Mês: outubro 2015



Eu, cliente

cliente

Em qualquer empresa, pequena, média ou grande, os colaboradores deveriam ser sempre treinados quanto à sua postura profissional.

E isso vale para qualquer função.

Ontem, em um posto de combustíveis, a moça do caixa fazia o meu atendimento e falava ao telefone ao mesmo tempo. E o aparelho não tocou durante o atendimento. Ela tomou a iniciativa da ligação. Dependendo da frase, não sabia se era para mim ou para quem estava do outro lado da linha.

Pode parecer bobagem, mas não é. Eu gosto de atenção. Mesmo que seja por 2 ou 3 minutos.

Mas não foi só isso.

Ao desligar, dirigiu-se a um colega e disse “olha só o que aquele retardado fez”. E mostrou um documento a ele. Pelo que entendi, o “retardado” era outro colaborador.

Fazer críticas a um colega de trabalho na presença do cliente, ainda mais com esse tipo de vocabulário, é de uma falta de bom senso gritante.

Trabalho com comunicação corporativa no Instituto Voz e constantemente abordo o tema com as turmas.

Às vezes vejo empresas investindo de mais em estrutura física e de menos no material humano.

E eu prefiro um bom atendimento a um lugar bonito e confortável.

Porque, ao contrário dos móveis e do ar-condicionado, a experiência de ter sido bem atendida eu levo comigo.

E passo adiante.

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