Mês: abril 2017



O tempo mudou e as doenças de inverno chegaram

Os primeiros sinais de aproximação do inverno, com chuvas acompanhadas de quedas de temperatura, serviram como alerta para as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Maringá, que se preparam para o aumento da demanda por conta das mudanças climáticas. A previsão é de que a partir da próxima semana haverá um significativo aumento de pacientes com doenças respiratórias, especialmente crianças e idosos.

Por enquanto, o panorama nas UPAs e postos de saúde ainda não sofreu alterações, porque o clima ainda não teve mudanças significativas, mas a previsão é de chegada do frio ainda nesta semana e inevitavelmente surgirão casos de gripes, resfriados, rinite, sinusite, laringite e outras doenças comuns quando ocorrem quedas de temperatura”, explicou o enfermeiro Wellington Antonio de Souza, diretor da UPA Zona Sul.

Na realidade, já tivemos um aumento na demanda em março, quando teve início o ano letivo e é normal o surgimento de algumas viroses entre as crianças”, disse a diretora da UPA Zona Norte, enfermeira Fátima Matsumoto. “A procura não diminuiu e agora deve aumentar com as mudanças no clima”.

De acordo com a enfermeira, os órgãos das vias respiratórias são os mais atingidos pelas doenças de inverno, mesmo durante o outono, principalmente a garganta, o nariz, os ouvidos, os brônquios e, quando a situação complica, a infecção chega aos pulmões, podendo ocorrer pneumonias.

Neste ano, como a vacinação contra a gripe tem uma cobertura maior, incluindo professores, crianças e jovens, possivelmente teremos o reflexo nos postos de saúde e UPAs, com menos gente atingida pelas doenças respiratórias”, prevê o diretor da UPA Zona Sul.

 

Água e higiene

Além da vacinação preventiva, alguns cuidados com a higiene são primordiais para evitar as doenças de inverno, como manter as mãos limpas, quando estiver na rua, no ônibus, em repartições públicas, evitar passas as mãos no rosto, principalmente na boca, nariz e nos olhos; manter a casa limpa e arejada e beber muita água, mesmo não estando com sede.

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Feira de Aviação não deve acontecer, mas promoção já foi paga pela prefeitura

A prefeitura gasta cerca de R$ 350 mil na infraestrutura do local da festa

A verdade é que existe na prefeitura de Maringá uma séria desconfiança de que a empresa promotora das feiras de aeronáutica que acontecem sempre em setembro está prestes a dar uma de esquecida e não realizar o evento neste ano e, talvez, nunca mais.

A data (que nem foi marcada) se aproxima e até agora a empresa não fez qualquer contato com a prefeitura, que, em tese, seria parceira.

A feira foi realizada três vezes durante a administração Pupin, mas o que preocupa não é simplesmente ela não acontecer, mas sim o fato de que a promotora já embolsou R$ 1,5 milhão, pagos pela prefeitura de Maringá para realizar o evento por 20 anos.

Na edição desta quinta-feira o jornal O Diário traz uma matéria sobre o caso. Na prefeitura ninguém fala abertamente de desconfiança, mas o prefeito já mandou seu Jurídico cobrar uma posição da empresa.

Vamos à matéria de O Diário;

A Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico (Seide) da prefeitura de Maringá, juntamente com a Procuradoria Jurídica, deve cobrar ainda nesta semana uma manifestação da empresa Expo Air Exposição e Eventos sobre a realização da quarta edição da Feira Internacional de Aviação EAB Air Show, um dos maiores eventos aeronáuticos do Brasil. Apesar de o evento ser realizado em parceria com a prefeitura, faltando apenas quatro meses para a realização os organizadores ainda não mantiveram contato com a prefeitura.

Segundo o chefe de Gabinete da prefeitura, jornalista Domingos Trevisan Filho, a prefeitura se preocupa porque foram feitos investimentos públicos na realização da feira para que ela seja realizada por 20 edições, além de todos os anos o município investir entre R$ 300 mil e R$ 350 na infraestrutura do evento. Para a realização deste ano, o dinheiro já está previsto no orçamento do município aprovado no ano passado.

De acordo com Trevisan, a administração Ulisses Maia quer saber qual a programação para a edição deste ano, quais as empresas já confirmaram exposição e o que caberá à prefeitura na estruturação do local. Em anos anteriores estas informações são repassado à prefeitura com vários meses de antecedência, mas neste ano a impressão é de que a feira não será realizada.

A reportagem de O Diário tentou contato com a empresa promotora, mas não obteve confirmação da realização da feira porque o diretor estaria fora, mas foi informado que ele deve manter contato com o prefeito Ulisses Maia (PDT) nos próximos dias.

Em cada uma das edições anteriores a EAB Air Show reuniu acima de 100 empresas expositoras, representando 184 empresas nacionais e de outros 15 países, mostrou acima de 80 aeronaves novas ou usadas, várias delas oferecidas a venda e envolveu aproximadamente 300 pessoas na organização. O evento ofereceu também serviço exclusivo de compra e venda de aeronaves usadas, apresentou shows de acrobacias aéreas e apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

Na edição do ano passado, 28 mil visitantes, entre profissionais do setor da aviação e público, passaram pela feira realizada ao lado do aeroporto. Apesar da cobrança de ingressos – R$ 20 por pessoa e R$ 10 por meia entrada para estudantes -, e por estacionamento de veículos – R$ 50 por ônibus, R$ 30 por automóveis e R$ 10 por cada motocicleta – a edição do ano passado teria terminado com prejuízo, segundo a prefeitura de Maringá.

 

R$ 1,5 milhão

foi o valor do repasse feito pela prefeitura em 2013, com autorização da Câmara, aos organizadores da feira para a realização por 20 anos

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Paraná Running oferece desconto especial para inscrições antecipadas e em grupos

A primeira etapa do Circuito de Corridas Paraná Running, que acontece no dia 20 de maio, dentro dos festejos alusivos ao aniversário de Maringá, deve contar com a participação de cerca de 2 mil corredores de diferentes idades, confirmando o evento como o maior circuito de corridas noturnas do noroeste do Paraná e um dos maiores do Brasil. Neste ano, as três etapas terão denominações em homenagem a diferentes ramos de atividade que tiveram importância na construção da cidade, que está comemorando 70 anos.

Representantes dos clubes de corridas apresentaram sugestões para tornar o evento ainda melhor

O Paraná Running é promovido pelo jornal O Diário e conta com vários parceiros, entre eles as dezenas de clubes de corridas, academias, universidades, prefeitura, órgãos de comunicação e patrocinadores. Como já se tornou um evento tradicional, atrai grande número de corredores de cidades vizinhas e é festa também para quem sai às ruas para assistir.

Neste ano todas as etapas acontecerão no entorno do Parque do Ingá e Avenida Paissandu, com percursos de 5 mil e 10 mil metros, com largada e chegada nas proximidades do portão do parque.

O circuito já é um dos maiores eventos da cidade, reunindo cerca de 2 mil participantes e milhares de pessoas nas ruas para assistir, é um acontecimento que não somente incentiva um programa de vida saudável, mas também é entretenimento para a população e tem importância econômica para a cidade, já que atletas vindos de outras cidades vão fazer despesas em hotéis, restaurantes, lanchonetes”, diz o diretor Comercial de O Diário, César Luis de Carvalho, que terça-feira reuniu representantes de clubes de corrida e demais membros da organização para discutir detalhes da etapa que abre o circuito.

Foram discutidas questões relacionadas à segurança, orientações a serem transmitidas aos participantes, inscrições e premiações, além de questões pontuais que deverão ser corrigidas após serem observadas em corridas anteriores.

Para o subtenente da Polícia Militar Rui Ferreira dos Santos, do clube de corridas Rui Fit Truck, “não podemos perder o foco no atleta amador, aquele que quer participar mas não tem a ilusão de disputar os primeiros lugares com os corredores de elite”. Segundo o veterano atleta, o Paraná Running, desde sua criação, teve grande importância no incentivo à corrida de rua e hoje “virou febre, é para todos os níveis, todas as idades, do burguês ao mais simples, mas a maioria quer mesmo é correr para manter uma boa saúde, não tem pretensões a prêmios”.

Com a experiência de quem corre e organiza corridas há meio século, o fundador e presidente da Associação dos Corredores de Rua de Maringá (Acorremar), José Jorge do Livramento Medeiros, lembrou que muitos atletas treinam com afinco para brigar pelas primeiras posições, assim como muitos que vêm de outras cidades. “As corridas do Paraná Running são um atrativo para quem corre por premiação, mas são também uma festa para corredores amadores. Ao mesmo tempo em que amadores correm brincando, alguns segurando na mão de outros, tem gente levando a sério pensando em classificação e não é raro que alguns atrapalhem outros”.

Para Livramento, a organização precisa orientar os participantes para que permitam a passagem dos corredores que buscam os primeiros lugares ou criar uma faixa para que os profissionais possam passar sem esbarrar nos demais.

O grupo dirigido pela trainer Fernanda Vargas é formado só por mulheres e deverá ser um dos maiores nesta primeira etapa. A treinadora falou da importância que a Paraná Running terá para o fortalecimento dos grupos se a organização tiver uma política especial para os grupos dos corrida. Segundo Cesar Carvalho, “temos a preocupação em fortalecer os grupos, pois eles têm um papel essencial no incentivo à população na busca por uma vida saudável e são importantes para nós, pois incentivam mais e mais atletas a participarem da corrida, tanto para brigar pelos primeiros lugares, quanto para lutar para simplesmente completarem a prova”.

Segundo ele, para incentivar as pessoas a participarem dos grupos, a organização vai oferecer descontos especiais para quem fizer inscrição por meio dos grupos, tanto para quem se inscrever somente para a etapa de abertura quanto para quem preferir o pacote completo, para as três provas. Até o ano passado, cerca de 60% dos participantes das corridas eram inscritos através dos grupos.

Calendário

20/05 Etapa Construção Civil
30/09 Etapa Vestuário
25 de novembro Etapa Educação

Inscrições pelo site www.paranarunning.com.br

Preço promocional para inscrições efetuadas até 30 de abril para as três etapas

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Câmara vota ampliação de estacionamento para idosos

Está em pauta na sessão ordinária desta segunda-feira, o Projeto de Lei Complementar (5/2017), de autoria do vereador Jefferson Garbúggio, que determina que em cada quadra do município haja, pelo menos, uma vaga de estacionamento sinalizada reservada para idosos. O projeto acrescenta ainda que as vagas reservadas tanto para idosos quanto para deficientes físicos sejam, preferencialmente, demarcadas próximas aos estabelecimentos de saúde e às farmácias.

Jefferson Garbugio

Trata-se de alterações na Lei Complementar 257/2015, que já prevê e assegura 5% das vagas em vias públicas e em estacionamentos públicos e privados de Marialva para pessoas com mais de 60 anos – estando este como condutor ou passageiro do veículo; e 2% para as pessoas portadoras de deficiência física ou com mobilidade reduzida.

Segundo o estudo feito para a implementação do Plano de Mobilidade em Marialva realizado no ano passado, existe um déficit na área central de 44 vagas de estacionamento para pessoas com necessidades especiais e 43 para pessoas idosas, somando ao todo uma defasagem de 87 vagas.

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Liberado dinheiro para asfaltamento em Mandaguari

A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta semana, em solenidade com o governador Beto Richa, contrato de financiamento no valor de R$ 2 milhões com a prefeitura de Mandaguari.

“Trata-se de um recurso muito importante e que vem em uma hora essencial. Nossa meta é a pavimentação de todas as ruas do município até o fim do mandato, e isso será possível com esse valor”, destacou o prefeito Romualdo Batista, o Batistão (PDT).

A Secretaria de Obras vai divulgar um cronograma determinando em quais datas ocorrerá a pavimentação e a sequência de bairros que receberão o benefício.

Estes recursos foram liberados a pedido do deputado estadual Tiago Amaral (PSB). O município conseguiu também uma emenda parlamentar do deputado estadual Marcio Pauliki (PDT) no valor de R$ 200 mil para a construção de uma quadra no futuro complexo esportivo, além de um caminhão para a coleta de lixo por intermédio do deputado estadual Doutor Batista (PMN).

Além do prefeito Batistão, a solenidade contou com a presença do vice-prefeito Ari Stroher (PMDB), do empresário presidente local do PSB, Marcos Jovino, do vereador Eron Barbiero (PR), do deputado estadual Tiago Amaral e do secretário de Desenvolvimento Urbano, Ratinho Junior.

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Alerta para cobranças indevidas em nome da Santa Casa de Maringá

A Santa Casa de Maringá informa que seus colaboradores não estão autorizados a divulgar de qualquer forma, inclusive por telefone, e-mail ou mensagem, qualquer dado ou  informação de paciente que está internado ou que já recebeu alta, independentemente de quem a solicitou, seja médico, familiar, funcionário público, imprensa.

A Santa Casa de Maringá informa ainda que não realiza cobranças ou solicita pagamentos por e-mail ou mensagens de texto de qualquer forma (SMS, WhatsApp, Facebook, Twitter e etc).

O Hospital não envia boletos e não solicita depósito por e-mail ou qualquer rede social. Quem receber alguma solicitação desta natureza não deve realizar nenhum pagamento.

O corpo clínico do hospital, formado por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais profissionais da saúde, não entra em contato com os familiares referindo-se a pagamentos ou cobrança de exames adicionais.

Em caso de dúvidas sobre cobranças, a pessoa deve entrar em contato com a tesouraria da Santa Casa pelo telefone (44) 3027-5622.

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Mariucci vence eleição para a presidência do PT de Maringá

Após a confirmação da vitória, Carlos Mariucci fala do trabalho que pretende realizar

O vereador Carlos Mariucci venceu a eleição para o diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) e deverá comandar o partido em Maringá pelos próximos dois anos. Ele sucede o também vereador Mário Verri ao derrotar a professor Wilma Garcia, primeira suplente do partido na Câmara, por 137 a 51 votos.

Como presidente eleito, buscarei o fortalecimento de nosso partido com todos os setores populares na defesa dos direitos dos trabalhadores, estudantes e da população em situação de vulnerabilidade”, disse Mariucci após o escrutínio dos votos.

Juntos, fortaleceremos os vários setoriais e suas pautas, reformularemos uma política e um programa de formação que se concretize e que ultrapasse a esfera do diretório”, concluiu.

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Produtores se organizam contra a cobrança do Funrural

Produtores rurais da região estão se organizando para participar da mobilização que acontecerá no feriado de 1º de Maio na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em relação ao Recurso Extraordinário (RE) 718874, que contrapõe a decisão do próprio Tribunal, que já havia declarado pela inconstitucionalidade da cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

Fries: os agricultores já são muito onerados com tantos tributos cobrados pelo governo

Os sindicatos rurais patronais devem convocar associados para o movimento, mas a principal voz pela organização dos agricultores na região tem sido o produtor Valdir Edmar Fries, de Itambé, que há dois anos comandou a mobilização que resultou no fechamento da PR-317 durante uma manhã inteira para protestar contra a Lei do Emplacamento de Veículos Rurais, que criava a cobrança do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Queremos mostrar o que significa o pagamento do Funrural para os produtores, que já são onerados com os tributos anualmente recolhidos aos cofres da União e de outras instituições”, diz o produtor.

De acordo com Fries, “ao proferir o voto em relação ao Recurso Extraordinário, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, acabou por mudar o seu voto e, sem maiores justificativas, depois de sete ano ela agora vota pela constitucionalidade da cobrança do Funrural”.

O tributo, que por Lei era cobrado sobre o valor bruto da comercialização proveniente de toda a produção agropecuária, teve a cobrança suspensa em 2010, quando o STF entendeu que a base de cálculo deferia do conceito de faturamento e do de receita.

O produtor diz que a manifestação em Brasil será para expor para a sociedade e para os poderes constituídos “o quanto seremos onerados com o pagamento do Funrural, se ele continuar a ser cobrado sobre a incidência do valor bruto da comercialização”.

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Apicultura se recupera e produz 80% mais que há um ano

O clima equilibrado e boas floradas devolvem Maringá à posição de terceiro maior exportador de mél do Brasil

A atividade é praticada principalmente por agricultores familiares, que assim garantem renda extra e constante

A região de Maringá vai encerrar o ano agrícola 2016/2017 – que termina no dia 31 de julho – com uma produção de mel entre 70% e 80% maior do que no período anterior, o que volta a colocar o Paraná entre os maiores produtores do Brasil e o terceiro maior exportador do produto. Maringá é a cidade que mais exporta mel no Paraná.

A notícia está sendo comemorada pelos apicultores da região, que no ano passado praticamente não colheram mel, e pelos exportadores, que desta vez não precisarão trazer o produto de outros Estados para cumprir contratos no exterior.

No ano passado, o exportador Carlos Alberto Domingues, proprietário da Supermel/Apiário Diamante, precisou contar com as safras de Minas Gerais e do Nordeste para cumprir contratos com países da Europa e, mesmo assim, suas exportações caíram cerca de 20%. Para a exportação, a situação foi ainda pior, pois a quebra da produção aconteceu justamente no momento em que a elevação do dólar possibilitaria bons preços. Isto afetou a economia maringaense, já que o município é um dos três maiores exportadores do Brasil e tem no mél sua sexta commoditie mais exportada.

Do início de janeiro até o final de março a Supermel mandou 30 contêiners de mél para o exterior, cada um com 19 mil quilos. A previsão é de que a empresa vai exportar cerca de 2,5 mil toneladas neste ano.

De acordo com o zootecnista Ricardo Cazotti, produtor e presidente da Associação dos Apicultores do Noroeste Paranaense, o crescimento da produção de mél é importante para a economia não somente devido à exportação, mas principalmente por tratar-se de um produto da agricultura familiar. “A criação de abelhas geralmente é a segunda ou terceira opção de produção em uma propriedade, mas é uma fonte de renda constante, é dinheiro que circula na cidade”.

Segundo Cazotti, o mél da região de Maringá tem boa aceitação por ser produzido por abelhas saudáveis, ao passo que em outros países geralmente os produtores precisam usar medicamentos e antibióticos para assegurar a saúde das abelhas e isto afeta a qualidade do produto.

Boa parte do mél produzido na região de Maringá é entregue à indústria a R$ 12,50 o quilo, em estado bruto, geralmente ainda no favo. Já os criadores que têm centrífuga na propriedade e fazem a decantação do produto, entregam a R$ 20 ou fazem a venda diretamente nos mercados, feiras e nas feiras da agroindústra por valores entre R$ 20 e R$ 25 o quilo.

Albertina Jung e família esperam colher acima de 1,8 mil quilos neste ano

“Tudo indica que vamos fechar este ano agrícola com uma das melhores produções dos últimos anos, graças ao equilíbrio do clima”, diz a produtora Lígia Mara Jung, de Floresta. Sua família é a maior produtora de mél da região e a mãe, Albertina Jung, tem sido apresentada em eventos da agricultura como case de sucesso.

“No ano passado, quando o excesso de chuvas derrubou o pólem das flores e deixou as abelhas sem alimentos, nossa propriedade não produziu nem 30 quilos de mél. Desta vez já retiramos mais 1,7 mil quilos e vamos tirar ainda mais, porque as floradas estão boas”, diz Jung.

Uma das esperanças de muito mais mél nos próximos meses é a florada do eucalípto, que começa nas próximas semanas, e em seguida começa a da laranja.

45 mil

toneladas de mél são produzidas anualmente no Brasil e metade é exportada

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