Polícia Militar



Comandante do 4º BPM está moralizado junto ao Comando Geral

O comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Enio Soares dos Santos, continua respeitado, moralizado e prestigiado junto ao alto comando da PM paranaense, não devendo sofrer qualquer reprimenda em consequência da discussão que teve quarta-feira com o prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PDT), durante uma reunião na prefeitura em que se discutia a segurança da cidade.

O comandante geral da PM do Paraná, coronel Maurício Tortato, disse ontem a O Diário que “o comandante Enio goza de absoluto respeito e prestígio do Comando Geral, tem sido responsável por aplicar critérios absolutamente técnicos, fundamentados nas estatísticas criminais, analisando dados e estatísticas, atuando de maneira específica quando é necessário”.

O comandante do 4º BPM foi o assunto do dia na quarta-feira por ter usado a frase “Estou preferindo comer uma pizza em casa” durante sua fala na reunião com outros setores da segurança pública, o prefeito e vereadores. “Temos que reconhecer que a frase colocada pelo coronel Enio não foi a mais adequada, mas no contexto ela não esgota todo o valor deste profissional que dedica sua vida à causa da segurança pública e, muito mais do que isto, não desconstitui todo o trabalho da PM, que tem sido muito profíquo para a cidade de Maringá, embora temos consciência de que não podemos parar, porque se paramos teremos retrocesso”.

Para o comandante geral, “no momento em que o prefeito faz as críticas, me parece inadequado, desarrazoado, a partir do momento em que estamos consolidando verdadeiros investimentos na cidade. Acho que o conflito é inevitável, mas não queremos combater. Por vários fatores, entre eles a atuação da PM, Maringá se projeta no cenário nacional e mundial como cidade que oferece qualidade de vida”. Segundo ele, “é muito bacana quando a gente vê que pessoas dissociadas de qualquer contaminação reconhecem o trabalho da PM e do coronel Enio. A gente tem que vencer este momento ruim”.

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O pior jeito de conhecer Sarandi

O comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Chehade Elias Geha, é considerado durão, daqueles que dificilmente voltam atrás depois de tomar uma decisão, o que significa que não adianta muito o prefeito de Sarandi, Carlos de Paula, insistir para receber a viatura da Rotam que veio para Sarandi mas está em Maringá.

Porém, desta vez parece que o comandante terá pela frente um osso duro de roer. Certamente ele não sabia que De Paula, quando vereador, já parou a cidade comandando um protesto e que Sarandi deve ser a capital mundial das manifestações de protestos.

Na próxima quarta-feira o prefeito estará em Curitiba para falar com o secretário de Segurança Pública sobre a tal viatura e disse que, se preciso for, vai bater na porta do governador.

E De Paula não está só. O vereador Nildo Zanchin, o Nildão, está pedindo o apoio de seus colegas de Câmara para pressionar o comandante até que ele mande a viatura – junto com uma equipe de 16 policiais – para a criação da Rotam de Sarandi. E todos os vereadores estão aderindo à ideia.

O comandante Geha já morou em Maringá, mas faz pouco tempo que está de volta à região e por certamente perdeu o período em que os moradores de Sarandi iam às ruas até três vezes por semana para protestar contra alguma coisa. E o pior: tem muita gente sentindo saudade daquela movimentação.

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‘Esqueceram’ de convidar presidente do Conseg para discutir segurança

Já é de tempos que o presidente do Conselho Municipal de Segurança (Conseg) de Sarandi, Nelson Bazzotti, está decepcionado com o comportamento da administração municipal com relação à sua pessoa e ao Conselho.

 

Bazzotti sente que está sendo alijado, possivelmente pelo prefeito Carlos Alberto de Paula Júnior, que desde que assumiu tenta reduzir o poder e a influência do Conseg, apesar de Sarandi ser considerado um dos municípios mais violentos do Paraná, com um dos mais elevados índices de homicídios e a expansão a olhos vistos do tráfico e consumo de drogas.

 

Primeiro a prefeitura cortou o repasse de recursos que fazia mensalmente para o Conseg pagar as pequenas despesas das polícias Civil e Militar. Depois, todo o destaque pela criação da Companhia da PM foi dado ao prefeito e a vereadores, embora tal instalação seja uma luta do Conseg de vários anos.

 

Durante a implantação da Cia. da PM, no mês passado, foram citadas todas as autoridades presentes e até alguns que nem eram tão autoridade assim. Mas, o nome de Bazzotti e dos demais membros do Conseg passaram em branco, apesar de estarem presentes à cerimônia.

 

Nesta quarta-feira acontecerá uma reunião do Transeg para discutir a implantação da Guarda Municipal, mas Bazzotti não foi convidado, pelo menos até agora.

 

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