Jornal do Povo



Calçada próxima do Centro é tomada por lixo, mato e insetos

Mato, lixo e poças d’água impedem a passagem de pedestres Foto: João Cláudio Fragoso

Com um quarteirão inteiro sem moradores e sem empresa em funcionamento, a calçada na Rua Afonso Pena no trecho entre a Avenida Bento Munhoz da Rocha e Rua Marechal Deodoro, na Zona 7, fundos do Supermercado Angeloni, virou um depósito de lixo a céu aberto, gerando reclamações de moradores das proximidades e de outras pessoas que precisam passar por aquela rua.

Não dá mais para usar a calçada, temos que andar pela pista ou dar a volta no quarteirão”, disse a comerciária Gizelli Amorim, que mora no bairro e precisa passar diariamente pela Afonso Pena para chegar ao Centro, onde trabalha. “Nota-se que este trecho está abandonado e muitas pessoas devem despejar lixo aqui”.

A calçada que virou lixão está em frente a um prédio fechado há vários anos, onde no passado funcionou o Jornal do Povo. “Desde que o jornal saiu daqui que o prédio está lacrado, mas deve ter muita sujeira aí dentro, porque saem muitas baratas e até escorpiões”, disse uma vizinha que pediu para não ter seu nome citado. “O prédio abandonado fede, dá nojo passar perto. E a gente nunca sabe se no meio da sujeira não acaba pisando em cobras, aranhas, escorpiões”.

A Secretaria de Serviços Públicos informou que já fez a limpeza da calçada, mas mais lixo tem sido depositado no local. Além disto, nesta época de muita chuva e calor o mato cresce com facilidade.

De acordo com a prefeitura, o proprietário do prédio será notificado para que mantenha a limpeza do imóvel e das calçadas. Também deverá ser notificado o proprietário de um terreno vizinho, onde o mato cresceu, propiciando o surgimento de insetos.

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