Mês: outubro 2011



Lu Oliveira no programa do Jô

Tá bom, tá bom…  não é bem assim… eu AINDA não cheguei ao programa do Jô.

Mas eu chego, ah, se chego…

Se quiserem colaborar para que isso aconteça, acessem o link abaixo; em troca, coloco vocês no meu testamento, ok?

Valeu, bonitinhos!!!

 

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2214423232662&set=a.1708497264829.2084901.1009991573&type=1&theater

 

ATUALIZADO EM 30/10 – 11h05 – Bonitinhos, acho que agora vai dar certo! Tentem novamente! Beijo!

 

 

 

 

 

 

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Eu não quero a indiferença

Sermos  chamados a fazer a diferença na vida de alguém pode soar como slogan de alguma campanha de solidariedade ou de algum projeto de voluntariado.

Eu mesma usei esse “argumento” muitas vezes quando coordenava um projeto que envolvia jovens voluntários e crianças carentes. Sempre dizia que a participação deles iria fazer a diferença na vida dos pequenos.

E  a recíproca era verdadeira: todos os jovens que participavam eram tocados pela maravilhosa sensação de ajudar; portanto, as crianças também faziam a diferença na vida deles.

Esse tema é meio recorrente aqui no blog, talvez porque eu tenha isso quase como um lema: quero acreditar que tenha condições de passar pela vida de alguém e deixar alguma marca.

Por ora, vamos esquecer as marcas negativas; as feridas, as más lembranças, as dores pelas quais todos nós, querendo ou não, somos responsáveis.

Nesta postagem, quero refletir apenas sobre as vezes em que temos a oportunidade de deixar “rastros” de coisas boas no caminho de quem nos rodeia.

Como professora, tenho pavor de imaginar que possa despertar a indiferença dos alunos. Todavia, apesar desse meu receio, certamente passei pela vida de muitos sem deixar os tais “rastros”.

Mas me esforço para que isso não aconteça. Continue lendo

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Educação e gentileza também na rede

Se há  algo de que  me orgulho nesta vida é da educação que meus pais deram a mim e a minhas irmãs.

Tenho zilhões de defeitos, minha lista de imperfeições ocuparia umas duas folhas de caderno, ainda preciso melhorar em vários “quesitos”, mas ninguém jamais poderá dizer que sou mal-educada.

E eles nunca precisaram de dinheiro para cumprirem tão bem essa missão, básica a todas as pessoas que se dispõem a assumirem a paternidade e a maternidade.

Meu pai e minha mãe, duas pessoas que mal frequentaram os bancos escolares quando crianças, sempre nos ensinaram que devemos ser educados com as pessoas; na verdade, além de educados, devemos ser gentis. Mesmo com aquelas que, teoricamente, não mereçam muito essa nossa consideração.

Pois bem.

E posso perfeitamente ser educada – e gentil – quando discordo da opinião de alguém, concordam? Posso expressar uma opinião diferente, posso até manifestar meu descontentamento, mas ainda assim de maneira cordial.

Estou escrevendo sobre esse tema motivada por dois comentários que recebi recentemente. Vocês sabem que preciso aprová-los para que façam parte da minha – nossa – “varanda virtual”. Continue lendo

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Eu sei o que vocês fizeram…

Com todo respeito aos que creem, preciso dizer que nunca acreditei em bola de cristal. Para ser sincera, nunca vi uma bola de cristal de “verdade”, assim, ao vivo e em cores (será que ela é de cristal mesmo, como os sapatinhos da Cinderela?). Entretanto, filmes, séries, histórias em quadrinhos, novelas e desenhos animados, ao colocarem em suas histórias algum vidente, contribuíram para que eu tivesse uma noção de como ela “funciona”.

Mas, mesmo que essa tal bola de cristal existisse e tivesse o poder de fazer previsões, eu jamais a consultaria. Sou uma mulher que gostar de fazer “visitas” ao passado; o futuro me interessa, é claro, mas não tenho a mínima intenção de conhecê-lo; prefiro vivê-lo, independente das surpresas que ele me reserva.

Brincadeiras à parte, meu futuro está mesmo nas mãos de Deus, mas é claro que minha contribuição é fundamental para que os planos Dele se concretizem na minha vida.

E, como cronista, quero mostrar hoje que tenho uma bola de cristal “às avessas”; não vou fazer previsões (não usem a expressão “previsões do futuro”, ok? Previsões só podem ser do futuro!), mas sim vou relatar por aqui situações que meus leitores já viveram – ou talvez até vivam ainda.

Será uma espécie de “eu sei o que vocês fizeram no verão, no outono, no inverno e na primavera …”.

Será que o passado os condena? O meu sim… Continue lendo

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“Faça o político trabalhar. Não o reeleja!”

A revista Veja desta semana traz um tema que, infelizmente, não é novidade para os brasileiros, mas que sempre revolta, ainda mais quando as cifras são expostas: no Brasil, o custo da corrupção é de R$ 82 bilhões por ano.

Na capa, inclusive, há uma lista do que seria possível fazer com essa quantia tão astronômica.

E por mais que saibamos que a corrupção não está presente apenas na esfera política, é inevitável que nosso olhar, quando essa discussão vem à tona, volte-se para os homens de colarinho branco e ficha suja.

Não farei por aqui um tratado sobre os políticos que sucumbiram a essa praga, muito menos relatarei casos – atuais ou antigos – que ilustrem essa mazela. Para isso tenho colegas blogueiros muito mais competentes que eu e que dão show nesse tipo de análise.

Quero escrever como uma cidadã que se indigna em constatar que seu país está entre os mais corruptos do mundo. E como escreveu o Reinaldo Azevedo na revista, não podemos generalizar que o Brasil está entre os mais corruptos, mas sim o poder público brasileiro.

Ontem, a primeira reportagem do Jornal Nacional mostrou o drama de um casal gaúcho que está com a filha e os netos, gêmeos que nasceram prematuros, na UTI. Em virtude da falta de atendimento adequado, a jovem e as crianças correm o risco de morrer. E é claro que sempre há um engravatado que, em frente às câmeras, faz aquela cara de paisagem e tenta justificar o injustificável. Continue lendo

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Acredite; mas só se quiser

Não se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam.

Ouvi essa frase pela primeira vez há pouco tempo; foi em um dos discursos proferidos durante a cerimônia de posse do novo presidente da Academia de Letras de Maringá.

Consultei o oráculo do Google, mas não há créditos para a autoria, apenas um “anônimo”.

E independente de quem  seja esse “anônimo”, gostei da frase porque encontrei nela uma verdade que pode facilitar as coisas para mim. Aliás, às vezes recebemos por e-mail pensamentos tão óbvios, daqueles que vêm também em calendários e agendas, mas que nem sempre colocamos em prática.

Não são poucas as vezes em que tentamos buscar justificativas para certas atitudes que temos na – vã – tentativa de explicarmos a alguém o porquê das nossas escolhas.

Também é comum ficarmos extremamente preocupados com “o que os outros vão dizer”; essa preocupação toda com a opinião alheia às vezes acaba nos deixando reféns; sofremos porque pode ser que uma pessoa, do nosso círculo de amizades ou não, não entenda os motivos que nos levaram a tomar determinada decisão. Então vem a necessidade de nos justificarmos. Continue lendo

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22 de outubro de 1973

Hoje vai ter uma festa, bolo e guaraná, muito doce pra você; é o seu aniversário, vamos festejar, os amigos receber! Que felicidade, amor no coração; que a sua vida seja sempre doce emoção; bate, bate palma, que é hora de cantar, agora todos juntos vamos lá: PARABÉNS! PARABÉNS! Hoje é o seu dia, que dia mais feliz!!!

Ah, falem a verdade, essa musiquinha foi uma das grandes contribuições da Xuxa para a humanidade; atire o primeiro brigadeiro quem nunca deu uma “cantadinha” pelo menos, fazendo uma graça no dia do aniversário do amigo.

Pois é… por falar em aniversário, amanhã chego aos 38 e, como no sábado há menos leitores que na sexta, resolvi fazer esta auto-homenagem não-póstuma hoje (eu avisei na postagem de  segunda que meu momento “Narciso” voltaria à tona).

De acordo com minha certidão de nascimento, nasci às 9h15 do dia 22 de outubro de 1973, na cidade de Curitiba. Vim ao mundo por meio de um parto nada normal e minha mãe passou por uma dor lascada para que eu nascesse. Ela chegou a ficar traumatizada, tanto que, quando eu optei por esse tipo de parto nas minhas gravidezes, ficou preocupadíssima. Mas as minhas experiências foram diferentes: houve a dor, mas nada que causasse danos psicológicos.

Para mim, aniversários devem ser “celebrados”, e não apenas “comemorados”; a vida é um dom precioso de Deus e sempre agradeço imensamente a Ele quando completo “primaveras”.

Aliás, ouvi dizer que não devemos dizer “eu tenho 38 anos”, mas sim “eu tive 38 anos”. Faz sentido. Esse tempo já foi creditado na minha conta,  agora não sei quanto mais me resta. Se bem que, de acordo com o teste de expectativa de vida que fiz recentemente, partirei desta para melhor somente aos 87 anos. Até lá, vocês terão que me ler!!!! Continue lendo

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Inclusão social “para inglês ver”

Comentei com vocês que, durante a Festa das Nações, trabalhei com voluntária na Barraca Árabe, da Associação Maringaense dos Autistas – AMA.

Apesar de o presidente da entidade ser um grande amigo meu, ainda não tive oportunidade de conhecer a escola pessoalmente, mas farei isso em breve.

De qualquer forma, mesmo sem ter ido lá, sei do belo trabalho que eles fazem pelos autistas e, por consequência, por seus familiares.

Pessoas que nascem com essa síndrome precisam de uma atenção especial, necessitam de atividades diferenciadas, carecem de um atendimento diversificado. E a AMA faz isso de maneira brilhante.

Entretanto, há pais de crianças autistas que relutam em matricular seus filhos em uma escola especial, motivados pela crença de que uma instituição regular pode proporcionar a eles mais chances de serem aceitos pela sociedade.

Mas, infelizmente, às vezes os familiares evitam a escola especial porque a autoestima e/ou o constrangimento não lhes permitem admitir que o filho necessite dessa atenção diferenciada.

E aí, para reforçar essa situação, entra a  lei da inclusão social. Continue lendo

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As faces do Face

Há três anos, minha única conexão com a internet, além das pesquisas e das leituras por causa do meu trabalho, era uma conta de e-mail do Yahoo.

Recordo-me dos meus alunos me perguntando se eu tinha o “tal” do Orkut e mal sabia do que estavam falando. Depois de tanta insistência, deixei de lado a preguiça – e até o preconceito – e fui ver do que se tratava.

Mas o Orkut passou; escrevi no status do meu a seguinte frase: Aqui jaz uma conta do Orkut; que Deus a tenha.  De vez em quando, passo por lá como quem passa por uma lápide para tirar a poeira.

Meu vício atual é o Facebook. E vício não é uma palavra forte; não vou ficar bancando a equilibrada e dizendo “Ah, imagine se estou viciada, jamais…”

Conversa fiada.

Se bem que, de acordo com o “pai dos espertos”, vício é um mau hábito, um costume condenável, e eu não acho que minhas visitas ao Face, mesmo constantes, sejam condenáveis.

Usei essa palavra (“vício”)  porque sinto-me dependente de passar por aquele “território” todos os dias e, dependendo da minha rotina, várias vezes.

Tenho colegas que ainda não aderiram a essa rede social, talvez pelos mesmos motivos que, há três anos, faziam-me resistir ao Orkut: preguiça, impaciência, receio, preconceito.

Até entendo, mas, para mim, o Face é não é apenas uma forma de entretenimento virtual; por meio dele, mantive contatos importantes nos últimos meses, alguns essenciais para sacramentar oportunidades, sejam elas ligadas ao meu trabalho como professora, blogueira e/ou escritora. Continue lendo

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Pode me ajudar, Veríssimo?

Bonitinhos, hoje meu dia será cheio de compromissos e não conseguirei escrever uma postagem “fresca”; são sete da matina e só devo ter tempo para o mundo virtual depois das dez da noite.

Por isso, embora não seja comum eu fazer isto, recorrerei a um texto “alheio” para não deixá-los a ver navios, lanchas, canoas, caiaques ou quaisquer outras embarcações.

O escritor Luís Fernando Veríssimo é um dos meus preferidos; aprecio muitíssimo sua fina ironia. Ainda preciso comer muito feijão carioquinha para chegar ao nível dele, mas confesso que me espelho na sua maneira de escrever.

Vou deixar aqui para vocês uma crônica que considero simplesmente brilhante. É um tema bacana para discutirmos.

EXIGÊNCIAS DA VIDA MODERNA – Luís Fernando Veríssimo Continue lendo

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