Mês: janeiro 2011



Contos eróticos picantes

Ah!!! Peguei vocês, hein? Então acharam que eu havia me rendido às propostas mundanas de fazer sucesso rapidamente pela internet?

Claro que não. Foi somente mais um dos meus golpes baixos para chamar a atenção dos leitores. Não é a primeira vez que faço isso. Eu sei… eu sei… É muito feio usar uma estratégia tão rastejante, mas hoje preciso dar um recado muito importante e queria “fisgar” também os que nunca se aventuraram por aqui.

Então, ao contrário do que vocês faziam nos simulados de língua portuguesa da escola, quando a preguiça os impedia de ler os textos até o final, façam o favor de se comportarem e lerem tudo direitinho, viu?

É o seguinte: estarei fora nos próximos dias, em companhia da minha amada família,  e não poderei me dedicar de corpo, alma, coração e mente a este espaço. Continue lendo

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De: Lu / Para: leitores queridos

Meus queridos, neste fim de semana estarei bastante envolvida com compromissos familiares e possivelmente “apareça” pouco por aqui.

Por isso, não fiquem chateados se os comentários demorarem para ser aprovados ou respondidos. Vocês sabem que amo saber o que pensam e adoro a nossa interação.

Mas minha família é meu tesouro e preciso cuidar bem dessa riqueza, ok?

Beijo no coração e um fim de semana abençoado para todos!

Lu

 

 

 

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Saxofone e batatas

Na postagem de quarta-feira, disse a vocês que, além da inspiração divina, situações do cotidiano servem de combustível para meus textos. É impossível faltar assunto. Querem uma prova?

Na manhã de ontem, fui pela primeira vez a um laboratório de análises clínicas que fica em um bairro aqui de Maringá. Optei por ele por imaginar que seria uma boa escolha me livrar do trânsito caótico do início do dia.

Mas fiquei impressionada com a diferença entre a unidade da periferia e a do centro, onde já fui diversas vezes.

A estrutura física e o atendimento das funcionárias deixaram muito a desejar. Uma delas, inclusive, conversava com uma senhora como se estivesse em uma feira livre. Falava alto, fazia críticas à secretária do médico, enfim, parecia que estava batendo papo com a vizinha. Continue lendo

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“Gênero: drama”. Hã???

Bruna Surfistinha” estreia em fevereiro nos cinemas. Acabei de consultar o oráculo do Google para conferir essa informação e vi que o filme é classificado como um “drama”. Hã??????

Vejamos: uma jovem de classe média sai de casa sem motivo justificável, entra no mundo da prostituição por opção e sua trajetória vai parar na telona. Para completar, classifica-se o filme como um “drama”. Drama para quem? Acho mais fácil eu entender as regras do futebol americano que essa aberração.

Ah, D. Lu, mas você nem assistiu ainda e já está dando seus pitacos...”. Não assisti e não assistirei. Não vou perder meu precioso tempo e meu suado dinheirinho dando audiência para uma história que, certamente, faz apologia a algo que vai de encontro aos meus valores.

E por favor: não me venham dizer que preciso aceitar a prostituição com naturalidade. “É a profissão mais antiga do mundo e blá blá blá blá…” Que seja. Mas vender o corpo, que para mim é sagrado, não está na minha lista de atitudes que enobrecem o currículo de alguém. Continue lendo

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A janela, o lixo, o homem e eu

Há leitores que às vezes me perguntam como consigo postar um texto por dia (já são mais de 150!). Questionam-me sobre a minha “fonte de inspiração”.

Já escrevi por aqui que meu talento para a escrita é um presente de Deus; portanto, é Ele que me inspira cada vez que sento em frente a esta máquina. Mas é claro que tudo o que vejo, ouço e sinto no dia-a-dia colabora para minha “usina de ideias”.

E o texto de hoje brotou de um momento assim: cotidiano, simples, corriqueiro, trivial, banal, enfim, uma cena que certamente passaria despercebida para a maioria das pessoas. Mas não para alguém com alma de cronista.

Aconteceu ontem, terça-feira, dia em que os funcionários da limpeza pública passam pelo meu bairro. Pela janela da sala vi quando um homem abriu o saco de lixo que eu havia colocado na lixeira da rua e começo a remexê-lo, como uma criança que busca seu brinquedo preferido em meio a tantos outros. Continue lendo

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Até que a morte os separou…

 

Queridos, escrevi este texto  um ano atrás. Ele foi publicado no blogspot e hoje senti vontade de publicá-lo aqui. É triste, mas gosto dele.

Noite e coração quentes. A brisa ajudava a amenizar aquela terrível sensação de que o corpo estava prestes a derreter, mas o coração continuava quente.


Durante todo o dia ocupou-se com os preparativos para a festa surpresa. Coisa simples, é verdade. Salgadinhos e doces feitos em casa mesmo, refrigerantes comprados no mercadinho da esquina, pães com carne moída para ajudar a saciar a fome dos poucos convidados. Desejava uma festa maior e melhor para comemorar os 18 anos do filho, mas, sem poder contar com a ajuda do pai, que apenas contribuira com o material genético, aquela modesta comemoração era tudo que ela podia oferecer.

Mas o filho compreenderia. Havia chamado alguns parentes e os amigos da escola, aqueles com quem gostava de sair aos finais de semana. Jovens animados, gente do bem, assim como seu rebento. Continue lendo

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“Operação Cupido” – Quer participar?

Bonitinhos e bonitinhas. Pessoas especiais que me visitam. Homens e mulheres de bom gosto que me leem (nossa, quanta modéstia…). Enfim, meus leitores (fiéis ou infiéis, tudo bem…) do coração.

Coração? Ah, é verdade. Eu precisava mesmo começar esta postagem assim, externando meu carinho a vocês. Sabem por quê? Porque resolvi usar este meu singelo espaço virtual para promover o “primo” do carinho: o amor. Ah… o amor!!!

Existe o amor fraternal, aquele que predomina entre amigos e  entre parentes (pasmem vocês, muitos parentes se amam de verdade, viu?). E também o amor maternal, paternal ou filial, que é o sentimento que une pais e filhos. Mas agora vamos nos restringir ao amor entre um casal apaixonado.

Não simplesmente ao amor “carnal”, ok? Não me refiro a “ficadas” ou “pegadas”. Os leitores que acompanham “Setembrina” já devem ter percebido que venho exercendo meu lado romântico para escrever. Quem disse que não é possível fazer uma narrativa envolvente sem cenas de sexo casual? Eu consigo.

Então tomei uma decisão: vamos usar o dia de hoje para declarar esse sentimento tão lindo, tão puro, tão sagrado.  Continue lendo

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Preciso da ajuda de vocês!

Meus  queridos, é o seguinte: tenho uma batata-quente nas mãos – ou um abacaxi para descascar – e preciso de ajuda.

Fiz uma promessa nesta semana a uma leitora e, embora a promessa tenha sido minha, queria muito que me ajudassem a cumprir.

A postagem “Promiscuidade. A gente vê por aqui“, publicada na segunda-feira,  rendeu uma boa discussão. E essa leitora a quem me referi sugeriu que eu poderia não apenas criticar programas da TV, mas também indicar alguns que, no meu ponto de vista, são bons.

Ai, ai, ai… E agora? Missão “quase” imposssível, hein? Principalmente porque não tenho TV a cabo aqui em casa. Então só sobram as opções da TV aberta, que, às vezes, sinceramente, tenho vontade de fechar. Continue lendo

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Sempre Roupa Nova!!!

Amo!!!!!!!!!!!!!!!

Amanheci sozinho / na cama um vazio / meu coração que se foi / sem dizer se voltava depois / sofrimento meu / não vou aguentar / se a mulher que eu nasci pra viver / não me quer mais…

Vamos lá para o teste da sua memória (e da sua idade…): de que ano é esta música do Roupa Nova?

Não sabe? Bem, eu jamais me esquecerei. Esta canção me acompanhou enquanto vertia lágrimas por causa do meu primeiro amor. Quer dizer, hoje eu sei que não foi “amor”, mas foi o sentimento que, na minha condição de adolescente ingênua e romântica, eu acreditava ser o mais intenso que podia sentir.

Foi em 1987. Não me pergunte por que escolhi essa canção. Não sei responder. A letra não tinha nada a ver com a história. Mas só sei que quando ouvia aquele som do teclado, característico do início da melodia, eu me debulhava.

Durante um bom tempo, só ouvia pelo rádio. Ela ficou em primeiro lugar no Disque-Toque da Maringá FM por meses. Então, perto das 19h, quando o programa estava para terminar, eu já preparava o lenço. E minha família preparava os ouvidos.  Continue lendo

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“Morador de área de risco”; “criança de rua”; “crime organizado”; “Cracolândia”.

As expressões acima, que servem de título para esta postagem, sempre me incomodaram. E agora, em virtude da tragédia no Rio de Janeiro e em outros estados, a primeira delas já foi proferida inúmeras vezes por jornalistas, especialistas e autoridades.

Não sei se isso acontece em outros países, mas me parece inaceitável batizar, inclusive com nome próprio às vezes, situações absurdas.

Vejamos:

“Morador de área de risco”: sei que é tarefa dificílima solucionar esse problema. Difícil, mas não impossível. O que falta? Dinheiro? Claro que não. Se não acharem o suficiente nos cofres públicos, é só procurar nos bolsos e contas bancárias de uns e outros engravatados por aí que muitas verdinhas serão encontradas. Falta vontade política. Falta vergonha na cara. Continue lendo

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