Mês: agosto 2011



Vamos viajar?

Lu, estou nesse momento no aeroporto de Natal voltando para casa depois de 4 dias incríveis. Que tal um post sobre lugares que voce gostaria de conhecer ou que você já tenha conhecido? Beijos

Esse comentário, de uma amiga paulistana, a Mayara, foi postado no Face ontem, às 11 da noite, quando escrevi a seguinte frase “Inspiração, uuuuu!!!! Vem com a mamãe, vem! Não tenho muito tempo, bonitinha…”

Já falei pra vocês que, às vezes, a “danada” da inspiração me invade em situações e horários até inusitados, mas há dias em que ela demora um pouquinho pra aparecer. Por isso peço ajuda aos leitores. E gostei da sugestão da Mayara.

É bem verdade que meu “currículo” de viagens e afins é bastante modesto, mas já que posso escrever também sobre meus “sonhos de consumo”, penso que esta postagem renderá um bom “caldo” (alguém aí se irrita com tantas “aspas” que eu uso? então paciência… vou continuar usando…)

Na minha infância, viajar era sinônimo de casa de parentes, principalmente dos meus avôs maternos, que moravam em Ivaiporã. Nossa… que alegria quando chegava a Páscoa, ou o Dia das Mães, ou as férias de julho… Continue lendo

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Adeus, Vagauzinho…

Homenagens póstumas podem, às vezes, soar como puro protocolo da mídia.  Elencar as qualidades de alguém que partiu deste mundo terreno, em algumas situações, é uma atitude quase mecânica.

E não é isso que quero fazer hoje.

Não conheci pessoalmente o cartunista Lukas, cujo falecimento foi confirmado no início da noite de ontem.

Aliás, por várias vezes pensei em manter contato com ele, principalmente depois que passei a ser blogueira do jornal O Diário, mas, infelizmente, demorei demais para tomar uma atitude e não tive esse privilégio.

Mas não foi preciso trocar uma palavra sequer com ele para reconhecer seu talento como cartunista. Por diversas vezes usei – e continuarei usando – seus cartuns em minhas aulas, principalmente nas de interpretação textual. Continue lendo

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Rouxidão podre… ou podridão roxa? Tanto faz…

Lembram-se de  célebre pergunta da propaganda de biscoito “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”

Puxa… passei a minha infância tentando encontrar uma resposta para essa grande dúvida filosófica…

E agora, cada vez mais perto dos 40 e longe dos 30, um outro questionamento tem inquietado minha alma: certos homens-  e mulheres – têm saco roxo porque são podres ou são podres porque têm o saco roxo?

Se alguém puder me ajudar a decifrar esse “enigma”, ficarei agradecida. As rodelas de pepino não darão conta de suavizar minhas olheiras se eu continuar perdendo o sono por causa disso.

Deve haver uma explicação científica – ou quem sabe até uma baseada na crendice popular – que explique o triste fenômeno que ataca os homens e mulheres de saco roxo. Continue lendo

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Meu lado “devassa”

Quando a cantora Sandy emprestou sua bela e cândida imagem para o comercial de uma marca de cerveja, não faltaram críticas negativas, principalmente no meio cibernético. As redes sociais se “infestaram” de comentários sobre o (mau) desempenho dela na propaganda.

Eu mesma fui uma escrever no Face que achava a presidente Dilma Roussef mais sensual que ela. Também não faz muito tempo uma declaração da cantora a uma revista masculina causou uma grande polêmica.

Parece que, por mais que tente, será difícil desconstruir do imaginário das pessoas o perfil de moça bem comportada que ela sempre carregou.

Mas não desistam da leitura; esta postagem não é sobre a Sandy. É sobre mim (agora muitos desistem de vez…).

Ontem, quando compartilhei com vocês mais uma das minhas experiências adolescentes, percebi que alguns leitores ficaram… digamos assim… um pouco chocados com meu relato.  Continue lendo

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“A Ilha dos Desejos”

No finalzinho da década de 80, quando vivia o auge da minha adolescência, um dos meus passatempos prediletos era ler as histórias da coleção Sabrina, Bianca e Júlia. Lembro-me de que devorava 100 páginas  em apenas uma tarde. O título desta postagem é de um desses livros; e  vai servir como “isca” para novos leitores, tenho certeza.

Os “bonitinhos” que me leem, mesmo os quase quarentões como eu, talvez não tenham tido essa experiência, mas a maioria das “bonitinhas” possivelmente também se deliciaram com as páginas repletas de amor e outras “cositas” mais que recheavam esses romances.

Em uma época quando os únicos botões que ocupavam nossa vida eram os da televisão (sem controle, é claro) e os únicos fios eram os do telefone (sem teclas, é claro), os livros cumpriam o papel de nos transportar do real para o virtual, ou melhor, para o imaginário.

E por mais ingênua e tolinha que eu tenha sido,  naturalmente fui curiosa sobre temas relacionados a sexo e afins quando tinha 13, 14 anos. Quem não foi levante a mão. Continue lendo

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Qual é o seu talento?

O programa do SBT que leva o título acima já mostrou todo tipo de número: dos mais simples aos mais difíceis; dos mais comuns aos mais bizarros. Para convencer os jurados de que têm “talento”, os candidatos não medem esforços, tampouco se importam em parecer ridículos.

Mas a postagem não é sobre esse programa de TV; hoje quero escrever sobre os talentos que todos temos, mas que, às vezes, escondemos em “covas”, como bem ilustra a parábola da Bíblia.

De vez em quando ouço de alguém a frase “Não sabe nem fritar um ovo!”. Puxa… Como assim “nem fritar um ovo“? Acho muito difícil fritar ovos.  Os que faço se perdem em meio a uma espuma esquisita e quase não os encontro mais. É nojento… eu sei… mas é a pura verdade. Penso que fritar ovos e deixá-los com uma aparência bacana seja um “baita” talento.

E cantar? Nossa… tenho inveja branca de quem tem esse dom. Mas é uma inveja que não faz mal… se é que posso afirmar isso… Sei lá… não sou daquelas que ouvem a pessoa cantando e desejam que ela perca a voz; só queria ter o mesmo talento. Pra dizer a verdade, perco um pouco a noção com um microfone nas mãos. Hoje não é muito comum, mas se lembram da febre dos videokês nos churrascos e afins? Meus familiares e amigos precisavam preparar os ouvidos… Continue lendo

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“Aparece lá em casa!”

No sábado, quando almoçávamos em um restaurante do bairro, meu marido reencontrou um amigo dos tempos da adolescência. Houve aquela breve apresentação recíproca das famílias e, na hora da despedida, o tradicional “aparece lá em casa qualquer dia“.

Pois é.

Acho que todo mundo já viveu experiência parecida. Encontramos alguém, seja aquele amigo de infância que há tempos não víamos, ou um parente com quem tenhamos pouco relacionamento, e, depois da “conversinha de elevador”, surge a famosa frase.

Nem sempre o convite para “aparecer” é sincero; às vezes faz mesmo parte do protocolo. Aliás, meu pai vive dizendo que quem “aparece” é assombração. Precisamos “ir” até a casa do abençoado.

Mas nem sempre as relações de amizade são tão protocolares; muitas delas são sinceras.

Eu mesma tenho várias amigas com quem converso por telefone ou com as quais mantenho contato pelas redes sociais e “vira e mexe” combinamos de tomar um café ou coisa parecida. Mas que nada… acabamos ficando só na intenção.  Continue lendo

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“Enquanto isso, na sala da (in)justiça…”

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) reconsiderou hoje a decisão de proibir o ex-deputado estadual Carli Filho de sair do Brasil. Dessa forma, o político, acusado de duplo homicídio, poderá ter seu passaporte de volta. A decisão foi tomada pela 1ª Câmara Criminal do TJ-PR. Carli Filho é acusado de causar um acidente em Curitiba, em maio de 2009, que matou os jovens Gilmar Rafael Yared, de 26 anos, e Carlos Murilo de Almeida, de 20 anos. O ex-deputado confessou que havia tomado vinho antes de dirigir. Segundo laudo do Instituto de Criminalística (IC), ele estava a uma velocidade entre 161 km/h e 173 km/h. O político também estava com a carteira suspensa, com mais de 130 pontos.” (odiario.com – 18/08/11)

Hoje vou me abster de tecer muitas considerações. Notícias como essa causam em mim um efeito bulímico: sinto vontade de vomitar.

Quem disse que a Justiça é cega? Só por causa daquela venda de meia tigela na estátua da deusa Têmis?

Conversa fiada…

A “Dona Justiça” enxerga muito bem, obrigada; o problema é que a clareza do seu olhar depende do “quilate” dos envolvidos. Continue lendo

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A tal máquina do tempo

Todos nós já vimos, dezenas de vezes, a tal “máquina do tempo” em filmes,  séries, novelas, desenhos animados e afins.

Além de encontrar o lâmpada do Aladim, parece que um dos grandes sonhos do ser humano é  inventar uma maneira de viajar pela linha do tempo, seja para o passado ou para o futuro.

Se algum cientista maluco um dia conseguir criar a bendita engenhoca, serei uma das primeiras  a encomendar um exemplar.

Não para conhecer o futuro… Deus me livre… aliás, o futuro a “Ele” pertence, embora muito do que eu vá viver nas próximas horas, dias, semanas, meses e anos dependa de mim.

Mas ao passado… ah, para “lá” eu gostaria de voltar…

Apenas como visita, é claro;  apenas para dar uma “passeadinha” e depois retornar ao meu presente, que tem sido “tuuuudo de bom”!

E, ao contrário de muitos por aí que gostariam de ir para a Idade Média ou para os anos 60, por exemplo, eu queria mesmo voltar pra década de 80.  Continue lendo

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Confissões de uma glutona

“Glutona” não é uma palavra bonita. Na verdade, acho bem feia mesmo. Então por que a coloquei no título desta postagem? Por que dei a ela tanta “moral” assim?

Como ainda não lavei louça hoje e também não estive ao volante, duas situações que normalmente me inspiram para escrever, precisei sentar-me em frente a esta fria máquina e buscar um tema para reflexão.

E de repente, não mais que de repente….

Dos sete pecados capitais, preciso confessar que a gula é um dos que mais me acomete.

Talvez a descendência italiana tenha certo “peso” nisso; desde criança, a comida sempre foi pra mim motivo de alegria. Recordo-me com nitidez da cena: quando minhas irmãs eu chegávamos à casa da minha avó materna, seus olhinhos brilhavam se estivéssemos bem rechonchudas.

Embora eu seja uma blogueira que se exponha com relativa facilidade, dois segredos da minha vida serão mantidos a “oito” chaves: minha senha do banco e meu peso. Não chego a ser uma obesa mórbida, mas se tomasse vergonha na cara certamente já teria me livrado dos “quilinhos” extras que me incomodam. Continue lendo

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