimônio da União no Paraná, Dinarte Antonio Vaz e pelo prefeito de Marialva.

O imóvel de 52.024,91 metros quadrados de área total e 17.190,63 metros quadrados de área construída está localizado na Rodovia BR 376, lote 74, e agora poderá ser oficialmente utilizado para o funcionamento de órgãos institucionais. Até então, o município possuía apenas a Sessão de Uso.

“É uma conquista histórica. A estrutura está em local privilegiado, na região central de nossa cidade. É mais um motivo para comemorar. Resultado de muito trabalho e bom relacionamento com os órgãos dos governos. Agora, teremos a oportunidade de utilizar todo o espaço para as atividades do município. Estamos muito felizes”, afirmou o prefeito Deca.

A doação aconteceu na Superintendência do Patrimônio da União no Paraná.

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Izaías e Israel vão chorar de graça em praça pública em Maringá

O grupo regional de choro Izaías e seus Chorões, uma verdadeira lenda entre os grupos instrumentais brasileiros, vai se apresentar em Maringá em agosto, e, o que é melhor, de graça.

Os irmãos Izaías e Israel já viraram lenda no mundo do choro

Os irmãos Izaías e Israel já viraram lenda no mundo do choro

O grupo que tem à frente o bandolinista Izaías Bueno e seu irmão Israel 7 Cordas, além de inúmeros discos de choro, já tocou com gente como Paulinho da Viola, Altamiro Carrilho e Arthur Moreira Lima.

Izaías e seus Chorões vem a Maringá dentro do Projeto Roda de Choro Itinerante, que está promovendo a música instrumental brasileira através de apresentações didáticas e rodas de choro em espaços públicos de Maringá. O projeto é viabilizado com recursos municipais através da lei de incentivo cultural “Prêmio Aniceto Matti”.

Nesta sexta-feira (15), às 14 horas, o projeto vai até a Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha Neto, na Avenida Horácio Raccanello, nº 6090, Novo Centro, com apresentação didática. No domingo (17), às 10 horas, acontece a roda de choro na Praça Central do distrito de Floriano onde a comunidade poderá participar.

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Corpo de Allegretti será cremado às 16 horas

 

Allegretti era Cidadão Benemérito de Maringá e autor do livro "Gostaria de ver..."

Allegretti era Cidadão Benemérito de Maringá e autor do livro “Gostaria de ver…”     Foto: Glup

Maringá perdeu nesta terça-feira um de seus pioneiros mais influentes e participativos, o agropecuarista, contabilista e advogado Waldemar Allegretti, de 82 anos. Ele teve participação na Fundação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e da Sociedade Rural de Maringá (SRM), foi secretário de Estado em dois governos e diretor do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDES).

O corpo do pioneiro está sendo velado na Loja Maçônica Maringá, na Avenida Nildo Ribeiro da Rocha, e será cremado às 16 horas no Crematório Angelus, no Cemitério Parque.

Allegretti era gaúcho de Erechim e chegou em Maringá na década de 1950. Aqui foi contador, professor e trabalhou na pecuária de corte e leiteira. Depois, foi um dos pioneiros de lavouras mecanizadas na região, quando plantou trigo. Ele estudou Direito em Curitiba, especializou-se em Direito Tributário e Comercial e lecionou na UEM, onde foi um dos fundadores.

Nos governos de José Richa e João Elisio foi superintendente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), presidente da empresa de processamento de dados do Paraná (Calepar), e secretário da Justiça. No governo Álvaro Dias foi superintendente do Instituto de Previdência do Estado (IPE) e vice-presidente do BRDES.

O pioneiro casou-se em 1969 Marilia Cazue Fujiwara, filha do pioneiro e empresário Jutsuji-Toshiko Fujiwara, e tem três filhos, todos maringaenses.

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Criadores são contra o fim da vacinação contra aftosa no Paraná

Está acontecendo neste momento, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná, a audiência pública “Paraná livre de aftosa sem vacinação”, com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (FNPPC/CNA), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar); da Secretaria da Agricultura, do Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (Sindivet), diretoria de Agroindústria da Sociedade Rural do Paraná, Londrina, Maringá, Campos Gerais.

febre-aftosaAs sociedades rurais, pelo menos em sua maioria, assim como as diversas associações de criadores e núcleos de criadores de raças nobres, são contra o fim da vacinação e vão deixar isto claro na audiência. Eles consideram que parar de vacinar contra a aftosa coloca o rebanho em risco e não apresenta nenhuma vantagem.

Os presidentes das Sociedades Rurais de Maringá, Londrina, Umuarama e Cornélio Procópio e representantes dos núcleos de criadores de várias raças se reuniram sexta-feira no Parque de Exposições de Maringá para discutir o assunto e todos foram contra a mudança o fim da vacinação contra a febre aftosa e disseram que outras sociedades rurais, como a de Ibiporã, Laranjeiras do Sul e Paranavaí, associações e núcleos também são contrários. Também alguns representantes da indústria fortalecem o movimento.

Segundo as entidades, a Agência de Defesa Sanitária Animal do Paraná (Adapar), da Secretaria da Agricultura, começou a divulgação de que a campanha de vacinação iniciada no dia 1º deste mês “será a última”, porém não discutiu o assunto com os produtores e nem apresentou argumentos que justifiquem a iniciativa.

Segundo o presidente da Sociedade Rural do Paraná, de Londrina, Moacir Sgarioni, para manter o rebanho paranaense sem vacinação será necessário “fechar as fronteiras”, impedindo a vinda de gado de outros Estados, principalmente Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, porém, além de não existir uma estrutura para isto, complicaria a situação dos criadores, pois o rebanho paranaense não dispõe de matrizes e os bezerros engordados no Estado são trazidos principalmente do Mato Grosso do Sul.

“Seria o caso de se perguntar se os investimentos que o Estado terá que fazer para manter o controle das divisas com outros Estados compensam os prejuízos que a economia local terá, pois o Paraná não tem autossuficiência na produção de carne e levaria alguns anos para formar um plantel de matrizes”, disse Sgarioni.

O presidente da Sociedade Rural de Cornélio Procópio, José Edson Baggio, lembra que a pecuária paranaense perdeu espaço para as culturas agrícolas extensivas, sobretudo a soja e o milho, e hoje as poucas áreas destinadas à engorda de gado são as terras impossíveis de serem mecanizadas.

Durante a reunião, os pecuaristas citaram que o único Estado brasileiro que não vacina o rebanho contra a febre aftosa é Santa Catarina, beneficiado com a situação geográfica, pois divisa apenas com o Paraná e o Rio Grande do Sul. Segundo disseram, os pecuaristas caterinenses não vêem vantagem em não vacinar, pois a arroba catarinense vale o mesmo da dos Estados com vacinação, não surgiram grandes compradores internacionais.

Ao anunciar o fim das campanhas de vacinação, a Secretaria da Agricultura argumentou que isto abriria novos mercados para a carne paranaense, pois países mais exigentes cobram que os rebanhos sejam de áreas livres de aftosa sem vacinação. Porém, os produtores reunidos em Maringá discordam disto, principalmente porque os Estados Unidos e o Brasil vão firmar no mês que vem um acordo de comércio para que os americanos importem carne brasileira, não exigindo status de “sem vacinação”. “Se os Estados compram, qualquer outro país comprará”, disse o representante da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), Márcio Caparroz. Segundo ele, países como a Rússia e Japão, que a Secretaria da Agricultura citou entre os “mais exigentes”, compram carne dos Estados Unidos, onde ainda ocorrem casos de aftosa.

“Não vamos brigar com o governo, queremos apenas mostrar que o fim da vacina não é garantia de vendas e além disto o Paraná não dispõe de estoque de bovinos para estar tão preocupado com a exportação, não podemos fazer contratos com outros países se não temos como cumpri-los”, disse a representante da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo.

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De mala na mão, mascates deram início à história do comércio em Maringá

Desde a época em que as estradas eram raras, os mascates corriam as fazendas com suas malas que valiam por lojas

Os secos e molhados eram dos portugueses, as quitadas dos japoneses e as lojas de tecidos dos turcos, que na verdade eram libaneses

 O maior centro de compras do noroeste paranaense, com uma rede de lojas onde se pude achar de tudo, e shopping centers que atraem visitantes de toda a região, há pouco mais de 70 anos se resumia a um quarteirão perdido na mata e antes disto a algumas casinhas de pau a pique, onde se vendia o básico para a alimentação, enxadas, foices, facões, serrotes traçadores, lamparinas, querosene e pano.

A loja de José Jorge Abrão, onde nasceu o comércio maringaense. Na porta, Braz José Jorge e Antonio Carniel

A loja de José Jorge Abrão, onde nasceu o comércio maringaense. Na porta, Braz José Jorge e Antonio Carniel

O comércio maringaense não nasceu em mãos de quem conhecia a atividade. Os primeiros foram aventureiros que, ao chegarem, enxergaram oportunidades e iniciaram atividades que não conheciam direito, mas, por falta de concorrência, deram certo, pelo menos por algum tempo. Com centenas de famílias chegando para a derrubadas das matas e a plantação dos primeiros pés de café, rapidamente o vilarejo no meio da mata começou a atrair comerciantes de verdade, que chegaram para montar as primeiras “casas” de comércio e em pouco tempo os dois quarteirões mais antigos de Maringá já contavam com casas de secos de molhados, casas de tecidos, casas de implementos agrícolas, farmácias, padarias, padarias. Continue lendo

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Pelé está internado com problemas na próstata

Com um quadro de hiperplasia na próstata, Pelé continua internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sem previsão de alta.

A hiperplasia faz com que o homem retenha muita urina e geralmente é necessário que se faça uma cirurgia para que seja evitado um caso de infecção urinária, situação pela qual Pelé passou há seis meses. Além disto, o Rei teve cálculo nos rins, ureter e bexiga, o que exigiu uma cirurgia.

O tricampeão mundial com a seleção brasileira chegou a ficar alguns dias na UTI e teve de passar por hemodiálise. Em nenhum momento, no entanto, houve início de infecção generalizada, segundo os médicos. Pelé tem apenas o rim esquerdo – o direito foi retirado durante o período em que ainda era jogador, em 74.

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Justiça toma clube de ex-prefeito e devolve à prefeitura

O ex-prefeito Júlio Bifon, de Sarandi, acaba de sofrer mais um revés, 15 anos depois de deixar a prefeitura.

O juiz da Vara da Fazenda Pública emitiu hoje mandado de imissão de posse da área em que está o Eldorado Internacional Tênis Clube, que dizem que é praticamente uma propriedade de Bifon, seus familiares e amigos mais chegados.

O problema é que, às vésperas de sair da prefeitura, o então prefeito teria repassado por valor simbólico uma área de 25 mil metros quadrados, pertencente ao município, a uma empresa que se propunha construir um clube social. Só que o prefeito que veio na sequência, o então petista Cido Spada, descobriu que a tal empresa na verdade pertenceria a um laranja de Bifon.

O cumprimento do mandado pelos oficiais de Justiça será nesta quinta-feira às 8 horas. Assim, Bifon e seu grupo perdem o terreno no Distrito Industrial e tudo o que foi construído em cima. Mas, não para por aí: vem aí multa, indenização dos prejuízos causados aos cofres públicos e o ex-prefeito ainda terá que arcar com as custas do processo. E tem mais: ele teve seus direitos políticos suspensos por 10 anos.

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