Professores



Deputado é vaiado por servidores estaduais

O deputado estadual Doutor Batista, do PMN, foi vaiado na tarde desta sexta-feira em Marialva, onde participava de uma festa de inauguração de um conjunto de quase 400 casas populares.

As hostilidades partiram de um grupo de professores e outros funcionários públicos estaduais, muitos deles portando cartazes e faixas com dizeres como “Doutor Batista não me representa” e “Doutor Batista, inimigo da Educação”.

Eles se referiam ao fato de o parlamentar, que sempre teve grande força em Marialva, ter votado com o governo nos episódios que resultaram em greve de professores, ocupação da Assembleia Legislativa e até deputados chegando para sessão em um camburão da polícia.

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Professores param em protesto, mas não são recebidos por prefeito

Professores municipais de Floresta, que na semana passada fizeram uma paralisação de alerta durante um dia inteiro, voltaram a fazer outra parada hoje, a partir das 10 horas, para pressionar o prefeito Antonio Fuentes (PMDB) a encaminhar para apreciação da Câmara o projeto do Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Educação, definindo o piso salarial para a categoria.

Há mais de um mês os professores querem falar com o prefeito, mas não conseguem. Na paralisação da semana passada eles foram à prefeitura, passaram quase que o dia inteiro lá, mas o prefeito não apareceu.

Fuentes deveria encaminhar à Câmara o projeto no início do ano, cumprindo o que determina a Lei Federal que torna obrigatório o piso salarial profissional nacional para os trabalhadores do magistério público da educação básica.

A prefeitura contratou um profissional para elaborar o projeto e desde junho a proposta está engavetada.

Os professores de Floresta estão recebendo 22% abaixo do piso, esta diferença está se acumulando e a prefeitura terá que pagar os retroativos.

Neste momento os professores estão em frente à Escola Chapeuzinho Vermelho conversando c om os pais de alunos sobre o problema, mais tarde farão o mesmo na Escola Messias Barbosa Ferreira.

A indignação deve-se principalmente à falta de boa vontade do prefeito para pelo menos ouvir a classe. Ele se nega a negociar e até mesmo a receber uma comissão de professores.

O Ministério Público já fez duas notificações ao prefeito, mas ele nem sequer respondeu.

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Professores processam vereador por ofensas no Facebook

Vereador que disputava a reeleição em Floresta pode estar com sérios problemas na Justiça por falta de papas na língua, ou melhor, falta de controle ao usar o Facebook.

Durante a campanha, ao perceber que o professorado da cidade apoiava um candidato a prefeito que não era de seu time, o vereador postou no Facebook alguns impropérios contra professores, inclusive comparando-os a lixo, estrume, coisas assim.

O problema é que ele não nomeou quem queria atingir e a generalização deixou todos os professores chateados e assim alguns resolveram recorrer à Justiça para exigir uma retratação do nobre edil.

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Professores do PSS fazem manifestação na porta do Núcleo de Educação

Professores e funcionários de escolas estaduais contratados pelo regime do Processo Seletivo Simplificado (PSS) vão realizar uma manifestação nesta terça-feira, às 14 horas, na frente do Núcleo Regional de Educação de Maringá contra o fim dos contratos e a possibilidade de todos serem desligados do serviço.

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Eles dizem temer que com o fim dos contratos as escolas fiquem desfalcadas de professores e os estudantes sejam prejudicados.

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A manifestação foi decidida durante uma reunião realizada na semana passada, quando foi comunicado que os Núcleos Regionais de Educação de todo o Estado já receberam instruções da Secretaria Estadual de Educação sobre como proceder ao final dos contratos pelo PSS, no final de julho.

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A preocupação maior deve-se a um e-mail que está circulando nos últimos dias com a informação de que serão os diretores de escolas que vão decidir quais docentes terão o contrato prorrogado e quais serão desligados.

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Procuramos o sindicato da categoria (APP-Sindicato) para que entre em contato com o governo para questionar esse critério que está sendo divulgado”, disse o professor Rodrigo Thomazini, lotado no Colégio Panorama de Sarandi. Segundo ele, os professores conhecem bem as condições do contrato temporário, mas querem que os rompimentos que ocorrerem sejam pela volta de professores concursados que estavam afastados. Em Maringá estão afastados com retorno previsto para o segundo semestre deste ano cerca de 190 professores e há mais de mil temporários trabalhando.

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Representantes da APP-Sindicato estiveram no Núcleo e informaram que deram início a um processo de negociação com a Secretaria de Educação para evitar qualquer delito de direito ou mesmo injustiça. “Não admitimos pressão ou mesmo demissões contra os procedimentos previstos: há pelo Estado uma ‘corrente’ de e-mails de que as direções ‘podem escolher’ os contratos a serem aditados”, diz uma nota divulgada pela entidade, que entende que a classificação é o direito maior e deve ser cumprida. Segundo a nota, “o desligamento do contrato PSS só pode ocorrer no caso de nomeações de novos concursados ou mesmo no retorno de profissionais já estatutários”.

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O Núcleo Regional de Educação explicou que “não há razões para apavoramento”. Segundo a responsável pela Ouvidoria do Núcleo, Ivone Andrade, serão analisados todos os casos com critérios para evitar injustiças. A princípio, só ocorrerão substituições com o retorno dos concursados que estão afastados. “Até o momento, não há no Núcleo de Maringá nenhuma reclamação registrada por diretores com relação a professores do PSS”, afirmou.


30 mil

são os contratados temporariamente pela Educação no Paraná, dos quais 22 mil são professores


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