Mês: fevereiro 2011



Segunda-feira “mansa”

Olá, bonitinhos! Tudo em ordem?

Ah, não me venham com esta conversa de “segunda-feira brava”, hein? Há uma frase que diz: “melhor trabalhar na segunda que entregar currículos na terça.” Concordo com isso.

Mas, se realmente a segunda de vocês estiver meio “brava”, vou “aliviar” por aqui. Nada de discussões acaloradas, grandes debates, temas polêmicos, blá blá blá.

Vou propor uma brincadeira: façamos de conta encontramos a famosa lâmpada mágica do Aladin. Todo mundo um dia já viu a cena em algum filme, série, novela e/ou desenho animado.

É lógico que cada um de nós terá a sua própria lâmpada (não estou a fim de dividir meus pedidos!).

Mas não valem pedidos muito genéricos (a paz mundial, por exemplo) ou muito surreais (“eu desejo que não haja mais corrupção na política!”).  Continue lendo

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Instituto Médico Ilegal

O IML de Maringá está jogado às traças. Desculpem-me pelo trocadilho funesto, mas é a verdade.

Infelizmente, essa notícia não me espanta nem um pouco.

As autoridades (in)competentes mal cuidam dos vivos… vão cuidar dos mortos?

Além do mais, os falecidos não podem mais votar…

Vou recorrer ao Sr. Omar mais uma vez: “Trágico, trágico...”

 

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Meu nome é Lucilene!!!

Lucilene é meu nome de batismo. Para mim, não é bonito nem feio. É o meu nome. Aquele que meus pais escolheram e que está gravado na palma da mão de Deus. Eu, pelo menos, acredito nisso.

Mas nem sempre foi assim. Demorei quase 34 anos para aceitá-lo dessa maneira.

Até julho de 2007, simplesmente não suportava ouvi-lo, lê-lo ou escrevê-lo. Sério. Era algo muito forte em mim.  Minha mãe chegou até a se entristecer em alguns momentos por causa do meu descontentamento.

Quando ia me apresentar aos alunos no início do ano letivo,  dizia “Meu nome é Lucilene, mas, por favor, me chamem de “professora Lu“!”  Sempre que qualquer pessoa perguntava meu nome,  respondia: “Lu“. Continue lendo

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Contem-me suas “artes”!

 

Bonitinhos, hoje, mais uma vez, a postagem é uma sugestão da minha querida leitora Mayara, uma paulistana muito “gente boa”.

Ela, assim como eu, gosta de abrir o baú e sugeriu que nós nos recordássemos das nossas “artes” de criança.

Vou contar algumas das minhas peripécias infantis e vai ser muito bacana se cada leitor fizer o mesmo, ok?

Na verdade meu currículo é modesto nesse sentido. Nunca fui uma versão feminina do Dennis, o pimentinha. Mas é claro que também “pisei na bola” algumas vezes e tenho histórias pra contar.

A primeira que me veio à mente foi a do “fogo no porão”. Lembro-me mais por causa do relato dos meus pais que pela minha memória, afinal, tinha apenas quatro anos.  Continue lendo

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A OMS adverte: trote “sadio” faz mal à saúde

Confesso que ainda tinha alguma esperança, mas constatei, definitivamente, que não sou deste planeta. Está cada vez mais difícil conviver com a maioria dos terráqueos. Creio que em breve a nave-mãe virá me buscar.

Eu explico: na edição deste jornal do último domingo, o diretor de graduação da UEM afirmou em entrevista que a intenção era que o tradicional trote de início de ano fosse “sadio”; para isso, a reitoria da instituição e o DCE estavam unidos por uma recepção “respeitosa” aos novos acadêmicos; a reportagem trouxe até uma lista com as atitudes proibidas, como, por exemplo, o “uso de bebidas alcoólicas dentro e FORA do câmpus”.

Pois bem. Agora vem a prova definitiva de que não sou “daqui”. Não consigo assimilar a tese de que  encher a cara de pinga logo pela manhã seja algo saudável. Continue lendo

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“João sem braço” e “Maria vai com as outras”

Hoje é só para descontrair, mas aguardem a postagem de amanhã. Já escrevi e estou até ansiosa para publicar.

Já fazia tempo que JOÃO SEM BRAÇO estava de olho na MARIA VAI COM AS OUTRAS. Seu pai achava que ele estava DANDO MURRO EM PONTA DE FACA; já sua mãe dizia que o filho estava PROCURANDO CHIFRE NA CABEÇA DE CAVALO.

Mas o JOÃO SEM BRAÇO não ligava para o que diziam. Estava apaixonado e tinha certeza de que ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA TANTO BATE ATÉ QUE FURA.

Um dia, na saída da escola,  JOÃO SEM BRAÇO resolveu que era hora de se declarar ao seu grande amor. Mas começou a chover e ele resolveu antes TIRAR O SEU CAVALINHO DA CHUVA.

Depois de ter feito isso, JOÃO SEM BRAÇO ficou procurando pela MARIA VAI COM AS OUTRAS entre tantas outras moças.  A chuva parou e o tempo ficou muito abafado. Chegou uma AMIGA DA ONÇA da sua amada e lhe ofereceu um pouco de água. Ele não aceitou e ela, muito brava, disse: “NUNCA DIGA DESTA ÁGUA NÃO BEBEREI”.  Continue lendo

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Uniformes e miojo

A visita que fiz no sábado a uma loja especializada em uniformes escolares e a leitura da matéria de capa do jornal O Diário de ontem me inspiraram para esta postagem.

Na verdade não foi a primeira vez que fui a tal loja. Antes de viajar, meu marido e eu compramos os uniformes do nosso primogênito e o ambiente já tinha me “incomodado”. No retorno a Maringá, ao conversar com uma amiga, ela me relatou, indignada,  sua experiência como consumidora e no sábado, quando voltei lá, fiz uma observação mais apurada.

Explico: nas duas vitrines da entrada, como de costume, há manequins com  uniformes de alguns colégios de Maringá. Detalhe: os escolhidos para “vestir” os bonecos são todos de escolares particulares; as camisetas com emblemas da escola pública ficam no “chão” da vitrine, dobradinhas uma ao lado da outra, servindo praticamente como “tapete”.

Ao entrar no estabelecimento, a diferença é gritante. Na primeira parte da loja, muito mais bonita e arejada, com água e cafezinho à vontade, estão expostos os uniformes das escolas particulares do “primeiro escalão”. Não vou citar nomes, mas pense nas mais “famosas” e caras da cidade. Não cheguei a contar, mas no máximo umas 8 ocupam a área “vip”.  Continue lendo

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Setembrina – Capítulo 20

Depois da conversa com Ronnie, Setembrina  ficou melhor. O olhar de desprezo de Verônica ainda mexia com ela, mas tinha certeza de que o rapaz se preocupava com o que estava sentindo. Acreditava que o sentimento dele estava longe de ser o mesmo que tomava conta do seu coração, mas pelo menos podia contar com sua amizade.

Depois que terminou a limpeza, foi rapidamente para o apartamento procurar as correspondências. Estava com medo de que seu atraso na entrega pudesse ter prejudicado algum morador. Separou-as e, no dia seguinte, saiu antes da oito da manhã para distribui-las.

Já estava com as cartas na mão, pronta para pegar o elevador e começar a entregá-las, quando foi surpreendida por D. Madalena, moradora do 502, uma senhora rude e intolerante.

— Ah, Setembrina, então você está aí! Deixe-me ver essa correspondência! Fiquei esperando ontem o dia todo para receber as minhas! Por acaso  não chegaram no sábado? Por que está entregando somente hoje?

Bruscamente, pegou os papéis da mão da moça e começou a procurar pelas suas.

— A Lúcia nunca deixou de entregar as nossas correspondências no dia certo!  Continue lendo

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Um recado do céu…

Em muitos relatos do Antigo Testamento, Deus falava com seu povo de forma direta, como na vez em que Moisés recebeu os 10 mandamentos. Sempre que lia as histórias bíblicas quando criança, imaginava aquela voz de trovão ecoando pelas areias do deserto.

Já no Novo, Jesus e suas parábolas entram em cena  para nos transmitir a mais linda mensagem que pode existir.

E hoje? Para mim e para você? Que “estratégias” Deus usa para falar conosco?

É claro que o primeiro passo para que essa “comunicação” aconteça é termos ouvidos atentos e coração aberto. No meu caso em especial, ultimamente Ele tem usado como instrumento homens e mulheres com os quais não tenho vínculo pessoal.

Quer saber como? Continue lendo

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Mãos teimosas

 

Depois de quase 14 anos de tablado, teoricamente eu deveria ser uma professora de destaque em Maringá, dessas disputadas pelas instituições de ensino. Talvez seja um tiro no pé confessar isso aqui no blog, mas vocês sabem o quanto minhas mãos são teimosas quando certos sentimentos invadem meu coração.

Confio na minha competência em sala de aula. Sou apaixonada pela disciplina que leciono. Quanto mais a estudo, mais tenho certeza de que ensinar – e aprender –  língua portuguesa é meu ofício.

Sempre tive facilidade em me relacionar com as pessoas, tanto com colegas de trabalho quanto com os adolescentes. Modéstia às favas, coleciono ex-alunos com quem tenho contato até hoje e fiz grandes amizades com vários dos professores com os quais convivi.

Mas penso que falte em mim algo que poderia ter feito a diferença na minha carreira: o marketing pessoal.  Continue lendo

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