Facebook



Fuga de presos mostra a força das redes sociais

A fuga de presos do presídio improvisado da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (SDP), no domingo à noite, bombou nas redes sociais e poucos minutos depois o assunto já era de conhecimento de boa parte dos maringaenses e de moradores de outros municípios e Estados. O problema é que nem sempre a informação foi correta.

O professor Tiago Lucena acha que a demonstração de força da internet pode ser um fato positivo, mas também pode ser perigoso

Em alguns grupos do WhatsApp e do Facebook havia informações que seriam mais de 80 fugitivos, que estavam trocando tiros no Jardim Moresqui, assaltando pessoas na Vila Esperança, tomando carros de assalto próximo à Estância Gaúcha, invadindo casas na Zona Sete, se escondendo no câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em consequência, pessoas soltaram os cachorros nos quintais, amarraram motocicletas com correntes, travaram carros, escoraram as portas com móveis, ligaram para familiares.

Foi uma demonstração da força das redes sociais”, disse o jornalista Tiago Lucena, doutor em Artes e Tecnologia, ex-professor de Comunicação e Multimeios da UEM e atual professor do Curso de Jornalismo do Unicesumar. “Os presos ainda estavam correndo quando a notícia já tinha se espalhado”.

Para Lucena, “esta força pode ser muito boa, mas pode ser ruim na medida em que leva um pânico injustificado”. Para ele, o caso não pode ser considerado uma fake news, quando há intenções escondidas em uma notícia falsa. “O que houve foi um ruído na comunicação. Alguém, talvez por não saber o certo, deu uma notícia com alguns erros e estes erros foram potencializados”.

Comente aqui


Prefeito vai à polícia contra críticas no Facebook

O prefeito de Paranavaí, Rogério Lorenzetti (PMDB), procurou a delegacia de polícia para prestar queixa contra três pessoas que fizeram uma postagem e dois comentários na rede social Facebook criticando-o.

Segundo Lorenzetti, os comentários atingiram sua honra de forma direta – não somente como político.

O autor da postagem mora em Graciosa, distrito de Paranavaí, e os comentários foram feitos por um empresário da cidade e por um agricultor que mora em Sinop, no Mato Grosso.

barrinha_azul

Comente aqui


Joel Dantas entre cédulas, pincéis e violão

Maringaense, Joel Dantas passou décadas dividido entre as funções de bancário e artista
Aposentado desde 2013, hoje ele pode se dedicar exclusivamente às artes com lápis, tintas e colagens

Texto: Rafael Donadio
Foto: João Carlos Fragoso

Qualquer um que passe pelas portas do apartamento 104, localizado em um conjunto de prédios do Jardim Novo Horizonte, em Maringá, percebe que está entrando na casa de um artista. Do chão ao teto da sala central, as paredes estão forradas de retratos, borboletas, cachorros, paisagens e alguns desenhos abstratos. Uns feitos a lápis, outros com tinta óleo, aquarela, acrílico, colagem de papel e mosaicos. E se não fosse a grande janela com vista para o prédio vizinho, com certeza teriam mais e mais quadros.

AQUI E LÁ. Joel Dantas em seu apartamento, no Jardim Novo Horizonte: ao fundo, seus quadros, alguns deles já expostos em locais públicos de Maringá e também na Europa. —FOTO: J.C. FRAGOSO

AQUI E LÁ. Joel Dantas em seu apartamento, no Jardim Novo Horizonte: ao fundo, seus quadros, alguns deles já expostos em locais públicos de Maringá e também na Europa. —FOTO: J.C. FRAGOSO

O apartamento é de Joel Dantas, 57 anos, bancário aposentado do Banco do Brasil – onde trabalhou durante 31 anos, de 1982 a 2013 – e autor de todas as obras mencionadas. Formado em Economia e Pedagogia, o maringaense sempre se dedicou a uma paixão que começou ainda na infância: a arte plástica.

“Com 10 anos de idade, mais ou menos, eu comecei a desenhar. Desenhava gibi e histórias em quadrinhos. Comecei a fazer retrato e fui embora”, diz Dantas, em seu estúdio: a sala da própria casa. Local protegido por Bob, o “rottweiler da família”. Um pequeno poodle invocado, como todos os cachorrinhos metidos a valente. No canto do mesmo cômodo, encontra-se a mesa de jantar, “carinhosamente” apelidada por Janey Sales (mulher do artista) de “mesa da bagunça”. E rapidamente ela explica: “Eu não consigo comer na mesa, tenho que comer no sofá”. É esse o espaço de criação do marido: canetas, lápis, pincéis e mais retratos espalhados pela mesa, que um dia foi de jantar.

Nas quase cindo décadas de arte, foram alguns cursos técnicos de pintura em tela, pintura com pastel e nada mais. “Sou autodidata, aprendi com as tentativas, treinando.” Apesar de sempre receber alguns pedidos pelo Facebook ou direto pelo site www.joeldantas.wix.com/dantas, é agora, depois da aposentadoria, que a produção aumentou consideravelmente. “Quando deu o choque de parar de trabalhar, virou uma terapia para mim. No começo eu não conseguia dormir, aí ficava a noite inteira desenhando.”

E não é só a aposentadoria que dá o impulso necessário à produção. Períodos meio sombrios da vida do pintor também ajudaram. Aos 20 anos, descobriu que estava com tuberculose e precisou ficar internado em uma enfermaria por quatro meses, sob os cuidados de freiras católicas. Dantas diz que começou a pintar muitas imagens de Jesus Cristo, “dia e noite, para que não ficasse pensando besteira”.

“Fiquei internado em Londrina, em um local com oito camas. Toda noite os médicos corriam tentando ressuscitar algum paciente que estava morrendo e no outro dia amanhecia a cama vazia. E você acordava pensando ´quem será hoje?´ Fui para morrer, achei que ia morrer”, revela ele.

E desse período surgiu um quadro que muito se orgulha. Uma imagem de Cristo que, dada de presente a uma das religiosas do hospital, foi de alguma forma parar dentro da casa do Papa. “Tenho quadro até no Vaticano”, diz, orgulhoso. Além do Vaticano e outros locais da Europa, Dantas já expôs diversas vezes em Maringá. Na prefeitura, shoppings, Teatro Calil Haddad, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Hotel Golden Ingá, Deville e no Sesc. Sem data ainda confirmada, ele planeja fazer a próxima mostra no Shopping Avenida Center.

Como se não bastasse, ele ainda é músico. “Eu gosto de tocar e compor samba e MPB. Já participei das primeiras edições do Femucic, em 1974 e 75, quando ainda era no Colégio Gastão, e outros festivais em Paranavaí, com o grupo Gralha Azul. Inclusive, eu e o Luiz de Carvalho (repórter do Diário) já participamos do Femucic com uma música autoral, ´Versículo´. Cheguei a tocar em bares também, mas sempre foi uma brincadeira.”

Com a mesma humildade de sempre, ele insisti em dizer que não é um “artista de verdade”. Imagina se fosse.

1 Comentário


PT expulsa vereador de Paiçandu por “denúncias infundadas”

Diego Sanches ainda não disse a que partido se filiará, mas deverá liderar a oposição ao prefeito Tarcísio dos Reis.

Diego Sanches ainda não disse a que partido se filiará, mas deverá liderar a oposição ao prefeito Tarcísio dos Reis.

O engenheiro Diego Matheus Sanches, que foi o vereador mais bem votado de Paiçandu nas últimas eleições municipais, presidiu a Câmara nos primeiros dois anos da atual legislatura e chegou a presidir o diretório municipal do PT, foi expulso do partido, acusado de “proceder denúncias infundadas contra outros filiados”.

Durante reunião do diretório estadual, a expulsão foi aprovada por 37 votos a 0.

Em sua página no Facebook, o vereador publicou o seguinte post:

“Boa tarde a todos. Venho por meio deste informar a meus amigos, colegas, aliados e a quem mais possa interessar que não faço mais parte do quadro de filiados do partido dos trabalhadores (PT).

No último sábado (01) o diretório estadual do PT por 37 votos a zero autorizou a minha expulsão. Não quero entrar no mérito da questão, mas de forma resumida eu fui acusado de “proceder denuncias infundadas contra outros filiados” no caso o excelentíssimo prefeito municipal. Reforcei em minha defesa que nunca realizei denúncia alguma e que fiz parte da comissão processante pois fui sorteado e não poderia me recusar a cumprir meu papel.

Minha filiação ocorreu a aproximadamente 3 anos. Foi um tempo de grande aprendizado e crescimento, em que tive inclusive a oportunidade de presidir o diretório municipal. Sou muito grato a todos que contribuíram de alguma forma nessa jornada.
Ressalto também o meu repúdio a politicagem baixa que alguns “figurões” praticam e principalmente meu grande respeito a todas as pessoas de bem e honestas filiadas ao partido.

Continuo com o compromisso de fazer um mandato transparente e na defesa dos mais necessitados, mas seguirei outros caminhos a partir de agora.


Mais uma vez obrigado a todos!

Grande abraço!”.

Comente aqui


Facebook é processado, acusado de monitorar mensagens privadas

O Facebook, maior rede social do mundo, poderá sofrer outros processos idênticos caso os usuários da Califórnia sejam vitoriosos na Justiça

O Facebook, maior rede social do mundo, poderá sofrer outros processos idênticos caso os usuários da Califórnia sejam vitoriosos na Justiça

Quando um usuário do Facebook compartilha um link para outro site por meio de mensagem privada, o Face examina a mensagem para fazer um perfil da atividade do usuário na Web.

Verdade ou não, esta acusação está em uma ação coletiva impetrada em um tribunal da Califórnia, nos Estados Unidos. Os responsáveis alegam que o Facebook intercepta as mensagens sistematicamente para recolher dados dos usuários e lucrar ao compartilhar o que consegue com empresas de propaganda que agregam dados.

A ação exige o pagamento de US$ 100, o que equivale a mais ou menos R$ 230, por dia para cada dia em que o Facebook realizou as supostas violações de privacidade, o que dá cerca de R$ 28 mil por cada usuário.

A direção da maior rede social do mundo disse que vai se defender e que as acusações não têm mérito.

O Facebook pretende mudar as palavras de sua política de privacidade depois que um processo de 2011 resultou no pagamento de US$ 20 milhões para indenizar usuários que alegaram que seus dados foram usados pela rede social sem que eles tivessem dado permissão explícita para isso.

Comente aqui


Lenda do rock Carlos Santana reencontra antigo amigo que virou sem-teto

No reencontro, Santana chama o sem-teto de amigo e "O magnífico Malone"

No reencontro, Santana chama o sem-teto de amigo e “O magnífico Malone”

A foto postada no Santana no Facebook mostra os dois ensaiando junto na década de 60

A foto postada por Santana no Facebook mostra os dois ensaiando juntos na década de 60

Um canal de TV de São Francisco, nos Estados Unidos, apresentou como seu milagre de Natal um reencontro entre a lenda do rock Carlos Santana e um antigo companheiro de banda, que vive como sem-teto.

Santana, que está entre os melhores guitarristas do mundo há uns 50 anos, e Marcus Malone, tocaram juntos na Santana Blues Band nos anos 60.

O encontro foi organizado pelo repórter Stanley Roberts, da KRON-TV. Há algum tempo o jornalista produziu uma reportagem sobre um despejo ilegal, quando, em conversa com um sem-teto, ouviu o dizer que tinha sido amigo de Carlos Santana. Roberts não divulgou nada, mas fez uma profunda pesquisa e descobriu que realmente Malone tinha tocado com Santana e tinha sido grande amigo do músico, tendo sido amigo também da família do guitarrista.

O encontro promovido por Roberts, mostrado pela TV americana, você pode conferir clicando AQUI.

 

Comente aqui


Surdocega de Maringá recebe máquina obtida em campanha no Facebook

Juliana Venâncio da Silva e Denise Batalini

Denise viajou mais de 100 quilômetros para entregar a máquina de Braille comprada depois de movimentação pelo Facebook

Graças a uma movimentação realizada por meio do Facebook e outras redes sociais na internet, a surdocega Juliana Venâncio da Silva, moradora em Maringá, recebeu neste sábado uma máquina de datilografia Braille comprada por pessoas que moram em locais distantes, como Alemanha, Inglaterra e no Estado de São Paulo, e nem a conhecem.

A entrega foi feita por Deise Batalini, comerciante moradora em Teodoro Sampaio, que viajou 146 quilômetros até Maringá para entregar a máquina e conhecer a surdocega que sensibilizou tanta gente. Familiares e amigos de Juliana se reuniram na casa da família, no Conjunto Hermann Moraes de Barros, para recepcionar a visitante e participar de um momento tão importante na vida da garota que perdeu a visão e a audição ainda criança.

Juliana sabia que receberia um presente neste sábado, mas não tinha ideia de que tratava-se de uma máquina de Braille. Mesmo sem enxergar, ela própria abriu a caixa, por meio do tato reconheceu que tratava-se da máquina e sozinha colocou o papel e escreveu as primeiras palavras.

Juliana tem 36 anos, mas parece uma menina, que sorri muito e tenta ser agradável com quem está por perto. Mas, por trás da aparência lânguida está uma pessoa com graves problemas de saúde desde os primeiros meses de vida. Aos 10 meses foi diagnosticada com reumatismo no sangue, quatro meses depois perdeu a visão e os médicos preveniram aos pais, os pioneiros Moacir e Rosária Venâncio da Silva, que a menina tinha catarata, glaucoma, artrite e outras doenças. Antes de completar dois anos de idade já tinha passado por cinco cirurgias e praticamente morava dentro de um hospital em São Paulo, para onde foi enviada com a mãe. Aos quatro anos começou a perder a audição e passou por mais cinco cirurgias e oito aplicações. Até hoje está em tratamento, tem pressão alta, diabetes, hipertireodismo, problemas cardíacos e outras doenças.

Como a visão e a audição são os sentidos mais importantes na vida de uma pessoa, por serem os meios que possibilitam o recebimento de informações, a menina foi perdendo o contato com o mundo. Por ter ficado surda, também perdeu a capacidade de falar. Ainda criança, Juliana foi matriculada em escolas especiais, mas os problemas de saúde impediram uma frequência normal.

A entrega da máquina de Braille neste sábado foi o desfecho de uma história que começou quando sua professora, Elizabeth Dumont, postou no Facebook um vídeo em que Juliana aparecia cantando um pedaço de uma conhecida canção do Padre Zezinho. A mulher que não ouvia e nem enxergava, e por isto tinha perdido também a capacidade de falar, surpreendeu os conhecidos, mas o vídeo foi visto em outros países por pessoas quem conhecem Juliana e nem a professora. Muitos quiseram saber como uma pessoa surdocega, com limitações na fala, tinha chegado a esse ponto.

A mudança, na realidade, foi lenta. Já depois de adulta, Juliana passou a receber professores de educação especial em casa e aos poucos foi desenvolvendo formas de comunicação. Hoje, ela conhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras), domina o sistema Braille tanto para ler quanto para escrever, o Alfabeto das Duas Mãos, Libras Tátil e o Método Tadoma, também conhecido como leitura labial tátil, em que a pessoa surdocega coloca o polegar na boca do falante e os dedos ao longo do queixo, conseguindo entender por meio do movimento das bochechas e lábios e vibração da garganta.

Reaprendendo a falar, Juliana se refere com carinho às professoras que trabalharam com ela nestes anos. Nos últimos quatro anos, seu anjo, como diz, é a professora Elizabeth Dumont, a Betinha, que a incentiva a expressar o que sente por meio da escrita. Ela já conheceu a Catedral de Maringá, sentindo-a com os dedos no concreto das paredes, bancos e imagens, tocou e cheirou flores diversas, mas o que mais a entusiasma é escrever. Depois de colocar no papel o que sentiu em diversas situações, agora Juliana está escrevendo um diário, onde relata tudo o que a envolveu em cada dia, inclusive as dificuldades físicas.

“Conseguimos uma máquina de datilografia Braille da escola e ela se empolgou, passa os dias escrevendo um diário e isto aumentou sua autoestima por estar conseguindo externar aquilo que não podia antes”, diz Betinha. O entusiasmo é tanto que Juliana agora manifesta o desejo de escrever também em letra cursiva. Alguns desenhos ela já consegue fazer e espanta as pessoas ao conseguir retratar coisas que não vê. “Possivelmente sejam resíduos de lembranças do pouco tempo em que conseguiu enxergar na infância”, considera a professora.

 

Juliana Venâncio da Silva

Sozinha, Juliana desempacotou a máquina, colocou o papel e digitou as primeiras palavras

Por usar uma máquina emprestada, sempre que termina o ano letivo Juliana tem que devolvê-la à escola e assim os períodos de férias acabam tornando-se uma tortura para a mulher. “Ela fica sem poder escrever e isto, além de prejudicar seu desenvolvimento, a faz sofrer por não poder se expressar”, diz dona Rosária, a mãe. “Ela fica irritada e as doenças acabam atingindo-a mais do que quando ela está feliz e se realizando”.

Ao postar em seu Facebook Juliana catando “Um barco esquecido na praia”, Betinha acrescentou a informação de que ela era cega, surda e estava reaprendendo a falar, que sabia Braille e produzia um diário em uma máquina emprestada. A professora relatou o problema que significava, para Juliana, o final de ano letivo e que esse transtorno só seria solucionado se ela tivesse uma máquina de Braille própria.

A mensagem da professora causou imediata reação e brasileiros que moram em outros países se propuseram a fazer uma arrecadação para dar uma máquina a Juliana. Denise Batalini Demirhan, uma paulista que mora na região da Bavária, na Alemanha, e Andreia Mendes, que vive em Londres, Inglaterra, que não se conhecem e nem conhecem a surdocega, organizaram a arrecadação com a participação de conhecidos delas que vivem no Brasil. Até festas foram realizadas na região de Teodoro Sampaio para arrecadar fundos. Os participantes sabiam do objetivo, mas também não conheciam a garota que seria beneficiada.

1 Comentário


Candidato aposta na força do Facebook

O engenheiro Willy Taguchi, que foi o primeiro vice-prefeito de Maringá nascido na cidade, está fazendo sua campanha para vereador basicamente por meio do Facebook.

Ele confia na força da internet e não é de agora. Desde o ano passado Willy usou essa mídia para fazer campanhas contra aumento de salários de vereadores, contra aumento no número de cadeiras na Câmara e contra tantas e tantas outras mancadas dadas pelos nobres edis.

Agora ele usa o Face para mostrar a todo mundo que é candidato a vereador e, ao invés de ficar pedindo voto descaradamente, como outros candidatos estão fazendo e enchendo o saco das pessoas, Willy aproveita seu espaço para mostrar algumas coisas sobre ele mesmo, como o fato de ser da terceira geração da primeira família que veio morar onde hoje é Maringá, de ser sobrinho do primeiro vereador japonês de Maringá, filho de Kazumi Taguchi, que foi vereador por sete legislaturas…

E aproveita ainda para fazer campanhas contra jogar lixo nas ruas, poluição, destruição dos recursos naturais…

1 Comentário


Do a barrel roll desperta atenção para as brincadeiras do Google

Uma expressão em inglês pouco usada nos Estados Unidos e Inglaterra e praticamente desconhecida no resto do mundo, virou meme na semana passada graças a uma brincadeirinha inventada pelo Google, principal site de buscas no planeta.

a barrel rollA expressão “do a barrel roll” começou a ser divulgada em vários sites e blogs, chegava por e-mail, Orkut, Facebook, etc., e quem a recebia era instruído a colocá-la no campo de busca da ferramenta (Google, é claro) e via a imagem girar dentro do navegador. Esta é apenas uma das gracinhas que a galera do Google escondeu no site de buscas para alegrar nossa vida.

Antes de ler o resto da matéria, vá lá no Google e digite a barrel roll e veja o que acontece. Vale lembrar que a brincadeira é garantida quando feita no navegador do próprio Google, o Google Chrome. Depois, volte e leia o resto da matéria e descubra as outras brincadeiras.

“Do a barrel roll“
A expressão, que significa algo como “role em torno de seu eixo”, ficou famosa como tática dos aviões de guerra durante a Primeira Guerra Mundial – e depois virou uma expressão famosa dos jogos de simulação de voo. Digite “do a barrel roll” na barra de buscas e se segure na cadeira!

Tilt
Essa é parecida com a anterior. Digite “tilt” na busca do Google e veja a tela literalmente inclinar para o lado. A expressão “askew” (que significa “torto”) funciona da mesma forma. Vai lá testar!

Gravity
O Google não está imune aos efeitos da força da gravidade. Entre na página do Google Gravity e confira. O mais legal: a busca continua funcionando, mesmo “caída” como esta.

Google Pirate
Entre na página do Google Pirate e não faça mais buscas, faça “searrrches”. Já salvei como padrão no meu computador!

Ascii Art
Em homenagem aos desenhos produzidos com caracteres (chamada de Ascii art), toda vez que alguém procura pelo termo, o logo do buscador muda para uma versão em ascii. O meu desenho favorito desse tipo é o punho dos Brothers
“…………./´¯/’…’/´¯¯`•¸
………./’/…/…./……./¨¯
……..(‘(…´…´…. ¯~/’…’)
……………………..’…../
……….”…………. _.•´
……………………..(
Punho Dos Brothers
Se Vc Nao Mandar Isso Pra 5 Brothers Vc Nao Eh Brother ….”

barrel roll

Basta escrever do a barrel roll no Google para ver a página girar

Mentalplex
Agora sim! O Google Mentalplex “lê a sua mente” para saber qual página você está pensando em buscar. Não funciona sempre – né? –, mas é legal! O Mentalplex foi feito como uma das várias piadinhas do Google para o 1º de Abril. Assim como a maior parte dessas brincadeiras, o site ainda está no ar.

Pacman
A página do Google Pacman foi criada especialmente para o aniversário do jogo, mas o pessoal do buscador resolveu nos amar para sempre disponibilizando o Doodle neste link. Adeus produtividade no trabalho!

Guitarra
O Doodle em homenagem ao guitarrista Les Paul também teve tanto sucesso que você pode tocar guitarra virtual com o logo do Google até hoje neste site. Dá pra gravar e mandar suas criações pros amigos. Na época, a revista Super Interessante até publicou uma listinha com “partituras” de canções que você pode tocar no Doodle.
E aí, conhece mais algum desses “easter eggs” do Google que deveria estar na lista?

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/surpresas-legais-da-busca-do-google/

Comente aqui


Hackers dizem que vão ‘matar’ o Facebook e marcam data do enterro

Hackers ameaçaram lançar um ataque em novembro para “matar” a rede social Facebook, mas sua identidade e o objetivo dessa ameaça continuam pouco claros.

Em um vídeo publicado no YouTube com o selo Anonymous, afirmam que a “Operação Facebook” será realizada em 5 de novembro com o objetivo de destruir a rede social, acusada de comprometer a privacidade de seus 600 milhões de usuários.

Mas um porta-voz do Anonymous disse às agências de notícias que os responsáveis do grupo não sabem como encarar a suposta ameaça, afirmando que a organização não tem uma estrutura de comando precisa e que seus membros ocultam sua identidade.

O Facebook, por sua vez, se recusou a comentar o caso.

 

Comente aqui