Mês: janeiro 2018



Mesquita muçulmana inaugura espaço para conciliação

A Mesquita Muçulmana, na Avenida Carlos Borges, na região do Borba Gato, é a primeira instituição religiosa de Maringá a disponibilizar dependências especialmente para o programa Pacificar é Divino, do Tribunal de Justiça do Paraná, para trabalhar a solução consensual de conflitos e incrementar a cultura do diálogo e da conciliação no âmbito religioso e promover a pacificação social.

O espaço será inaugurado nesta sexta-feira, às 19h30, com a presença da juíza Carmem Lúcia Rodrigues Ramajo, representante dos Centros Judiciários de Soluções de Conflitos e Cidadania (Cejusc), de outros juízes, promotores e autoridades municipais.

O diretor de Jovens Muçulmanos e diretor de Assuntos Religiosos da Sociedade Beneficente Muçulmana de Maringá, Yuri de Gennaro Jaruche, será o facilitador e fará os atendimentos das pessoas em conflito, aplicando as técnicas de autocomposição e, nos casos necessários, encaminhar o acordo para homologação judicial.

Ainda neste mês outros dois espaços de conciliação do Pacificar é Divino começarão a funcionar. Estes espaços são resultados de uma parceria entre o Tribunal de Justiça e diversos segmentos religiosos de Maringá para buscar soluções de pequenos conflitos, evitando que se tornem grandes problemas e acabem indo parar na Justiça.

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Calçada próxima do Centro é tomada por lixo, mato e insetos

Mato, lixo e poças d’água impedem a passagem de pedestres Foto: João Cláudio Fragoso

Com um quarteirão inteiro sem moradores e sem empresa em funcionamento, a calçada na Rua Afonso Pena no trecho entre a Avenida Bento Munhoz da Rocha e Rua Marechal Deodoro, na Zona 7, fundos do Supermercado Angeloni, virou um depósito de lixo a céu aberto, gerando reclamações de moradores das proximidades e de outras pessoas que precisam passar por aquela rua.

Não dá mais para usar a calçada, temos que andar pela pista ou dar a volta no quarteirão”, disse a comerciária Gizelli Amorim, que mora no bairro e precisa passar diariamente pela Afonso Pena para chegar ao Centro, onde trabalha. “Nota-se que este trecho está abandonado e muitas pessoas devem despejar lixo aqui”.

A calçada que virou lixão está em frente a um prédio fechado há vários anos, onde no passado funcionou o Jornal do Povo. “Desde que o jornal saiu daqui que o prédio está lacrado, mas deve ter muita sujeira aí dentro, porque saem muitas baratas e até escorpiões”, disse uma vizinha que pediu para não ter seu nome citado. “O prédio abandonado fede, dá nojo passar perto. E a gente nunca sabe se no meio da sujeira não acaba pisando em cobras, aranhas, escorpiões”.

A Secretaria de Serviços Públicos informou que já fez a limpeza da calçada, mas mais lixo tem sido depositado no local. Além disto, nesta época de muita chuva e calor o mato cresce com facilidade.

De acordo com a prefeitura, o proprietário do prédio será notificado para que mantenha a limpeza do imóvel e das calçadas. Também deverá ser notificado o proprietário de um terreno vizinho, onde o mato cresceu, propiciando o surgimento de insetos.

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Depósito de carros velhos da prefeitura é problema no Sol Nascente

Uma quadra inteira do Conjunto Habitacional Sol Nascente, próxima ao Contorno Sul, utilizada pela prefeitura de Maringá como depósito de ônibus escolares, tratores, caminhões da coleta de lixo e outros veículos que já não têm condições de uso, tornou-se um transtorno para a vizinhança, que diz que suas casas estão sendo invadidas por pernilongos, baratas e ratos.

Em plena área residencial, o depósito de veículos velhos virou abrigo de andarilhos, ponto de encontro de drogados e criatório de pernilongos, mosquito da dengue e escorpiões Foto: João Cláudio Fragoso

Os moradores temem que o local esteja servindo como criatório do mosquito da dengue e de escorpiões, duas pragas que atualmente preocupam as autoridades sanitárias do município.

Nem sempre foi assim”, disse a trabalhadora autônoma Luciene Pereira dos Santos, moradora na Rua Pioneiro Benedito Carvalho, em frente ao depósito. “Antes, toda a área era cercada por muros altos e tinha vigias de dia e de noite. Agora não tem mais quem cuide do local, os muros caíram e o mato cresceu”.

Segundo a vizinha, sem muros e sem vigias, o local passou a ser frequentado por andarilhos e usuários de drogas. “Nós ficamos inseguros, pois não sabemos quem são estas pessoas e o que elas são capazes de fazer”.

O também autônomo Zulmiro Tortola Filho, morador na Rua Pioneiro José Faian, já fez reclamações de todos os tipos, mas não obteve êxito. “Este lugar se tornou perigoso para a comunidade, a cada dia vemos pessoas arrombando os barracões, retirando objetos, os caminhões e tratores estão sendo sucateados, mas as autoridades não fazem nada”.

Quando diz que o ambiente está perigoso, Tortola se refere também à proliferação de insetos. “As casas são invadidas por pernilongos e tememos que entre eles esteja também o mosquito da dengue”. Outra preocupação é com escorpiões. Os barracões cheios de objetos e sem qualquer cuidado juntam baratas, que são o alimento preferido dos escorpiões.

Os vizinhos estão tão revoltados que ultimamente estão proibindo que os agentes da dengue verifique a situação de seus quintais. “Enquanto não for dado jeito neste criatório gigante, aqui eles não entram. A cidade está vivendo uma epidemia de dengue e o exemplo tem que começar pela prefeitura”, disse um deles, que preferiu não ser identificado.

Área de lazer

O prefeito Ulisses Maia (PDT) disse já ter sido informado sobre a situação do depósito da prefeitura e anunciou que as providências vão ser tomadas imediatamente, a começar pela limpeza do terreno. O objetivo de Maia é leiloar os veículos para aproveitamento de peças e demolir os barracões para que no local seja implantada uma Praça da Família, que será uma área de lazer com um pequeno campo de futebol com grama sintética e área de convivência.

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