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Manifestação de preconceito contra alunos da Apae revolta familiares de excepcionais

A Apae – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – de Itaguajé está tomando medidas judiciais contra pessoas que manifestaram preconceito contra alunos e professores da instituição em um grupo do WhatsApp.

A demonstração de preconceito foi publicada em um grupo intitulado “Só em 2020”, que faz oposição ao atual prefeito da cidade, como comentário a respeito de uma atividade realizada pela Apae durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência”.

O autor publicou: “Professora da APAE só serve pra lavar o povo com deficiência, lá não se escreve, só baba”.

No sábado, a diretoria da Apae de Itaguajé publicou uma nota em sua página no Facebook, informando que vai processar o autor da manifestação de preconceito.

NOTA

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais Itaguajé-Pr, por meio de sua presidência, vem esclarecer e informar que em virtude das ofensas sofridas por seus alunos e corpo docente em ambiente virtual e atendendo aos pedidos dos pais de alunos da nossa instituição, que estamos tomando as medidas jurídicas cabíveis por meio de nossos advogados, a fim de colocar um ponto final nas ofensas, responsabilizando os envolvidos.
E também, vem manifestar seu veemente repúdio contra as atitudes ofensivas à capacidade cognitiva de nossos alunos, bem como, a qualidade do ensino destinado aos mesmos e a capacidade do nosso corpo docente.
Salienta ainda, que as referidas ofensas provem da ignorância – na melhor acepção da palavra -, porque, a Apae tem um trabalho minucioso e de atenção especial às necessidades de desenvolvimento de todas as funções cognitivas, como a memória, a atenção, a percepção, o raciocínio, a linguagem, coordenação motora. Todo o trabalho é realizado por um grupo de profissionais especializados como fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psiquiatras, pedagogos. O ambiente é voltado para que a pessoa com necessidades especiais se desenvolva e esteja pronta para integrar a comunidade, para ser independente ao máximo e poder se inserir também no mercado de trabalho.

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Arns e De Paula negociam sede nova para Apae de Sarandi

Ex-senador e atual vice-governador, Flávio Arns entrou na política pelo trabalho que realizou à frente da Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e parece que continua envolvido com o trabalho em prol dos excepcionais.

Na condição do governador em exercício, Arns esteve nesta sexta-feira em Sarandi para presidir a abertura da programação do Paraná em Ação e em alguns minutos conseguiu conversar com o prefeito Carlos Alberto de Paula Júnior sobre a reestruturação da Apae local. Ele mostrou interesse em ajudar a construir uma nova sede e o prefeito, que parece não gostar de perder oportunidades, na hora garantiu a doação de um terreno de 7 mil metros quadrados para a Apae.

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Entidades de Maringá perdem professores municipais

Pelo menos quatro instituições assistenciais de Maringá vão enfrentar sérias dificuldades por serem obrigadas a devolver à prefeitura professores que lhe são cedidos há anos.

A Apae, Ama, Anpacin e ANPR, entidades que atendem excepcionais, autistas, surdos-mudos e outras pessoas que dependem de assistência, dificilmente conseguirão manter suas escolas de ensino especial sem a ajuda da prefeitura, pois não têm como contratar profissionais por conta própria.

O problema foi causado por um item do Estatuto dos Servidores da Prefeitura de Municipais de Maringá, que proíbe que funcionários municipais prestem serviço a qualquer instituição que não seja a prefeitura.

Vale lembrar que essa exigência só existe em Maringá. Em qualquer outra cidade do Paraná as Apaes e outras entidades podem contar com professores municipais em suas escolas especiais.

A presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Solange Marega, esclareceu que o tal item não é iniciativa da entidade.

Segundo ela, o Sismmar tem interesse em colaborar com as entidades que fazem assistência social e luta pela alteração do estatuto.

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