Mês: abril 2011



Setembrina – Capítulo 26

— Oi, seu Alberto… Entre por favor…

— Tudo bem, Setembrina? Ficamos preocupados; você foi embora e não avisou ninguém. Estava se sentido mal? Aconteceu alguma coisa?

— Me desculpe, seu Alberto; eu estou até envergonhada… Depois de tudo que a D. Ana fez por mim… Eu não estava mesmo me sentindo bem, então vim pra casa; mas vocês estavam tão envolvidos abrindo os presentes… não queria atrapalhar…

— Está bem, agora? Está com um semblante de preocupação…

Setembrina pegou a carta da tia e mostrou ao síndico. Ele leu rapidamente e olhou para a jovem, com solidariedade. Continue lendo

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O casamento (ir)real

Histórias de príncipes e princesas nunca foram as minhas favoritas, nem na infância, nem na adolescência, nem na juventude, muito menos agora, na minha fase “mulher madura”.

A Branca de Neve, por exemplo. Seus fãs que me perdoem, mas sempre a achei uma mosca morta. Como pôde cair na conversa de uma bruxa feia daquele jeito? E ainda por cima se deixar enganar por causa de uma maçã? Se fosse um pote de Nutella, pelo menos, eu até entenderia… Sou bem mais a Fiona.

Bem, mas não são as histórias fictícias que me interessam nesta postagem.

Hoje é “feriado mundial”. Aliás, penso que até os marcianos, os mercurianos e os jupiterianos estejam com seus olhos e suas antenas voltados para a Terra, afinal, é dia de “casamento real”. Continue lendo

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Tenham paciência comigo, ok?

Queridos, nesta semana estou acertando os últimos detalhes do meu livro e travo um embate razoável com os ponteiros do relógio.

Já escrevi diversas vezes por aqui que não aprecio deixar a mesma postagem por dois dias, a não ser no caso de “Setembrina“, que publico nos fins de semana.

Mas preciso focar minha atenção em outros afazeres e hoje, quinta-feira, ficarei devendo postagem inédita.

Há quem me diga que não preciso “satisfações” aos leitores, mas me sinto incomodada quando isso acontece.

De qualquer forma, é por uma boa causa, afinal, o nascimento do meu terceiro “filho” está se aproximando e preciso cuidar do seu “enxoval”.

Enquanto isso, continuem votando no “Troféu King Kong“, ok?

Um bom dia a todos!!!

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E o troféu “King Kong” vai para…

 

Bonitinhos, tinha outra ideia para a postagem de hoje, mas não resisti; os comentários do texto de ontem  fizeram-me ter nova “inspiração”.

É o seguinte: vocês vão eleger o mico mais engraçado, ok? Ou a situação mais vexatória, tanto faz.

Vou fazer um breve resumo das trapalhadas que li e depois cada um escolhe o seu. Nos próximos dias, farei uma postagem contando a situação vencedora, mas em forma de narrativa,  ok?

Participem!!!

Qual o maior mico? Continue lendo

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Vocês já “creditaram um primata”?

Tradução: vocês já “pagaram um mico”? Ah, vamos lá! Todos nós temos, pelo menos, uma meia dúzia de episódios para contar sobre constrangimentos pelos quais tenhamos passado.

Hoje eles podem ser motivo de riso, mas, quando aconteceram, possivelmente nos fizeram morrer de vergonha ou  chorar de raiva.

Lembrei-me de alguns e vou relatar por aqui; queria muito que fizessem o mesmo, ok?

Mico nº 01

Em uma festa de casamento, queria um palito de dente para fazer minha higiene no banheiro (ninguém precisa “testemunhar” isso!); sentada à mesa, com mais alguns convidados, vi que, próximo a mim estava um carrinho, desses em que ficam bebidas, copos e… palitos.

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Reféns de uma geração que “se acha”

Li no blog do Edson Lima que “um polêmico projeto de lei deve movimentar o congresso nacional nas próximas semanas. A deputada federal paranaense Cida Borghetti propõe que os estudantes que desrespeitarem os professores sejam punidos, com suspensão ou processo judicial.  Pela proposta, o Estatuto da Criança e do Adolescente seria alterado, com a inclusão do artigo 53-A. Por outro lado, o Ministério Público é contra este novo projeto, afirmando que se precisa fazer uma prevenção à violência, e não criar mais uma forma de punição. ”

Esta postagem não tem o objetivo de levantar questões políticas – ou “politiqueiras” -, ok? Nesse momento, pouco me importa quem criou o projeto, mas julguei que a ideia, no mínimo, renderia uma boa discussão. Gostaria de saber o que vocês  pensam sobre isso.

Naturalmente, sendo professora, minha visão sobre esse projeto tem por base minhas experiências de sala de aula. Já escrevi diversas postagens sobre temas relacionados à educação e quem acompanha meu trabalho sabe que repudio “pais bananas“- aqueles que obedecem às ordens dos filhos –  e tenho aversão à “teoria do empurrãozinho“, que é a maldita “mania” que muitas instituições têm de forçarem a aprovação de um aluno.  Continue lendo

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“São muuuuitas emoções…”

Queridos,  acatei uma sugestão do Ivanildo e a postagem de hoje serve, de alguma forma, como homenagem ao aniversário de  70 anos do rei Roberto Carlos, comemorado na última segunda-feira.

Não chego a ser uma fã de carteirinha, mas aprecio muitas das suas canções, especialmente as que enaltecem  o divino, como “Jesus Cristo“, “Ele está pra chegar“, “Quando eu quero falar com Deus” e “O Homem“. Penso que, independente de alguém gostar ou não do seu repertório, é impossível não reconhecer sua trajetória de sucesso.

Por isso, gostaria que vocês relatassem algum episódio de suas vidas cuja trilha sonora tenha sido uma música do cantor; ou quem sabe a letra de alguma canção lhes traga boas recordações; enfim, que emoções vêm à tona com o rei?

Vou deixar aqui  o vídeo com “Cama e Mesa“; lembro-me com riqueza de detalhes do dia em que meu pai comprou o LP para minha irmã mais velha nas Lojas Americanas, às vésperas do Natal de 1981 (faz tempo, hein?).

Na época eu não passava de uma inocente menininha de 8 anos, mas já percebia que aquela música era uma linda declaração de amor. Imaginem só: um homem querendo ser o batom da mulher amada!

Revirem o baú que tenho certeza de que vão encontrar alguma coisa!

Cama e Mesa – Roberto Carlos

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“Ninguém merece…” – o retorno

 

Bonitinhos, é o seguinte: já escrevi 3 postagens usando esse bordão desgastadíssimo como “inspiração”.  Nem sei se ele merecia uma quarta, mas ontem vivi uma situação que me fez tomar essa decisão.

Fui até o setor de identificação da Polícia Civil para providenciar a carteira de identidade do meu filho mais velho e – vergonhosamente depois de 17 anos –  fazer a minha com o nome de casada.

Chegamos por volta das 15h. Sol de “praia” lá fora, calor insuportável dentro de uma sala pequena, abafada e feia, muito feia. Dois ventiladores tentavam, a duras penas, tornar o ambiente menos sufocante, mas não davam conta.

A pia que serve para as pessoas lavarem as mãos depois de terem suas digitais recolhidas parece mais um cocho. As paredes são tão sujas quanto as pontas dos dedos de quem é obrigado a enfrentar aquele lugar.  Continue lendo

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O grande amor da minha vida

O texto que vocês lerão a seguir foi publicado pela 1ª vez no dia 12/09/10, quando o blog estava com apenas três dias de “vida”.

Julguei oportuno postá-lo novamente hoje porque, sendo cristã, vivo a semana mais importante do ano. Para mim, não se trata apenas de um “feriadão”; dias de descanso e lazer são sempre bem-vindos, mas os cristãos  não podem se  esquecer do verdadeiro sentido da Páscoa: a vitória da vida sobre a morte.

Nunca sentirei qualquer constrangimento ou terei vergonha de ratificar minha crença em  Jesus Cristo. Foi Ele que me segurou pelas mãos e me guiou quando, em meados do ano passado, situações adversas me fizeram perder o rumo da minha vida profissional.

Por isso senti vontade de, mais uma vez, declarar meu amor ao Único Responsável por tudo de bom que está acontecendo comigo:  Continue lendo

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Tomei um “banho de lua”

Você reparou na lua ontem à noite? Sobrou um tempinho – ou vontade – no seu final de domingo para apreciar o céu estrelado?

Estava em um aniversário, em uma chácara, e pouco antes de ir embora, vi que ela estava lá: toda imponente, como se me dissesse: “Olhe para mim!”. Uma amiga que estava comigo chegou a se lembrar de como era comum, no seu tempo de infância no sítio, ela e os irmãos deitarem no gramado e ficarem horas olhando para o céu, só contemplando aquele espetáculo.

Não serei hipócrita: reparar na luz do luar não faz parte das minhas atividades diárias, até por que há noites em que nosso satélite natural não nos presenteia com um show como o de ontem à noite.

Mas, ao invés de me entregar à “síndrome do final de domingo”, resolvi dedicar alguns minutos  do meu tempo à contemplação do amor divino, representado por aquela lua que ornamentava o céu: linda, poderosa, brilhante… Continue lendo

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