Mês: dezembro 2011



Notícias da areia

Bonitinhos, passei por aqui para ver como estão as coisas na nossa varanda virtual.

Neste exato momento, estou em uma charmosa padaria aqui no litoral catarinense; o sol – finalmente – deu o ar da graça e aproveitei este intervalo entre o almoço e a próxima ida para a areia para visitar meu querido espaço virtual.

Como não tenho muito tempo – o mundo real me espera -, não conseguirei oferecer a vocês postagem inédita. Vou fazer uma sessão “vale a pena ler de novo”; aliás, uma das minhas crônicas preferidas.

Espero que me compreendam; estou juntando bastante “munição” para as postagens de janeiro.

Beijo da “prô”!

A janela e o homem; o lixo e eu

Há leitores que às vezes me perguntam como consigo postar um texto por dia. Questionam-me sobre a minha “fonte de inspiração”.

Já escrevi por aqui que meu talento para a escrita é um presente de Deus; portanto, é Ele que me inspira cada vez que sento em frente a esta máquina. Mas é claro que tudo o que vejo, ouço e sinto no dia-a-dia colabora para minha “usina de ideias”. Continue lendo

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Promessas ou metas para 2012?

Hoje cairei na vala do senso comum, mas não tem outro jeito.

Esta é a última postagem inédita de 2011 e será inevitável fazer o famoso balanço do ano que está quase no fim e avaliar o que esperamos para 2012; ou talvez o que 2012 espera de nós.

Cada um que passou pelo blog – vocês e eu – escreveu uma história durantes estes quase 365 dias; foram páginas recheadas de passagens engraçadas, tristes, curiosas, emocionantes, inesquecíveis; enfim, entre idas e vindas, em meio aos tropeços naturais que a vida nos reserva, cá estamos nós, às vésperas da celebração do Natal e ansiosos pelo novo calendário.

Para mim, pelo menos, 2011 foi muito especial; aliás, depois do ano do meu casamento (1993) e do nascimento dos meus filhos (1999 e 2006), este foi o mais significativo da minha vida.

Em 2011 “nasceu” o meu primeiro livro e conquistei novas – e importantes – oportunidades profissionais.

Sou grata a Deus e sei que, sem a ajuda Dele, nada disso seria possível.

Lembro-me de que, por uns 10 anos pelo menos, tive o hábito de escrever na agenda, na página do dia 1º de janeiro, minhas metas para aquele ano que se iniciava.  Continue lendo

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Arrumando as gavetas ( de novo…)

Em 28 de dezembro de 2010, escrevi a postagem “Arrumando as gavetas”, na qual exponho a necessidade que todos nós temos, nesta época de ano, de fazer uma “arrumação” na nossa vida.

E essa “arrumação” inclui mesmo as gavetas e armários, mas também o nosso coração, a nossa cabeça, a nosso orçamento, enfim, os nossos projetos para 2012.

Perdoem-me pelo “repeteco”, mas reli o texto e julguei que ele mereceria ser publicado novamente. Eu nem sei se isto é um defeito ou uma qualidade – talvez só uma característica minha -, mas costumo gostar do que escrevo.

Como entrarei em férias na próxima sexta, 23/12, e ficarei longe do blog por um tempinho, talvez hoje seja o dia para conversarmos sobre esse tema.

2011 foi um ano muito especial para mim; aliás, farei uma postagem especial sobre ele, mas, por enquanto, vamos pensar nas nossas metas para os 365 dias que nos aguardam.

Arrumando as gavetas

Como estão suas “gavetas” para o próximo ano? Não sei se você é do tipo de pessoa superhipermegapower-organizada, mas eu, de vez em quando, preciso fazer uma “faxina” nas aqui de casa. Continue lendo

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A volta de quem sempre esteve por aqui

Não consigo escrever com a minha costumeira regularidade há pelo menos uma semana; além de não “abastecer” este espaço virtual com postagens inéditas, a escassez do tempo também tem feito com que eu não consiga fazer algo que é muito prazeroso para mim: interagir com os leitores.

Minha parceria com o jornal O Diário não me obriga a responder aos comentários; aliás, nenhum blogueiro é obrigado a isso. Entretanto, desde a primeira postagem, desde o primeiro comentário, sempre fiz questão de manter esse diálogo com as pessoas que me visitam.

Sinto-me bem lendo com atenção os relatos, os observações, as críticas, enfim, fico feliz cada vez que acesso meu blog e constato que, de alguma forma, minhas palavras tocaram quem se aventura por aqui.

E, como já havia acontecido em outras situações nestes últimos 15 meses, alguns leitores externaram que sentem falta das minhas respostas; o Ivanildo e o Adriano, dois fiéis escudeiros, manifestaram isso aqui no blog e outros me “puxaram  a orelha” pelo Face: “Poxa, Lu, você não respondeu meu comentário!”.

Um amigo até me sugeriu que eu respondesse apenas a alguns, dependendo da quantidade, mas não consigo fazer isso. Fico com a impressão de que os leitores com os quais  não interagir vão imaginar que ignorei a opinião deles ou algo assim.

Saint-Exupéry, autor do célebre O Pequeno Príncipe, foi muito sábio ao usar sua narrativa para dizer que somos responsáveis por quem cativamos.  Continue lendo

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Os meus, os seus, os nossos pensamentos

Tenho quase certeza de que, uma vez na vida pelo menos, alguém já perguntou a vocês que superpoder gostariam de ter.

Converso sobre isso às vezes com os alunos.

Alguns queriam ficar invisíveis de vez em quando; faz sentido. Eu também adoraria, dependendo da situação, não ser vista por ninguém.

Outros dizem que queriam ter o poder de se teletransportar; sem dúvida, uma ótima opção. Já imaginaram? Estaríamos no meio daquele trânsito infernal do final da tarde e, em segundos, já estaríamos em casa. E o carro? Ah, o carro que viesse sozinho, se quisesse.

Há os que gostariam de voar. Aliás, acho que 99% das crianças um dia disseram que gostariam de voar. Mas, se muita gente tivesse esse superpoder, certamente haveria congestionamento no céu também.

Uns confessam que queriam mesmo é ter visão de raio-x; normalmente os meninos, é claro, e nem preciso explicar por quê. Se bem que, dependendo da “vítima” do olhar, a frustração seria grande.

Um superpoder que quase não é lembrado, mas que é o meu favorito, é aquele que tem o Capitão Caverna. Tirar qualquer coisa da minha barriga, como ele fazia no desenho animado, seria muito bacana. Acho até que a primeira coisa que eu tiraria seriam uns três quilos de gordura corporal.

Mas o superpoder que mais aparece quando faço essa “pesquisa” com meus alunos é a capacidade de ler pensamentos. Continue lendo

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As famosas quatro paredes

Escrevi há poucos dias que assuntos relacionados a sexo quase sempre são sinônimo de curiosidade e polêmica.

Não foi diferente por aqui; as postagens Bê-a-bá da cama e A vida na horizontal renderam bons comentários e imagino que muitos devam ter lido, tido lá seus pensamentos – devassos, quem sabe -, mas faltou coragem de manifestar.

Esse “fenômeno” acontece principalmente com as mulheres; pode ser que eu esteja equivocada, mas a impressão que tenho é de que quando nós expomos o que pensamos sobre sexo, corremos o risco de ser tachadas de “desavergonhadas” ou algo do gênero.

De fato, dependendo de como fizermos isso, a possibilidade de cairmos na vulgaridade é grande; banalizar  – e satirizar – a vida sexual entre um casal é típico de pessoas que veem esse ato apenas como uma forma de satisfazer instintos animais.

E vocês sabem que sou uma mademoiselle das palavras e que, por enquanto, bom senso e moderação não têm me faltado na hora de escrever; por isso, acredito que dê conta de refletir sobre esse tema.

Achei interessante a observação que o Ronaldo Buttow, um leitor bastante participativo, fez na postagem anterior; ele escreveu que, com amor, pode ser na horizontal, na vertical, no sofá,  na cama, debaixo do chuveiro, no carro…

Concordo; há controvérsias nesta história de que entre quadro paredes vale tudo, afinal, nem sempre os dois envolvidos querem assumir esse “vale tudo”, mas também acho que um homem e uma mulher podem variar a forma como se amam e ninguém deve ser rotulado como promíscuo por conta disso.

A questão é que, hoje, defender a ideia de que o sexo precisa estar vinculado a algum tipo de afeto é carregar o título de “careta”. É tão comum pessoas irem para a cama depois de um simples olhar, uma passada de mão e uma baforada de cerveja na nuca que parece não fazer sentido imaginar que uma relação sexual dependa de sentimento.

Fora essa discussão, outro ponto interessante a se levantar sobre esse tema é o que os homens esperam das mulheres – e o  contrário também. Continue lendo

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A vida na “horizontal”

Bonitinhos, há vários dias que o relógio tem sido cruel comigo; não consigo escrever desde quinta-feira, quando postei “Bê-a-bá da cama”.

Até do Face, meu vício mais recente, estou afastada. E imagino que essa loucura de final de ano deva ter invadido a agenda vocês também.

Ideias fervilham na minha cabeça, mas agora não conseguirei  transpô-las para a tela do computador.

Por isso, decidi transcrever aqui comentários bastante interessantes sobre a última postagem. Queria saber o que pensam sobre a opinião desses leitores.

Chamou-me a atenção, inclusive, a pouca participação feminina.  Será que ainda há pudor em se discutir esse tema? Será que muitas mulheres ainda têm receio, mesmo no mundo virtual, de dizerem o que esperam de um homem quando estão na “horizontal”?

Em breve farei uma postagem mostrando o que eu penso desse assunto, ok?

” (…) Podem até me chamar de retrógrado, mas para mim, sexo é consequência e fruto do amor, sem amor não existe sexo! ” (Ronaldo Butow)

” (…) Os costumes sofreram uma metamorfose, e quem não entender e não aceitar isso vai ser atropelado pelo bonde da história. (…) ” (João Silva) Continue lendo

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“Bê-a-bá” da cama

Tomei conhecimento da notícia abaixo por meio do  meu colega Vinícius Machado, um jornalista aqui de Maringá. O Vinícius e eu de vez em quando conversamos pelo Face sobre temas variados; ele também tem um veia cômica e é comum fazermos graça com certos assuntos.

Áustria ganhou uma escola internacional de sexo, que promete aulas práticas de sedução, posições sexuais, técnica, anatomia e como acariciar o parceiro. A AISOS (Austrian International School of Sex), em Viena cobra o equivalente a R$ 4 mil por curso, segundo a imprensa local. Os alunos ficam hospedados em um dormitório misto na própria sede da escola, onde são encorajados a “fazer a lição de casa”. A recomendação é que role muito vuco-vuco, na faculdade, ou em qualquer lugar. (topassada.virgula.uol.br) ”

O Vinícius foi mais rápido que eu e já fez uma crônica a respeito, a qual está publicada no seu blog http://originaissemoriginalidade.blogspot.com/.

Esse é o tipo da notícia que não alterará em nada a nossa vida (a menos que algum leitor esteja mesmo interessado em fazer o curso), mas é tão estapafúrdia que é natural causar reação na internet.

Impossível não imaginar o currículo dos professores – anos de experiência em bordéis e esquinas? – , as aulas – “posso fazer o trabalho em grupo, professor?”,  as tarefas – prefiro não comentar… Continue lendo

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Instituto Nacional de Inseguridade Social

Tinha planejado uma outra postagem para hoje; como normalmente acontece, ela estava praticamente pronta na minha cabeça e só faltava transferi-la para a tela do computador.

Era um tema mais leve, mais voltado à comicidade, à ironia, que são ingredientes que aprecio demais colocar em meus textos.

Mas ao ver a capa do jornal O Diário desta quarta-feira, imediatamente mudei de ideia. A manchete + a imagem da primeira página tiraram-me toda inspiração para um texto de humor.

Impossível não se indignar ao ver a foto do rapaz de 21 anos que teve as pernas amputadas por causa de um acidente de trabalho no dia 05 de outubro e que só será periciado daqui a três longos meses.

Já escrevi sobre esse tema aqui no blog, na postagem Humana demais para compreender. O título ainda vale: sou humana demais para compreender por que as pessoas precisam passar por esse calvário toda vez que necessitam de um órgão que, teoricamente, deveria assegurar seus direitos.

Não vou me deter à reportagem, até porque vocês podem acessá-la, caso queiram saber mais detalhes. Não se trata de um furo, uma bomba jornalística, algo que merecesse aquele grito folclórico “Extra! Extra! INSS não dá conta do recado!”. Continue lendo

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Lista de presentes

Amigo secreto, confraternizações de empresas, formaturas, provas de recuperação final, 13º salário,  enfeites, Papai Noel, compras, férias, viagens, correria, correria, correria.

Alguma novidade nesse emaranhado de situações que lotam nossa agenda todo final de ano?

Claro que não; nos telejornais, por exemplo, as mesmas reportagens ganharão apenas uma nova roupagem, mas até já sabemos quais serão as que ocuparão espaço: a senhorinha que, mesmo pobre, faz bonecas para as crianças; como se comportar na festa do escritório; de que maneira usar o dinheiro extra nesta época; receitas para a ceia; cuidados para quem vai viajar, blá blá blá.

É sempre assim.

Quer dizer, sempre assim para os adultos, porque para as crianças eu acho que o Natal ainda reserva uma magia diferente. Talvez não a mesma que nos envolvia há 30 anos, por exemplo, mas é fato que nós, justamente por conta da correria, quase não desfrutamos desse período.

No último domingo, montamos a nossa árvore; confesso que não estava muito motivada, mas a carinha de felicidade dos meus pequenos ao fazer isso tornou o momento especial.

É só um símbolo; é verdade. Mas um símbolo bonito, que faz bem aos olhos e ao coração.

E falar em simbologias do Natal e não mencionar o Papai Nobel é impossível. Continue lendo

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