Mês: outubro 2014



O meu amigo secreto é…

amigos

Não sei quem inventou a brincadeira e estou morrendo de preguiça de consultar o oráculo do Google. Só sei, às portas do mês de novembro, com o final do ano batendo à porta, comecei a pensar em tudo que envolve o clima de férias, festas e afins. E me lembrei do amigo secreto.

Dos tempos de escola minhas lembranças não são muito boas. Apesar das condições financeiras não ajudarem muito, minha mãe tentava caprichar no presente que íamos dar. Não era para “se aparecer”. Era uma maneira de nos mostrar que devíamos ter consideração pelo tal “amigo”.

Lembro-me de uma vez que dei uma camiseta e ganhei um broche ridículo. Pode? Um broche de um gatinho, com uns olhos saltados que até davam medo. O pior era fazer cara de “Nossa, que legal! Eu sempre sonhei em ganhar um broche assim!”. Mesmo tendo uma veia artística, representar esse papel dava trabalho. Continue lendo

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Reinvente-se!

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Só você pode promover sua reinauguração.

Seja Cristovão Colombo da sua própria América.

Olhe para o espelho e diga “muito prazer”.

Abra a porta e diga “seja bem-vindo”.

Olhe para trás e diga “adeus”

Olhe para para frente e diga “estou chegando”.

Reinvente-se.

Não se conforme com a infelicidade.

Pelo contrário.

Busque a sua felicidade.

Não em um presente, embrulhada com papel colorido.

Busque ali, no coração nas pessoas.

E aí, no seu coração…

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Toda minoria merece respeito?

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Não posso discriminar uma pessoa por ela ser negra. Mas não preciso respeitá-la apenas por causa da sua cor de pele.

Não posso discriminar uma pessoa por ela ser homossexual. Mas não preciso respeitá-la apenas por causa da sua opção sexual.

Não posso discriminar uma pessoa por ela ser pobre. Mas não preciso respeitá-la apenas por causa da sua condição econômica.

Não posso discriminar uma pessoa por ela ser mulher. Mas não preciso respeitá-la apenas por causa do seu sexo.

Não posso discriminar uma pessoa por ela ser idosa. Mas não preciso respeitá-la por causa da sua idade.

Pessoas merecem respeito pelo que fazem. Pelas suas escolhas. Pela maneira como conduzem sua vida.

Há brancos folgados e negros folgados.

Há heterossexuais promíscuos e homossexuais promíscuos.

Há ricos desonestos e pobres desonestos.

Há homens covardes e mulheres covardes.

Há jovens estúpidos e idosos estúpidos.

É claro que há as chamadas minorias, mas não concordo com a tese de que todos que pertencem a elas merecem o meu respeito.

Respeitarei quem fizer por merecer.

E isso não tem nada a ver com cor de pele, opção sexual, condição econômica, sexo ou idade, por exemplo.

Tem a ver com caráter

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Telhados de vidro ou de aço?

vidro

A expressão que serve de título é um “empréstimo” de uma amiga. Ela fez um desabafo recentemente no Facebook e a usou para se referir a quem aprecia criticar o outro, mas se esquece de que também é um ser humano cheio de imperfeições.

E vamos combinar que todos nós, vez ou outra, fazemos isso.

Enchemos a boca para tecer considerações – maldosas, inclusive – sobre a vida alheia, como se o nosso telhado fosse de aço, como se pedra alguma pudesse fazer estrago.

Não sei se esse é um defeito de fábrica. Se já nascemos propensos a olhar mais para falha de quem nos rodeia do que para a nossa. O fato é que, nas relações, sejam elas sociais, familiares ou profissionais, por exemplo, essa característica pode fazer grandes estragos.

Porque, no fim das contas, todos temos um telhado de vidro.

E, se ele quebrar – ou quando ele quebrar -, cacos voarão pra todo lado.

E irão, inevitavelmente, machucar alguém.

É bom pensar nisso antes de buscar apenas o defeito do outro.

É bom lembrar que o nosso telhado não é de aço.

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