Mês: maio 2011



Uma aeromoça na escola de inglês

Faz pouco tempo, em um desses dias quando meu “lado” dona de casa entra em ação, atendi a ligação de uma loja de departamentos, da qual sou cliente há mais de 15 anos.

Após me cumprimentar com uma empolgação esfuziante, o funcionário pôs-se a “declamar” seu texto. Emendando uma frase na outra, quase sem respirar, o rapaz me propunha um plano odontológico como se fosse a solução para os meus problemas dentários e existenciais.

Já escrevi aqui no blog sobre o suplício pelo qual todos nós passamos cada vez que precisamos ligar para um serviço de 0800. É tanto “digite 1”, “digite 3”, “digite 8” que chegamos a sentir saudade do tempo em que havia um ser humano do outro lado da linha dizendo “Telefonista!”.

Com todo respeito aos profissionais de telemarketing, que é uma profissão digna como qualquer outra, receber ligações indesejadas também são um “baita” incômodo.

Eu não consigo interromper; por educação, por compaixão até. Espero a pessoa passar o texto e depois gentilmente dispenso o serviço. Continue lendo

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Vocês podem dar uma chance para “Setembrina”?

 

Queridos, não consegui escrever postagem inédita no fim semana para publicar hoje. A vida de blogueira/escritora (ou escritora/blogueira???)  é fascinante, mas preciso administrar meu “lado” internauta com meus outros  “lados”:  esposa, mãe, dona de casa, professora e catequista.

Nossa! Sou praticamente um hexágono!

Entretanto, ontem escrevi  o 30º capítulo de  “Setembrina”. Para os que ainda não se motivaram a ler a história, esta segunda-feira pode ser um bom momento para começar.

Alguns leitores argumentam que não têm paciência para ler uma narrativa em capítulos, ainda mais na tela do computador; mas os que têm acompanhado estão bastante envolvidos com a trajetória da personagem.

Em novembro, se tudo acontecer dentro do previsto, “Setembrina” estará nas livrarias; e é claro que não vou postar os últimos capítulos por aqui. Só lendo o livro para saber como tudo vai terminar.

Não porque seja minha “cria”, mas tenho um carinho especial por ela.

E olhe só: o máximo que pode acontecer é vocês não gostarem.

Que tal tentarem?

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O “ultrassom” do meu “filho”!!!

Bonitinhos e bonitinhas! Meus leitores queridos! Finalmente, depois de quase 9 meses de “gestação”, peguei o “ultrassom” do meu terceiro “filho”.

Ainda faltam 22 longos dias para o seu “nascimento”, mas hoje poderei mostrar a vocês como ele é a minha “cara”!

Quem acompanha minha trajetória sabe o quanto desejei que isso acontecesse. Os leitores que me visitam desde o dia 10 de setembro de 2010 já leram diversas postagens em que profetizei esse momento especial.

E agora, com a graça de Deus, meu “filho” já não é mais apenas um projeto. Ele é uma realidade. Olhem só que “cuti-cuti”: Continue lendo

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Ouço, logo sofro

Ontem pela manhã, logo que cheguei a uma das instituições em que trabalho, meus ouvidos foram invadidos por uma melodia, digamos assim, indecente.

Ainda não tinha escutado a música que fazia um grupo cantar e até ensaiar uns passinhos. Aliás, adolescentes animados antes das oito da manhã é um fato que, por si só,  gera curiosidade.

Então fui “apresentada” a uma composição que quase fez com que eu vomitasse meu café. É nojento escrever isso, eu sei. Mas nojenta de verdade é a letra dessa “coisa”.

O pior foi saber que esse lixo já virou “hit”.

E é triste constatar que esse “hino da safadeza” já serve como  trilha sonora para muitos jovens por aí. Continue lendo

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O (sub)mundo das celebridades

São 11 da noite do dia 23 de maio. Meus olhos querem se fechar, minhas pernas querem descansar, o meu “eu” precisa entrar em “alfa”; enfim, o mais sensato seria desligar esta coisa e ir dormir.

Mas, como sempre, não me agrada imaginá-los acessando o blog amanhã (dia 24) e encontrando a mesma postagem. Obsessão, eu sei. Coisa de gente doida, confesso. Mas fazer o quê? Sigo meu instinto de blogueira.

E então, “caçando” em meus pensamentos um tema para escrever, cheguei até a pensar em abrir o baú, afinal, as sessões “túnel do tempo” sempre rendem muitos acessos e bons comentários.

Todavia, em um passeio rápido pelo Yahoo, encontrei uma “notícia” que me fez mudar de ideia. Quero partilhar esse incômodo com vocês.

Já estão praticamente confirmados em ‘A Fazenda 4’ os nomes de Bruna Surfistinha, Marlon (da dupla sertaneja Marlon & Maicon), o ex-jogador Dinei, a funkeira Valesca Popuzada, a modelo Tatiane Ribeiro, Joana Machado (ex-namorada do jogador Adriano) e a escritora Mayra Dias Gomes.

Segundo informações da coluna de Fernando Oliveira, o grupo de celebridades esteve na semana passada na Record para gravar vinhetas e entrevistas para o reality show. Cogita-se, ainda, que a travesti Luisa Marilac esteja no elenco do programa da Record.

Não estou nem um pouco interessada nesse programa, ok? Podia ser A Fazenda, O SítioA Chácara, tanto faz…

Mas o que me chamou a atenção foi a expressão “grupo de celebridades”. De acordo com o dicionário, além de “fama”, “celebridade” também remete à “reputação”.

Então vejamos: Continue lendo

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Pais bananas atacam novamente

Na semana passada, a diretora do Instituto de Educação, um colégio estadual aqui de Maringá, tornou-se alvo de críticas por causa de uma atitude que, no meu ponto de vista, não tem nada de “drástica”, como foi rotulada por alguns.

Como forma de coibir os atrasos, que têm se tornado comuns, a instituição não tem permitido que os alunos que chegam após o sinal das 7h30, por exemplo, entrem na escola. Entretanto, como ela mesmo salientou em reportagem ao jornal O Diário, essa medida não vale para casos excepcionais.

E o que vocês entendem por “casos excepcionais“? O carro do pai ter quebrado no caminho, um acidente ter impedido o ônibus de chegar no horário, uma ida ao laboratório logo cedo.

Mas é claro que, nessas horas, uma porção de “pais bananas”, aqueles que ficam escondidos por detrás de uma moita durante o ano letivo, saem para defender sua prole.  Continue lendo

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Blá blá blá blá blá blá …

Bonitinhos, ando preguiçosa ultimamente, hein? Nossa, de fato esse pecado capital é uma das minhas maiores fraquezas.

Brincadeira… o tempo está escasso mesmo; a proximidade do lançamento do livro + os compromissos de tablado + as funções de esposa, mãe e dona de casa estão sugando minhas horas.

Mas não reclamo; é um bom sinal.

Bem, de qualquer forma, espero que não reparem por eu estar postando textos mais curtos ultimamente; é uma fase, posso garantir.

Hoje quero trazer à tona uma discussão que tomou conta da internet nos últimos dias, mas que nós ainda não discutimos por aqui.

Se tiverem pelo menos uns 15 minutinhos, por favor, assistam aos vídeos abaixo e escrevam suas conclusões, ok? Penso até que muitos de vocês já viram o segundo; como dizem, está “bombando” na rede.

Sempre na história deste país” esse tema foi motivo de debates, discussões, fóruns, congressos, palestras, pesquisas, relatórios etc etc etc. Nunca faltaram discursos bonitos de engravatados e diplomados; sempre sobrou “blá blá blá”.

Mas, na vida real… ah, essa já é uma outra história…

A vida como ela devia ser…

 

A vida como ela é…

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Terapia virtual

Não sei se todos repararam, mas o leitor Rivaldo Ribeiro, nos últimos dias, usou uma estratégia interessante para escrever sobre fatos que o incomodam. Em determinados textos, ele fez comentários que não tinham a ver com os temas discutidos, mas justificou com a frase “fugindo do assunto“.

Achei interessante essa atitude e até respondi que disso “brotaria” uma postagem.

Pois bem.  Então vamos fazer o seguinte hoje: façam de conta que este espaço virtual é um “divã”. Lembram-se de quando escrevi “Meu divã particular“?  Foi no dia 12 de janeiro. Estava mal naquele dia e usei o blog para desabafar.

Ninguém vai se expor além da conta, é claro, mas queria que se sentissem bem à vontade para contar algo que os angustia, que os revolta, que está apertando o sapato de vocês. Só não citem nomes, senão precisarei editar os comentários, ok? Continue lendo

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O poder do jaleco

O espelho“, conto de Machado de Assis – escritor pelo qual sou apaixonada -, mostra de maneira singular como o ser humano, em muitas situações, precisa de máscaras para viver; quem sabe até para sobreviver.

Na história, um dos personagens só consegue ver sua imagem refletida no espelho quando está com o uniforme de alferes,  um antigo posto militar, hoje correspondente a segundo-tenente. Sem a farda, ele apenas vê uma imagem distorcida, um vulto.

A principal mensagem da narrativa é a relação essência X aparência.

Lembrei-me de Machado ao ouvir o relato de um sobrinho no último domingo. Ele é psicólogo, atende em um grande hospital aqui de Maringá e me contou que é impressionante como o seu jaleco tem “poder”.

Explico: quando chega para trabalhar, ainda está sem essa indumentária; ao cruzar as salas de espera e corredores, sua figura passa despercebida. É apenas mais um. Entretanto, quando vai embora, acaba saindo direto do consultório vestido com o dito cujo; então, ao passar pelas pessoas, principalmente pelos pacientes, recebe cumprimentos, sorrisos e não raramente alguém vem puxar conversa.  Continue lendo

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Vale a pena ler de novo…

Bonitinhos, são 22h47 de segunda-feira, 16 de maio; este texto será postado com data do dia 17, mas está “nascendo” nesse exato momento; e, a essa hora do dia – ou da noite? -, nem mesmo minha paixão pelas palavras está dando conta de produzir algo que valha a pena vocês lerem.

Por isso, recorrerei a um estratégia típica de emissoras de TV que não têm novidade na grade: uma sessão de “repeteco” básica.

Espero que compreendam.

Escolhi uma postagem de bastante tempo atrás e imagino que a maioria não tenha lido. De qualquer forma, tenho poucos comentários sobre ela e gostaria de saber se minhas lembranças irão mexer com as dos meus leitores.

Uma terça-feira abençoada para todos nós!!!

LEMBRANÇAS DE UM TEMPO BOM – PARTE II (postado em 09/09/10)  Continue lendo

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