Ulisses Maia



Comandante do 4º BPM está moralizado junto ao Comando Geral

O comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Enio Soares dos Santos, continua respeitado, moralizado e prestigiado junto ao alto comando da PM paranaense, não devendo sofrer qualquer reprimenda em consequência da discussão que teve quarta-feira com o prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PDT), durante uma reunião na prefeitura em que se discutia a segurança da cidade.

O comandante geral da PM do Paraná, coronel Maurício Tortato, disse ontem a O Diário que “o comandante Enio goza de absoluto respeito e prestígio do Comando Geral, tem sido responsável por aplicar critérios absolutamente técnicos, fundamentados nas estatísticas criminais, analisando dados e estatísticas, atuando de maneira específica quando é necessário”.

O comandante do 4º BPM foi o assunto do dia na quarta-feira por ter usado a frase “Estou preferindo comer uma pizza em casa” durante sua fala na reunião com outros setores da segurança pública, o prefeito e vereadores. “Temos que reconhecer que a frase colocada pelo coronel Enio não foi a mais adequada, mas no contexto ela não esgota todo o valor deste profissional que dedica sua vida à causa da segurança pública e, muito mais do que isto, não desconstitui todo o trabalho da PM, que tem sido muito profíquo para a cidade de Maringá, embora temos consciência de que não podemos parar, porque se paramos teremos retrocesso”.

Para o comandante geral, “no momento em que o prefeito faz as críticas, me parece inadequado, desarrazoado, a partir do momento em que estamos consolidando verdadeiros investimentos na cidade. Acho que o conflito é inevitável, mas não queremos combater. Por vários fatores, entre eles a atuação da PM, Maringá se projeta no cenário nacional e mundial como cidade que oferece qualidade de vida”. Segundo ele, “é muito bacana quando a gente vê que pessoas dissociadas de qualquer contaminação reconhecem o trabalho da PM e do coronel Enio. A gente tem que vencer este momento ruim”.

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Prefeitura de Maringá cancela licitação de casas populares

A licitação que a prefeitura de Maringá faria amanhã para escolher a empresa que construiria 55 casas de interesse social foi suspensa devido a erros encontrados no processo, que fariam com que a obra ficasse mais cara do que o previsto inicialmente. Mas, a prefeitura garante que a licitação será retomada assim que forem corrigidos os problemas.

O projeto foi elaborado pela administração anterior, que também deu início ao processo licitatório, mas a Diretoria de Habitação da Secretaria de Planejamento e Urbanismo (Seplan) encontrou “equívocos” que poderiam ter sérias consequências se não forem corrigidos antes da licitação. “O projeto não constava previsão de construção de muro de arrimo, nem atribuição de quem faria a regularização do terreno e nem mesmo definia a localização para a implantação de fossas”, disse o diretor de Habitação, Márcio Lorin, citando alguns dos “equívocos”.

Havia caso em que a a construção da casa estava prevista em um terreno comunitário.

De acordo com Lorin, a decisão pela suspensão da licitação foi para evitar problemas futuros. “Estas questões de muro de arrimo e fossas significam que depois a prefeitura teria que fazer novos gastos, por meio de aditivos, e a obra acabaria custando bem mais do que o previsto inicialmente. Foi falta de um planejamento melhor, mas com um novo levantamento poderemos iniciar o processo da maneira correta”, explica Lorin.

As 55 casas serão construídas com recursos do município, por meio do Fundo Municipal de Interesse Social, sendo 49 unidades em uma área pertencente à prefeitura no distrito de Iguatemi e seis na cidade, também em áreas que já são da prefeitura.

Outro conjunto

A prefeitura de Maringá se juntou a organizações não governamentais que trabalham com projetos sociais para a construção de moradias para famílias de baixa renda.

Além da prefeitura, participam da parceria a Associação de Reflexão e Ação Social (Aras), Cooperativa Habitacional Central do Brasil (Coohabras), União Estadual Por Moradia Popular e a Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal.

Deverão ser construídas 162 moradias em prédios de quatro andares em uma área de 11 mil metros quadrados na Zona Especial de Interesse Social (Zeis).

As famílias beneficiadas pagarão pelas casas programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades de R$ 80 a R$ 270 por mês durante 10 anos.

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Maringá ganha 20 Praças da Família em bairros periféricos

A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer iniciou um estudo para definir as áreas da cidade em que serão implantadas 20 Praças da Família, que pretendem oferecer condições para esporte, lazer e convivência social. As praças serão construídas com recursos do governo do Estado, liberados ontem, quando o prefeito Ulisses Maia (PDT) esteve em Curitiba para assinar o convênio. Continue lendo

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