Meu momento de ombudsman

Mesmo correndo o risco de ter meu blog tirado do ar (correr riscos faz parte da vida)  não resisto à tentação de fazer aqui o papel de ombudsman,  reproduzindo uma crítica feita ao O Diário em sua página do facebook  pelo competente jornalista José Maschio (ex-correspondente da Folha de S.Paulo no Norte do Paraná). Meu dileto amigo “Ganchão”  desmente, com argumento e dados concretos, o discurso oficial contra as universidades públicas do Paraná, que vem sendo potencializado com o claro objetivo de  desmoralizar as IES :

“Sobre os supersalários nas universidades estaduais (ou como um jornal adestrado serve ao boyzinho Richa)!
Um jornal de Maringá (PR) estampou manchete, na semana passada, em uma brigada a serviço de Beto Richa, contra as universidades estaduais, especialmente UEL e UEM.
O mote era salários além do teto constitucional nas estaduais. A argumentação falaciosa não suporta uma análise rápida, com base em dados do próprio jornal. Os salários que superam o teto constitucional representam 1,24% do universo dos professores da sete estaduais. E o Diário não explicou que esses valores acima do teto continham férias e décimo terceiro salário.
Na real, os chamados supersalários  regridem para 0,25% dos professores das universidades.
Mas o que o jornal não explicou , e nem fez questão de mostrar aos seus leitores:
– O governo Beto Richa bloqueia, sistematicamante, a contratação de professores concursados.
– Em um de seus últimos ataques, determinou (a UEL é exemplo real e do momento) a contratação, por processo seletivo, de professores temporários com um teto de 20 horas aulas.
Agora mesmo, edital da UEL para teste seletivo explicita, claramente, os salários para mestres (R$ 2.706,28) e doutores (R$ 4.104, 47) que se atreverem a enfrentar o processo seletivo.
Só em auxílio-moradia, um juiz paranaense ganha R$ 4,3 mil por mês. Sem contar que recebem 50% de abono férias, duas vezes por ano. É uma simples comparação (nem vamos citar os salários do homem contratado, o Mauro Terror, por Beto Richa para acabar com as universidades)”.
 

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6 comentários sobre “Meu momento de ombudsman

  1. Ronaldão 16 de junho de 2017 14:44

    O que o Beto incompetente sabe muito bem é mandar bater em professores, incluindo ai mulheres, ele é um grande covardão.

  2. Pedro Augusto 16 de junho de 2017 15:33

    Seguir carreira de professor no Paraná com este governador tem que ser igual seguir carreira eclesiástica; só por vocação mesmo. As provações são grandes!

  3. João Luiz Regiani 16 de junho de 2017 17:21

    Os arruaceiros do PT que foram aprontar em Curitiba tinha que levar borrachada mesmo, senão não aprendem e não eespeitam nada e a ninguém…

    • Antonio 18 de junho de 2017 5:44

      Quanto desequilibro rsrsrsrs

  4. maso 17 de junho de 2017 8:14

    Oras bolas! Os tais ofendidos, se houve alguma calunia e injuria por parte da noticia do O Diario, que procurem o direito de resposta. Tenho certeza que o ”diario” disponizaria o determinado pela justica para a replica.

  5. Akino Maringá 17 de junho de 2017 12:24

    Não Messias, seu blog não será tirado dor ar. O Frank é democrático e saberá entender muito bem. Até eu, Akino estou pensando e pedir um espaço aí no O Diário. Será quem tenho chance? Qualquer hora precisamos marcar um conversa com mais tempo. Se puder confirme pelo meu email.
    Abraço.

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