Luiz de Carvalho

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Lixo na porta da prefeitura. Se a moda pega…

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lixo na prefeitura de Paiçandu

O lixo foi depositado na porta da prefeitura de Paiçandu

Um triste recado acaba de ser dado por moradores de Paiçandu ao prefeito Vladão da Silva, mostrando seu descontentamento com a forma que a administração vem tratando a questão do lixo: alguém despejou lixo na porta da prefeitura como forma de protesto.

O descarte aconteceu em um final de semana, quando a prefeitura estava fechada. Aliás, despejar lixo ‘em qualquer’ lugar se tornou comum em Paiçandu, cidade que não tem aterro sanitário e (o povo, é claro) paga caro para que o lixo seja levado para um aterro de Sarandi.

O contrato com o aterro de Sarandi já tem data para acabar e o que revolta a população é o fato de não ver a administração se mexer para apresentar uma solução para o impasse.

Se essa moda pega, pode faltar espaço na escada do Paço Municipal para o lixo de todas as pessoas que estão revoltadas com a forma que a administração vem tratando o caso.

A foto aí do lado foi postada pelo Leandro Ricardi no seu blog.

Itambé livra-se do lixo (por enquanto)

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A juíza da Comarca de Marialva concedeu Liminar suspendendo a instalação de um aterro sanitário em Itambé, pleiteado pela empresa Serrana Ambiental, de Santa Catarina.

A Liminar deve ser resultado da ação de mais da metade da população do município, que fez uma série de manifestações contra a criação de tal aterro.

A movimentação começou porque a população não aceita que a cidade receba lixo de outros municípios, principalmente de Maringá, que gera nada menos que 340 toneladas de lixo por dia.

 

Itambé faz protesto contra implantação de aterro

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Moradores de Itambé contrários à implantação de um aterro na cidade para receber lixo de municípios vizinhos realizam neste sábado mais um movimento de protesto.

A movimentação começa às 18 horas na praça próxima à igreja matriz, onde deverão ser apresentados argumentos contrários ao estudo de impacto ambiental interessada na instalação do aterro.

Na realidade, o ‘grupo dos contras’, como está sendo chamado, não é contrário à criação do aterro, mas sim que ele seja aberto ao lixo de cidades maiores, principalmente ao de Maringá.

 

Audiência do lixo em Itambé termina em tumulto

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Terminou em tumulto a Audiência Pública que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) realizou nesta quarta-feira à noite em Itambé para apresentar os estudos de impacto ambiental solicitados pela Serrana Ambiental, que pretende instalar um aterro sanitário na cidade com capacidade para receber o lixo de todo o noroeste paranaense.

 

Dezenas de pessoas lotaram a Casa da Cultura, outras centenas ficaram do lado de fora,  e, aos gritos, mostraram ser contra Itambé receber lixo de outras cidades, principalmente de Maringá, que mandaria para lá nada menos que 350 toneladas de resíduos sólidos por dia.

 

O tumulto foi tão grande que os técnicos do IAP não conseguiram conduzir a votação que definiria se a licença será ou não outorgada à Serrana Ambiental. O chefe de Gabinete do IAP, José Luis Bolicenha, decidiu suspender a audiência, mas não ficou definido quais serão os procedimentos a partir de agora.

 

O grupo contrário ao aterro, liderado pelo técnico agrícola Valdir Fries, protocolou no IAP protocolou um pedido para realização de uma nova audiência, tudo dentro do que reza o regulamento das audiências públicas. Ele entende que, assim, enquanto não acontecer a nova audiência o IAP não pode liberar o licenciamento para a Serrana.

Fries ocupou o microfone durante o evento e apontou o que ele considerou como falhas no estudo encomendado pela Serrana. Outro fator que levou parte da população a protestar contra a aprovação do aterro foi o fato de a empresa catarinense, que administra aterros sanitários em duas cidades, não dispor ainda de um terreno no município. A compra de um terreno de 15 alqueires a seis quilômetros da área urbana não foi confirmada pelos proprietários.

Luiz de Carvalho

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