Mês: agosto 2016



SBT terá que indenizar Ruy Barbosa em R$ 100 milhões

O autor de novelas Benedito Ruy Barbosa – no ar na Globo com “Velho Chico” – vai receber R$ 100 milhões do SBT a título de indenização por a emissora de Silvio Santos ter exibido a novela “Pantanal” sem pagar nada ao escritor, elenco e técnicos.

O SBT comprou a massa falida da TV Manchete, levando junto “Pantanal”, que tinha sido exibida alguns anos antes e batido a Globo na audiência.

O curioso da história é que, quando escreveu “Pantanal”, Ruy Barbosa ofereceu à Globo, que não quis, depois a Silvio Santos, que achou que a produção ficaria muito cara. A Manchete topou e conseguiu seus melhores índices de audiência.

Anos depois, o SBT reprisou “Pantanal” de graça, mas agora é condenada a indenizar o autor. Abrindo jurisprudência, agora também atores e técnicos poderão recorrer à Justiça.

A reprise de Pantanal rendeu boa audiência ao SBT: média de 14 pontos e picos de 18 no Ibope. A novela contava a história de Juma Marruá (Cristiana Oliveira), que virava onça quando era irritada, e do Velho do Rio (Cláudio Marzo), que se transformava em sucuri, entre outros personagens marcantes

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Morre Luty Kasprowicz, primeiro arquiteto da prefeitura de Maringá

Luty Vicente Kasprowicz estava cego há alguns anos, mas permaneceu lúcido até o final

Luty Vicente Kasprowicz estava cego há alguns anos, mas permaneceu lúcido até o final

Morreu na madrugada desta segunda-feira, aos 85 anos, o engenheiro e arquiteto Luty Vicente Kasprowicz, que foi o primeiro engenheiro efetivo da prefeitura de Maringá, primeiro secretário de Obras e Viação e autor de projeto de vários prédios públicos, como a Biblioteca Pública e a antiga rodoviária. Ele morreu em casa 10 dias depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O velório acontece no salão nobre da Capela Prever, em frente ao Cemitério Municipal, até as 17 horas desta terça-feira, quando o corpo será cremado.

Viúvo da médica pioneira Thelma Vilanova Kasprowicz, que dá nome ao Hospital Municipal, e genro do primeiro prefeito de Maringá, Inocente Vilanova Júnior, Luty deixa apenas uma filha, a também engenheira Debora Vilanova Kasprowicz, proprietária da Construtora Vilakas.

Moderno X tradicional

Curitibano, graduado como oficial da Reserva do Centro de Preparação de Oficiais do Estado do Paraná, Kasprowicz conheceu Maringá em 1955, mas só mudou-se para a cidade em 1956, quando foi diplomado engenheiro pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Casou-se com a jovem médica Thelma Vilanova, filha do então prefeito Inocente Vilanova Júnior, e entrou na prefeitura na administração de Américo Dias Ferraz.

Levei cartão vermelho do Américo logo nos primeiros dias. Nossas ideias não batiam e ele me colocou na rua”, contava sempre, rindo da situação, já que é conhecida a fama de turrão e caipira do segundo prefeito de Maringá. Ironicamente, alguns anos depois, foi Luty quem administrou a construção da rodoviária que levou o nome de Américo.

Mas, os problemas de Kasprowicz com o tradicionalismo da cidade não se resumiram ao prefeito Américo Dias. Ele era recém-formado e, cheio de ideias do modernismo que tomava conta da arquitetura e engenharia na Europa, Estados Unidos, São Paulo e Rio de Janeiro, chegou a uma cidade que estava nascendo, cheia de tocos de perobas em plena Avenida Brasil, onde asfalto não existia, energia elétrica era para poucos e as casas ‘era uma aqui, outra acolá’.

Maringá não tinha nada de moderno e a chegada da arquitetura moderna não foi fácil. Uma vez projetei a construção de uma clínica para um dos primeiros médicos da cidade e introduzi na fachada os detalhes em concreto aparente, que era uma tendência. Mas, depois da obra pronta, já inaugurada, o médico me procurou pedindo para rebocar o concreto porque as pessoas estavam tirando sarro, dizendo que a obra não estava terminada”.

A construção da Biblioteca Pública, no coração da cidade, foi outro desafio para o engenheiro, onde fez ressoar a arquitetura do concreto aparente evidenciada pelo brutalismo paulista. Na época, a biblioteca foi considerada o prédio mais moderno da cidade e de acordo com a modernidade de uma cidade projetada de acordo com os princípios formais da cidade jardim.

O arquiteto, que ficou cego nos últimos anos de vida, exerceu várias funções na sociedade local, como a de presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá (Aeam), entidade que ajudou a constituir, e diretor do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea).

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Aos 103 anos, morre Remígio Pereira, um dos moradores mais idosos de Maringá

Foto de Remígio e Florindo no dia do casamento, há três anos (G1)

Foto de Remígio e Florindo no dia do casamento, há três anos (G1)

Morreu nesta sexta-feira o pioneiro maringaense José Remígio Pereira, de 103 anos, uma das pessoas mais idosas de Maringá. Ele estava internado desde o começo do mês com complicações físicas decorrentes da idade avançada.

Mineiro de São Sebastião do Paraíso, Remígio morava em Maringá há quase 65 anos e chegou à cidade prestando assistência a máquinas de beneficiamento de café. Criou 11 filhos, alguns dele, de seus dois casamentos, e os demais da mulher, Florinda, com quem viveu os últimos 32 anos e casou-se oficialmente há 3 anos, quando completou um século de vida.

Proseador, como é natural dos mineiros, o pioneiro gostava de falar sobre sua vida e contou que cresceu quase sozinho depois que o pai morreu e sua mãe casou-se novamente. Ele tinha sete anos e teve que deixar a escola ainda no primeiro ano, mas o pouco que aprendeu foi suficiente para ajudá-lo na vida. “Fui administrador de fazenda com 17 anos porque me dava bem com os números”, conta.

Graças ao fato de saber ler e somar, Remígio aprendeu várias profissões e se fixou na área de máquinas de beneficiamento de café no auge da cafeicultura brasileira. E foi por causa desta profissão que ele, em 1953, veio ao Paraná montar máquinas e acabou ficando.

“Saí de uma cidade que oferecia conforto e cheguei em uma Maringá em que tudo estava começando”, lembra. “Não tinha luz, água era uma dificuldade e fazer um telefonema era quase impossível, o barro tomava conta das ruas quando chovia e quando não chovia era o pó que dominava. Mas não tinha miséria”. Foi a abundância de trabalho, o progresso visível e a riqueza que a cafeicultura proporcionava que convenceram o mineiro a trazer a família e fazer parte da leva de pessoas que construíam uma cidade promissora.

Depois de algum tempo montando e dando assistência a diversas máquinas de beneficiamento, Remígio entrou para a Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, a dona de Maringá e das demais cidades do noroeste e lá ficou por 30 anos, até se aposentar em 1970. Depois ainda trabalho mais 19 anos.

O sepultamente aconteceu na tarde deste sábado no Cemitério Municipal, a poucos quarteirões da casa em que morava, na Vila Marumby.

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Pioneiro maringaense José Barros morre aos 75 anos

O pioneiro José Alves Barros, que foi mestre-de-obras em importantes construções de Maringá, como os edifícios Três Maria e Maria Tereza, o Colégio Gastão Vidigal e o Estádio Willie Davids, morreu no final da tarde desta quarta-feira no Hospital Memorial, aos 75 anos.

Ele estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) há 10 dias, depois de ter sofrido uma forte infecção e estava com um coágulo no cérebro. Continue lendo

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Quintuplica o número de imóveis em leilões; vantagens são grandes para quem compra

leilaoO número de imóveis, que foi a leilão nos últimos quatro anos, no Paraná, aumentou em 502%, segundo a Associação Nacional dos Mutuários (ANM), e tornou-se um excelente negócio para as pessoas, que pretendem comprar casa, apartamento ou chácara, tanto para uso próprio quanto para investimento. Ao arrematar em leilões judiciais, o comprador poderá fazer uma economia de até 50%.

A Caixa Econômica Federal (CEF) leiloou 66,8% imóveis a mais de janeiro a agosto de 2015 do que no mesmo período de 2014. Foram 5.334 imóveis, em 2014, e 8.897, no ano passado. E, embora, sem um balanço oficial para este ano, a instituição financeira informa que a quantidade, em 2016, é ainda maior.

Em muitos casos, pessoas financiaram, começaram a quitar as prestações e, às vezes, até já moravam na casa nova, mas, depois, por falta de pagamento, perderam o imóvel e o dinheiro, que já haviam investido.

Segundo analistas do mercado imobiliário, muito da recuperação judicial de imóveis, se deve à falta ou planejamento errado. Na cultura do imediatismo, hoje, é possível pagar as prestações. O comprador se esquece, no entanto, que o contrato é de 20, 25, 30, até 35 anos. “Uma inadimplência superior a três meses faz com que o banco retome o imóvel, absorva-o e o venda para terceiros em leilão”, explica Sílvio Saldanha, da ANM.

Na avaliação dos técnicos da empresa Leilões Judiciais Serrano, com sede em Maringá, consideram que o aumento de imóveis levados a leilão, ultimamente, está apenas no começo.

 

Gustavo Soares, da Leilões Judiciais Serrano, prevê que o estoque de imóveis para leilão vai aumentar

Gustavo Soares, da Leilões Judiciais Serrano, prevê que o estoque de imóveis para leilão vai aumentar

De acordo com o analista Gustavo Soares, a crise, que atinge a economia brasileira, deve fazer com que cada vez mais pessoas não consigam pagar empréstimos e financiamentos contraídos para a compra de casas e apartamentos. “Podemos dizer que a quantidade de imóveis indo a leilão vai aumentar, porque muitas execuções acontecem, agora, e os processos podem demorar dois, três ou mais anos, o que significa que o volume deverá ser maior no futuro”, explica.

Em Maringá, os apartamentos lideram as execuções judiciais. “Isto é relativo”, destaca Soares. Na opinião dele, o aumento ocorre em todo o Brasil e cada cidade tem as peculiaridades dela.

Em Maringá, tem mais apartamentos sendo levados a leilão porque é uma cidade verticalizada e a maioria dos imóveis adquiridos nos últimos anos é de apartamentos, mas em cidades mais horizontalizadas foram compradas casas comuns”, ressalta Soares.

Metade do preço

O leiloeiro Helcio Kronberg diz que as vantagens são grandes para compra em leilões

O leiloeiro Helcio Kronberg diz que as vantagens são grandes para compra em leilões

Por ser um dos investimentos mais lucrativos do mercado imobiliário, especialmente em anos de crise econômica, o número de pessoas que adquirem imóveis em leilão também cresceu. Não é difícil, por exemplo, encontrar imóveis arrematados por preços 50% abaixo do valor praticado no mercado. Segundo o leiloeiro público oficial Helcio Kronberg, nesse tipo de compra alguns leilões permitem o parcelamento do imóvel mediante ao pagamento de 25% do valor à vista.

Outra vantagem apontada por Kronberg é que neste tipo de negociação há sempre um laudo completo de avaliação à disposição dos interessados, o que geralmente não acontece em outros tipos de transações imobiliárias. “Essa modalidade pode ser interessante tanto para investidores quanto para as pessoas que desejam obter a casa própria gastando menos. Os leilões são públicos e qualquer pessoa pode participar”, afirma.

Também é apontado como vantagem o fato de que em leilões judiciais nenhuma dívida acompanhará o imóvel, pois ele é sempre entregue livre e desembaraçado de qualquer ônus. A única exceção são os condomínios em atraso. “Caso a ação seja exclusivamente de cobrança de condomínio, o valor pago já quitará a dívida. Quando não for, a eventual dívida poderá acompanhar o imóvel”, adverte o leiloeiro, esclarecendo que “nesse caso, avalie o valor e o desconto que é dado na venda”.

Caso o leilão seja anulado ou impugnado, o arrematante não corre risco algum, pois recebe de volta todo o valor pago.

Cautela

Só nesta semana o site da Leilões Serrano anuncia leilões de várias casas, apartamentos e chácaras em Maringá. Em todos os casos, o valor inicial dificilmente chega à metade do que seria pedido em uma transação normal.

É importante que o interessado seja prudente e não se deixa levar somente pela vantagem financeira”, alerta o analista Gustavo Soares. “Pode acontecer de o imóvel, depois de arrematado, não atender aos interesses do comprador”. Ele aconselha que o interessado visite o imóvel antes.

Helcio Kronberg lembra que, antes de tudo, o arrematante deve verificar se o leiloeiro é de confiança e faz plena divulgação de seu trabalho. Após, é necessário ler e reler o edital, para não perder nenhum detalhe. “Prefira imóveis desocupados e visite sempre o local com antecedência”, declara.

 

LEGISLAÇÃO
Segundo a Lei 9.514, após 30 dias do vencimento de uma ou mais parcelas, o banco pode iniciar o procedimento de execução. Entretanto, a maioria dos contratos prevê que a execução só pode começar em caso de atraso de três ou mais prestações. Nesse caso, vale a regra mais benéfica ao consumidor. O banco não tem praticamente risco de ficar no prejuízo. Quando o imóvel vai a leilão, o valor do lance vencedor é utilizado para a quitação integral da dívida (prestações vencidas e vincendas) e se não houver arrematante, ele fica com o bem e pode, em seguida, vendê-lo como outro imóvel qualquer.

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Aniceto devolve pacote de dinheiro e ganha o direito de fazer história em Maringá

Aos 94 anos e com o corpo já sentindo o peso dos anos, o pioneiro Aniceto Gomes da Silva pode gabar-se não somente de ser o único dos primeiros moradores de Maringá ainda vivo, como também por ter sido amigo pessoal do todo-poderoso Arthur Thomas, diretor-gerente da Companhia de Terras Norte do Paraná (Melhoramentos), empresa que colonizou o norte e o noroeste paranaenses. Aliás, ele veio para o lugar onde foi criada Maringá a convite de Mr. Thomas e montou a primeira padaria da cidade também por força do gestor inglês.

Aniceto em reunião de família, com a filha Elizabeth

Aniceto em reunião de família, com a filha Elizabeth

Aniceto sempre foi do tipo que gosta de contar o que viu, e viu muito, afinal são 74 anos em Maringá. Ele viu surgir a primeira construção, o Hotel Campestre – onde acabou sendo um dos primeiros funcionários -, a chegada dos primeiros moradores, os primeiros acontecimentos, o nascimento do Maringá Novo, as primeiras construções, primeiras eleições, chegada da energia elétrica, até que a cidade se transformasse na metrópole que é hoje. E nesta metrópole, ele veio morar no Centro, onde, ao lado da mulher, a também pioneira Sebastiana Perioto, criou seis filhos.

“Cheguei a Maringá uns dois dias antes de o Maringá Velho ser inaugurado”, conta o desbravador. Isto foi em 1942. “Aqui só tinha passarinho, onça e mato, muito mato. Logo fiquei com vontade de ir embora, mas fui ficando porque não tinha para onde ir”.

 

Pacote de dinheiro

Antes de vir para a mata onde nasceu Maringá, Aniceto Gomes ficou famoso por um exemplo de honestidade, tão famoso que foi conhecido na Inglaterra e chegou aos ouvidos de Mr. Thomas.

O exemplo foi dado quando o jovem de 19 anos recém-chegado de Caruaru (PE) trabalhava como carregador de malas em um hotel de Ourinhos, no Estado de São Paulo, e, ao arrumar um quarto, percebeu que alguém tinha esquecido um pacote. Saiu pelas ruas procurando o cliente, um fazendeiro de Minas Gerais, soube que ele e outros fazendeiros tinham embarcado no trem. “Entrei no trem, procurando, e só achei o homem quando já estava fora de Ourinhos”.

Depois de fazer a entrega, Aniceto ficou sabendo que o pacote era de dinheiro. E foi recompensado com uma polpuda gorjeta.

No primeiro quarteirão de Maringá, em meados da década de 1940, a padaria de Aniceto é a segunda construção à direita da foto

No primeiro quarteirão de Maringá, em meados da década de 1940, a padaria de Aniceto é a segunda construção à direita da foto

O exemplo de honestidade foi muito comentado, cruzou o Atlântico e chegou aos ouvidos de Arthur Thomaz, em Londres, que quis conhecê-lo em sua vinda ao Brasil.

“Ele ficou meu amigo, pediu que eu viesse para Londrina com ele, mas eu não quis e ele me deu um cartãozinho todo escrito em inglês”.

O carregador de malas nunca soube o que estava no cartão, mas seu destino já estava traçado. Poucos dias depois, teve uma briga com o patrão e perdeu o emprego. Foi aí que lembrou-se do cartão em inglês. Pediu a um professor para traduzir e ficou sabendo que tinha um emprego garantido no Paraná, onde a Companhia de Mr. Thomaz criar várias cidades.

Embarcou para Londrina e foi encaminhado para Maringá, que na verdade ainda não existia. Com a inauguração do Hotel Campestre, que era da Companhia e gerenciado pelo desbravador José Inácio da Silva, que mais tarde ficaria conhecido como Zé Maringá, tornou-se o primeiro garçon.

Mas, Mr. Thomas ainda boliria no destino de Aniceto. Na sua viagem seguinte ao Brasil, o empresário inglês veio ao Brasil e, ao chegar, descobriu que a equipe que transportava mantimentos, esquecera-se de trazer pão. A solução foi chamar o garçon do Hotel Campestre, que fazia pão para os hóspedes todos os dias.

“Quando Mr. Thomas soube o que aconteceu, me chamou ao escritório. Lá eu confessei que não estava satisfeito com meu trabalho e ele mandou demarcar uma data para que eu construísse uma padaria. Depois, comprou a madeira e poucos meses depois inaugurei a padaria, que foi a primeira de Maringá”.

O primeiro padeiro da cidade ganhou dinheiro, mas decidiu mudar de ramo devido às dificuldades para a chegada do trigo até Maringá. Vendeu a padaria, comprou uma pequena fazenda na região de Cianorte e depois tornou-se dono de hotel no Centro de Maringá, na Rua General Câmara (hoje, Basília Saltshuck).

Hoje, com ar de quem viu Maringá sair do zero e chegar ao que é hoje, Aniceto Gomes diz sentir-se satisfeito por ter participado com a história da cidade, tanto na fase inicial, quando era apenas um jovem garçon longe de seu torrão natal, quando depois, quando tornou-se empresário.

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Ivo Pitanguy morre um dia depois de carregar a tocha olímpica

Ivo Pitanguy foi responsável pela transformação do Brasil em referência em cirurgia plástica

Ivo Pitanguy foi responsável pela transformação do Brasil em referência em cirurgia plástica

O Brasil perdeu neste sábado o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, que por muitos anos foi o mais importante profissional da área no mundo e teve como pacientes algumas mais das importantes estrelas de Hollywood. Ele sofreu uma parada cardíaca por volta das 19h30, um dia depois de carregar a tocha olímpica em Botafogo, no Rio de Janeiro, mesmo em uma cadeira de rodas.

O médico esteve internado até meados de junho no Hospital Samaritano para tratar de uma infecção causada durante a troca de um cateter.

Em uma cadeira de rodas, Pitanguy carregou a tocha olímpica sexta-feira no Rio de Janeiro

Em uma cadeira de rodas, Pitanguy carregou a tocha olímpica sexta-feira no Rio de Janeiro

Ivo Hélcio Jardim de Campos Pitanguy era mineiro de Nascido, em Minas Gerais, no dia 5 de julho de 1926. Também professor e escritor, foi membro da Academia Nacional de Medicina e da Academia Brasileira de Letras, onde ocupa a cadeira nº 22 desde 1990.

O velório deve acontecer no Memorial do Carmo, a partir das 13 horas deste domingo (7), seguido pela cerimônia de cremação, prevista para as 18 horas .

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Cooperativa da região recebe o Troféu Onda Verde

No próximo dia 26, a A Cooperativa Agroindustrial de Mandaguari (Cocari) participará do Fórum de Gestão Sustentável 2016, promovido pela Editora Expressão e durante o evento receberá o Troféu Onda Verde, pela conquista do 23º Prêmio Expressão de Ecologia, que é certificado pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação na área ambiental da região Sul. O evento será promovido na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis.

IMG_8201Neste fórum será lançado o Guia de Sustentabilidade 2016, publicação que reúne os projetos que conquistaram a premiação e mais de 120 iniciativas socioambientais desenvolvidas por instituições com sede ou que atuam no Sul. O evento ainda contará com palestras, apresentação de cases e vídeos de organizações que colaboram com o desenvolvimento sustentável.

Esta será a segunda vez que a Cocari conquista a premiação. A cooperativa concorreu com o Projeto Meio Ambiente – Eu Cuido!, realizado em parceria com a Bayer e a Prefeitura de Jandaia do Sul, com apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que foi destaque na categoria Educação Ambiental. O prêmio conta com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e dos três órgãos ambientais públicos do Sul – Sema/IAP (PR), Fatma (SC) e Fepam (RS). Em 2013, a Cocari foi destaque com o Projeto Cultivando Cidadania.

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