Dom Anuar visita restos mortais do monsenhor Kimura, no Japão

Dom Anuar e o padre Hélio Takemi Sakamoto, da Pastoral Nipo-Brasileira, no ossário da cidade de Fukuoka, na Arquidiocese de Nagasaki, no Japão

O arcebispo metropolitano de Maringá, dom Anuar Battisti, esteve nesta terça-feira no ossário em que estão depositados os restos mortais do monsenhor Miguel Kimura, que trabalhou muitos anos em Maringá, em especial junto à comunidade nipônica, e foi um dos responsáveis pela organização da Paróquia São Francisco Xavier, que por muitos anos era conhecida como “a igreja dos japoneses” e do Colégio São Francisco Xavier.

Kimura foi um dos primeiros padres de Maringá. Com a criação da Diocese em 1956, o primeiro bispo, dom Jaime Luiz Coelho, vendo uma grande presença de japoneses e sendo muitos católicos, a pedido da família Kimura, da cidade de Floresta, solicitou o auxílio de um padre japonês para o atendimento espiritual.

Em novembro de 1958 chegou a Maringá o padre Yoshimi Kimura, um missionário católico que, apesar do sobrenome igual, não tinha qualquer parentesco com os Kimura que já estavam aqui e com quem ele trabalharia junto.

No Brasil, o padre ganhou o nome de Miguel, mas encontrou algumas dificuldades por não saber falar algo em Português. Dependia de intérprete para tudo. Não falava, mas pensava e agia muito e logo atraiu toda a comunidade nipônica da região para as celebrações, no idioma pátrio dele. A capela, criada para os jovens do internato, ganhou o nome de São Francisco Xavier, homenageando o missionário Jesuíta que disseminou o Cristianismo no Japão. O templo cresceu e passou a ser frequentado pelas famílias japonesas residentes em cidades vizinhas.

O padre Kimura organizou o Centro Cultural São Francisco Xavier, uma instituição assistencial, educacional e religiosa, sem fins lucrativos. A primeira iniciativa foi a construção de uma creche, que cuidasse de crianças, enquanto as mães pudessem trabalhar.

O monsenhor Kimura morreu em 1967, durante uma viagem ao Japão para visitar familiares.

Comente aqui


Sonhos que se iniciam com uma simples visita

Maynara no local em que sonhou há muitos anos

Texto de Kamilla Yohanna
para “O Diário na Escola”

Pessoas digitando loucamente, homens e mulheres conversando ao telefone, alguns jornalistas concentrados e sérios, outros mais sorridentes e alegres dialogando com amigos de trabalho numa sala cheia de pessoas, computadores e telefones que não param de tocar um só segundo.

Este é o cenário da Redação de O Diário há 10 anos, na visão de Maynara Beatriz Carvalho Guapo, de 20 anos, que, desde 2007, quando tinha apenas 10 anos, visitou o jornal por meio do projeto O Diário na Escola e decidiu, naquele dia, que seria jornalista, e mais, também trabalharia na Redação de O Diário.

“Estar aqui é a realização de um sonho”, diz ela, hoje já em uma das mesas da Redação, trabalhando como estagiária do jornal. Mesmo depois de uma década, ela ainda diz se lembrar dos detalhes daquela visita ao grupo jornalístico.

Era um dia de sol, no final do ano letivo de 2007, quando as turmas de alunos do 4º ano da Escola Municipal Jardim Primavera, de Santa Fé, seguiram para Maringá, com o intuito de conhecer as instalações do grupo O Diário. Mal sabia Maynara que seu sonho e futuro estariam ali, escondidos e guardados entre os silêncios e os barulhos de uma sala jornalística.

Com dezenas de amiguinhos que também estiveram na visita, Maynara soube na hora: “era isso que queria para minha vida”. Outros estudantes, apesar de gostar do lugar, da rotina e dos aprendizados da visita, não sentiram a mesma intensidade da pequena Maynara.

Todos os departamentos da empresa foram visitados e bastou uma olhadela na sala de Redação e no barracão de impressão dos jornais para ela se encantar de vez com o mundo jornalistico. “Fiquei admirada com cada detalhe aqui”, diz.

“Minha mãe é professora e veio comigo na época. Olhei para ela e disse: ‘mãe um dia eu vou trabalhar aqui'”, recorda-se. O sonho acompanhou os anos que se passaram. Maynara iniciou o curso de Jornalismo há três anos e, no próximo sábado, completará dois meses que faz parte da equipe de jornalistas de O Diário.

“Ao lado de pessoas sensacionais, trabalhar aqui é gratificante”, define ela. O desejo que percorreu uma década nunca diminuiu, pelo contrário: a cada dia, tinha mais certeza de seu futuro. As expectativas infantis foram supridas e, mesmo com sonho realizado, estar numa Redação continua sendo uma paixão declarada. “Eu conto para todos essa história, é bonita e mostra que não devemos desistir jamais.”

Maynara é uma moça sonhadora e orgulhosa de si. Diferentemente de muitos jovens, ela não sente vergonha em ser quem é, muito menos de quem escolheu ser.

O sonho de pequena cresceu com ela e deu lugar a um novo sonho adulto: escrever e dedicar-se ao impresso até seus últimos suspiros.

1 Comentário


Morre o pioneiro Adenias de Carvalho, aos 93 anos

Morreu na tarde desta sexta-feira, aos 93 anos, o pioneiro maringaense Adenias Raimundo de Carvalho, ex-presidente do Sindicato dos Carregadores e Ensacadores de Café de Maringá e ex-funcionário da prefeitura.

Ele estava internado há duas semanas com pneumonia e infecção nos rins e desde a semana passada estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal.

Baiano de Mundo Novo, Deco, como era conhecido, morava em Maringá desde o início da década de 1950, tendo sido funcionário da Companhia Melhoramentos e em vários armazéns de café, trabalhando como carregador. Na década de 1960, foi eleito presidente do Sindicato dos Ensacadores de Café e comandou, em abril de 1964, a primeira greve de trabalhadores do Brasil no governo militar.

Nos anos 80, foi funcionário da prefeitura, durante a administração do prefeito Silvio Magalhães Barros. Como amante da boa política, era o mais antigo membro do PMDB de Maringá, filiado desde a época de criação do MDB, na década de 60.

Casado com a também baiana Celina Maria de Carvalho, falecida há três anos, Adenias era pai do jornalista Luiz de Carvalho, repórter de O Diário, do professor Jairo de Carvalho, da UEM e do Ceebeja, e da professora Maria Lúcia de Carvalho, do Colégio Gerardo Braga.

Adenias deixa três filhos, 8 netos e 8 bisnetos.

O corpo será velado na capela do Prever do Cemitério Parque a partir de horário ainda não definido.

1 Comentário


Um ano sem Geraldo Altoé

Ontem fez um ano que Maringá perdeu um de seus mais tradicionais professores, Geraldo Altoé, um dos pioneiros da educação ginasial da cidade e que participou da criação do primeiro curso superior de Maringá, o de Ciências Econômicas, que foi o embrião da criação da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Para matar a saudade do mestre, veja este vídeo:

1 Comentário


Morre Antonia Lunardelli Ramalho, cidadã benemérita de Maringá

A Igreja Católica em Maringá lamenta a morte de dona Antônia Lunardelli Ramalho, de 84 anos, que faleceu no final da tarde dessa quinta-feira (26). Ela lutava contra um câncer.

Dona Antônia era muito conhecida pelos paroquianos da Catedral de Maringá. Além de ser Ministra Extraordinária da Eucaristia, colaborava com a Pastoral da Promoção Humana, Apostolado da Oração, fazia parte da oração diária do terço mariano e realizava diversas outras atividades na igreja.

“Ela era a pessoa mais presente na vida da Catedral. A pessoa que mais se dedicou em toda a história da Catedral de Maringá em todos os serviços que ela foi solicitada. Um exemplo de cristã”, comenta padre Virgílio Cabral dos Santos, pároco da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória.

O arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti, está em peregrinação no Japão e assim que soube da notícia da morte de dona Antônia, fez questão de comunicar publicamente a sua admiração pelo trabalho exemplar que ela prestou à sociedade maringaense, em especial à Arquidiocese de Maringá. “Dona Antônia é uma santa dos tempos atuais. Uma vida doada no silêncio e na dedicação incansável aos pobres e doentes. Um testemunho de alegria que iluminava o ambiente. Mais uma santa no céu. Obrigado dona Antônia pelo seu testemunho! Rogai a Deus por nós”, escreveu o arcebispo.

Dona Antônia uma santa dos tempos atuais. Uma vida doada no silêncio e na dedicação incansável aos pobres e doentes. Um testemunho de alegria que iluminava o ambiente. Mais uma santa no céu. Obrigado Dona Antônia pelo seu testemunho! Rogai a Deus por nós.

Em 2004 ela recebeu o título de Cidadã Benemérita de Maringá.  Dona Antônia é mãe do jornalista maringaense Elcio Ramalho, que hoje mora da França e trabalha na Rádio França Internacional.

O corpo de dona Antônia está sendo velado desde as 8 horas dessa sexta-feira (27) na Catedral. A missa de corpo presente será celebrada às 15h30 e o sepultamento está agendado para as 17 horas no Cemitério Municipal.

Comente aqui


Cidade da região vende gás 40% mais barato

Nesta revendedora o botijão de 13 quilos foi encontrado a R$ 49,90, mas alguns concorrentes baixaram até R$ 48

Por conta de uma guerra entre revendedores de gás, os moradores de Nova Esperança (a 47 quilômetros de Maringá) estão comprando gás por valor 40% menor do que é pago em outras cidades da região. O botijão de 13 quilos, que em Maringá custa R$ 80, em Nova Esperança varia entre R$ 48 e R$ 49,90, podendo ainda haver ‘desconto’ se o cliente souber pechinchar.

A disputa pelo menor preço do bujão começou há dois meses, quando uma das revendedoras, a representante da Ultragás, começou a baixar seus preços. Como as concorrentes fizeram o mesmo, ela baixou ainda mais, e continuou baixando quando os demais acompanhavam seu preço. Na semana passada, os preços chegaram a R$ 48 e só pararam de cair porque os revendedores chegaram à conclusão de que estão pagando para trabalhar.

Hoje, dependendo da distribuidora que representam, os revendedores compram o botijão por cerca de R$ 60, o que significa que têm um prejuízo de pelo menos R$ 10 por cada bujão vendido, mas a este prejuízo somam-se ainda as despesas com impostos, empregados, água, energia elétrica, aluguel e transporte.

“Deste jeito, vamos todos quebrar”, disse um revendedor, que não quer ser identificado. “Entendemos que esta concorrência é boa para o consumidor, mas não podemos continuar trabalhando com prejuízo e esta guerra precisa acabar logo”.

Outro revendedor reclama que o comerciante que iniciou a guerra tem o objetivo de eliminar os concorrentes. “Nova Esperança tem sete revendedoras e deste jeito a maioria não vai aguentar e terá que fechar se esta disputa louca continuar mais alguns dias”. Ele não descarta recorrer ao Ministério Público para saber se esta disputa não configura concorrência desleal. “Isto não é uma promoção, é uma tentativa para quebrar os concorrentes”.

O representante da Ultragás não retornou às ligações da reportagem, mas teria comentado na cidade que tem condições para continuar a promoção por tempo ilimitado.

O Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo (Sinegás) respondeu que o mercado do gás no varejo é livre e os revendedores podem entregar o botijão por quanto quiserem.

3 Comentários


Desativação da Palmali será definida nesta quinta-feira

Moradores do Jardim Novo Horizonte e diretores do Frigorífico Palmali se reúnem, mais uma vez, nesta quinta-feira, às 9 horas, na prefeitura, para definir sobre a mudança da empresa, que, segundo eles, seria responsável pelo forte mau cheiro e surgimento de insetos, principalmente moscas e baratas.

A empresa está naquele local há 60 anos, desde que toda a área era de fazendas. A própria diretoria tem interesse em mudar a indústria, mas o terreno que conseguiram no distrito de Iguatemi não pode receber qualquer tipo de construção enquanto o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) não liberar as licenças ambientais necessárias.

A comissão formada por moradores e os diretores da empresa devem firmar um compromisso para que o Palmali seja desativado dentro de seis meses, com ou sem licenças do IAP. A alternativa para a empresa será transferir a indústria para um município do centro-oeste paranaense.

O problema é que se a Palmali deixa a cidade, Maringá perderá uma boa arrecadação de tributos e pelo menos 500 trabalhadores perderão seus empregos.

Sem categoria
2 Comentários


Vereadores de Mandaguari querem saber origem de mau cheiro

Depois de ouvir diversos relatos da população e de solicitar informações e documentos à Prefeitura, a Câmara de Mandaguari vai criar uma comissão especial para apurar o problema do mau cheiro que vem afetando a cidade. O pedido de instauração da comissão partiu dos vereadores Hudson Guimarães, Luiz Carlos Garcia e Clarice Ignácio Pessoa Pereira.

Desde o começo deste ano, pessoas de diferentes regiões da cidade têm reclamado de um odor desagradável que se propaga no ar causando incômodo e irritando os moradores. O assunto já rendeu grandes discussões em redes sociais e foi tema de reportagem na imprensa local. “Não podemos ignorar o que está acontecendo e nem fazer especulações. É um problema recorrente que está prejudicando nossa população e precisamos tomar uma atitude”, disse o vereador Hudson Guimarães.

A intensão dos vereadores que propuseram a comissão é fazer com que a Câmara, com seu poder de fiscalização, utilize os mecanismos legais para colher informações de forma oficial junto aos munícipes afetados pelo problema, solicitar documentos junto aos órgãos ambientais e conversar as empresas supostamente causadoras do mau cheiro a fim de identificar as reais causas do problema e buscar uma solução definitiva para o caso.

Com a aprovação do pedido, cabe ao presidente da Câmara, vereador Jocelino Tavares, editar a portaria nomeando os integrantes da comissão e estabelecendo o prazo para a conclusão dos trabalhos, o que deve acontecer nos próximos dias.

2 Comentários


Crianças de Marialva aprendem sobre sustentabilidade na BsBios

Sustentabilidade é a palavra-chave para o equilíbrio entre preservação ambiental, desenvolvimento social e crescimento econômico. Promover essa reflexão é o objetivo das atividades desenvolvidas pela BsBios com estudantes do 4º ano, do ensino fundamental. De segunda a quarta-feira a empresa desenvolveu o projeto “Sementinhas do Futuro”, recebendo na sede da BsBios, em Marialva, aproximadamente 600 alunos de 11 escolas do município.

Este é o segundo ano que a empresa desenvolve o projeto no município, sendo a quinta edição que a empresa realiza. “Queremos oportunizar as crianças a disseminação de conhecimento sobre o que é o biodiesel e como ele é feito, mas também enfatizar a importância da preservação consciente da natureza,” destacou Erasmo Carlos Battistella, Presidente da BsBios destacando que os estudantes serão multiplicadores de conhecimento, “com orientação vamos ter adultos mais conscientes e responsáveis e, como resultado um mundo mais limpo e acolhedor,” pontuou.

A professora da Escola Municipal São Miguel do Cambuí, Josilene Caselato Ceron, destaca que a atividade é muito importante para que eles visualizem na prática as ações de preservação da natureza. “É uma experiência muito positiva, são sementinhas que estamos plantando, como diz o nome do projeto. Aqui eles estão aprendendo e desenvolvendo o conhecimento, uma excelente maneira de eles despertarem para o que está acontecendo com o nosso planeta,” afirmou Josilene ressaltando que os alunos adoraram participar do projeto.

O gerente geral da Unidade de Marialva, Carlos Roberto Ferreira Júnior, ressalta que esse projeto proporciona às crianças a entender na prática, de uma forma simples e objetiva, o significado de palavras que são muito comuns no dia a dia de aprendizado delas, como sustentabilidade, energia renovável, cuidado com o meio ambiente, mas que nem sempre se torna fácil de visualizar, de entender. “Ver o brilho nos olhos delas quando falamos, quando explicamos, a interação com a atividade lúdica do teatro, quando visualizam nossas plantas industriais, nos faz ter ainda mais certeza de que esse projeto dá muito certo. Para nós de Marialva é uma alegria poder estar contribuindo pela segunda vez no projeto interagindo com nossa sociedade, mostrando a importância de nossa empresa não só como um negócio que traz empregos e oportunidades, mas como parte da construção de um mundo melhor, mais sustentável,” frisou Júnior desejando que não faltem “campos férteis” para que essas sementinhas plantadas durante essa semana possam germinar e dar bons frutos em um futuro próximo.

Comente aqui


Em despedida de solteira, noiva transa com anão e fica grávida

A traição tem pernas curtas, literalmente.

A mulher traiu o noivo antes do casamento, mas não pode manter o segredo após o nascimento do bebê, em setembro de 2014, nove meses após o casamento.

É que o menino nasceu anão e ela não pode esconder que em sua festa de despedida de solteira, no início daquele ano, manteve relação sexual com um stripper contratado para o evento.

Acontece que o stripper era anão. Ele era pequeno no tamanho, mas nem tudo nele era pequeno.

O caso aconteceu em Valência, na Espanha, e segundo a imprensa espanhola o segredo tinha sido tão bem guardado que nem as amigas da mulher souberam da aventura com o stripper anão durante a despedida de solteira.

Nas redes sociais, após a divulgação do caso, fotos de festas com strippers anões fizeram sucesso.

O fato bombou em sites de notícias esquisitas e até hoje é a mais lida do “Planeta Bizarro”, da Globo.

2 Comentários